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Quadrilha armada rouba toneladas de carne em frigorífico e ateia fogo no sistema de segurança
Notícias SP
Quadrilha armada rouba toneladas de carne em frigorífico e ateia fogo no sistema de segurança
São Paulo — Quadrilha armada assalta frigorífico e ateia fogo em sistema de segurança em Boituva Criminosos armados com pistolas e metralhadoras invadiram e assaltaram a fazenda onde fica o frigorífico da empresa CowPig, em Boituva (SP), na madrugada desta quinta-feira (19). Segundo a Pol...

São Paulo — Quadrilha armada assalta frigorífico e ateia fogo em sistema de segurança em Boituva Criminosos armados com pistolas e metralhadoras invadiram e assaltaram a fazenda onde fica o frigorífico da empresa CowPig, em Boituva (SP), na madrugada desta quinta-feira (19). Segundo a Polícia Civil, a quadrilha fugiu levando cerca de 30 toneladas de carne, mas metade da carga foi encontrada abandonada em um caminhão na rodovia Castello Branco, em Itu (SP). Ainda segundo a polícia, cerca de 10 a 12 homens entraram no local por volta das 4h em dois caminhões cobertos por lonas. De acordo com os funcionários, todos estavam encapuzados e usando coletes à prova de bala. Em entrevista à TV TEM, o advogado da empresa, Clodoaldo Batista, afirmou que alguns criminosos usavam roupas parecidas com as dos funcionários. "Os funcionários relataram que alguns criminosos estavam com as roupas do frigorífico, com calça e jaleco. Então, eles não chegaram a desconfiar. Só depois que eles mostraram as armas e anunciaram o assalto". Quadrilha armada assalta frigorífico em Boituva Reprodução/TV TEM Ainda conforme a polícia, os homens renderam o porteiro e fizeram os próprios funcionários carregarem os dois caminhões com as mercadorias. Ao todo, foram levados quatro containers de carnes embaladas. Além da mercadoria, os ladrões também roubaram dois computadores, veículos da empresa e os celulares dos funcionários. Ninguém ficou ferido na ação. Antes da fuga, os ladrões atearam fogo no sistema de monitoramento, onde ficam os registros das câmeras de segurança. Assaltantes atearam fogo em sistema de segurança no frigorífico de Boituva Reprodução/TV TEM Veículos recuperados De acordo com a Polícia Rodoviária de Itu (SP), um dos caminhões utilizado pelos assaltantes foi encontrado abandonado na Rodovia Castello Branco (SP-280), às 8h30. A polícia recebeu a informação da concessionária Colinas sobre o assalto e começou a realizar as buscas nas rodovias. O caminhão estava no acostamento do km 84 com 15 toneladas de carne. A carga foi apreendida e, em seguida, encaminhada para o proprietário do frigorífico. Carros roubados do frigorífico em Boituva foram encontrados em Tatuí Guarda Civil Municipal de Tatuí/Divulgação Ainda segundo a Polícia Civil, o veículo, com placas de Carapicuíba (SP), constava no sistema da polícia como produto de furto em outra cidade da região. Os dois veículos roubados do frigorífico também foram encontrados em Tatuí (SP) em uma estrada rural. Nenhum suspeito foi preso. Caminhão usado por assaltantes foi encontrado na rodovia Castello Branco Reprodução/TV TEM Criminosos assaltaram frigorífico em Boituva Reprodução/Google Street Views *Colaborou sob a supervisão de Mayara Corrêa e Paola Patriarca Veja mais informações da região no G1 Itapetininga

📰 Quadrilha armada rouba toneladas de carne em frigorífico e ateia fogo no sistema de segurança

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Trump compara preocupações sobre IA com mudanças climáticas e chama ambas de 'farsa'
Notícias MUNDO
Trump compara preocupações sobre IA com mudanças climáticas e chama ambas de 'farsa'
Internacional — Trump diz que estão armando "uma conspiração doentia" contra a IA O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, comparou nesta segunda-feira (14) as preocupações com os riscos da inteligência artificial (IA) às previsões sobre mudanças climáticas e classificou ambas como u...

Internacional — Trump diz que estão armando "uma conspiração doentia" contra a IA O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, comparou nesta segunda-feira (14) as preocupações com os riscos da inteligência artificial (IA) às previsões sobre mudanças climáticas e classificou ambas como uma "farsa". ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp Em uma publicação na rede social Truth Social, Trump afirmou que as pessoas que alertam que a IA pode destruir o mundo e que a construção de data centers é prejudicial às comunidades são as mesmas que, no passado, diziam que o planeta seria "extinto" pelas mudanças climáticas. "Essa farsa nunca funcionou para eles, e agora estão passando para a próxima", escreveu Trump. ⚠️ Mudanças climáticas são um fenômeno real e amplamente reconhecido pela comunidade científica. Há consenso de que o planeta está aquecendo e de que a emissão de gases de efeito estufa é a principal causa das alterações. O presidente também afirmou que essas pessoas seriam "revolucionários", mas estariam defendendo uma "causa ruim e maligna". A publicação ocorre em meio ao aumento dos alertas sobre os riscos do avanço acelerado da IA. No fim de semana, dois pesquisadores ligados à Anthropic disseram que o desenvolvimento rápido da tecnologia pode, em um futuro não muito distante, levar à extinção da humanidade. Trump já havia reagido aos alertas e criticado os apelos para que as empresas desacelerem o desenvolvimento de sistemas de IA. Segundo o presidente, uma redução no ritmo beneficiaria a China, principal rival geopolítico dos EUA e concorrente direto na corrida pela tecnologia. Mais cedo, Trump afirmou que existe uma "conspiração doentia" contra a IA e os data centers e disse que apenas a China se beneficia desse movimento. Depois, também chamou de "farsa" a ideia de que a IA poderá dominar o mundo, destruir a humanidade e provocar uma série de outros problemas. Trump citou ainda o presidente chinês, Xi Jinping, ao afirmar que a China não pretende impedir o avanço da IA. Na mesma publicação, disse que quer reverter a decisão do Google de construir um data center na Finlândia e pressionar para que a estrutura seja instalada nos EUA. O presidente também defendeu os mecanismos regulatórios já adotados pelo governo americano para controlar o desenvolvimento da IA. Trump atacou diretamente Dario Amodei, CEO da Anthropic, que publicou no sábado (12) um artigo defendendo que as empresas desacelerem o desenvolvimento de modelos de IA. O presidente da Câmara dos EUA, Mike Johnson, afirmou nesta segunda-feira que Trump deve se reunir com representantes de empresas de inteligência artificial na Casa Branca até o fim desta semana ou na próxima. LEIA TAMBÉM Britânico confessa ter drogado e estuprado esposa por 21 anos; outros 12 são acusados de abuso Papa Leão XIV revoga cortes de salários de cardeais e altos funcionários do Vaticano determinado por Francisco OpenAI, Anthropic, Google e Musk querem frear avanço da IA; por que isso é tão difícil? O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em 9 de setembro de 2026 REUTERS/Evan Vucci VÍDEOS: agora no g1 Agora no g1

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Peça teatral amapaense vai narrar acontecimentos 19 anos depois do último livro de Harry Potter
Notícias BR
Peça teatral amapaense vai narrar acontecimentos 19 anos depois do último livro de Harry Potter
Brasil — Peça teatral 'Harry Potter e o Herdeiro Amaldiçoado' será nos dias 16 e 17 de agosto, em Macapá Google Inspirada na peça londrina que contou os acontecimentos 19 anos depois de "Harry Potter e as Relíquias da Morte", um grupo amapaense de teatro propõe uma adaptação do espetáculo ...

Brasil — Peça teatral 'Harry Potter e o Herdeiro Amaldiçoado' será nos dias 16 e 17 de agosto, em Macapá Google Inspirada na peça londrina que contou os acontecimentos 19 anos depois de "Harry Potter e as Relíquias da Morte", um grupo amapaense de teatro propõe uma adaptação do espetáculo que virou sucesso no Reino Unido e bateu recorde de bilheteria na Broadway. A apresentação acontece nos dias 16 e 17 de agosto, às 20h, no Teatro das Bacabeiras, no Centro de Macapá. Intitulado "Harry Potter e o Herdeiro Amaldiçoado: A Oitava História Dezenove Anos Depois", a peça do grupo "O Beco Teatral e o Projeto Literar Amapá" segue a estrutura do espetáculo londrino, com os protagonistas da saga mais velhos e focando a aventura nos filhos do feiticeiro. De acordo com um dos diretores da peça, Iury Laudrup, o trabalho foi regionalizado. "Nosso trabalho é adaptar, uma vez que a peça original tem mais de 5 horas de duração. Então, encurtamos a história e regionalizamos o roteiro para que nossa peça tenha sua própria identidade", ressaltou. O espetáculo amapaense conta com oito personagens no elenco principal e 12 pessoas na produção e terá uma hora e meia de duração. Os ingressos para o espetáculo podem ser adquiridos antecipadamente em três postos de vendas na Zona Central da capital, ao preço de R$ 15 + um quilo de alimento não perecível. História A montagem teatral continua a história de Harry Potter de onde o sétimo e último volume da saga de J.K. Rowling parou, com um enredo envolvendo um Harry adulto e o seu filho do meio, Alvo Severo. Ele também é pai de Tiago Sirius, o mais velho, e de Lília Luna, a caçula. Agora, Potter é um funcionário sobrecarregado de trabalho no Ministério da Magia, com três crianças em idade escolar. Ele "lida com um passado que se recusa a ficar no lugar ao qual pertence", diz um texto sobre a peça. Enquanto isso, Alvo, assim chamado em homenagem ao antigo diretor de Hogwarts e mentor de Harry, Alvo Dumbledore, se esforça para lidar com o peso do legado da família. Serviço "Harry Potter e o Herdeiro Amaldiçoado: A Oitava História Dezenove Anos Depois" Datas: 16 e 17 de agosto Local: Teatro das Bacabeiras (Rua Cândido Mendes, 1087 – Centro) Ingressos: R$15 + um quilo de alimento não perecível Postos de Venda: Livraria Acadêmica (Macapá Shopping - Piso L2); Amapanime Space (Avenida Vereador Orlando Pinto, Nº: 640F - Santa Rita); Parada do Cachorro Quente (Rua Odilardo Silva, Nº: 2289 - Centro) Informações: (96) 98128-4949 / (21) 96979-6812 Tem alguma notícia para compartilhar? Envie para o Tô Na Rede!

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Dino cita vídeo de Fábio Porchat e música de Chico César em julgamento do STF sobre Moraes
Notícias POL
Dino cita vídeo de Fábio Porchat e música de Chico César em julgamento do STF sobre Moraes
Política — 'Vossa excelência viu o vídeo do Fábio Porchat?', brinca Dino com Fachin O ministro Flávio Dino do Supremo Tribunal Federal (STF) citou o vídeo do comediante Fábio Porchat e uma música do cantor Chico César durante o julgamento desta terça-feira (15) que analisa a conduta do min...

Política — 'Vossa excelência viu o vídeo do Fábio Porchat?', brinca Dino com Fachin O ministro Flávio Dino do Supremo Tribunal Federal (STF) citou o vídeo do comediante Fábio Porchat e uma música do cantor Chico César durante o julgamento desta terça-feira (15) que analisa a conduta do ministro Alexandre de Moraes após a revelação de mensagens do ex-banqueiro Daniel Vorcaro direcionadas a ele. Assista ao julgamento ao vivo no g1 O que pesa contra Moraes e o que o ministro diz em sua defesa Veja frases dos ministros durante a sessão 📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia Em diálogo com o presidente da Corte, Edson Fachin, em que os dois falavam da quantidade do trabalho dos últimos dias, Dino mencionou o vídeo. "Vossa Excelência viu o vídeo do Fábio Porchat? É um vídeo muito bom porque nós estamos parecidos. Eu cheguei atrasado porque eu tava decretando prisão de gente, porque é tanta petição, presidente", disse. "É um vídeo sobre o jornalistas que se aplica ao juízo do tribunal". Fachin afirmou a Dino que não chegou a ver o vídeo, também por conta do trabalho. "Eu não tive tempo, eu estou vendo os ofícios que chegaram e eles são hemorrágicos", afirmou. No último sábado (12), o comediante usou o humor para retratar o ritmo intenso das redações em meio aos novos desdobramentos sobre o STF e o caso Vorcaro. No vídeo, ele aparece de pijama, deitado na cama, e finge falar em nome dos jornalistas para pedir uma trégua nas novidades divulgadas fora de hora. No Dino mencionou vídeo em que Porchat brinca com a rotina de jornalistas e citou canção de Chico César ao criticar decisão de Fachin durante julgamento no STF. “Pelo amor de Deus, faça alguma coisa pra impedir o STF dessas barbaridades. Eu sei que vocês não estão acostumados a trabalhar no horário comercial, mas ninguém aguenta mais quebra de sigilo onze da noite”, diz Porchat no vídeo. Música do Chico César Mais cedo no julgamento, em fala que criticava a decisão de Fachin de assumir a relatoria de processos que estavam com outros ministros, Dino citou o músico ao dizer que: "As pessoas bem-intencionadas também erram. Há uma música famosa de Chico César sobre isso". O ministro não especificou de qual canção falava. Contudo, na famosa canção "Deus Me Proteja", o músico afirma: "Deus me proteja de mim. E da maldade de gente boa Da bondade da pessoa ruim Deus me governe e guarde, ilumine e zele assim". Dino cita vídeo de Fábio Porchat e música de Chico César em julgamento do STF sobre Moraes Montagem/g1/Reprodução

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Freio na IA: Trump contra-ataca e fala em 'farsa' e 'conspiração doentia' para favorecer a China
Notícias MUNDO
Freio na IA: Trump contra-ataca e fala em 'farsa' e 'conspiração doentia' para favorecer a China
Internacional — Empresários das 'Big Tech' defendem desacelerar o desenvolvimento da inteligência artificial O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a criticar nesta segunda-feira (14) os apelos de líderes de empresas de inteligência artificial para desacelerar o desenvolvime...

Internacional — Empresários das 'Big Tech' defendem desacelerar o desenvolvimento da inteligência artificial O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a criticar nesta segunda-feira (14) os apelos de líderes de empresas de inteligência artificial para desacelerar o desenvolvimento da tecnologia. Trump afirmou que o apelo faz parte de uma "conspiração doentia" que beneficiará a China, maior rival geopolítico dos EUA e principal concorrente do país também no campo da IA. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp ➡️ No fim de semana, o debate público sobre IA esquentou depois que dois pesquisadores ligados à empresa de IA Anthropic emitiram alertas de que o rápido avanço da tecnologia poderia levar à extinção da raça humana num futuro não muito distante. O presidente dos EUA, Donald Trump, criticou os alertas e indicou que não quer perder a corrida da IA para a China (leia mais abaixo). "Há uma conspiração DOENTIA em curso contra a IA e os Data Centers, e a única que fica feliz com isso é a China", escreveu o presidente norte-americano em sua rede social Truth Social. Mais tarde, ele voltou a tocar o tema, na mesma rede: "A ideia de que a IA dominará o mundo, destruirá a humanidade e causará todo tipo de desgraça não passa de uma farsa. O presidente Xi, da China, acaba de anunciar que o país não fará absolutamente nada para impedir o avanço da IA ​​ou o seu futuro", afrimou, e disse que pretende reverter a decisão do Google de construir um data center na Finlândia — ele quer que ele seja feito nos EUA. Na publicação, ele também defendeu os instrumentos regulatórios que os Estados Unidos já adotaram para controlar o desenvolvimento da IA. "O governo Trump impediu que o pessoal da IA ​​fizesse 'coisas' ruins ou potencialmente prejudiciais — como Dario (da Anthropic!), que agora finge ser um 'anjinho perfeito' — e continuaremos a fazer isso! Já temos um enorme poder CRIMINAL e REGULATÓRIO sobre essas empresas!", afirmou. O presidente norte-americano se referiu ao CEO da Anthropic, Dario Amodei, que defendeu, em um artigo publicado no sábado (12), que as empresas desacelerem o desenvolvimento de seus modelos de IA. Em outra postagem, ele disse ainda que "a única razão para o surto de IA/Data Centers estar acontecendo é porque os Estados Unidos estão liderando, com folga, todos os outros países. Não matem a galinha dos ovos de ouro!". ENTENDA: Por que empresas que aceleraram a corrida da IA agora defendem pisar no freio TRUMP, CHINA, UE: Como líderes mundiais reagiram a apelo de CEOs por freio na IA China fala de 'forças hostis' Também nesta segunda, o chefe da Inteligência chinesa alertou que a inteligência artificial representa uma ameaça à segurança nacional do país, pois potências estrangeiras poderiam usá-la para minar a ordem social. Sem mencionar os EUA, o ministro da Segurança do Estado chinês, Chen Yixin, afirmou que "forças hostis" abusam de tecnologias generativas de IA para "fabricar rumores políticos e espalhar informações prejudiciais". "Elas (forças hostis) estão travando guerras de opinião pública e guerras cognitivas contra a China, ameaçando diretamente nossa segurança política, institucional e ideológica", afirmou. O alerta surge em um momento em que o líder chinês, Xi Jinping, tem um encontro marcado com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em Washington neste mês, para uma reunião focada na governança e segurança da IA, em meio a crescentes apelos por controles mais rígidos sobre a tecnologia. Líderes tecnológicos dos EUA também pediram uma desaceleração no desenvolvimento da inteligência artificial. 'Quem vencer na IA, vence tudo', diz Trump O presidente dos EUA, Donald Trump, fala com repórteres em Maryland, em 9 de setembro de 2026. Foto de BRENDAN SMIALOWSKI/AFP No domingo, Trump já havia rebatido os apelos de líderes de empresas de IA pela desaceleração da tecnologia. Trump comparou os críticos da IA a "forças muito negativas" que estão levantando cenários que não vão acontecer, e mencionou a necessidade de que os EUA sigam liderando a tecnologia, principalmente em relação à China. "Estamos liderando em relação à China em IA. Somos o país mais sofisticado do mundo e, francamente, quero manter assim porque quem vencer na IA, vence tudo [...] Poderíamos colocar barreiras de proteção. Podemos fazer isso e aquilo. Mas acho que há muitas forças muito negativas que estão trazendo esse assunto à tona quando não deveriam, e estão levantando coisas que não vão acontecer", declarou Trump aos jornalistas em seu campo de golfe na Irlanda, ao ser questionado se a indústria de IA deveria desacelerar ou ser mais regulamentada. Agora no g1

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Eleições na Suécia: projeções indicam vitória apertada da oposição de centro-esquerda; extrema direita perde força
Notícias MUNDO
Eleições na Suécia: projeções indicam vitória apertada da oposição de centro-esquerda; extrema direita perde força
Internacional — Um envelope de votação é depositado em uma urna em uma seção eleitoral na Prefeitura de Malmö, na Suécia, neste domingo (13). Johan Nilsson/TT News Agency via AP A oposição de centro-esquerda na Suécia, liderada pela ex-primeira-ministra Magdalena Andersson e seu Partido So...

Internacional — Um envelope de votação é depositado em uma urna em uma seção eleitoral na Prefeitura de Malmö, na Suécia, neste domingo (13). Johan Nilsson/TT News Agency via AP A oposição de centro-esquerda na Suécia, liderada pela ex-primeira-ministra Magdalena Andersson e seu Partido Social-Democrata, caminha para vencer as eleições gerais deste domingo (13), segundo pesquisas de boca de urna. Os levantamentos também sugerem uma perda de força da extrema direita após uma disputa apertada. 📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia A coalizão de quatro partidos da esquerda obteve 51,3% dos votos em uma pesquisa divulgada pela emissora pública SVT, contra 46,8% do bloco de direita. Outro levantamento, da TV4, apontou resultado semelhante: 51,3% para a esquerda e 47% para a direita. A principal surpresa é o desempenho dos Democratas da Suécia (SD), partido de extrema direita. A legenda pode registrar sua primeira queda no número de cadeiras desde que entrou no Parlamento, em 2010, e deixar de ser a segunda maior força política do país. Agora no g1 Com quase 90% dos votos apurados por volta das 22h de domingo (horário de Brasília), o SD recebia 17,6% dos votos, abaixo dos 20,5% registrados em 2022. "Claro que é um pouco decepcionante deixar de ser o segundo maior partido nessas pesquisas. Mas ainda não terminou, isso ainda pode mudar. Nas últimas eleições, houve mudanças mais tarde durante a noite", declarou à AFP uma deputada do SD, Julia Kronlid. As estimativas, ainda preliminares, foram recebidas com gritos de comemoração na sede eleitoral da candidata social-democrata Magdalena Andersson. Os quatro partidos de oposição liderados por Andersson lideravam por uma cadeira no Parlamento: 175 assentos, contra 174 da aliança de direita do primeiro-ministro Ulf Kristersson. "Por enquanto, estamos na frente. E, se isso for confirmado, a Suécia terá um novo governo", declarou Andersson a seus apoiadores. O retorno de 'Magda' Durante meses, as pesquisas apontaram vantagem confortável para a oposição de centro-esquerda, liderada pela ex-primeira-ministra Magdalena Andersson e seu Partido Social-Democrata. Nos últimos dias de campanha, porém, a diferença diminuiu até chegar a um empate técnico. Aos 59 anos, Andersson, conhecida como "Magda" na Suécia, tenta voltar ao comando do governo após deixar o cargo em 2022. Do outro lado, o atual primeiro-ministro, Ulf Kristersson, de direita, passou a acreditar na possibilidade de conquistar um novo mandato. Aos 62 anos, Kristersson busca mais quatro anos no poder para "tornar a Suécia grande novamente", afirmou à AFP, em referência ao slogan popularizado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Magdalena Andersson, aplaude enquanto aguarda, ao lado de apoiadores, os primeiros resultados das eleições gerais no centro de convenções Waterfront, em Estocolmo, Suécia, neste domingo (13). Reuters Os social-democratas, que governaram a Suécia durante boa parte do século 20 e seguem como a principal força política do país, prometeram reforçar o Estado de bem-estar social e ajudar as famílias a enfrentar o aumento do custo de vida. Já o líder da extrema direita, Jimmie Åkesson, transformou nas últimas duas décadas os Democratas da Suécia, partido de origem neonazista, em uma das principais forças políticas do país. No sábado (12), durante o último comício de campanha em Estocolmo, ele afirmou considerar a disputa eleitoral "já vencida". "A Suécia está se tornando mais segura, melhor e mais sueca", afirmou, cercado por bandeiras azuis e amarelas com a mensagem "Faça a Suécia voltar a ser a Suécia". Em uma publicação no Instagram, a ativista climática sueca Greta Thunberg pediu aos eleitores que impedissem a formação de uma aliança de governo entre a direita e a extrema direita. "Nenhum fascista em nosso governo. Justiça climática já!", escreveu. Cerca de 8 milhões de pessoas estavam aptas a votar na eleição em um país de 10,6 milhões de habitantes, onde a participação eleitoral costuma superar 80%. * Com informações da AFP

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OpenAI, Anthropic, Google e Musk querem frear avanço da IA; por que isso é tão difícil?
Notícias MUNDO
OpenAI, Anthropic, Google e Musk querem frear avanço da IA; por que isso é tão difícil?
Internacional — CEO da Anthropic pede que setor desacelere ritmo de desenvolvimento da IA Os principais empresários do setor de inteligência artificial dizem que querem reduzir o ritmo acelerado de desenvolvimento da tecnologia, mas enfrentam obstáculos como a concorrência, a resistência d...

Internacional — CEO da Anthropic pede que setor desacelere ritmo de desenvolvimento da IA Os principais empresários do setor de inteligência artificial dizem que querem reduzir o ritmo acelerado de desenvolvimento da tecnologia, mas enfrentam obstáculos como a concorrência, a resistência do governo dos Estados Unidos e fatores geopolíticos. No sábado (12), o diretor-executivo da Anthropic, Dario Amodei, defendeu que as empresas diminuam, de forma coordenada, o ritmo de desenvolvimento da IA para entender melhor os riscos dos recursos avançados da tecnologia. 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1 Ele recebeu o apoio público do diretor-executivo da OpenAI, Sam Altman; do diretor da xAI, Elon Musk; do presidente da Google DeepMind, Demis Hassabis; e do diretor-executivo da Microsoft, Satya Nadella. Por que agora? Nos últimos meses, OpenAI e Anthropic relataram vários incidentes em que sistemas de IA em fase experimental saíram, por conta própria, de seus ambientes restritos para acessar a internet e atacar sites e plataformas. Em alguns casos, esses sistemas de IA demonstraram capacidade de coordenar ações, estabelecer hierarquias entre si, trapacear e apagar registros do que fizeram. Na última terça-feira, o pesquisador Jacob Coxon — que pediu demissão da Anthropic e antes trabalhou na OpenAI — acusou publicamente as duas empresas de manter padrões de segurança frágeis e de estarem "brincando com vidas". Reduzir o ritmo por conta própria? Com uma concorrência intensa e investimentos bilionários em jogo, nenhuma das principais empresas do setor está disposta a correr o risco de reduzir o ritmo sozinha. Amodei se mostrou disposto a coordenar ações com os concorrentes, sem incluir a China. Consultadas pela AFP sobre possíveis conversas a respeito dessa coordenação, Anthropic, OpenAI e Google não responderam de imediato. Por enquanto, a única medida concreta assumida por Anthropic e OpenAI foi permitir que observadores independentes verifiquem o trabalho interno das empresas na área de segurança. Manobra de relações públicas? Embora boa parte do setor tenha comemorado a mensagem de Amodei, outros integrantes questionaram seus motivos. Para Brian Roemmele, empresário de destaque no setor de IA, trata-se de um discurso comercial, divulgado semanas antes da provável entrada da Anthropic na bolsa. "Somos a empresa responsável; somos a cura; comprem o prêmio de segurança", publicou no X. Vários nomes de destaque entre os investidores de risco do setor de tecnologia também acusaram a Anthropic de fazer uma "captura regulatória": tentar fazer com que as autoridades estabeleçam regras que consolidem a empresa no topo do setor. "Parem de fingir que a motivação para frear é puramente altruísta", disse David Sacks, ex-assessor de IA do presidente americano, Donald Trump. Sacks continua influente na Casa Branca. A IA pode ser freada sem o apoio do governo Trump? No domingo, Trump minimizou os alertas dos líderes do setor de IA, classificando-os como "forças negativas". Vários republicanos demonstraram resistência a uma regulamentação mais ativa da tecnologia, por temerem que isso possa frear a inovação e dar vantagem à China na corrida pela IA. Um deles é o presidente da Câmara dos Representantes, Mike Johnson. No domingo, Amodei reafirmou que considera necessária a supervisão da IA pelo governo. Assim como Altman e Hassabis, ele considera que as regras estabelecidas pelo próprio setor seriam insuficientes. Pisar no freio sem a China? Amodei propõe limitar a coordenação aos países democráticos, deixando a China de fora. No entanto, a corrida pela IA e os avanços da China na área criam "o dilema mais difícil" sobre reduzir ou não o ritmo de desenvolvimento, afirmou no domingo à CBS. Os Estados Unidos planejam discutir a segurança da IA em conversas paralelas à visita do presidente chinês, Xi Jinping, a Washington, no fim de setembro. Mas a China desconfia de qualquer tentativa dos Estados Unidos de impor suas próprias regras, segundo vários veículos de imprensa. A diferença é especialmente acentuada entre os modelos "abertos", de livre acesso, promovidos pela China, e os modelos "fechados" das grandes empresas americanas. Os modelos abertos são, por definição, mais difíceis de controlar, pois os usuários podem modificá-los e usá-los para fins maliciosos. Para que as grandes empresas não chinesas possam reduzir o ritmo, Amodei pede controles mais rigorosos sobre a exportação de chips americanos mais avançados para a China. Ele também defende medidas de proteção mais eficazes contra a apropriação indevida de tecnologias ocidentais de IA por laboratórios chineses. ChatGPT, DeepSeek, Claude, Mistral AI, Gemini, Copilot e Poe Solen Feyissa/Unsplash

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Eleitorado brasileiro cresce nos EUA, mas distância e medo do ICE desafiam votação em Nova York
Notícias MUNDO
Eleitorado brasileiro cresce nos EUA, mas distância e medo do ICE desafiam votação em Nova York
Internacional — Saiba como é o voto de quem mora no exterior A menos de um mês das eleições presidenciais no Brasil, os Estados Unidos se preparam para receber o maior contingente de eleitores brasileiros fora do país. O número de pessoas aptas a votar em território americano cresceu cerca...

Internacional — Saiba como é o voto de quem mora no exterior A menos de um mês das eleições presidenciais no Brasil, os Estados Unidos se preparam para receber o maior contingente de eleitores brasileiros fora do país. O número de pessoas aptas a votar em território americano cresceu cerca de 45% desde a última eleição presidencial. Ao mesmo tempo em que consulados reorganizam locais de votação para atender à demanda, há um desafio novo: o temor provocado pelo endurecimento das operações de controle de imigração no país.  Segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), 918,9 mil brasileiros estão aptos a votar no exterior nas eleições de 2026. Em 2022, eram 697,1 mil – um crescimento de 31,8% em quatro anos. O eleitorado brasileiro no exterior mais do que quadruplicou desde 2010, quando estava na casa dos 200 mil. Os Estados Unidos concentram o maior colégio eleitoral brasileiro fora do Brasil. São cerca de 265 mil eleitores registrados, contra quase 183 mil em 2022, um salto de aproximadamente 45%. Eles estão distribuídos entre diferentes postos de votação pelo país. Boston reúne o maior eleitorado brasileiro nos Estados Unidos, com 53,4 mil pessoas aptas a votar. Na sequência aparecem Miami, com 40.109 eleitores, e Nova York, com 39.026. Em Nova York, o eleitorado aumentou significativamente em relação a 2022, quando cerca de 28 mil brasileiros estavam aptos a votar. O crescimento ocorre em um momento em que a Justiça Eleitoral e o Itamaraty ampliam a estrutura para receber os brasileiros que vivem fora do país. Em abril, o TSE aprovou a transferência de R$ 13,2 milhões para a locação de imóveis no exterior. Neste ano, o Itamaraty trabalha com 66 endereços adicionais para a realização das eleições, 14 deles nos Estados Unidos. LEIA TAMBÉM Número de brasileiros que votam no exterior cresce 32% e chega a 919 mil; veja principais cidades Reino Unido? Escócia, País de Gales e Irlanda do Norte assinam acordo exigindo referendos de independência Freio na IA: Trump contra-ataca e fala em 'farsa' e 'conspiração doentia' para favorecer a China De Manhattan para o Queens Urna eletrônica Giuliano Gomes/PR Press Nas eleições de 2022, a votação de Nova York ocorreu em Manhattan. Mas este ano, o Consulado-Geral do Brasil decidiu transferir o pleito para uma instituição de ensino no Queens, provocando reclamações entre parte dos eleitores. A mudança ocorre justamente em um dos distritos com maior concentração de imigrantes da cidade e que tem sido alvo de operações do Serviço de Imigração e Alfândega dos Estados Unidos (ICE), em meio ao endurecimento da política migratória do governo Donald Trump. O novo local fica a cerca de 16 quilômetros da sede do Consulado, em Manhattan, e não tem acesso direto ao metrô. A jurisdição consular de Nova York também atende brasileiros que vivem em Nova Jersey e na região da Filadélfia, que precisam se deslocar até a cidade para votar. É o caso de Amanda Lourenço, que trabalha com marketing e vive nos Estados Unidos há sete anos. Moradora da Pensilvânia, ela conta que já precisava dirigir cerca de uma hora e meia para votar em Nova York. Em 2022, conseguiu participar do primeiro turno, mas acabou não voltando para o segundo por causa da distância. Agora, com a transferência para o Queens, seu percurso ficará pelo menos meia hora mais longo. “Eu preferia quando era em Manhattan, que era mais central, a gente não tinha que atravessar para o outro lado. Estou considerando se vou ou não. Acho que vou sim, porque para mim votar é importante. Mas a verdade é que deu uma desanimada de pensar que é mais longe ainda”, diz a eleitora. A decisão já provocou uma mobilização de brasileiros que pedem ao Consulado a transferência da votação de volta para Manhattan. Medo do ICE também pesou na escolha Carro de patrulha da ICE procura imigrantes ilegais nas ruas dos Estados Unidos (imagem ilustrativa) Octavio Jones/Reuters Mas a distância não foi o único fator considerado na definição do novo endereço. Em meio ao aumento das operações de imigração nos Estados Unidos, o medo de abordagens de agentes do ICE também entrou no cálculo das autoridades brasileiras. O local escolhido no Queens permite que as filas sejam organizadas dentro do complexo educacional, evitando que milhares de brasileiros tenham de esperar nas calçadas. Segundo as informações reunidas sobre a preparação do pleito, a Secretaria de Relações Internacionais da Prefeitura de Nova York e a polícia da cidade também participaram do mapeamento de alternativas consideradas mais seguras. O mesmo complexo foi utilizado pelo Consulado-Geral do Peru para a eleição presidencial em abril. A preocupação ganha peso em uma comunidade muito maior do que o eleitorado registrado. Estimativas do Itamaraty apontam para cerca de 2 milhões de brasileiros vivendo atualmente nos Estados Unidos, enquanto apenas cerca de 265 mil estão aptos a votar. Histórico de filas e abstenção Lula, Flávio, Cury, Renan, Caiado e Zema Globo A organização das filas já havia sido um desafio em Nova York nas últimas eleições presidenciais. Em 2022, eleitores chegaram a enfrentar cerca de meia hora de espera para percorrer aproximadamente 500 metros. Também houve tensão entre apoiadores de Jair Bolsonaro e Luiz Inácio Lula da Silva, levando a polícia de Nova York a instalar barreiras e manter os dois grupos em lados diferentes da rua. Apesar do crescimento do número de eleitores cadastrados, levar esses brasileiros efetivamente às urnas continua sendo um dos principais desafios da eleição no exterior. Em 2022, a abstenção entre brasileiros que votavam fora do país chegou a 63,36% no primeiro turno e 61,44% no segundo. Assim como no Brasil, o voto é obrigatório para eleitores alfabetizados entre 18 e 70 anos, embora quem esteja ausente possa justificar a falta. No pleito passado, o eleitorado brasileiro nos Estados Unidos deu ampla vantagem a Jair Bolsonaro: o então presidente recebeu cerca de 65% dos votos válidos no país. Miami foi o principal reduto, com 81,2%. Lula venceu em apenas três dos dez postos consulares norte-americanos, obtendo o melhor resultado em São Francisco, onde alcançou 60,1%. Em 2026, portanto, o desafio das autoridades brasileiras será duplo: acomodar um eleitorado muito maior e transformar o crescimento dos registros em participação efetiva nas urnas, em uma eleição realizada sob um cenário migratório muito diferente daquele de quatro anos atrás. VÍDEOS: agora no g1 Agora no g1

📰 Eleitorado brasileiro cresce nos EUA, mas distância e medo do ICE desafiam votação em Nova York

As atualizações mais recentes sobre o panorama em Internacional indicam movimentações importantes para os próximos dias. Acompanhe a cobertura detalhada da agência Ylin Press / Host.

Destaques Principais Impacto Político e Econômico: Análise preliminar aponta desdobramentos diretos na rotina local e internacional. Reação dos Mercados e da População: Os acontecimentos geraram repercussão imediata nos setores atingidos.

Novas informações devem ser publicadas ao longo do dia à medida que as fontes oficiais confirmarem os detalhes.

Crise diplomática entre EUA e Brasil trava cooperação contra o crime organizado, diz 'The New York Times'
Notícias MUNDO
Crise diplomática entre EUA e Brasil trava cooperação contra o crime organizado, diz 'The New York Times'
Internacional — Relações diplomáticas conflituosas entre EUA e Brasil prejudicam combate ao crime organizado Jornal Nacional/ Reprodução Uma divergência diplomática entre os governos dos Estados Unidos e do Brasil estaria prejudicando a cooperação bilateral no combate conjunto ao crime org...

Internacional — Relações diplomáticas conflituosas entre EUA e Brasil prejudicam combate ao crime organizado Jornal Nacional/ Reprodução Uma divergência diplomática entre os governos dos Estados Unidos e do Brasil estaria prejudicando a cooperação bilateral no combate conjunto ao crime organizado, segundo reportagem publicada neste sábado (12) pelo jornal "The New York Times". De acordo com autoridades americanas e brasileiras ouvidas sob anonimato, o Departamento de Estado dos EUA reteve os vistos de dois agentes da Polícia Federal brasileira que haviam sido designados para atuar em Miami e Nova York. Em resposta, o governo brasileiro bloqueou o visto do oficial norte-americano que seria enviado para atuar no Brasil. Paralelamente, os EUA alegaram "agenda lotada" e recusaram o pedido de visita de uma equipe de quase doze agentes da Receita Federal brasileira. O grupo planejava ir a Washington para cooperar com o combate à lavagem de dinheiro e ao contrabando de armas. Ao jornal americano, o Departamento de Estado americano se recusou a comentar os detalhes dos vistos, mas afirmou em nota que o governo Trump estava protegendo “a nação e seus cidadãos ao manter os mais altos padrões de segurança nacional e segurança pública, por meio de nosso processo de concessão de vistos”. Agora no g1 Retaliações e crise política A disputa recente é reflexo de uma escalada de retaliações iniciada em abril, quando o governo Trump expulsou dos EUA o delegado brasileiro Marcelo Ivo de Carvalho, lembra o NYT. Na ocasião, o governo americano acusou o delegado de promover uma "caça às bruxas política", já que ele havia participado da prisão de um ex-chefe da inteligência brasileira na tentativa de golpe de Estado em 8 de janeiro de 2023. Como reação imediata à expulsão de Carvalho, o Brasil revogou as credenciais de um agente de segurança americano em Brasília. Ainda segundo o "The New York Times", as divergências ocorrem em meio a um cenário de relações estremecidas por tentativas do governo americano de interferir em assuntos internos do Brasil. "Essa ruptura se aprofundou nos últimos meses diante da aparente disposição do governo americano de ajudar Flávio Bolsonaro, candidato de direita que disputa com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, de esquerda, as eleições brasileiras de outubro", afirma a reportagem. Propostas ignoradas e prejuízos a investigações O jornal destaca que o presidente Lula apresentou pessoalmente a Donald Trump, em reunião na Casa Branca em maio, uma proposta para combate conjunto às facções focado no bloqueio de armas. O governo americano nunca respondeu ao plano. No mesmo mês, após forte pressão de aliados de Bolsonaro, Washington optou por classificar as duas maiores facções criminosas do Brasil como organizações terroristas. A decisão dos EUA acabou prejudicando investigações secretas da Polícia Federal ao aplicar sanções públicas a suspeitos monitorados, vazando a existência da apuração e obrigando os policiais brasileiros a prenderem envolvidos "de forma apressada", diz o NYT. Impacto na segurança regional Apesar da manutenção da cooperação técnica pontual — como o sistema de alertas cruzados sobre contêineres suspeitos que ajudou a interceptar armas contrabandeadas —, a falta de alinhamento no alto escalão ameaça os esforços no combate às facções, diz a reportagem do jornal americano. O Brasil é uma rota estratégica para a cocaína destinada à Europa e África, enquanto facções nacionais usam o sistema bancário dos EUA para lavar dinheiro e compram armas enviadas ilegalmente de estados americanos. Recentemente, a PF prendeu dois homens com peças de armamentos enviadas da Flórida. Além do impasse nos vistos, o Brasil tem sido deixado de fora de novas iniciativas regionais de segurança promovidas pelos EUA, como a aliança "Escudo das Américas" e encontros na ONU. Para o ex-embaixador americano Jimmy Story, esse tipo de diplomacia gera um afastamento contraproducente entre os dois países.

📰 Crise diplomática entre EUA e Brasil trava cooperação contra o crime organizado, diz 'The New York Times'

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Lula sanciona lei que destina crédito de até R$ 30 bilhões para taxistas e motoristas de aplicativo
Notícias POL
Lula sanciona lei que destina crédito de até R$ 30 bilhões para taxistas e motoristas de aplicativo
Política — O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sancionou nesta segunda-feira (14) um projeto de lei de conversão que destina até R$ 30 bilhões em linhas de crédito disponíveis para motoristas de aplicativo, de transporte escolar, taxistas e cooperativas de taxistas para aquisição d...

Política — O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sancionou nesta segunda-feira (14) um projeto de lei de conversão que destina até R$ 30 bilhões em linhas de crédito disponíveis para motoristas de aplicativo, de transporte escolar, taxistas e cooperativas de taxistas para aquisição de veículos novos que atendam a critérios de sustentabilidade. Lula editou uma Medida Provisória (MP) em junho deste ano como uma continuidade do programa Move Brasil, que não teve todos os seus recursos utilizados no crédito colocado à disposição. O texto foi aprovado pelo Congresso Nacional e perderia a validade se não fosse aprovado em definitivo. O prazo de validade da MP terminava em 15 de setembro. No final de agosto, a Câmara aprovou a MP, mas fez modificações no texto. Devido às mudanças, a MP foi transformada em projeto de lei de conversão. No dia seguinte, o Senado aprovou o projeto, que seguiu para a sanção da Presidência. Agora no g1 Com a sanção, a lei passa a prever: continuidade e ampliação do programa de renovação de frota que oferece condições especiais de financiamento para motoristas e entregadores; sistema de amortização variável (prestação balão); seis meses de cadastro ativo na plataforma para motoristas e entregadores (prazo foi reduzido, antes eram 12 meses); carros de até R$ 200 mil movidos a etanol, flex, elétricos e híbridos; parcelamento em até 84 vezes; inclusão de veículos utilitários; e financiamento de adaptações veiculares destinadas a pessoas com deficiência. Para todos os casos (carros e motos), os juros são de 12,6% ao ano para homens e 11,5% ao ano para mulheres, já incluídos spread e taxas bancárias. As demais condições variam com a modalidade do programa. Quem pode participar? Motoristas de app: com cadastro há pelo menos 6 meses, contados da data do pedido de habilitação, e que tenham realizado ao menos 100 corridas nesse período na mesma plataforma Taxistas: com licenças e registros ativos junto aos órgãos de trânsito e com regularidade fiscal, bem como motoristas de cooperativas Como acessar a linha de crédito As linhas serão fornecidas pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), o Banco do Brasil S.A. e a Caixa Econômica Federal ou instituições habilitadas por eles. O projeto autoriza a utilização de recursos do Fundo de Garantia de Operações (FGO) para a cobertura das operações nas linhas de financiamento. As instituições financeiras poderão contar com a garantia a ser prestada pelo FGO de até 100% do valor de cada operação garantida em até, no máximo 50% da carteira garantida de cada instituição financeira. Os Ministérios da Fazenda e do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços definirão os critérios de elegibilidade para as aquisições, levando em consideração "critérios de sustentabilidade ambiental, social ou econômica". O acesso à linha de crédito fica limitado a um veículo por motorista de transporte privado ou taxista e, no caso das cooperativas, a um veículo por cooperado. O texto também permite o financiamento do seguro do veículo e do seguro prestamista, desde que sejam contratados com o bem financiado. Além disso, o texto permite o uso da linha de crédito para custear a adaptação de veículos para motoristas com deficiência e para a adaptação de táxis ao transporte de passageiros em cadeiras de rodas. A proposta também trata do financiamento de itens de segurança para mulheres motoristas. Nesse sentido, atribui ao Conselho Monetário Nacional (CMN) a competência para estabelecer taxas, prazos e carências com condições diferenciadas para mulheres. Peças de carro estão em falta nas fábricas Reprodução/Bom Dia Brasil

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Lula sanciona programa que reduz impostos para instalação e ampliação de data centers
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Lula sanciona programa que reduz impostos para instalação e ampliação de data centers
Política — O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sancionou nesta terça-feira (15) o Regime Especial de Tributação para Serviços de Data Center, o chamado Redata. A medida cria incentivos fiscais para empresas que instalarem ou ampliarem os centros de processamento de dados no Brasil....

Política — O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sancionou nesta terça-feira (15) o Regime Especial de Tributação para Serviços de Data Center, o chamado Redata. A medida cria incentivos fiscais para empresas que instalarem ou ampliarem os centros de processamento de dados no Brasil. Na prática, o programa reduz a cobrança de impostos sobre equipamentos usados na instalação e na expansão de data centers. O texto também prevê benefícios tributários para a exportação de serviços prestados pelo setor. A intenção do governo é atrair investimentos, ampliar a infraestrutura digital e aumentar a capacidade do Brasil de armazenar e processar dados, demanda que ganhou ainda mais importância com o avanço da inteligência artificial. O que é um data center? Agora no g1 Data center, ou centro de dados, é uma estrutura que reúne equipamentos usados para armazenar, processar e distribuir grandes volumes de informações. Há, por exemplo, data centers voltados para serviços de nuvem e também para estruturas destinadas à operação dos sistemas de inteligência artificial. O projeto que criou o Redata foi apresentado neste ano por José Guimarães (PT-CE), quando ele ainda exercia o mandato de deputado federal, antes de assumir o cargo de ministro. A proposta foi aprovada, neste mês, no dia 1º de setembro no Senado. O texto substituiu uma medida provisória do governo federal, editada em setembro de 2025, que havia perdido a validade em fevereiro deste ano sem ter sido votada pelo Congresso Nacional. Além dos incentivos tributários, o programa também estabelece contrapartidas para as empresas e traz exigências relacionadas a investimentos em pesquisa, inovação e sustentabilidade. O que as empresas terão que fazer? Para receber os benefícios fiscais, as empresas precisarão aderir ao Redata e cumprir uma série de requisitos. Entre eles, estão: destinar ao mercado brasileiro pelo menos 10% da capacidade de processamento, armazenamento e tratamento de dados; investir pelo menos 2% do valor dos produtos adquiridos com os benefícios do Redata em projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação ligados à indústria digital; garantir o fornecimento da energia necessária para o funcionamento dos data centers, seja por contratos de fornecimento, seja por geração própria, seguindo as exigências previstas no programa. O texto também prevê recursos para programas de desenvolvimento industrial e tecnológico, com atenção especial às regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste. Aposta do governo O Redata faz parte de uma estratégia do governo para tentar ampliar a infraestrutura digital brasileira. Lula já vinha defendendo a atração de investimentos em data centers e o aumento da capacidade do país de armazenar e processar informações, principalmente diante da expansão da inteligência artificial. Energia e consumo de água A sustentabilidade é um dos pontos previstos no programa e também está no centro das críticas de ambientalistas à expansão dos data centers, principalmente por causa do alto consumo de água dessas estruturas. As empresas que aderirem ao Redata terão que divulgar relatórios sobre suas instalações. Os documentos deverão informar, entre outros dados, o Índice de Eficiência Hídrica (WUE, na sigla em inglês) e as fontes de energia utilizadas para atender à demanda dos data centers. O programa também estabelece regras para o uso de fontes renováveis ou de baixa emissão de carbono no fornecimento de energia. A preocupação ambiental está relacionada ao alto consumo de recursos dessas estruturas. Data centers funcionam 24 horas por dia e concentram uma grande quantidade de equipamentos, que geram calor durante o processamento de dados. Por isso, precisam de sistemas de refrigeração constantes, o que aumenta o consumo de energia e, dependendo da tecnologia utilizada, também de água. Cenário internacional O avanço da inteligência artificial ocorre em meio a uma transformação tecnológica que tornou dados, chips e capacidade de processamento cada vez mais estratégicos na disputa entre as principais potências. Os países têm ampliado investimentos em infraestrutura para desenvolver seus próprios sistemas de IA e reduzir a dependência de tecnologia estrangeira. Nesse cenário, o governo brasileiro passou a tratar data centers, infraestrutura tecnológica e armazenamento de dados como áreas estratégicas para ampliar a autonomia tecnológica do país e sua capacidade de atrair investimentos. Pontos ainda serão regulamentados Datacenters funcionam 24 horas por dia e concentram uma grande quantidade de equipamentos Gabriella Ramos/g1 Apesar da sanção do Redata, parte das regras para o funcionamento do programa ainda precisa ser regulamentada pelo governo. Entre os pontos em discussão está a definição do que poderá ser considerado uma fonte de energia de baixo carbono para o cumprimento das exigências ambientais do programa. O governo avalia, por exemplo, se o gás natural poderá entrar nessa classificação e qual será o alcance de eventuais mecanismos de compensação de emissões. Esses critérios deverão ser detalhados em uma portaria, que deve definir também outras regras necessárias para a adesão das empresas ao regime. "E é natural q a regulamentação venha depois e a portaria para o que o decreto deixa em aberto. E n temos posição fechada ainda sobre compensação, estamos discutindo. E vamos analisar para portaria. " afirmou Ceron, secretário-executivo da Fazenda.

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Eleitorado brasileiro cresce nos EUA, mas distância e medo do ICE desafiam votação em Nova York
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Eleitorado brasileiro cresce nos EUA, mas distância e medo do ICE desafiam votação em Nova York
Política — Saiba como é o voto de quem mora no exterior A menos de um mês das eleições presidenciais no Brasil, os Estados Unidos se preparam para receber o maior contingente de eleitores brasileiros fora do país. O número de pessoas aptas a votar em território americano cresceu cerca de 4...

Política — Saiba como é o voto de quem mora no exterior A menos de um mês das eleições presidenciais no Brasil, os Estados Unidos se preparam para receber o maior contingente de eleitores brasileiros fora do país. O número de pessoas aptas a votar em território americano cresceu cerca de 45% desde a última eleição presidencial. Ao mesmo tempo em que consulados reorganizam locais de votação para atender à demanda, há um desafio novo: o temor provocado pelo endurecimento das operações de controle de imigração no país.  Segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), 918,9 mil brasileiros estão aptos a votar no exterior nas eleições de 2026. Em 2022, eram 697,1 mil – um crescimento de 31,8% em quatro anos. O eleitorado brasileiro no exterior mais do que quadruplicou desde 2010, quando estava na casa dos 200 mil. Os Estados Unidos concentram o maior colégio eleitoral brasileiro fora do Brasil. São cerca de 265 mil eleitores registrados, contra quase 183 mil em 2022, um salto de aproximadamente 45%. Eles estão distribuídos entre diferentes postos de votação pelo país. Boston reúne o maior eleitorado brasileiro nos Estados Unidos, com 53,4 mil pessoas aptas a votar. Na sequência aparecem Miami, com 40.109 eleitores, e Nova York, com 39.026. Em Nova York, o eleitorado aumentou significativamente em relação a 2022, quando cerca de 28 mil brasileiros estavam aptos a votar. O crescimento ocorre em um momento em que a Justiça Eleitoral e o Itamaraty ampliam a estrutura para receber os brasileiros que vivem fora do país. Em abril, o TSE aprovou a transferência de R$ 13,2 milhões para a locação de imóveis no exterior. Neste ano, o Itamaraty trabalha com 66 endereços adicionais para a realização das eleições, 14 deles nos Estados Unidos. LEIA TAMBÉM Número de brasileiros que votam no exterior cresce 32% e chega a 919 mil; veja principais cidades Reino Unido? Escócia, País de Gales e Irlanda do Norte assinam acordo exigindo referendos de independência Freio na IA: Trump contra-ataca e fala em 'farsa' e 'conspiração doentia' para favorecer a China De Manhattan para o Queens Urna eletrônica Giuliano Gomes/PR Press Nas eleições de 2022, a votação de Nova York ocorreu em Manhattan. Mas este ano, o Consulado-Geral do Brasil decidiu transferir o pleito para uma instituição de ensino no Queens, provocando reclamações entre parte dos eleitores. A mudança ocorre justamente em um dos distritos com maior concentração de imigrantes da cidade e que tem sido alvo de operações do Serviço de Imigração e Alfândega dos Estados Unidos (ICE), em meio ao endurecimento da política migratória do governo Donald Trump. O novo local fica a cerca de 16 quilômetros da sede do Consulado, em Manhattan, e não tem acesso direto ao metrô. A jurisdição consular de Nova York também atende brasileiros que vivem em Nova Jersey e na região da Filadélfia, que precisam se deslocar até a cidade para votar. É o caso de Amanda Lourenço, que trabalha com marketing e vive nos Estados Unidos há sete anos. Moradora da Pensilvânia, ela conta que já precisava dirigir cerca de uma hora e meia para votar em Nova York. Em 2022, conseguiu participar do primeiro turno, mas acabou não voltando para o segundo por causa da distância. Agora, com a transferência para o Queens, seu percurso ficará pelo menos meia hora mais longo. “Eu preferia quando era em Manhattan, que era mais central, a gente não tinha que atravessar para o outro lado. Estou considerando se vou ou não. Acho que vou sim, porque para mim votar é importante. Mas a verdade é que deu uma desanimada de pensar que é mais longe ainda”, diz a eleitora. A decisão já provocou uma mobilização de brasileiros que pedem ao Consulado a transferência da votação de volta para Manhattan. Medo do ICE também pesou na escolha Carro de patrulha da ICE procura imigrantes ilegais nas ruas dos Estados Unidos (imagem ilustrativa) Octavio Jones/Reuters Mas a distância não foi o único fator considerado na definição do novo endereço. Em meio ao aumento das operações de imigração nos Estados Unidos, o medo de abordagens de agentes do ICE também entrou no cálculo das autoridades brasileiras. O local escolhido no Queens permite que as filas sejam organizadas dentro do complexo educacional, evitando que milhares de brasileiros tenham de esperar nas calçadas. Segundo as informações reunidas sobre a preparação do pleito, a Secretaria de Relações Internacionais da Prefeitura de Nova York e a polícia da cidade também participaram do mapeamento de alternativas consideradas mais seguras. O mesmo complexo foi utilizado pelo Consulado-Geral do Peru para a eleição presidencial em abril. A preocupação ganha peso em uma comunidade muito maior do que o eleitorado registrado. Estimativas do Itamaraty apontam para cerca de 2 milhões de brasileiros vivendo atualmente nos Estados Unidos, enquanto apenas cerca de 265 mil estão aptos a votar. Histórico de filas e abstenção Lula, Flávio, Cury, Renan, Caiado e Zema Globo A organização das filas já havia sido um desafio em Nova York nas últimas eleições presidenciais. Em 2022, eleitores chegaram a enfrentar cerca de meia hora de espera para percorrer aproximadamente 500 metros. Também houve tensão entre apoiadores de Jair Bolsonaro e Luiz Inácio Lula da Silva, levando a polícia de Nova York a instalar barreiras e manter os dois grupos em lados diferentes da rua. Apesar do crescimento do número de eleitores cadastrados, levar esses brasileiros efetivamente às urnas continua sendo um dos principais desafios da eleição no exterior. Em 2022, a abstenção entre brasileiros que votavam fora do país chegou a 63,36% no primeiro turno e 61,44% no segundo. Assim como no Brasil, o voto é obrigatório para eleitores alfabetizados entre 18 e 70 anos, embora quem esteja ausente possa justificar a falta. No pleito passado, o eleitorado brasileiro nos Estados Unidos deu ampla vantagem a Jair Bolsonaro: o então presidente recebeu cerca de 65% dos votos válidos no país. Miami foi o principal reduto, com 81,2%. Lula venceu em apenas três dos dez postos consulares norte-americanos, obtendo o melhor resultado em São Francisco, onde alcançou 60,1%. Em 2026, portanto, o desafio das autoridades brasileiras será duplo: acomodar um eleitorado muito maior e transformar o crescimento dos registros em participação efetiva nas urnas, em uma eleição realizada sob um cenário migratório muito diferente daquele de quatro anos atrás. VÍDEOS: agora no g1 Agora no g1

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Aliado de Trump publica imagem de IA com Moraes usando tornozeleira eletrônica
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Aliado de Trump publica imagem de IA com Moraes usando tornozeleira eletrônica
Internacional — Julgamento sobre Moraes no STF: como deve ser a sessão desta terça e o que ainda é dúvida Jason Miller, aliado e ex-braço direito do presidente Donald Trump, publicou uma imagem feita com inteligência artificial que mostra o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal...

Internacional — Julgamento sobre Moraes no STF: como deve ser a sessão desta terça e o que ainda é dúvida Jason Miller, aliado e ex-braço direito do presidente Donald Trump, publicou uma imagem feita com inteligência artificial que mostra o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), usando uma tornozeleira eletrônica. A publicação foi feita na noite de domingo (13). ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp Na publicação, Miller reproduziu uma reportagem do jornal Financial Times que afirma que o escândalo envolvendo o Banco Master mergulhou o STF em uma crise sem precedentes. “Essa revelação fez de Moraes um dos principais focos do crescente escândalo de corrupção provocado pelo colapso, no ano passado, do Banco Master, uma instituição financeira de US$ 10 bilhões”, diz o trecho publicado por Miller. Junto da publicação, o ex-assessor publicou uma imagem feita por inteligência artificial de Moraes. Nela, o ministro aparece sentado em uma escadaria que simula a fachada do STF e usando uma tornozeleira eletrônica. Initial plugin text Miller já usou as redes sociais para criticar autoridades brasileiras no passado. No ano passado, ele fez uma série de publicações para comentar a atuação de Moraes. Além disso, em agosto de 2025, o ex-assessor afirmou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tinha um cérebro de “banana amassada” e o comparou ao ex-presidente norte-americano Joe Biden. Miller foi um dos principais assessores de Trump durante o primeiro mandato do presidente dos Estados Unidos e integrou a equipe de transição após a vitória nas eleições. Ele ainda mantém uma relação próxima com Trump. Em 2021, após uma viagem a Brasília, onde visitou o deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), o norte-americano foi conduzido por policiais à sala da Polícia Federal no Aeroporto Internacional de Brasília. Ele foi ouvido no âmbito do Inquérito das Fake News, conduzido por Moraes à época. LEIA TAMBÉM Em derrota para Trump, Suprema Corte dos EUA não permite que Serviço Postal restrinja votos por correio nas eleições de novembro Imigrantes detidos na 'Alcatraz dos Jacarés' do ICE, na Flórida, ficavam em celas do tamanho de uma cabine telefônica EUA dizem ter colocado arma espacial em órbita, diz jornal Montagem publicada por Jason Miller mostra Moraes usando tornozeleira eletrônica Reprodução/X Entenda a crise no STF A crise no Supremo se intensificou no início de setembro, após o ministro André Mendonça retirar o sigilo de um relatório da Polícia Federal produzido no âmbito das investigações sobre o Banco Master. O documento revelou mensagens e contatos entre o ex-banqueiro Daniel Vorcaro e o ministro Alexandre de Moraes. As apurações sobre o banco também trouxeram à tona relações de Vorcaro com outros integrantes da Corte e negócios envolvendo familiares de ministros, ampliando os questionamentos sobre possíveis conflitos de interesse. A divulgação do material desencadeou um embate público dentro do Supremo. Moraes reagiu e pediu a investigação de Mendonça por suposto abuso de autoridade. A tensão aumentou com decisões conflitantes entre ministros. Entre elas, o afastamento do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, determinado por Mendonça, e a posterior reintegração, por decisão de Flávio Dino. A sucessão de medidas expôs uma divisão interna na Corte e levou Fachin a cancelar sessões plenárias para evitar um encontro público entre os ministros no auge da crise. Diante da escalada, Fachin passou a centralizar as decisões relacionadas à crise. O presidente do STF suspendeu medidas conflitantes dos colegas, manteve Andrei Rodrigues no comando da PF, retirou Moraes da relatoria do inquérito das fake news e determinou que eventuais procedimentos envolvendo investigações contra ministros da Corte sejam previamente submetidos à Presidência do tribunal. Fachin também marcou para terça-feira (15) uma sessão do plenário para analisar o relatório da PF que aponta a relação entre Moraes e Vorcaro e o pedido da Procuradoria-Geral da República para anulá-lo. Uma sessão para analisar a conduta de Mendonça foi agendada para 23 de setembro. VÍDEOS: agora no g1 Agora no g1

📰 Aliado de Trump publica imagem de IA com Moraes usando tornozeleira eletrônica

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Haddad diz que nunca teve contato com Vorcaro e relata frustração com atuação de Galípolo no BC
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Haddad diz que nunca teve contato com Vorcaro e relata frustração com atuação de Galípolo no BC
Política — Fernando Haddad (PT) fala sobre escândalo do Master em entrevista a TV Globo O ex-ministro e candidato do PT ao governo de São Paulo, Fernando Haddad, afirmou nesta segunda-feira (14), em entrevista ao SP1, que nunca teve contato com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, personagem cen...

Política — Fernando Haddad (PT) fala sobre escândalo do Master em entrevista a TV Globo O ex-ministro e candidato do PT ao governo de São Paulo, Fernando Haddad, afirmou nesta segunda-feira (14), em entrevista ao SP1, que nunca teve contato com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, personagem central do escândalo do Banco Master. O petista também defendeu a abertura dos sigilos dos inquéritos sobre o caso antes da eleição e disse que o Judiciário "não pode sonegar informações do cidadão". "Eu nunca recebi o Daniel Vorcaro na minha vida. Nunca estive com ele no mesmo ambiente. Nunca recebi uma mensagem nem um telefonema dele. Nunca o procurei porque a minha equipe já havia alertado que o Daniel Vorcaro era um problema, um problema grave. A gente só não sabia a dimensão do problema. Nós estamos falando da maior fraude bancária do país: R$ 60 bilhões", declarou Haddad após ser questionado sobre possíveis impactos eleitorais do caso em sua campanha. O candidato também tentou associar o escândalo a políticos de direita, citando diretamente o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), seu principal concorrente na disputa eleitoral. "Ele [Vorcaro] também não financiou a minha campanha. Ele financiou a campanha do Tarcísio, financiou a campanha do Jair Bolsonaro. Ele tem negócios com três ex-ministros do Bolsonaro: Casa Civil, Ministério das Comunicações e Relações Institucionais", afirmou Haddad. Em 2022, o ex-banqueiro doou R$ 3 milhões para a campanha presidencial de Bolsonaro e R$ 2 milhões para a campanha de Tarcísio. O candidato do PT ao governo de São Paulo, Fernando Haddad, em entrevista exclusiva ao telejornal SP1, da TV Globo nesta segunda-feira (14). Reprodução/TV Globo Haddad voltou a dizer que a crise envolvendo o Banco Master tem origem em falhas de supervisão durante a gestão de Roberto Campos Neto à frente do Banco Central. "Tem um problema grave no Banco Central, porque nasceu no Banco Central do Roberto Campos, indicado pelo Jair Bolsonaro, o banqueiro Daniel Vorcaro, e ele foi liquidado e preso na nossa gestão. Então nós fizemos o dever de casa, de tirar de circulação uma pessoa muito grave", afirmou. O candidato defendeu que as investigações sobre o caso sejam tornadas públicas antes das eleições e que a Justiça deixe o "povo tomar o rumo do país". "A Justiça não pode sonegar informação do cidadão. Abre tudo. Quem tiver que responder, responda. Quem tiver que pagar por alguma coisa, pague, independentemente de partido político", declarou o ex-ministro. Críticas ao Banco Central Questionado sobre a evolução da dívida pública e a condução da política econômica, Haddad afirmou que a redução da dívida passa necessariamente por uma queda dos juros. "Os juros não se justificam. O Banco Central é autônomo, mas não se justificam juros de 14% para uma inflação de 4%", disse. O petista também disse que, apesar de a maioria dos integrantes do Comitê de Política Monetária ter sido indicada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), incluindo Gabriel Galípolo, atual presidente do Banco Central, os dirigentes têm mandado e independência para atuar. "Depois que você indica, a pessoa tem mandato. Ela faz da cabeça dela", afirmou. Fernando Haddad (PT) fala sobre contas públicas de SP em entrevista à TV Globo Questionado se a indicação de Gabriel Galípolo para a presidência do Banco Central é motivo de arrependimento, Haddad admitiu descontentamento com a condução da política monetária. "Eu tenho me frustrado com a política monetária. Acho que a política monetária está excessivamente apertada, desnecessariamente", declarou o ex-ministro, sublinhando que a autoridade monetária mantém a taxa de juros mesmo diante de sinais de desaceleração da inflação. Ele afirmou ainda que respeita a autonomia formal do Banco Central e que suas conversas com dirigentes da instituição se limitam à apresentação de dados e argumentos econômicos.

📰 Haddad diz que nunca teve contato com Vorcaro e relata frustração com atuação de Galípolo no BC

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Quaest: entre eleitores independentes, Flávio Bolsonaro tem 36% contra 26% de Lula no 2º turno
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Quaest: entre eleitores independentes, Flávio Bolsonaro tem 36% contra 26% de Lula no 2º turno
Política — Flávio Bolsonaro e Lula Reprodução/RBS TV e Divulgação Pesquisa Quaest divulgada nesta segunda-feira (14) mostra que, entre os eleitores independentes, em um eventual segundo turno, Flávio Bolsonaro (PL) lidera sobre Lula (PT) com dez pontos de vantagem. O senador tem 36% das in...

Política — Flávio Bolsonaro e Lula Reprodução/RBS TV e Divulgação Pesquisa Quaest divulgada nesta segunda-feira (14) mostra que, entre os eleitores independentes, em um eventual segundo turno, Flávio Bolsonaro (PL) lidera sobre Lula (PT) com dez pontos de vantagem. O senador tem 36% das intenções de voto dentro do segmento, contra 26% do atual presidente da República. Votos em branco, nulos e quem não vai votar somam 29%. Na pesquisa anterior da Quaest, divulgada em 7 de setembro, o candidato do PL marcou 32% contra 28% do petista neste grupo de eleitores - uma diferença de quatro pontos. Ainda que numericamente à frente, o resultado estava dentro da margem de erro de quatro pontos percentuais para o recorte entre os eleitores independentes. Na visão de Felipe Nunes, diretor da Quaest e professor da Fundação Getúlio Vargas (FGV), a intenção de voto entre os independentes "consolida uma vantagem" para o senador do PL e reforça a importância do voto deste grupo para o resultado eleitoral. "Em se mantendo esse cenário calcificado entre lulistas e bolsonaristas, os independentes farão a diferença. Neste momento, a vantagem numérica de Flávio para Lula neste grupo é de 10pp. Vai se consolidando uma vantagem aqui," afirmou Nunes no X. Quaest, 2º turno: Flávio Bolsonaro, 42%; Lula, 40% Quando se consideram todos os eleitores entrevistados, a situação é de empate técnico, com Flávio Bolsonaro numericamente à frente de Lula no 2º turno, o que não acontecia desde abril na série de pesquisas da Quaest. Flávio registra 42% contra 40% de Lula. Intenção de voto por posicionamento político - cenário entre Lula (PT) x Flávio Bolsonaro (PL): Quaest, 2º turno: Lula x Flávio Bolsonaro - Identificação política Reprodução / Quaest Lulista (margem de erro: 5 pontos percentuais para mais ou para menos) Lula: 96% Flávio Bolsonaro: 2% Branco/Nulo/Não vai votar: 1% Indecisos: 1% Esquerda não Lulista (margem de erro: 6 pontos percentuais para mais ou para menos) Lula: 96% Flávio Bolsonaro: 2% Branco/Nulo/Não vai votar: 1% Indecisos: 1% Independente (margem de erro: 4 pontos percentuais para mais ou para menos) Flávio Bolsonaro: 36% Lula (PT): 26% Branco/Nulo/Não vai votar: 29% Indecisos: 9% Direita não Bolsonarista (margem de erro: 5 pontos percentuais para mais ou para menos) Flávio Bolsonaro: 85 % Lula (PT): 2% Branco/Nulo/Não vai votar: 8% Indecisos: 5% Bolsonarista (margem de erro: 6 pontos percentuais para mais ou para menos) Flávio Bolsonaro: 99% Lula (PT): 0% Branco/Nulo/Não vai votar: 0% Indecisos: 1% 🔎 A pesquisa foi contratada pela Globo em parceria com o jornal O Globo. A Quaest entrevistou 2.004 pessoas de 16 anos ou mais em todo o país, entre 10 e 13 de setembro. A margem de erro para o total é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. Para recortes entre grupos de diferentes identificação política, a margem de erro é de quatro pontos percentuais. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-03607/2026. Veja outros resultados divulgados nesta rodada da pesquisa Quaest: Quaest: transferência de votos de eleitores de Cury, Renan e Caiado favorece Flávio Bolsonaro no 2º turno 50% desaprovam e 43% aprovam governo Lula Fio do Professor Felipe Nunes: análise da pesquisa Quaest para presidente de 14 de setembro 2º turno entre Lula e Flávio Bolsonaro: veja números da Quaest por posicionamento político, região, sexo, faixa etária, escolaridade, renda e religião

📰 Quaest: entre eleitores independentes, Flávio Bolsonaro tem 36% contra 26% de Lula no 2º turno

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Produtora e diretor de 'Dark Horse' apresentam versões conflitantes sobre gastos do filme
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Produtora e diretor de 'Dark Horse' apresentam versões conflitantes sobre gastos do filme
Política — Advogado diz que produtora de 'Dark Horse' não sabia origem do dinheiro usado no filme A produtora Karina Gama, dona da GoUp, empresa responsável pelo filme “Dark Horse”, e o diretor do longa, Cyrus Nowrasteh, apresentaram versões diferentes sobre os gastos com o filme. Enquant...

Política — Advogado diz que produtora de 'Dark Horse' não sabia origem do dinheiro usado no filme A produtora Karina Gama, dona da GoUp, empresa responsável pelo filme “Dark Horse”, e o diretor do longa, Cyrus Nowrasteh, apresentaram versões diferentes sobre os gastos com o filme. Enquanto o diretor afirma que o orçamento já executado do filme inclui verba de distribuição e marketing, a produtora afirma que esses gastos não foram contabilizados. Segundo investigações da Polícia Federal (PF), que se tornaram públicas nos últimos dias, o banqueiro Daniel Vorcaro repassou US$ 12,3 milhões a pedido do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), candidato à Presidência da República. 💰 Foram sete parcelas entre janeiro e setembro de 2025, de acordo com relatórios do Coaf. A PF investiga se houve outras formas de pagamento. A polícia também apura se o dinheiro foi para o filme ou se houve desvio para outras finalidades, como manter a permanência de Eduardo Bolsonaro, deputado federal cassado, nos Estados Unidos. Na última quinta-feira (19), Cyrus afirmou, em uma postagem na rede social “X”, que os valores de “Dark Horse” estão “ridiculamente inflados”. A mensagem foi em resposta a uma postagem que comparava valores do Dark Horse com produções de sucesso de Hollywood com orçamentos muito mais modestos. “Os números divulgados para o custo do filme são ridiculamente inflados. Eles incluem custos projetados de marketing para ‘Dark Horse’. Marketing e publicidade para um filme frequentemente excedem os custos de produção. Nos EUA, não combinamos os dois, como fazem no Brasil”, afirmou. Diante da repercussão da postagem, o diretor voltou a se manifestar no “X”, no dia seguinte. “Muitos tentaram distorcer meu comentário. Apenas para esclarecer: a comparação de custos que a imprensa brasileira tem feito é falha. Nos EUA, os orçamentos de produção são reportados sem os custos de marketing. A cifra de ‘Dark Horse’, citada na cobertura jornalística, no entanto, já inclui marketing. Comparar uma cifra de produção mais marketing contra custos de produção sozinhos é simplesmente equivocado”, disse. Procurada pela reportagem, Karina Gama afirmou que já foram gastos cerca de US$ 13 milhões com o filme e que, neste total, não está incluída a verba de distribuição, divulgação e marketing, chamada pelos produtores de “P&A”. Ainda segundo Karina Gama, o dinheiro foi usado nas etapas de “desenvolvimento, soft pré, pré-produção, filmagem e pós-produção” e que serão necessários mais recursos para distribuição e divulgação do filme. O ator norte-americano Jim Caviezel interpreta o ex-presidente Jair Bolsonaro no filme 'Dark Horse' Reprodução Produtora nos EUA não passa informações A maior parte dos gastos com o filme ocorreu nos Estados Unidos, embora “Dark Horse” tenha sido inteiramente filmado no Brasil. Mike Davis, sócio de Karina e responsável pelo braço americano da GoUp, afirmou em um e-mail que não autorizava que documentos da empresa armazenados nos Estados Unidos fossem repassados às autoridades brasileiras sem que o pedido seja formalizado pelos mecanismos de cooperação jurídica entre os dois países. "Conforme orientação de nossos advogados nos Estados Unidos, informo que, na minha condição de sócio majoritário da GOUP Entertainment LLC, não autorizo o encaminhamento, Às autoridades brasileiras ou a quaisquer terceiros, de documentos societários, contábeis, fiscais, bancários ou contratuais da empresa custodiados nos Estados Unidos sem a estrita observância do devido processo legal norte-americano", afirma Michael Davis, produtor da Go Up Entertainment LLC.

📰 Produtora e diretor de 'Dark Horse' apresentam versões conflitantes sobre gastos do filme

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'Crise sem precedentes': imprensa mundial repercute sessão no STF que decidirá sobre investigação contra Moraes no caso Master
Notícias MUNDO
'Crise sem precedentes': imprensa mundial repercute sessão no STF que decidirá sobre investigação contra Moraes no caso Master
Internacional — Sessão no STF é cercada de dúvidas sobre participação de Moraes A imprensa internacional repercutiu nesta terça-feira (15) a sessão no Supremo Tribunal Federal que decidirá se uma investigação contra o ministro Alexandre de Moraes por um suposto envolvimento com o banqueiro...

Internacional — Sessão no STF é cercada de dúvidas sobre participação de Moraes A imprensa internacional repercutiu nesta terça-feira (15) a sessão no Supremo Tribunal Federal que decidirá se uma investigação contra o ministro Alexandre de Moraes por um suposto envolvimento com o banqueiro Daniel Vorcaro. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp AO VIVO: Acompanhe tudo sobre a sessão histórica no STF A sessão no STF nesta terça analisará um relatório produzido pela Polícia Federal sobre o caso Master, que inclui mensagens entre Moraes e Vorcaro e discutir se há elementos suficientes para a abertura de uma investigação contra o ministro. Antes da sessão, Moraes afirmou que a investigação determinada pelo ministro André Mendonça é 'ilegal e inconstitucional". A agência de notícias Reuters reportou que o STF "decidirá se abre uma investigação sem precedentes sobre um ministro em exercício". O jornal "ABC News" afirmou que "uma crise sem precedentes chacoalha o STF". O jornal "The Washington Post" disse que "muitos brasileiros ficaram grudados na televisão" e que Moraes e Mendonça "representam lados opostos da política brasileira". O jornal "The Economist" afirmou que Moraes "está sob suspeita e no centro da crise do STF". Veja mais abaixo o que cada um desses veículos internacionais falou sobre a sessão do STF desta terça: Reuters, Reino Unido Reportagem da agência de notícias britânica Reuters sobre sessão no STF em 15 de setembro de 2026 que decidirá pela abertura de investigação contra o ministro Alexandre de Moraes no âmbito do caso Master. Reproduçã/Reuters A agência de notícias britânica Reuters afirmou que a audiência no STF nesta terça será "sem precedentes" e contribuirá para aprofundar ainda mais a crise no mais alto tribunal brasileiro a poucas semanas das eleições presidenciais. A Reuters também chamou Moraes de "um dos ministros mais poderosos" do STF. "O Supremo Tribunal Federal do Brasil deve realizar nesta terça-feira uma audiência sem precedentes para decidir se investigará um de seus ministros mais poderosos por acusações de que ele assessorou um banqueiro acusado de liderar um esquema de fraude multibilionário, agravando uma crise que se aprofunda semanas antes de uma eleição presidencial acirrada", disse a reportagem. ABC News, Estados Unidos Reportagem do jornal ABC News, dos Estados Unidos, sobre sessão no STF em 15 de setembro de 2026 que decidirá pela abertura de investigação contra o ministro Alexandre de Moraes no âmbito do caso Master. Reprodução/ABC News O jornal norte-americano "ABC News" afirmou em reportagem nesta terça que "uma crise sem precedentes chacoalha o STF". O veículo destaca que "o caos que tomou conta do tribunal deriva do colapso do Banco Master". "Vários políticos importantes e integrantes do Judiciário foram ligados ao caso [Master]", acrescentou a reportagem. Washington Post, Estados Unidos Reportagem do jornal The Washington Post, dos Estados Unidos, sobre sessão no STF em 15 de setembro de 2026 que decidirá pela abertura de investigação contra o ministro Alexandre de Moraes no âmbito do caso Master. Reprodução/The Washington Post O jornal norte-americano "The Washington Post" também citou a gravidade da crise no STF, que também está afetando a eleição presidencial brasileira, segundo a reportagem. O "Post" também destacou que o ministro Alexandre de Moraes foi quem mandou o ex-presidente Jair Bolsonaro à prisão, e reportou que apoiadores de Flávio Bolsonaro estavam presentes em frente ao STF. O jornal disse ainda relacionou os ministros à situação política atual do país, o que fez com que "muitos brasileiros tenham passado a manhã [e tarde] grudados na televisão". "Os dois ministros [Moraes e Mendonça] do maior tribunal brasileiro são tidos como representantes dos lados opostos do polarizado espectro político brasileiro", complementou. The Economist, Reino Unido Reportagem do jornal britânico The Economist sobre sessão no STF em 15 de setembro de 2026 que decidirá pela abertura de investigação contra o ministro Alexandre de Moraes no âmbito do caso Master. Reprodução/The Economist O jornal britânico "The Economist" afirmou nesta terça que "o Supremo Tribunal Federal do Brasil está em crise", e que Moraes está no centro dela. "Moraes está sob suspeita por seus vínculos com Daniel Vorcaro, o homem por trás da maior fraude bancária da história do Brasil. Outro ministro, nomeado por Bolsonaro, vazou recentemente mensagens trocadas entre os dois." A reportagem descreve o embate entre Moraes e André Mendonça que se deu após o escândalo do caso Master vir à tona, e acrescenta que o cenário jurídico brasileiro pode mudar após as eleições presidenciais, porque Flávio Bolsonaro prometeu perdoar seu pai, Jair, preso por tentativa de golpe de Estado, e "fazer uma limpa" no STF caso vença o pleito. LEIA TAMBÉM: Veja como será a sessão do STF sobre relatório da PF com mensagens trocadas entre Vorcaro e Moraes ANDRÉIA SADI: Brasília vive clima de 'Fla x Flu' pré-julgamento de Moraes no STF: ministros tentaram adiar sessão, sem sucesso Moraes, Vorcaro, Mendonça, Fachin, Gonet: relembre os principais personagens da crise Master do STF Edson Fachin, André Mendonça, Flávio Dino e Alexandre de Moraes Alejandro Zambrana/STF, Antonio Augusto/STF e Gustavo Moreno/STF

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2º turno entre Lula e Flávio Bolsonaro: veja números da Quaest por posicionamento político, região, sexo, faixa etária, escolaridade, renda e religião
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2º turno entre Lula e Flávio Bolsonaro: veja números da Quaest por posicionamento político, região, sexo, faixa etária, escolaridade, renda e religião
Política — Quaest, 2º turno: Flávio Bolsonaro, 42%; Lula, 40% A pesquisa Quaest desta segunda-feira (14) mostra Flávio Bolsonaro (PL) pela primeira vez à frente de Lula (PT) no cenário de 2º turno desde o começo da campanha eleitoral. Flávio tem 42%, contra 40% de Lula. A vantagem de dois ...

Política — Quaest, 2º turno: Flávio Bolsonaro, 42%; Lula, 40% A pesquisa Quaest desta segunda-feira (14) mostra Flávio Bolsonaro (PL) pela primeira vez à frente de Lula (PT) no cenário de 2º turno desde o começo da campanha eleitoral. Flávio tem 42%, contra 40% de Lula. A vantagem de dois pontos está dentro da margem de erro, que é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. Por isso, eles estão em empate técnico. O detalhamento da pesquisa ajuda a entender os movimentos mais recentes da corrida presidencial. O diretor da Quaest, Felipe Nunes, explica que Flávio Bolsonaro tem melhorado seu desempenho entre as mulheres, segmento em que Lula sempre teve vantagem, e na região Sudeste, onde estão os três estados com os maiores números de eleitores. "Flávio tem conseguido um desempenho surpreendentemente alto entre as mulheres, que foram o principal campo de rejeição a Bolsonaro depois da pandemia e da política de facilitação do porte de armas do governo passado", diz Nunes. Leia a análise completa sobre a pesquisa. Na região Sudeste, Flávio abriu 16 pontos de vantagem e agora tem 47%, contra 31% de Lula. O presidente só fica à frente na região Nordeste, com 60%, e Flávio tem 28%. Entre as mulheres, há empate técnico: Lula tem 41%, contra 38% do adversário. Em agosto, o presidente tinha 12 pontos de vantagem no voto feminino. No recorte por renda, Lula vence entre os mais pobres (51% x 32%) e Flávio Bolsonaro leva a melhor com 10 pontos de diferença na renda média (46% a 36%) e por 13 pontos entre os mais ricos (47% a 34%). Entre os católicos, Lula vence por 46% a 38%. No grupo dos evangélicos, 51% declaram voto em Flávio, contra 28% do petista. Entre os eleitores independentes (nem de direita, nem de esquerda), Flávio Bolsonaro aparece à frente: 36% a 26%. Nas faixas etárias entre 16 e 34 anos e entre 35 e 59 anos, Lula e Flávio estão tecnicamente empatados, com o candidato do PL numericamente à frente (43% a 37% e 44% a 39%, respectivamente). Entre os eleitores com 60 anos ou mais, Lula está à frente, mas também há empate técnico: 45% ante 39%. Veja, a seguir, os dados detalhados da pesquisa de 2º turno entre Lula e Flávio Bolsonaro: Posicionamento político Quaest: intenções de voto no 2º turno entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) - Identificação política Arte/g1 Presidente Lula e o senador Flávio Bolsonaro Ricardo Stuckert/Presidência da República; Vittor Sales Região Quaest, 2º turno: Lula x Flávio Bolsonaro - Região Arte/g1 Gênero Quaest, 2º turno: Lula x Flávio Bolsonaro - Gênero Arte/g1 Faixa etária Quaest, 2º turno: Lula x Flávio Bolsonaro - Idade Arte/g1 Escolaridade Quaest, 2º turmo: Lula x Flávio Bolsonaro - Escolaridade Arte/g1 Renda familiar Quaest, 2º turno: Lula x Flávio Bolsonaro - Renda Arte/g1 Religião Quaest, 2º turno: Lula x Flávio Bolsonaro - Religião Arte/g1 Cor/Raça Quaest, 2º turno: Lula x Flávio Bolsonaro - Cor Arte/g1 Veja outros resultados divulgados nesta rodada da pesquisa Quaest: Quaest: transferência de votos de eleitores de Cury, Renan e Caiado favorece Flávio Bolsonaro no 2º turno 50% desaprovam e 43% aprovam governo Lula Fio do Professor Felipe Nunes: análise da pesquisa Quaest para presidente de 14 de setembro A pesquisa foi contratada pela Globo em parceria com o jornal O Globo. A Quaest entrevistou 2.004 pessoas de 16 anos ou mais em todo o país, entre os dias 10 e 13 de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-03607/2026.

📰 2º turno entre Lula e Flávio Bolsonaro: veja números da Quaest por posicionamento político, região, sexo, faixa etária, escolaridade, renda e religião

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Quaest, 2º turno: Flávio Bolsonaro, 42%; Lula, 40%
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Quaest, 2º turno: Flávio Bolsonaro, 42%; Lula, 40%
Política — Quaest, 2º turno: Flávio Bolsonaro, 42%; Lula, 40% Pesquisa Quaest divulgada nesta segunda-feira (14), encomendada pelo jornal O Globo e pela Globo, mostra Flávio Bolsonaro (PL) à frente numericamente de Lula (PT) no 2º turno, o que não acontecia desde abril na série de pesquisa...

Política — Quaest, 2º turno: Flávio Bolsonaro, 42%; Lula, 40% Pesquisa Quaest divulgada nesta segunda-feira (14), encomendada pelo jornal O Globo e pela Globo, mostra Flávio Bolsonaro (PL) à frente numericamente de Lula (PT) no 2º turno, o que não acontecia desde abril na série de pesquisas da Quaest. Flávio tem 42%, e Lula aparece com 40%. A situação é de empate técnico. Votos em branco e nulo somam 13%, e há 5% de indecisos. O cenário é o mesmo da pesquisa realizada em abril, antes da revelação das mensagens em que Flávio Bolsonaro pediu dinheiro ao ex-banqueiro preso Daniel Vorcaro para financiar a produção do filme "Dark Horse", sobre Jair Bolsonaro. Em relação à pesquisa anterior da Quaest, de 7 de setembro, Lula oscilou de 41% para 40%, e Flávio foi de 41% para 42%. Essas oscilações estão dentro da margem de erro, que é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. Quaest, 2º turno: Lula x Flávio Bolsonaro Arte/g1 Veja detalhes da pesquisa: Na divisão por regiões, Flávio Bolsonaro abriu 16 pontos de vantagem (47% a 31%) no Sudeste, onde estão os estados com mais eleitores. Lula só fica à frente no Nordeste e tem 60%, contra 28% do candidato do PL. Entre as mulheres, Lula tinha vantagem e agora há empate técnico, dentro da margem de erro de 3 pontos para esse recorte: o presidente tem 41%, contra 38% do adversário. No voto dos homens, Flávio leva vantagem: 47% a 38%. O senador também aparece à frente entre os mais jovens: 43% a 37%. No grupo dos eleitores independentes, Flávio Bolsonaro marca 36%, e Lula tem 26%. Votos em branco e nulos somam 29% nesse cenário. O que as pesquisas mostram desde abril Após o caso "Dark Horse", Lula aumentou a vantagem para Flávio até chegar a oito pontos, em julho (45% a 37%). Desde então, a margem foi diminuindo até desaparecer: cinco pontos no começo de agosto, depois três, um ponto, empate numérico e agora Flávio à frente. Quaest - 2º turno: série de pesquisas do Lula x Flávio Bolsonaro Reprodução/Quaest Reeleição de Lula x volta dos Bolsonaro A pesquisa mostra também que 44% dizem ter mais medo da reeleição de Lula, enquanto 42% afirmam que o pior seria a volta da família Bolsonaro ao poder. Quaest: o que dá mais medo, Lula ou Bolsonaro? Arte/g1 Também houve uma mudança nesse ponto. Em julho, 46% diziam ter mais medo da volta dos Bolsonaro, enquanto 38% citavam a reeleição de Lula. Nas últimas duas pesquisas, divulgadas em setembro, o percentual era de 43% para ambas as opções. Quaest: reeleição de Lula x volta da família Bolsonaro Reprodução/Quaest Lula x outros candidatos Nas simulações de segundo turno contra Augusto Cury (Avante), Ronaldo Caiado (PSD) e Renan Santos (Missão) Lula está numericamente à frente, mas há empate técnico. O presidente supera a margem de erro apenas contra Romeu Zema (Novo). Veja, a seguir, os números das outras simulações de 2º turno: Lula x Augusto Cury Lula (PT): 38% Escritor Augusto Cury (Avante): 36% Branco/nulo/não vai votar: 21% Indecisos: 5% Quaest, 2º turno: Lula x Cury Arte/g1 Lula x Ronaldo Caiado Lula (PT): 41% Ronaldo Caiado (PSD): 39% Branco/nulo/não vai votar: 16% Indecisos: 4% Quaest, 2º turno: Lula x Caiado Arte/g1 Lula x Renan Santos Lula (PT): 41% Renan Santos (Missão): 38% Branco/nulo/não vai votar: 17% Indecisos: 4% Quaest, 2º turno: Lula x Renan Santos Arte/g1 Lula x Romeu Zema Lula (PT): 45% Romeu Zema (Novo): 33% Branco/nulo/não vai votar: 18% Indecisos: 4% Quaest, 2º turno: Lula x Zema Arte/g1 A pesquisa Quaest foi encomendada pela Globo e pelo jornal "O Globo" e entrevistou 2.004 eleitores entre os dias 10 e 13 de setembro. O registro no TSE é BR-03607/2026. A margem de erro é de dois pontos para mais ou para menos e o nível de confiança, de 95%. Lula, Flávio Bolsonaro, Augusto Cury, Ronaldo Caiado, Renan Santos e Romeu Zema Globo

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Quaest: Preocupação com corrupção sobe de 14% para 22% em 12 dias
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Quaest: Preocupação com corrupção sobe de 14% para 22% em 12 dias
Política — A preocupação dos brasileiros com a corrupção subiu oito pontos percentuais em um intervalo de doze dias, mostra pesquisa Quaest divulgada nesta segunda-feira (14). LEIA TAMBÉM: Quaest, 1º turno: Lula, 36%; Flávio Bolsonaro, 31%; Cury, 7%; Renan, 4%; Caiado, 4%; Zema, 1% Em 2 d...

Política — A preocupação dos brasileiros com a corrupção subiu oito pontos percentuais em um intervalo de doze dias, mostra pesquisa Quaest divulgada nesta segunda-feira (14). LEIA TAMBÉM: Quaest, 1º turno: Lula, 36%; Flávio Bolsonaro, 31%; Cury, 7%; Renan, 4%; Caiado, 4%; Zema, 1% Em 2 de setembro, 14% dos entrevistados apontavam a corrupção como maior preocupação. Neste dia 14, esse índice passou para 22%. Isso faz com que a corrupção seja o segundo problema mais citado. O primeiro é a violência, apontada por 31% das pessoas, um número que se mantém desde 2 de setembro. Agora no g1 Nesses últimos doze dias, a preocupação com a economia passou de 16% para 19%. A oscilação se deu dentro da margem de erro, que é de dois pontos para mais ou para menos. No período, a preocupação com a saúde oscilou quatro pontos para baixo, de 14% para 10%. A preocupação com problemas sociais foi de 13% para 9%. Veja os números: Qual é a sua maior preocupação sobre o Brasil hoje? Violência: 31% (eram 31% em 2 e 7 de setembro); Corrupção: 22% (eram 14% no dia 2 e 20% no dia 7); Economia: 19% (eram 16% no dia 2 e 19% no dia 7); Saúde: 10% (eram 14% no dia 2 e 12% no dia 7); Problemas sociais: 9% (eram 13% no dia 2 e 9% no dia 7); Educação: 7% (eram 7% em 2 e 7 de setembro). Quaest: Maior preocupação sobre o Brasil hoje (setembro/2026) Arte/g1 🔎 A Quaest entrevistou 2.004 pessoas de 16 anos ou mais em todo o país, entre 10 e 13 de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-03607/2026.

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Destaques Principais Impacto Político e Econômico: Análise preliminar aponta desdobramentos diretos na rotina local e internacional. Reação dos Mercados e da População: Os acontecimentos geraram repercussão imediata nos setores atingidos.

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Quaest: Flávio Bolsonaro ganha terreno no eleitorado feminino; desaprovação de Lula supera aprovação pela 1ª vez entre mulheres
Notícias POL
Quaest: Flávio Bolsonaro ganha terreno no eleitorado feminino; desaprovação de Lula supera aprovação pela 1ª vez entre mulheres
Política — A nova rodada de pesquisa Quaest, divulgada na segunda-feira (14), mostra uma redução da distância entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) no eleitorado feminino. Os dados apontam uma oscilação negativa para o petista, dentro da margem de erro de 3 pontos percentuais, tanto no 1...

Política — A nova rodada de pesquisa Quaest, divulgada na segunda-feira (14), mostra uma redução da distância entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) no eleitorado feminino. Os dados apontam uma oscilação negativa para o petista, dentro da margem de erro de 3 pontos percentuais, tanto no 1º quanto no 2º turno. Na simulação de 1º turno, a diferença entre os dois no segmento do eleitorado feminino passou de 14 para 8 pontos em relação à pesquisa divulgada há duas semana. Agora, Lula tem 37% das intenções de voto entre as mulheres, e Flávio 29%. Em 2 de setembro, Lula tinha 39% e Flávio, 25%. Quaest mostra tendência de crescimento de Flávio Bolsonaro no eleitorado feminino. Arte g1 Entre os homens, o cenário ficou estável, com Lula marcando 35% das intenções de voto do eleitorado masculino e Flávio, 33%. Na simulação de 2º turno, a tendência de crescimento de Flávio entre as mulheres se mantém. Agora, Lula registra 41%, e Flávio, 38%. A diferença de três pontos é a menor desde a pesquisa Quaest divulgada em 5 de agosto, quando Lula tinha 47% contra 35% de Flávio, uma vantagem de 12 pontos. Lula tem tendência de queda no eleitorado feminino em cenário de segundo turno. Arte g1 A pesquisa também mostra uma mudança na aprovação do governo Lula entre as mulheres. Pela primeira vez desde agosto, a desaprovação superou numericamente a aprovação nesse segmento. Agora, 48% desaprovam do eleitorado feminino desaprova o atual governo, e 44% aprovam. Em 5 de agosto, o quadro era inverso, com 52% de aprovação e 42% de desaprovação entre as mulheres. Desaprovação do governo Lula entre mulheres ultrapassa a aprovação pela primeira vez. Arte g1 Para o diretor da Quaest, Felipe Nunes, os números chamam a atenção pelo histórico de resistência das mulheres ao bolsonarismo. “Flávio tem conseguido um desempenho surpreendentemente alto entre as mulheres, que foram o principal campo de rejeição a Bolsonaro depois da pandemia e da política de facilitação do porte de armas do governo passado”, afirma. Medo da reeleição de Lula é igual ao da volta de um Bolsonaro Outra mudança aparece quando as mulheres são questionadas sobre qual cenário provoca mais medo: a reeleição de Lula ou a volta da família Bolsonaro ao poder. “Essa percepção negativa traduzida em medo está aparecendo principalmente entre as mulheres", disse Nunes Em 5 de agosto, 48% diziam temer mais a volta de um Bolsonaro, enquanto 35% apontavam mais medo de um novo governo Lula. Na pesquisa atual, 42% das mulheres temem tanto a reeleição, quanto o retorno de um Bolsonaro ao poder. Medo da volta de um Bolsonaro é igual ao medo da reeleição de Lula. Arte g1 Os dados de rejeição também mostram Lula e Flávio em patamares próximos entre as mulheres: 55% afirmam que não votariam no petista, enquanto 57% dizem o mesmo em relação a Flávio Bolsonaro. 57% das mulheres não votariam em Flávio Bolsonaro; e 55%, em Lula. Arte g1 Maior preocupação com corrupção A pesquisa também registra uma mudança nas principais preocupações das mulheres, com a corrupção passando a ocupar a segunda posição entre os seis problemas mais citados no recorte feminino. Na pesquisa de 2 de setembro, essa preocupação foi citada por 10% das entrevistadas. Agora, é o maior problema para 20%. Aumenta preocupação das mulheres com a corrupção. Arte g1 A violência permanece na liderança, citada por 31% das mulheres na rodada mais recente, praticamente no mesmo patamar observado no início do mês, quando marcava 33%. A economia aparece em terceiro lugar, com 19%. Já a saúde ocupa o quarto lugar, com 11%. os problemas sociais ficaram quinto, com 9%, e educação, em sexto, com 7%. Flávio Bolsonaro e Lula Getty Images via BBC

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Crise diplomática entre EUA e Brasil trava cooperação contra o crime organizado, diz 'The New York Times'
Notícias MUNDO
Crise diplomática entre EUA e Brasil trava cooperação contra o crime organizado, diz 'The New York Times'
Internacional — Relações diplomáticas conflituosas entre EUA e Brasil prejudicam combate ao crime organizado Jornal Nacional/ Reprodução Uma divergência diplomática entre os governos dos Estados Unidos e do Brasil estaria prejudicando a cooperação bilateral no combate conjunto ao crime org...

Internacional — Relações diplomáticas conflituosas entre EUA e Brasil prejudicam combate ao crime organizado Jornal Nacional/ Reprodução Uma divergência diplomática entre os governos dos Estados Unidos e do Brasil estaria prejudicando a cooperação bilateral no combate conjunto ao crime organizado, segundo reportagem publicada neste sábado (12) pelo jornal "The New York Times". De acordo com autoridades americanas e brasileiras ouvidas sob anonimato, o Departamento de Estado dos EUA reteve os vistos de dois agentes da Polícia Federal brasileira que haviam sido designados para atuar em Miami e Nova York. Em resposta, o governo brasileiro bloqueou o visto do oficial norte-americano que seria enviado para atuar no Brasil. Paralelamente, os EUA alegaram "agenda lotada" e recusaram o pedido de visita de uma equipe de quase doze agentes da Receita Federal brasileira. O grupo planejava ir a Washington para cooperar com o combate à lavagem de dinheiro e ao contrabando de armas. Ao jornal americano, o Departamento de Estado americano se recusou a comentar os detalhes dos vistos, mas afirmou em nota que o governo Trump estava protegendo “a nação e seus cidadãos ao manter os mais altos padrões de segurança nacional e segurança pública, por meio de nosso processo de concessão de vistos”. Agora no g1 Retaliações e crise política A disputa recente é reflexo de uma escalada de retaliações iniciada em abril, quando o governo Trump expulsou dos EUA o delegado brasileiro Marcelo Ivo de Carvalho, lembra o NYT. Na ocasião, o governo americano acusou o delegado de promover uma "caça às bruxas política", já que ele havia participado da prisão de um ex-chefe da inteligência brasileira na tentativa de golpe de Estado em 8 de janeiro de 2023. Como reação imediata à expulsão de Carvalho, o Brasil revogou as credenciais de um agente de segurança americano em Brasília. Ainda segundo o "The New York Times", as divergências ocorrem em meio a um cenário de relações estremecidas por tentativas do governo americano de interferir em assuntos internos do Brasil. "Essa ruptura se aprofundou nos últimos meses diante da aparente disposição do governo americano de ajudar Flávio Bolsonaro, candidato de direita que disputa com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, de esquerda, as eleições brasileiras de outubro", afirma a reportagem. Propostas ignoradas e prejuízos a investigações O jornal destaca que o presidente Lula apresentou pessoalmente a Donald Trump, em reunião na Casa Branca em maio, uma proposta para combate conjunto às facções focado no bloqueio de armas. O governo americano nunca respondeu ao plano. No mesmo mês, após forte pressão de aliados de Bolsonaro, Washington optou por classificar as duas maiores facções criminosas do Brasil como organizações terroristas. A decisão dos EUA acabou prejudicando investigações secretas da Polícia Federal ao aplicar sanções públicas a suspeitos monitorados, vazando a existência da apuração e obrigando os policiais brasileiros a prenderem envolvidos "de forma apressada", diz o NYT. Impacto na segurança regional Apesar da manutenção da cooperação técnica pontual — como o sistema de alertas cruzados sobre contêineres suspeitos que ajudou a interceptar armas contrabandeadas —, a falta de alinhamento no alto escalão ameaça os esforços no combate às facções, diz a reportagem do jornal americano. O Brasil é uma rota estratégica para a cocaína destinada à Europa e África, enquanto facções nacionais usam o sistema bancário dos EUA para lavar dinheiro e compram armas enviadas ilegalmente de estados americanos. Recentemente, a PF prendeu dois homens com peças de armamentos enviadas da Flórida. Além do impasse nos vistos, o Brasil tem sido deixado de fora de novas iniciativas regionais de segurança promovidas pelos EUA, como a aliança "Escudo das Américas" e encontros na ONU. Para o ex-embaixador americano Jimmy Story, esse tipo de diplomacia gera um afastamento contraproducente entre os dois países.

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Do Banco Master ao plenário do STF: entenda o histórico da crise e o que esperar do julgamento sobre Moraes
Notícias POL
Do Banco Master ao plenário do STF: entenda o histórico da crise e o que esperar do julgamento sobre Moraes
Política — Mendonça, Moraes e Fachin Reprodução O Supremo Tribunal Federal (STF) realiza nesta terça-feira (15), a partir das 10h, uma sessão plenária extraordinária para julgar o caso envolvendo o relatório da Polícia Federal (PF) sobre as mensagens trocadas entre o ex-banqueiro Daniel Vo...

Política — Mendonça, Moraes e Fachin Reprodução O Supremo Tribunal Federal (STF) realiza nesta terça-feira (15), a partir das 10h, uma sessão plenária extraordinária para julgar o caso envolvendo o relatório da Polícia Federal (PF) sobre as mensagens trocadas entre o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, dono do extinto Banco Master, e o ministro Alexandre de Moraes. A reunião, convocada pelo presidente da Corte, ministro Edson Fachin, será transmitida ao vivo pela TV Justiça e terá acesso presencial restrito ao plenário. O julgamento é considerado inédito na história do tribunal por colocar em análise a conduta de um integrante da própria Corte. Às vésperas da sessão, o ambiente nos bastidores do STF permanece cercado de indefinições sobre o quórum e os cenários de votação. Abaixo, o g1 apresenta a cronologia completa da crise e explica ponto a ponto o que estará em discussão. STF se prepara para sessão inédita no Plenário amanhã 1. A origem da crise: Banco Master, mensagens e o filme 'Dark Horse' A crise teve início no começo de setembro de 2026, com o levantamento do sigilo de relatórios da PF elaborados no âmbito das apurações sobre fraudes financeiras no Banco Master. Entre os documentos, um relatório da PF identificou 52 mensagens trocadas entre Daniel Vorcaro e Alexandre de Moraes entre dezembro de 2023 e novembro de 2025 — data em que o empresário foi preso pela primeira vez. Segundo a PF, Vorcaro e Moraes se encontraram presencialmente oito vezes e o banqueiro pediu ajuda ao ministro para conter apurações da corporação e do Ministério Público Federal contra a instituição financeira, chegando a perguntar, dois dias antes de sua prisão, se deveria deixar o país. O documento da PF também afirmou que Moraes atuou na análise e edição de um contrato de R$ 130 milhões assinado entre o Banco Master e o escritório Barci de Moraes, pertencente a Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro. Quebra de sigilo revela detalhes de contrato de Vorcaro com a esposa de Moraes Paralelamente, os desdobramentos das investigações sobre o Banco Master atingiram frentes políticas e o financiamento do filme "Dark Horse", uma cinebiografia sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro. A PF deflagrou operações para apurar o suposto direcionamento de emendas parlamentares a entidades culturais e produtoras ligadas à obra — como o Instituto Conhecer Brasil (ICB), a Academia Nacional de Cultura (ANC) e a Go Up Entertainment, da produtora Karina Ferreira da Gama. As apurações envolveram citações ao ex-deputado Mario Frias, ao senador Flávio Bolsonaro (apontado pela PF como interlocutor direto da cobrança de repasses de R$ 62,8 milhões a Vorcaro), a orientações do deputado Eduardo Bolsonaro sobre gestão de recursos nos EUA, e a uma lista com nomes de parlamentares encontrada na churrasqueira do senador Ciro Nogueira. Além disso, em investigações conexas no exterior, o ministro André Mendonça autorizou o bloqueio de R$ 1,7 bilhão em bens e ativos de bancos ligados a Vorcaro, incluindo obras de arte de Pablo Picasso e Jean-Michel Basquiat, imóveis e embarcações de luxo. Os ministros Alexandre de Moraes e André Mendonça durante sessão plenária do STF no dia 17 de outubro de 2024 Antonio Augusto/STF 2. A escalada do conflito: Moraes acusa Mendonça de 'escolha seletiva' e exige apuração A divulgação dos relatórios provocou uma reação imediata de Alexandre de Moraes e expôs uma fratura aberta no Supremo. Em ofícios formais encaminhados ao presidente Edson Fachin, Moraes acusou o ministro André Mendonça — então relator das investigações do caso Master — de realizar um "levantamento seletivo" e um "direcionamento subjetivo" na liberação dos documentos sob sigilo. Moraes argumentou que Mendonça disponibilizou apenas 15 procedimentos de forma parcial ao tribunal, suprimindo e omitindo 180 peças e arquivos digitais do sistema eletrônico da Corte. Para Moraes, essa liberação fracionada teve como objetivo promover a "proteção ostensiva de determinado grupo político" e repetiu uma conduta ilegal de direcionamento de acordos de delação premiada e investigações de ofício contra alvos predeterminados. Diante disso, Moraes apresentou acusações formais contra Mendonça e cobrou de Fachin três providências: o levantamento total e irrestrito do sigilo de todos os procedimentos do caso Master; o julgamento conjunto no Plenário do processo sobre suas mensagens com Vorcaro com o relatório que reúne acusações sobre a conduta de Mendonça nas operações "Sem Desconto" e "Compliance Zero" (que apontam suspeitas de assimetria, abuso de autoridade e direcionamento contra o próprio Moraes e contra o presidente do Senado, Davi Alcolumbre); a intimação de todos os ministros do STF e magistrados citados nos autos para prestarem informações e garantirem a defesa das prerrogativas do Judiciário. Mendonça rebateu as acusações, negando qualquer atitude seletiva. Ele afirmou ter tornado públicos todos os procedimentos principais relacionados às conversas de Moraes e justificou que a manutenção do segredo sobre trechos específicos foi uma medida prudente para proteger investigações em andamento e preservar dados pessoais, bancários e fiscais de terceiros. Alexandre de Moraes (à esquerda), ministro do Supremo Tribunal, e Daniel Vorcaro, ex-presidente do Banco Master. Getty Images/Banco Master via BBC 3. A batalha pelas provas e pelo fim do segredo Nos dias que antecederam a sessão, os ministros Cristiano Zanin, Gilmar Mendes e Alexandre de Moraes pediram acesso integral às provas extraídas do celular de Daniel Vorcaro. Eles argumentaram que o Plenário não poderia deliberar com base em "sínteses parciais". Inicialmente, André Mendonça argumentou que mantinha apenas uma cópia de segurança criptografada em seu gabinete para preservar a cadeia de custódia e que abrir os dados "tumultuaria o julgamento". No entanto, o ministro Cristiano Zanin determinou diretamente à Polícia Federal a entrega de uma cópia idêntica do aparelho aos gabinetes. Na segunda (14), a PF confirmou ter compartilhado o acervo digital completo com os gabinetes de Zanin, Gilmar e Moraes. Além disso, a Procuradoria-Geral da República (PGR) manifestou-se favorável aos pedidos de Moraes e Zanin para a derrubada total do sigilo sobre a rede de pagamentos do Banco Master e outros procedimentos conexos, defendendo a transparência irrestrita dos autos. Diversas manifestações cruciais da PGR no processo — incluindo pedidos de liberação de sigilo e acesso a provas — vêm sendo assinadas pelo vice-procurador-geral da República, Hindenburgo Chateaubriand Filho, que atua na apuração em conjunto com Gonet — já que o nome de Gonet também aparece no relatório da PF que teve o sigilo quebrado por Mendonça. Ele, inclusive, é alvo de um procedimento do Conselho Superior do Ministério Público Federal que analisa citações a Gonet em mensagens atribuídas a Vorcaro. 4. A divisão dos processos decidida por Fachin Ao reorganizar a pauta da Corte no fim de semana, o presidente Edson Fachin tomou uma decisão estrutural: Sessão exclusiva para o caso Moraes: Fachin manteve a sessão desta terça (15) destinada unicamente à análise do procedimento que trata das mensagens entre Vorcaro e Moraes. Adiamento do caso Mendonça: Fachin negou o pedido feito por Moraes para julgar simultaneamente as acusações apresentadas contra a conduta de Mendonça. O presidente explicou que este segundo processo ainda possui prazos abertos de instrução e agendou sua apreciação para o dia 23 de setembro. 5. O que esperar da sessão de terça: rito, quórum e cenários de votação Na segunda-feira (14), a Presidência do STF informou oficialmente o rito detalhado da sessão. Como relator da matéria, caberá a Fachin abrir os trabalhos apresentando um resumo dos fatos e delimitando o objeto do julgamento. Depois, a Procuradoria-Geral da República (PGR) poderá se manifestar, seguida de eventuais sustentações orais. Após essas manifestações, o relator apresentará seu voto. Em seguida, os ministros votarão na ordem prevista no regimento. Por fim, o presidente proclamará o resultado. A análise do mérito: Os ministros vão decidir se as mensagens reunidas pela PF justificam a abertura de alguma apuração contra Moraes. Mesmo que o relatório seja anulado por questões formais, o plenário avaliará se os elementos são suficientes para determinar uma nova análise dos dados. Tese do "vício de origem" e envio a novo subprocurador: a PGR já defendeu formalmente a anulação e o arquivamento do relatório da PF por vícios formais na sua elaboração — produzido a pedido de Mendonça sem provocação do Ministério Público ou da PF e sem aviso à Presidência. Nos bastidores, avalia-se a possibilidade de Fachin declarar a nulidade do relatório por falha de origem, mas propor que os dados sejam remetidos a um novo subprocurador-geral (diferente de Paulo Gonet) para analisar se há elementos para abrir uma investigação formal. Gonet foi citado no relatório da PF e delegados da corporação chegaram a pedir que ele se declarasse impedido de atuar nas apurações, mas a expectativa é que o PGR participe da sessão. Acesso às provas do celular e nova quebra de sigilo: nesta segunda-feira (14), os ministros Gilmar Mendes, Cristiano Zanin e Alexandre de Moraes receberam da Polícia Federal a cópia integral dos dados do celular de Daniel Vorcaro. Interlocutores avaliam que esses ministros podem usar o acervo para fundamentar pedidos de adiamento ou apontar impedimentos de colegas. Além disso, a pedido de Moraes e com parecer favorável da PGR, o ministro André Mendonça retirou o sigilo da PET 15645, que detalha a rede de pagamentos do Banco Master. Discussão sobre o quórum: há intensa discussão interna sobre se Alexandre de Moraes e André Mendonça devem votar ou se abster. A avaliação predominante nos bastidores é de que o ideal seria a não participação de ambos para evitar constrangimentos e questionamentos sobre a imparcialidade do julgamento. O ministro Dias Toffoli também não deve votar, por ter se declarado suspeito em desdobramentos do caso Master. As apurações sobre o Banco Master também citaram o ministro Dias Toffoli e sua relação com uma empresa de sua família, o que o levou a deixar a relatoria do caso no começo do ano e a se declarar suspeito em desdobramentos conexos. Questões preliminares e racha de votos: Aliados de Moraes pretendem apresentar questões de ordem logo no início da sessão para tentar barrar a discussão de mérito. No cenário atual de bastidor, interlocutores estimam um placar apertado, indicado em cerca de 4 a 3 a favor da abertura de algum tipo de apuração sobre as mensagens. Possibilidade de pedido de vista x antecipação de votos: Não está descartado que um ministro — possivelmente Gilmar Mendes, logo após o voto de Fachin — peça vista (mais tempo para analisar os autos). Se houver vista, o prazo regimental de 90 dias empurraria o desfecho do julgamento para fevereiro do ano seguinte. Diante dessa hipótese, o grupo alinhado a Mendonça articula a antecipação de votos logo após o posicionamento de Fachin para registrar e tornar pública a existência de maioria pela abertura de investigação antes de eventual paralisação. 6. Impacto na eleição de 2026, pesquisa Quaest e reação dos Poderes A crise no STF extrapolou os muros do Judiciário e passou a impactar diretamente a disputa pela Presidência em 2026. A imprensa internacional -- como o britânico Financial Times -- apontou a turbulência no tribunal como um fator que pode ter peso decisivo na eleição brasileira. O cenário provocou reações dos pré-candidatos ao Planalto. Em pesquisa Quaest divulgada nesta segunda-feira (14) — contratada pela TV Globo e pelo jornal "O Globo" —, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera a simulação de primeiro turno com 36% das intenções de voto, seguido pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que registra 31%. Na sequência aparecem Cury (7%), Renan (4%), Caiado (4%) e Zema (1%). Na simulação de segundo turno entre Lula e Flávio Bolsonaro — investigado pela PF em apurações ligadas ao Banco Master e ao filme Dark Horse —, o senador figura numericamente à frente do atual presidente, em cenário de empate técnico. Diante do desgaste das instituições, Lula defendeu publicamente a discussão de uma reforma no Poder Judiciário, enquanto o deputado Reginaldo Lopes (PT-MG) apresentou uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) propondo mandatos de 10 anos para ministros da Corte. Na sociedade civil, 198 autoridades, juristas e empresários — incluindo ex-ministros dos governos Fernando Henrique Cardoso, Lula e Dilma Rousseff — assinaram um manifesto em apoio ao presidente Edson Fachin, classificando o episódio como a mais grave crise da história do tribunal e cobrando transparência e apuração rigorosa dos fatos. O que dizem os citados Alexandre de Moraes: argumentou em ofícios oficiais que houve "escolha seletiva" e omissão de 180 documentos eletrônicos na divulgação das investigações. Defendeu a liberação integral das provas, solicitou nesta segunda (14) o fim do sigilo sobre a rede de pagamentos do Master (PET 15645) e sustentou que o acesso à totalidade dos dados demonstrará a ausência de qualquer irregularidade. André Mendonça: negou ter atuado de forma seletiva e afirmou ter tornado públicos todos os procedimentos principais. Declarou que a manutenção de sigilo sobre trechos específicos foi uma medida prudente para proteger investigações em andamento, atendeu ao pedido de Moraes e da PGR nesta segunda (14) ao liberar a PET 15645 (sobre rede de pagamentos do Master), e ressaltou que a cópia do celular de Vorcaro em seu gabinete funcionava como contraprova lacrada. Edson Fachin: ressaltou que "a gravidade dos fatos não autoriza atalhos". O presidente do STF manteve a sessão de terça-feira focada unicamente na análise do procedimento de Moraes (PET 16.662), adiando o processo sobre a conduta de Mendonça para 23 de setembro, e recebeu apoio formal de um manifesto assinado por 198 autoridades e juristas em prol da institucionalidade da Corte. Procuradoria-Geral da República (PGR): defendeu a anulação do relatório elaborado sob supervisão de Mendonça por vício de formação, deu parecer favorável nesta segunda (14) ao fim do sigilo da rede de pagamentos do Master e reiterou que todos os ministros devem ter acesso irrestrito às mídias para garantir o livre convencimento do colegiado.

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Lula sanciona lei que destina crédito de até R$ 30 bilhões para taxistas e motoristas de aplicativo
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Lula sanciona lei que destina crédito de até R$ 30 bilhões para taxistas e motoristas de aplicativo
Política — O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sancionou nesta segunda-feira (14) um projeto de lei de conversão que destina até R$ 30 bilhões em linhas de crédito disponíveis para motoristas de aplicativo, de transporte escolar, taxistas e cooperativas de taxistas para aquisição d...

Política — O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sancionou nesta segunda-feira (14) um projeto de lei de conversão que destina até R$ 30 bilhões em linhas de crédito disponíveis para motoristas de aplicativo, de transporte escolar, taxistas e cooperativas de taxistas para aquisição de veículos novos que atendam a critérios de sustentabilidade. Lula editou uma Medida Provisória (MP) em junho deste ano como uma continuidade do programa Move Brasil, que não teve todos os seus recursos utilizados no crédito colocado à disposição. O texto foi aprovado pelo Congresso Nacional e perderia a validade se não fosse aprovado em definitivo. O prazo de validade da MP terminava em 15 de setembro. No final de agosto, a Câmara aprovou a MP, mas fez modificações no texto. Devido às mudanças, a MP foi transformada em projeto de lei de conversão. No dia seguinte, o Senado aprovou o projeto, que seguiu para a sanção da Presidência. Agora no g1 Com a sanção, a lei passa a prever: continuidade e ampliação do programa de renovação de frota que oferece condições especiais de financiamento para motoristas e entregadores; sistema de amortização variável (prestação balão); seis meses de cadastro ativo na plataforma para motoristas e entregadores (prazo foi reduzido, antes eram 12 meses); carros de até R$ 200 mil movidos a etanol, flex, elétricos e híbridos; parcelamento em até 84 vezes; inclusão de veículos utilitários; e financiamento de adaptações veiculares destinadas a pessoas com deficiência. Para todos os casos (carros e motos), os juros são de 12,6% ao ano para homens e 11,5% ao ano para mulheres, já incluídos spread e taxas bancárias. As demais condições variam com a modalidade do programa. Quem pode participar? Motoristas de app: com cadastro há pelo menos 6 meses, contados da data do pedido de habilitação, e que tenham realizado ao menos 100 corridas nesse período na mesma plataforma Taxistas: com licenças e registros ativos junto aos órgãos de trânsito e com regularidade fiscal, bem como motoristas de cooperativas Como acessar a linha de crédito As linhas serão fornecidas pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), o Banco do Brasil S.A. e a Caixa Econômica Federal ou instituições habilitadas por eles. O projeto autoriza a utilização de recursos do Fundo de Garantia de Operações (FGO) para a cobertura das operações nas linhas de financiamento. As instituições financeiras poderão contar com a garantia a ser prestada pelo FGO de até 100% do valor de cada operação garantida em até, no máximo 50% da carteira garantida de cada instituição financeira. Os Ministérios da Fazenda e do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços definirão os critérios de elegibilidade para as aquisições, levando em consideração "critérios de sustentabilidade ambiental, social ou econômica". O acesso à linha de crédito fica limitado a um veículo por motorista de transporte privado ou taxista e, no caso das cooperativas, a um veículo por cooperado. O texto também permite o financiamento do seguro do veículo e do seguro prestamista, desde que sejam contratados com o bem financiado. Além disso, o texto permite o uso da linha de crédito para custear a adaptação de veículos para motoristas com deficiência e para a adaptação de táxis ao transporte de passageiros em cadeiras de rodas. A proposta também trata do financiamento de itens de segurança para mulheres motoristas. Nesse sentido, atribui ao Conselho Monetário Nacional (CMN) a competência para estabelecer taxas, prazos e carências com condições diferenciadas para mulheres. Peças de carro estão em falta nas fábricas Reprodução/Bom Dia Brasil

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Aliado de Trump publica imagem de IA com Moraes usando tornozeleira eletrônica
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Aliado de Trump publica imagem de IA com Moraes usando tornozeleira eletrônica
Internacional — Julgamento sobre Moraes no STF: como deve ser a sessão desta terça e o que ainda é dúvida Jason Miller, aliado e ex-braço direito do presidente Donald Trump, publicou uma imagem feita com inteligência artificial que mostra o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal...

Internacional — Julgamento sobre Moraes no STF: como deve ser a sessão desta terça e o que ainda é dúvida Jason Miller, aliado e ex-braço direito do presidente Donald Trump, publicou uma imagem feita com inteligência artificial que mostra o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), usando uma tornozeleira eletrônica. A publicação foi feita na noite de domingo (13). ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp Na publicação, Miller reproduziu uma reportagem do jornal Financial Times que afirma que o escândalo envolvendo o Banco Master mergulhou o STF em uma crise sem precedentes. “Essa revelação fez de Moraes um dos principais focos do crescente escândalo de corrupção provocado pelo colapso, no ano passado, do Banco Master, uma instituição financeira de US$ 10 bilhões”, diz o trecho publicado por Miller. Junto da publicação, o ex-assessor publicou uma imagem feita por inteligência artificial de Moraes. Nela, o ministro aparece sentado em uma escadaria que simula a fachada do STF e usando uma tornozeleira eletrônica. Initial plugin text Miller já usou as redes sociais para criticar autoridades brasileiras no passado. No ano passado, ele fez uma série de publicações para comentar a atuação de Moraes. Além disso, em agosto de 2025, o ex-assessor afirmou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tinha um cérebro de “banana amassada” e o comparou ao ex-presidente norte-americano Joe Biden. Miller foi um dos principais assessores de Trump durante o primeiro mandato do presidente dos Estados Unidos e integrou a equipe de transição após a vitória nas eleições. Ele ainda mantém uma relação próxima com Trump. Em 2021, após uma viagem a Brasília, onde visitou o deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), o norte-americano foi conduzido por policiais à sala da Polícia Federal no Aeroporto Internacional de Brasília. Ele foi ouvido no âmbito do Inquérito das Fake News, conduzido por Moraes à época. LEIA TAMBÉM Em derrota para Trump, Suprema Corte dos EUA não permite que Serviço Postal restrinja votos por correio nas eleições de novembro Imigrantes detidos na 'Alcatraz dos Jacarés' do ICE, na Flórida, ficavam em celas do tamanho de uma cabine telefônica EUA dizem ter colocado arma espacial em órbita, diz jornal Montagem publicada por Jason Miller mostra Moraes usando tornozeleira eletrônica Reprodução/X Entenda a crise no STF A crise no Supremo se intensificou no início de setembro, após o ministro André Mendonça retirar o sigilo de um relatório da Polícia Federal produzido no âmbito das investigações sobre o Banco Master. O documento revelou mensagens e contatos entre o ex-banqueiro Daniel Vorcaro e o ministro Alexandre de Moraes. As apurações sobre o banco também trouxeram à tona relações de Vorcaro com outros integrantes da Corte e negócios envolvendo familiares de ministros, ampliando os questionamentos sobre possíveis conflitos de interesse. A divulgação do material desencadeou um embate público dentro do Supremo. Moraes reagiu e pediu a investigação de Mendonça por suposto abuso de autoridade. A tensão aumentou com decisões conflitantes entre ministros. Entre elas, o afastamento do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, determinado por Mendonça, e a posterior reintegração, por decisão de Flávio Dino. A sucessão de medidas expôs uma divisão interna na Corte e levou Fachin a cancelar sessões plenárias para evitar um encontro público entre os ministros no auge da crise. Diante da escalada, Fachin passou a centralizar as decisões relacionadas à crise. O presidente do STF suspendeu medidas conflitantes dos colegas, manteve Andrei Rodrigues no comando da PF, retirou Moraes da relatoria do inquérito das fake news e determinou que eventuais procedimentos envolvendo investigações contra ministros da Corte sejam previamente submetidos à Presidência do tribunal. Fachin também marcou para terça-feira (15) uma sessão do plenário para analisar o relatório da PF que aponta a relação entre Moraes e Vorcaro e o pedido da Procuradoria-Geral da República para anulá-lo. Uma sessão para analisar a conduta de Mendonça foi agendada para 23 de setembro. VÍDEOS: agora no g1 Agora no g1

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Flávio pede ao TSE que proíba Lula de fazer lives no Alvorada nas eleições; PT diz que só utilizou equipamentos de campanha
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Flávio pede ao TSE que proíba Lula de fazer lives no Alvorada nas eleições; PT diz que só utilizou equipamentos de campanha
Política — O candidato do PL à Presidência, Flávio Bolsonaro, acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para impedir que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, candidato à reeleição pelo PT, utilize as dependências do Palácio da Alvorada para a transmissão de eventos de cunho eleitoral....

Política — O candidato do PL à Presidência, Flávio Bolsonaro, acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para impedir que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, candidato à reeleição pelo PT, utilize as dependências do Palácio da Alvorada para a transmissão de eventos de cunho eleitoral. A representação contesta a realização de uma transmissão ao vivo de campanha ocorrida no último domingo (13) a partir da residência oficial da Presidência. No domingo, a equipe de Lula declarou que o ato utilizou estritamente equipamentos de campanha e respeitou as normas eleitorais vigentes. A ação da campanha de Flávio foi protocolada na noite de segunda-feira (14). Agora no g1 Na petição assinada pelos advogados, a campanha do candidato do PL afirma que o petista incorreu em prática de conduta vedada a agente público. Para a equipe de Flávio, embora a legislação autorize excepcionalmente o uso de residências oficiais para reuniões e contatos de campanha, essas atividades não podem assumir caráter de ato público. Além disso, a defesa de Flávio pontua que as regras vigentes do TSE estabelecem condições cumulativas para transmissões eleitorais a partir de cômodos da residência oficial, entre as quais: A transmissão deve ocorrer em ambiente neutro, sem símbolos institucionais; A participação deve ser restrita exclusivamente à pessoa detentora do cargo; O conteúdo deve tratar unicamente da própria candidatura; Não podem ser utilizados recursos materiais ou serviços públicos. A ação aponta que a transmissão do último domingo durou cerca de 45 minutos e contou com a presença e intervenção ativa de dirigentes partidários e da equipe de campanha — entre eles o presidente nacional do PT, Edinho Silva, o secretário nacional de Comunicação do partido, Éden Valadares, e a comunicadora Ana Flávia —, violando o requisito de participação exclusiva do mandatário. A defesa cita ainda o precedente das Eleições de 2022, quando o próprio TSE proibiu o então presidente Jair Bolsonaro de realizar lives eleitorais nas dependências do Palácio da Alvorada. Entre os pedidos formulados, a campanha de Flávio solicita: A remoção imediata do vídeo publicado no canal oficial de Lula no YouTube e a intimação da empresa Google Brasil; Ordem liminar para que a chapa governista se abstenha de realizar novas transmissões eleitorais ou utilizar a estrutura do Alvorada e serviços públicos exclusivos do cargo em desacordo com a legislação; Ao final do processo, a aplicação de uma multa. O que diz a campanha de Lula? Procurada após a transmissão, a assessoria de campanha do presidente Lula afirmou, no domingo, que a live "utilizou estritamente os equipamentos da campanha" e que "o Palácio da Alvorada é a residência oficial do governo e espaço privado do Presidente Lula". A equipe do petista assegurou ainda que tem pautado sua atuação em conformidade com as normas do Tribunal Superior Eleitoral e que vem adotando as medidas de defeso eleitoral desde julho — transferindo as transmissões de cunho político das redes oficiais da Empresa Brasil de Comunicação (EBC) para as páginas pessoais e de campanha do candidato. O teor da transmissão A transmissão foi ao ar após uma mobilização nacional de rua organizado pela militância petista, batizado de "Dia 13 com Lula". Ao longo da gravação, foram exibidos jingles, peças publicitárias e vídeos de campanha, além de instruções aos apoiadores para atuação nas redes sociais e distribuição de materiais nos últimos dias antes do primeiro turno. Durante sua fala, o presidente abordou temas de sua gestão econômica e propostas para segurança pública e educação, além de tecer críticas diretas ao senador Flávio Bolsonaro, relacionando a oposição a setores milicianos e defendendo pautas de sua plataforma governista. Presidente Lula participou de live com apoiadores neste domingo (13) Reprodução

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Crise no STF pode ter impacto decisivo na eleição brasileira, diz Financial Times
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Crise no STF pode ter impacto decisivo na eleição brasileira, diz Financial Times
Internacional — Flávio Bolsonaro e Lula Getty Images via BBC Uma reportagem do jornal "Financial Times", publicada neste domingo (13), afirma que a crise sem precedentes no Supremo Tribunal Federal (STF) poderá ter um impacto decisivo na eleição presidencial brasileira do próximo mês. O jo...

Internacional — Flávio Bolsonaro e Lula Getty Images via BBC Uma reportagem do jornal "Financial Times", publicada neste domingo (13), afirma que a crise sem precedentes no Supremo Tribunal Federal (STF) poderá ter um impacto decisivo na eleição presidencial brasileira do próximo mês. O jornal britânico descreve a crise como uma "disputa acirrada" entre os ministros Alexandre de Moraes e André Mendonça, que está "lançando uma sombra sobre a disputa" entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL). O Agregador de Pesquisa da BBC News Brasil sugere que Lula e Flávio Bolsonaro estão empatados no segundo turno. "Embora Lula não tenha sido acusado no caso Banco Master, o episódio atinge um ponto sensível do veterano líder de esquerda, que no passado foi preso por corrupção em condenações posteriormente anuladas", afirma o jornal. "Flávio Bolsonaro tem tentado tirar proveito da situação ao renovar as exigências pela destituição de Moraes, que condenou seu pai. 'Um voto em Lula é um voto em Moraes', disse ele a apoiadores na semana passada." O jornal destaca que Flávio Bolsonaro foi citado no caso do Banco Master, que é tema de inquérito no STF, após revelações em maio de que ele pediu dinheiro ao banqueiro Daniel Vorcaro para a produção do filme Dark Horse — algo que o senador disse não ser ilegal. "Apesar dessas revelações, [Flávio] Bolsonaro reduziu nas últimas semanas a diferença nas pesquisas de opinião, chegando a um empate técnico com Lula, que busca um quarto mandato não consecutivo." Datafolha: qual o impacto eleitoral da crise no STF? O jornal cita analistas ao dizer que a crise no STF é potencialmente prejudicial a Lula na disputa eleitoral. Um analista afirma que existe uma percepção em parte do eleitorado brasileiro de que Alexandre de Moraes está de alguma forma alinhado ao lado do governo. "O episódio manchou a credibilidade de uma instituição aclamada internacionalmente nos últimos anos por defender o Brasil contra uma tentativa de golpe militar de Jair Bolsonaro, após sua derrota eleitoral para Lula em 2022", diz o jornal. "Isso também revitalizou a direita brasileira, que há muito acusa Moraes de perseguir injustamente conservadores e restringir a liberdade de expressão." "O episódio levou o tribunal à beira de um colapso institucional e alimentou apelos por uma reforma do Judiciário." LEIA TAMBÉM: O Assunto: as veias abertas do STF e os embates sobre o fim do sigilo no Caso Master STF se tornou ameaça à democracia no Brasil, diz revista 'The Economist'

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Haddad diz que nunca teve contato com Vorcaro e relata frustração com atuação de Galípolo no BC
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Haddad diz que nunca teve contato com Vorcaro e relata frustração com atuação de Galípolo no BC
Política — Fernando Haddad (PT) fala sobre escândalo do Master em entrevista a TV Globo O ex-ministro e candidato do PT ao governo de São Paulo, Fernando Haddad, afirmou nesta segunda-feira (14), em entrevista ao SP1, que nunca teve contato com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, personagem cen...

Política — Fernando Haddad (PT) fala sobre escândalo do Master em entrevista a TV Globo O ex-ministro e candidato do PT ao governo de São Paulo, Fernando Haddad, afirmou nesta segunda-feira (14), em entrevista ao SP1, que nunca teve contato com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, personagem central do escândalo do Banco Master. O petista também defendeu a abertura dos sigilos dos inquéritos sobre o caso antes da eleição e disse que o Judiciário "não pode sonegar informações do cidadão". "Eu nunca recebi o Daniel Vorcaro na minha vida. Nunca estive com ele no mesmo ambiente. Nunca recebi uma mensagem nem um telefonema dele. Nunca o procurei porque a minha equipe já havia alertado que o Daniel Vorcaro era um problema, um problema grave. A gente só não sabia a dimensão do problema. Nós estamos falando da maior fraude bancária do país: R$ 60 bilhões", declarou Haddad após ser questionado sobre possíveis impactos eleitorais do caso em sua campanha. O candidato também tentou associar o escândalo a políticos de direita, citando diretamente o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), seu principal concorrente na disputa eleitoral. "Ele [Vorcaro] também não financiou a minha campanha. Ele financiou a campanha do Tarcísio, financiou a campanha do Jair Bolsonaro. Ele tem negócios com três ex-ministros do Bolsonaro: Casa Civil, Ministério das Comunicações e Relações Institucionais", afirmou Haddad. Em 2022, o ex-banqueiro doou R$ 3 milhões para a campanha presidencial de Bolsonaro e R$ 2 milhões para a campanha de Tarcísio. O candidato do PT ao governo de São Paulo, Fernando Haddad, em entrevista exclusiva ao telejornal SP1, da TV Globo nesta segunda-feira (14). Reprodução/TV Globo Haddad voltou a dizer que a crise envolvendo o Banco Master tem origem em falhas de supervisão durante a gestão de Roberto Campos Neto à frente do Banco Central. "Tem um problema grave no Banco Central, porque nasceu no Banco Central do Roberto Campos, indicado pelo Jair Bolsonaro, o banqueiro Daniel Vorcaro, e ele foi liquidado e preso na nossa gestão. Então nós fizemos o dever de casa, de tirar de circulação uma pessoa muito grave", afirmou. O candidato defendeu que as investigações sobre o caso sejam tornadas públicas antes das eleições e que a Justiça deixe o "povo tomar o rumo do país". "A Justiça não pode sonegar informação do cidadão. Abre tudo. Quem tiver que responder, responda. Quem tiver que pagar por alguma coisa, pague, independentemente de partido político", declarou o ex-ministro. Críticas ao Banco Central Questionado sobre a evolução da dívida pública e a condução da política econômica, Haddad afirmou que a redução da dívida passa necessariamente por uma queda dos juros. "Os juros não se justificam. O Banco Central é autônomo, mas não se justificam juros de 14% para uma inflação de 4%", disse. O petista também disse que, apesar de a maioria dos integrantes do Comitê de Política Monetária ter sido indicada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), incluindo Gabriel Galípolo, atual presidente do Banco Central, os dirigentes têm mandado e independência para atuar. "Depois que você indica, a pessoa tem mandato. Ela faz da cabeça dela", afirmou. Fernando Haddad (PT) fala sobre contas públicas de SP em entrevista à TV Globo Questionado se a indicação de Gabriel Galípolo para a presidência do Banco Central é motivo de arrependimento, Haddad admitiu descontentamento com a condução da política monetária. "Eu tenho me frustrado com a política monetária. Acho que a política monetária está excessivamente apertada, desnecessariamente", declarou o ex-ministro, sublinhando que a autoridade monetária mantém a taxa de juros mesmo diante de sinais de desaceleração da inflação. Ele afirmou ainda que respeita a autonomia formal do Banco Central e que suas conversas com dirigentes da instituição se limitam à apresentação de dados e argumentos econômicos.

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Inflação cai, fábricas fecham: crise na indústria argentina elimina empregos e aumenta pressão sobre Milei
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Inflação cai, fábricas fecham: crise na indústria argentina elimina empregos e aumenta pressão sobre Milei
Internacional — O presidente da Argentina, Javier Milei, cumprimenta a guarda presidencial montada durante a cerimônia de abertura da 138ª exposição anual da Sociedade Rural, em Buenos Aires. Mariana Nedelcu / Reuters O galpão está às escuras, as máquinas estão desligadas e caixas de merca...

Internacional — O presidente da Argentina, Javier Milei, cumprimenta a guarda presidencial montada durante a cerimônia de abertura da 138ª exposição anual da Sociedade Rural, em Buenos Aires. Mariana Nedelcu / Reuters O galpão está às escuras, as máquinas estão desligadas e caixas de mercadorias encalhadas se acumulam. A fábrica de sapatos Kioshi, que tinha 120 funcionários em 2023, conta hoje com apenas 14. O cenário virou símbolo da crise enfrentada por parte da indústria argentina e alimenta o debate sobre o modelo do presidente Javier Milei. Enquanto o governo do presidente ultraliberal destaca a queda da inflação e a desregulamentação da economia, empresários alertam para a perda de empregos, a concorrência desleal e a retração do consumo. "O mercado interno está morto, as pessoas não têm dinheiro para consumir, dificilmente vão comprar calçados", diz Emmanuel Fernández, diretor da Kioshi, localizada em Esteban Echeverría, nos arredores de Buenos Aires. A isto se soma uma "avalanche de importação", acrescenta. Agora no g1 Na semana passada, a União Industrial Argentina (UIA) pediu medidas diante da abertura econômica e da perda de aproximadamente 90 mil empregos na indústria desde agosto de 2023. Em junho, a indústria argentina operava com cerca de 40% de capacidade ociosa. A produção manufatureira caiu 5% entre junho e julho, o maior recuo em 16 meses, segundo dados oficiais divulgados na terça-feira (8). No mesmo dia em que o setor industrial apresentou a reivindicação, o presidente ultraliberal afirmou que sua política de austeridade e desregulamentação "não é negociável". Desde que Milei assumiu o cargo, em dezembro de 2023, cerca de 30 mil empresas fecharam as portas, segundo dados do setor. O presidente afirma que os empregos perdidos em um setor serão criados em outros, capazes de competir internacionalmente. Mas, para Emmanuel Fernández, o governo está "em uma bolha", pois "tudo o que se vê é que as pessoas que ficam sem emprego vão trabalhar nos aplicativos". Da fábrica à Uber Em Zárate, cidade industrial a 90 km de Buenos Aires, Miguel Márquez olha com tristeza para o portão da fábrica de produtos químicos Clariant, onde trabalhou por 20 anos, até o fechamento da unidade, em 2025. O capim cresce entre as placas de cimento do estacionamento vazio. Já não se ouve o barulho das máquinas, apenas o canto dos pássaros. Márquez conta que apenas dois dos 42 demitidos conseguiram um emprego formal. Os demais, como ele, hoje com 62 anos, sobrevivem de trabalhos informais, como dirigir para aplicativos. A Clariant fabricava insumos para a indústria petroleira durante o auge da jazida de Vaca Muerta, mas decidiu passar a importar os produtos de sua fábrica no Brasil e encerrar a operação na Argentina. "Como não têm nenhuma restrição, convém a eles trazer do Brasil", explicou Márquez. A economia argentina cresceu em 2025, impulsionada pelos hidrocarbonetos, pela mineração e pelo agronegócio. Mas a retração do comércio e da indústria afeta as grandes cidades, onde vive a maior parte da população. Desde 2023, a Argentina perdeu mais de 240 mil empregos formais no setor privado. Concorrência Após a reivindicação da UIA, o ministro da Economia, Luis Caputo, afirmou que seu papel é "defender os interesses de 48 milhões de argentinos, não de determinados empresários". "Me parece imoral e injusto que os argentinos tenham que pagar por bens de menor qualidades duas, quatro, dez vezes o seu valor", destacou, em defesa da abertura. Mas os empresários da indústria afirmam que o cenário é desfavorável. "Ninguém quer não competir, mas também você tem que ter condições para competir", disse à AFP Alejandro Mayer, vice-presidente da fábrica de circuitos Ernesto Mayer, na periferia norte de Buenos Aires, hoje com a metade de suas máquinas desligadas. Mayer destaca que há um "atraso cambiário" que encarece os produtos locais em dólares. A isso se somam juros elevados sobre o crédito e uma carga tributária que, segundo ele, impede a competição com produtos de países como a China, embora a eficiência seja semelhante. Milei reduziu a inflação, que estava em três dígitos quando assumiu a Presidência, para 33,8% na comparação interanual em julho, um dos principais resultados econômicos reivindicados por seu governo. Mas "a economia não pode ser medida apenas pela evolução da inflação, temos que olhar para a atividade", disse o presidente da UIA, Martín Rappallini. Além da concorrência dos produtos importados, os empresários da indústria apontam a fragilidade do consumo. A poucos quarteirões da Mayer, a fábrica de cordas para instrumentos Martin Blust, que emprega dez pessoas, fecha às sextas-feiras por falta de encomendas. "Não há inflação porque não há compras", afirma sua sócia, Gloria Aparicio. Segundo diversas pesquisas, emprego e salários superaram a inflação como principal preocupação dos argentinos, um sinal de alerta para Milei, que tentará a reeleição em 2027. Na Kioshi, Fernández testemunha essa angústia. Seus funcionários pedem antecipações salariais para conseguir pagar o transporte até a fábrica. Estão "frustrados e irritados", diz. E isso "se percebe na vontade e também se nota na rua".

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Eleitorado brasileiro cresce nos EUA, mas distância e medo do ICE desafiam votação em Nova York
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Eleitorado brasileiro cresce nos EUA, mas distância e medo do ICE desafiam votação em Nova York
Internacional — Saiba como é o voto de quem mora no exterior A menos de um mês das eleições presidenciais no Brasil, os Estados Unidos se preparam para receber o maior contingente de eleitores brasileiros fora do país. O número de pessoas aptas a votar em território americano cresceu cerca...

Internacional — Saiba como é o voto de quem mora no exterior A menos de um mês das eleições presidenciais no Brasil, os Estados Unidos se preparam para receber o maior contingente de eleitores brasileiros fora do país. O número de pessoas aptas a votar em território americano cresceu cerca de 45% desde a última eleição presidencial. Ao mesmo tempo em que consulados reorganizam locais de votação para atender à demanda, há um desafio novo: o temor provocado pelo endurecimento das operações de controle de imigração no país.  Segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), 918,9 mil brasileiros estão aptos a votar no exterior nas eleições de 2026. Em 2022, eram 697,1 mil – um crescimento de 31,8% em quatro anos. O eleitorado brasileiro no exterior mais do que quadruplicou desde 2010, quando estava na casa dos 200 mil. Os Estados Unidos concentram o maior colégio eleitoral brasileiro fora do Brasil. São cerca de 265 mil eleitores registrados, contra quase 183 mil em 2022, um salto de aproximadamente 45%. Eles estão distribuídos entre diferentes postos de votação pelo país. Boston reúne o maior eleitorado brasileiro nos Estados Unidos, com 53,4 mil pessoas aptas a votar. Na sequência aparecem Miami, com 40.109 eleitores, e Nova York, com 39.026. Em Nova York, o eleitorado aumentou significativamente em relação a 2022, quando cerca de 28 mil brasileiros estavam aptos a votar. O crescimento ocorre em um momento em que a Justiça Eleitoral e o Itamaraty ampliam a estrutura para receber os brasileiros que vivem fora do país. Em abril, o TSE aprovou a transferência de R$ 13,2 milhões para a locação de imóveis no exterior. Neste ano, o Itamaraty trabalha com 66 endereços adicionais para a realização das eleições, 14 deles nos Estados Unidos. LEIA TAMBÉM Número de brasileiros que votam no exterior cresce 32% e chega a 919 mil; veja principais cidades Reino Unido? Escócia, País de Gales e Irlanda do Norte assinam acordo exigindo referendos de independência Freio na IA: Trump contra-ataca e fala em 'farsa' e 'conspiração doentia' para favorecer a China De Manhattan para o Queens Urna eletrônica Giuliano Gomes/PR Press Nas eleições de 2022, a votação de Nova York ocorreu em Manhattan. Mas este ano, o Consulado-Geral do Brasil decidiu transferir o pleito para uma instituição de ensino no Queens, provocando reclamações entre parte dos eleitores. A mudança ocorre justamente em um dos distritos com maior concentração de imigrantes da cidade e que tem sido alvo de operações do Serviço de Imigração e Alfândega dos Estados Unidos (ICE), em meio ao endurecimento da política migratória do governo Donald Trump. O novo local fica a cerca de 16 quilômetros da sede do Consulado, em Manhattan, e não tem acesso direto ao metrô. A jurisdição consular de Nova York também atende brasileiros que vivem em Nova Jersey e na região da Filadélfia, que precisam se deslocar até a cidade para votar. É o caso de Amanda Lourenço, que trabalha com marketing e vive nos Estados Unidos há sete anos. Moradora da Pensilvânia, ela conta que já precisava dirigir cerca de uma hora e meia para votar em Nova York. Em 2022, conseguiu participar do primeiro turno, mas acabou não voltando para o segundo por causa da distância. Agora, com a transferência para o Queens, seu percurso ficará pelo menos meia hora mais longo. “Eu preferia quando era em Manhattan, que era mais central, a gente não tinha que atravessar para o outro lado. Estou considerando se vou ou não. Acho que vou sim, porque para mim votar é importante. Mas a verdade é que deu uma desanimada de pensar que é mais longe ainda”, diz a eleitora. A decisão já provocou uma mobilização de brasileiros que pedem ao Consulado a transferência da votação de volta para Manhattan. Medo do ICE também pesou na escolha Carro de patrulha da ICE procura imigrantes ilegais nas ruas dos Estados Unidos (imagem ilustrativa) Octavio Jones/Reuters Mas a distância não foi o único fator considerado na definição do novo endereço. Em meio ao aumento das operações de imigração nos Estados Unidos, o medo de abordagens de agentes do ICE também entrou no cálculo das autoridades brasileiras. O local escolhido no Queens permite que as filas sejam organizadas dentro do complexo educacional, evitando que milhares de brasileiros tenham de esperar nas calçadas. Segundo as informações reunidas sobre a preparação do pleito, a Secretaria de Relações Internacionais da Prefeitura de Nova York e a polícia da cidade também participaram do mapeamento de alternativas consideradas mais seguras. O mesmo complexo foi utilizado pelo Consulado-Geral do Peru para a eleição presidencial em abril. A preocupação ganha peso em uma comunidade muito maior do que o eleitorado registrado. Estimativas do Itamaraty apontam para cerca de 2 milhões de brasileiros vivendo atualmente nos Estados Unidos, enquanto apenas cerca de 265 mil estão aptos a votar. Histórico de filas e abstenção Lula, Flávio, Cury, Renan, Caiado e Zema Globo A organização das filas já havia sido um desafio em Nova York nas últimas eleições presidenciais. Em 2022, eleitores chegaram a enfrentar cerca de meia hora de espera para percorrer aproximadamente 500 metros. Também houve tensão entre apoiadores de Jair Bolsonaro e Luiz Inácio Lula da Silva, levando a polícia de Nova York a instalar barreiras e manter os dois grupos em lados diferentes da rua. Apesar do crescimento do número de eleitores cadastrados, levar esses brasileiros efetivamente às urnas continua sendo um dos principais desafios da eleição no exterior. Em 2022, a abstenção entre brasileiros que votavam fora do país chegou a 63,36% no primeiro turno e 61,44% no segundo. Assim como no Brasil, o voto é obrigatório para eleitores alfabetizados entre 18 e 70 anos, embora quem esteja ausente possa justificar a falta. No pleito passado, o eleitorado brasileiro nos Estados Unidos deu ampla vantagem a Jair Bolsonaro: o então presidente recebeu cerca de 65% dos votos válidos no país. Miami foi o principal reduto, com 81,2%. Lula venceu em apenas três dos dez postos consulares norte-americanos, obtendo o melhor resultado em São Francisco, onde alcançou 60,1%. Em 2026, portanto, o desafio das autoridades brasileiras será duplo: acomodar um eleitorado muito maior e transformar o crescimento dos registros em participação efetiva nas urnas, em uma eleição realizada sob um cenário migratório muito diferente daquele de quatro anos atrás. VÍDEOS: agora no g1 Agora no g1

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Dino diz que Cezinha se utilizava da função parlamentar para venda de suposta influência sobre ministros de tribunais superiores
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Dino diz que Cezinha se utilizava da função parlamentar para venda de suposta influência sobre ministros de tribunais superiores
Política — Cezinha de Madureira usava função para vender suposta influência sobre juízes, diz Dino O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou em decisão divulgada nesta segunda-feira (14) que o deputado Cezinha de Madureira (PL-SP) aparenta utilizar a ascendência da...

Política — Cezinha de Madureira usava função para vender suposta influência sobre juízes, diz Dino O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou em decisão divulgada nesta segunda-feira (14) que o deputado Cezinha de Madureira (PL-SP) aparenta utilizar a ascendência da função parlamentar para passar a terceiros a percepção de influência sobre ministros de tribunais superiores. E que Cezinha teria negociado essa suposta influência sobre magistrados, que, conforme as investigações da Polícia Federal, seriam do Supremo Tribunal Federal (STF), do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e do Tribunal Superior Eleitoral. A apuração fundamentou a autorização de mandados de busca e apreensão cumpridos pela PF nesta segunda contra o deputado federal Cezinha e a advogada Valéria Rodrigues Linhares, apontada como mulher do parlamentar. Em nota, a defesa do deputado afirmou que ele está seguro de que "os fatos serão devidamente esclarecidos no devido processo legal, com a demonstração de que nenhuma irregularidade foi cometida" (veja íntegra aqui). Após a realização da operação pelos agentes, Flávio Dino retirou o sigilo da decisão que autorizou os mandados de busca e apreensão. "Parece-me claro que os fatos investigados podem implicar, em tese, um deputado federal que não tem habilitação para atuar como advogado, mas aparenta utilizar a ascendência de sua função parlamentar para incutir em terceiros a percepção de influência sobre magistrados de Tribunais Superiores. Friso que a percepção de elevada remuneração parece afastar a hipótese de se cuidar de mero 'ato político'", disse Dino. A ação é um desdobramento da Operação Transparência de dezembro de 2025, da PF, que apura supostos crimes de tráfico de influência, exploração de prestígio, corrupção passiva e lavagem de dinheiro envolvendo a tramitação de processos em cortes superiores. Esse caso é relatado por Flávio Dino no STF. "A finalidade [da investigação] é elucidar a existência, a extensão e a estabilidade de estrutura destinada à comercialização de influência junto a ministros do Supremo Tribunal Federal, do Superior Tribunal de Justiça e do Tribunal Superior Eleitoral, mediante remuneração vultosa e ajustada por meio de contratos de honorários e de cessão de crédito celebrados por advogadas ligadas ao representado [Cezinha] — uma delas é sua própria esposa", declara a PF em trecho de relatório destacado por Flávio Dino. Estrutura e divisão de tarefas, segundo a PF Segundo a representação da Polícia Federal acolhida pelo ministro, os indícios apontam para a existência de uma estrutura articulada entre o parlamentar e advogadas para negociar atuações em processos judiciais mediante pagamento de expressivos honorários de êxito: Captação e peças técnicas: a advogada Mariângela Fialek, conhecida como Tuca, que atuava na Câmara dos Deputados e teve o celular periciado na primeira fase da operação, seria responsável por captar as causas e elaborar memoriais e peças jurídicas. Contratos de honorários: a advogada Valéria Rodrigues Linhares, apontada como mulher do deputado, ficava encarregada de redigir, revisar e firmar instrumentos contratuais de prestação de serviços e cessões de créditos milionários. Contatos 'institucionais': cabia a Cezinha de Madureira o papel de realizar "despachos" e contatos diretos com ministros, valendo-se do trânsito institucional decorrente de seu mandato. Mensagens obtidas pelos investigadores mostram tratativas sobre casos específicos em tramitação no STF. Em um deles, relacionado à defesa da prefeita de Beberibe (CE), contratos estipulavam R$ 500 mil em caso de decisão favorável. Em outro episódio, relativo à defesa de um ex-secretário de Belford Roxo (RJ), termos previam repasses de R$ 1 milhão e aditivos que chegavam a R$ 2 milhões condicionados à revogação de prisão preventiva. Nas conversas extraídas do celular da Tuca pela PF, o parlamentar prestava contas sobre encontros e audiências com magistrados, usando expressões como "já falei", "despachei sim", "assunto reforçado agora" e menções a contatos com ministros da Corte. Nas mensagens extraídas pela PF do celular de Tuca, Cezinha menciona "André", "ministro Kassio" e "Antônio Carlos". A polícia apura se são menções aos ministros André Mendonça, Kassio Nunes Marques, do STF, e Antônio Carlos Ferreira, do STJ – que não são investigados. "O parlamentar não se limitava a encaminhar peças: comprometia-se a formular pedido pessoal e direto ao julgador, em favor de partes representadas por advogadas a ele ligadas por vínculo conjugal e por interesse econômico", diz trecho de relatório da PF constante da decisão de Dino desta segunda-feira. Em nota, o ministro Kassio Nunes Marques afirmou que "faz parte da rotina" de magistrados atender a partes de processos em audiências, bem como, receber "pedidos". "O ministro Kassio Nunes Marques ouve as partes e recebe os memoriais, mas decide de forma independente e com base nas leis e na Constituição. Em relação ao diálogo mencionado em 12 de junho, um juiz do gabinete atendeu por vídeo a advogada Mariângela Fialek no dia 01/08/25", diz o comunicado do magistrado. Magistrados não são investigados Tanto a representação da PF quanto a decisão de Dino deixam claro que os ministros e juízes citados nos diálogos não são alvos da investigação nem suspeitos de irregularidades. De acordo com o inquérito, os nomes das autoridades aparecem unicamente como vítimas da exploração de prestígio ou como destinatários da suposta influência prometida pelos investigados. O documento reforça que receber advogados e parlamentares em audiências ou despachos é prática rotineira e lícita da atividade jurisdicional. "Impõe-se, desde logo, delimitação negativa e expressa do objeto: não constituem objeto desta apuração, nem da medida ora requerida, a conduta de Ministros do Supremo Tribunal Federal, do Superior Tribunal de Justiça, do Tribunal Superior Eleitoral ou de quaisquer outros magistrados", diz trecho do relatório da PF que está na decisão de Dino. "Não há, nos elementos reunidos, notícia de solicitação, de aceitação ou de recebimento de vantagem indevida por integrante do Poder Judiciário, tampouco de prolação de ato jurisdicional em desconformidade com o direito", completa o documento. O ministro do STF também frisa que, conforme a PF, o que se "apura é a mercancia da influência por quem a ofereceu e a precificou, e não o comportamento de quem foi apresentado a terceiros como influenciável". Dinheiro em espécie e celulares Entre os fatos que subsidiaram a decisão, Flávio Dino determinou a transferência de apurações sobre a apreensão de R$ 510 mil em dinheiro vivo com Valéria Rodrigues Linhares no Aeroporto de Congonhas (SP), ocorrida em 25 de agosto de 2026. Para os investigadores, a movimentação expressiva de recursos em espécie sugere o pagamento de honorários à margem do sistema bancário tradicional para dificultar o rastreamento financeiro. No despacho, Dino autorizou buscas nos endereços residenciais e profissionais do parlamentar e da advogada em Brasília e em São Paulo, além do recolhimento de bens de valor, veículos e quantias em espécie acima de R$ 10 mil. O ministro, porém, indeferiu o pedido da PF para realizar buscas no gabinete do parlamentar na Câmara dos Deputados, avaliando não haver elementos concretos que justificassem a medida no local de trabalho legislativo. Celular furtado antes da operação Deputado Cezinha de Madureira (PL-SP) afirma que teve celular furtado. Reprodução/Redes Sociais Três dias antes de ser alvo das buscas, no sábado (12), o deputado Cezinha de Madureira divulgou um vídeo nas redes sociais afirmando que teve o aparelho celular furtado na Avenida Paulista, em São Paulo, na sexta-feira (11). No relato, o parlamentar declarou que os criminosos conseguiram invadir suas contas bancárias e trocar senhas de aplicativos minutos após o furto. A decisão judicial que autorizou a ação da Polícia Federal, no entanto, havia sido assinada por Flávio Dino uma semana antes, no dia 5 de setembro. O deputado federal Cezinha de Madureira (PL-SP) em foto do dia 8 de outubro de 2025 Bruno Spada/Câmara dos Deputados O que diz o deputado Leia a nota na íntegra: "Com a tranquilidade de quem confia plenamente na Justiça e certo de sua conduta sempre ilibada, o deputado federal Cezinha de Madureira está à disposição das autoridades e prestará todos os esclarecimentos necessários. O deputado está certo de que, assegurados o contraditório e o amplo acesso da defesa aos elementos da investigação e à integra do processo, os fatos serão devidamente esclarecidos no devido processo legal, com a demonstração de que nenhuma irregularidade foi cometida. Importante ressaltar que, conforme a jurisprudência do STF estabelece, medidas de tamanha repercussão deveriam ter sido conduzidas com a devida distância de qualquer circunstância política ou eleitoral".

📰 Dino diz que Cezinha se utilizava da função parlamentar para venda de suposta influência sobre ministros de tribunais superiores

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Emma Bonino, ícone do feminismo italiano, morre aos 78 anos
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Emma Bonino, ícone do feminismo italiano, morre aos 78 anos
Internacional — Emma Bonino, política e ícone do feminismo italiano AP Photo/Luca Bruno A histórica ativista italiana Emma Bonino, uma das figuras políticas mais populares e respeitadas do país, morreu aos 78 anos de idade, anunciou seu partido nesta sexta-feira (11). ✅ Siga o canal de not...

Internacional — Emma Bonino, política e ícone do feminismo italiano AP Photo/Luca Bruno A histórica ativista italiana Emma Bonino, uma das figuras políticas mais populares e respeitadas do país, morreu aos 78 anos de idade, anunciou seu partido nesta sexta-feira (11). ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp Veterana das lutas pelo direito ao divórcio e ao aborto, Bonino foi integrante do Partido Radical italiano e recebeu o reconhecimento em todo o espectro político. "Hoje perdemos não apenas nossa líder, mas também uma das figuras mais lúcidas, corajosas e livres da história política do nosso país", afirmou o pequeno partido Mais Europa, fundado por ela. Agora no g1 Emma Bonino foi comissária europeia e ministra das Relações Exteriores da Itália, mas era conhecida sobretudo por sua militância feminista e por seu compromisso com as causas humanitárias. A primeira-ministra da Itália, Giorgia Meloni, prestou homenagem e afirmou que, embora suas "trajetórias e visões fossem diferentes", isso nunca a impediu de reconhecer "sua importância e papel na vida pública da nossa nação".

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Municípios de Rondônia se preparam para extinguir lixões a céu aberto
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Municípios de Rondônia se preparam para extinguir lixões a céu aberto
Brasil — Lixões começam a ser extintos e resíduos passam a ser encaminhados a aterros sanitários. Assessoria/Divulgação Todos os dias, mais de 140 toneladas de lixo são descartadas nos lixões a céu aberto da região central de Rondônia. Com uma população de quase 200 mil habitantes, os muni...

Brasil — Lixões começam a ser extintos e resíduos passam a ser encaminhados a aterros sanitários. Assessoria/Divulgação Todos os dias, mais de 140 toneladas de lixo são descartadas nos lixões a céu aberto da região central de Rondônia. Com uma população de quase 200 mil habitantes, os municípios de Ji-Paraná, Ouro Preto do Oeste, Vale do Paraíso, Mirante da Serra, Nova União e Urupá se prepararam para acabar com os locais. Além de atrair animais peçonhentos e urubus, os lixões afetam diretamente o meio ambiente. De acordo com o prazo determinado pela Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), as cidades têm até o dia 31 de julho para extinguir com os lixões a céu aberto e destinarem os resíduos a um aterro sanitário. Durante discussões sobre a lei que determina a implantação de aterro sanitário nos municípios, em Ji-Paraná, por exemplo, região a pouco mais de 370 quilômetros de Porto Velho, está em fase final a construção de um aterro sanitário de iniciativa ‘privada’. A empresa que está investimento neste setor na cidade já possui dois aterros instalados em Rondônia, um em Cacoal e outro em Vilhena, que atendem as cidades circunvizinhas do estado e parte do Mato Grosso. Dentro do consórcio, houve a criação, em outubro de 2010, de um programa ambiental para auxiliar os municípios para destinar o lixo sólido ao aterro. O local está sendo construído na Zona Rural de Ji-Paraná. A obra começou em junho deste ano, e de acordo aos proprietários da empresa, a conclusão e inauguração está prevista para um prazo de 180 dias. O local possui a capacidade de receber 300 toneladas de lixo diariamente e vai atender seis municípios da região central do estado. De acordo com a coordenadora do Programa Ambiental, Maria Aparecida de Oliveira, o aterro sanitário garante diminuir a poluição. “O aterro não terá contato com o solo, evitando a contaminação do lençol freático. A vala será totalmente isolada. O chorume do lixo irá passar por tratamento fisioquímico para não haver a contaminação do solo”, destaca. Para proporcionar mais salubridade aos catadores, uma central de ‘triagem’ será construída dentro da estrutura do aterro sanitário. Barracões estão sendo alugados em vários municípios aos catadores trabalharem em um local apropriado. De acordo com a categoria, além de se livrarem do sol quente, as mudanças devem ajudar no desenvolvimento do trabalho diário. Extinção de lixões deve contribuir com o meio ambiente. Ederson Hising/G1 Ji- Paraná Com a maior produção de lixo da região central do estado, Ji-Paraná produz 100 toneladas de lixo por dia. O descarte do município ainda está sendo realizado no lixão a céu aberto. Segundo a Secretaria de Meio Ambiente, um levantamento é realizado para destinar o lixo sólido ao aterro sanitário. No município, há uma associação com cerca de 20 catadores. O trabalho acontrece a quase dois anos em um barracão. Ouro Preto do Oeste Com a segunda maior produção de lixo da região, Ouro Preto do Oeste produz cerca de 28 toneladas de resíduos sólidos diários. A Secretaria de Meio Ambiente do município informou que ainda está sendo realizado um planejamento de como os resíduos serão encaminhados ao aterro sanitário. Uma associação de catadores com 24 trabalhadores está sendo registrada para atuar no município. Nova União Com cerca de 8 mil habitantes, o município de Nova União produz diariamente 1,3 toneladas de lixo, para se adequar o município alugou um barracão, onde trabalhará cerca de 10 catadores separando o lixo reciclável, o lixo sólido será destinado diariamente ao aterro sanitário em Ji-Paraná. Mirante da Serra No município de Mirante da Serra, cerca de 12 catadores serão beneficiados por uma associação. De acordo com a Secretaria de Meio Ambiente do município, todo o lixo não reciclável produzido será encaminhado ao aterro sanitário de Ji-Paraná. Urupá Com pouco mais de 13 mil habitantes, Urupá se prepara para destinar os resíduos ao aterro sanitário em Ji-Paraná. De acordo com a Secretaria de Meio Ambiente do município, o lixo será encaminhado três vezes por semana. Vale do Paraíso Com uma produção diária de duas toneladas de lixo, Vale do Paraíso trabalha para encerrar o lixão. Em 15 dias, uma cooperativa para reciclagem do lixo produzido será instalada. A Secretaria de Meio Ambiente não divulgou um prazo para o fechamento do lixão. Teixeirópolis Ao contrario dos outros municípios, em Teixeirópolis não existe mais lixão a céu aberto. A prefeitura iniciou, em janeiro deste ano, o transporte do lixo sólido para o aterro sanitário de Cacoal. De acordo com a Secretaria de Meio Ambiente, o antigo lixão do município foi reflorestado. Veja mais notícias da região no G1 JI-Paraná e Região Central.

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Em Dublin, Trump provoca governo do Reino Unido e diz que unificação da Irlanda 'vai acontecer eventualmente'
Notícias MUNDO
Em Dublin, Trump provoca governo do Reino Unido e diz que unificação da Irlanda 'vai acontecer eventualmente'
Internacional — O presidente dos EUA, Donald Trump, se reúne com o primeiro-ministro da Irlanda, Micheál Martin, em Dublin, Irlanda neste sábado (12). Kylie Cooper/REUTERS O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse neste sábado (12) que "adoraria" ver a Irlanda do Norte, administ...

Internacional — O presidente dos EUA, Donald Trump, se reúne com o primeiro-ministro da Irlanda, Micheál Martin, em Dublin, Irlanda neste sábado (12). Kylie Cooper/REUTERS O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse neste sábado (12) que "adoraria" ver a Irlanda do Norte, administrada pelo Reino Unido, se unir à Irlanda. O norte-americano ainda afirmou que o processo de unificação deverá "acontecer eventualmente". As declarações foram feitas durante uma visita a Dublin e provocaram uma forte reação de unionistas pró-Reino Unido na Irlanda do Norte. "Bem, não quero causar problemas, mas vou dizer: eu adoraria vê-la unificada", disse Trump a jornalistas, sentado ao lado do primeiro-ministro irlandês, Micheál Martin, depois que os dois se reuniram em Dublin. "Isso vai acontecer eventualmente... Acho que seria uma coisa fantástica", afirmou o presidente dos EUA. Os comentários de Trump ocorrem semanas depois de o novo primeiro-ministro britânico, Andy Burnham, dizer que um referendo sobre a saída da Irlanda do Norte do Reino Unido estava "fora de questão". Após a fala do presidente dos EUA, fontes do gabinete do primeiro-ministro britânico afirmaram à Reuters que a posição do premiê segue inalterada. 🔎 Nos termos do Acordo de Belfast de 1998, um referendo sobre a saída da Irlanda do Norte do Reino Unido só pode ser realizado por decisão do governo britânico. O acordo encerrou três décadas de violência entre nacionalistas irlandeses, que defendiam uma Irlanda unificada, e os chamados unionistas, que queriam que a Irlanda do Norte permanecesse parte do Reino Unido. Agora no g1 Reunificação entrou em pauta pós-Brexit Embora pesquisas mostrem que uma maioria confortável na Irlanda do Norte é favorável à permanência no Reino Unido, essa diferença diminuiu ligeiramente desde que a saída do Reino Unido da União Europeia colocou a reunificação em uma posição mais central na agenda política. O líder do maior partido unionista da Irlanda do Norte, o Partido Unionista Democrático (DUP), rejeitou a previsão de Trump, afirmando que a unificação levaria à "destruição do nosso país". "O futuro constitucional da Irlanda do Norte será decidido pelo povo da Irlanda do Norte, não por comentários feitos em Londres, Dublin ou Washington", escreveu Gavin Robinson pelas redes sociais, que já declarou publicamente seu apoio a Trump. Presidentes americanos anteriores, incluindo os com forte ascendência irlandesa, como Joe Biden, tiveram o cuidado de manter uma posição neutra sobre a reunificação da Irlanda. O governo dos EUA teve um papel importante na negociação do acordo de paz de 1998. Protestos contra Trump devem ocorrer durante a visita Trump vai à Irlanda enquanto o Partido Republicano dos EUA faz campanha para manter suas maiorias nas duas casas do Congresso americano. Trump também se reuniu com a presidente da Irlanda, Catherine Connolly, eleita chefe de Estado no ano passado. Ela é conhecida por suas posições de extrema esquerda. Na última visita de Trump à Irlanda em 2019, ainda no primeiro mandato, Connolly, protestou do lado de fora do aeroporto de Shannon, no oeste da Irlanda. Protestos contra a guerra e contra Trump estão previstos para ocorrer no país durante a visita do presidente dos EUA. Martin concentrou suas declarações nos estreitos laços econômicos entre os dois países. Empresas de propriedade americana, principalmente dos setores de tecnologia e farmacêutico, empregam cerca de 10% dos trabalhadores na Irlanda, depois que sucessivos governos priorizaram, ao longo de décadas, a geração de empregos e a arrecadação de impostos dessas empresas. "Vocês levaram todas as nossas empresas médicas. Temos que recuperar algumas delas", disse Trump. "Vocês passaram a perna em nós, mas tudo bem... Há muito espaço para todos, e nossa relação com vocês é fantástica", afirmou.

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Suécia vai às urnas para eleições acirradas com foco em discurso anti-imigração e empobrecimento da população
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Suécia vai às urnas para eleições acirradas com foco em discurso anti-imigração e empobrecimento da população
Internacional — Homem caminha diante de cartaz do Partido Democrata da Suécia, em 11 de setembro de 2026. Denis Balibouse/ Reuters Após uma campanha dominada por uma população mais empobrecida e em um contexto de segurança cada vez mais tenso, os suecos comparecerão às urnas neste domingo ...

Internacional — Homem caminha diante de cartaz do Partido Democrata da Suécia, em 11 de setembro de 2026. Denis Balibouse/ Reuters Após uma campanha dominada por uma população mais empobrecida e em um contexto de segurança cada vez mais tenso, os suecos comparecerão às urnas neste domingo (13) para eleições gerais que prometem ser fortemente acirradas. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp ➡️ Durante vários meses, tudo parecia decidido: as pesquisas apontavam a ampla vantagem do bloco de oposição do centro e da esquerda, liderada pelos social-democratas de Magdalena Andersson. Nas últimas semanas, no entanto, a coalizão de centro-direita do primeiro-ministro, Ulf Kristersson, reduziu a diferença. Segundo analistas, o resultado da votação pode ser decidido por uma margem estreita. Kristersson é apoiado pelo partido anti-imigração Democratas da Suécia (SD). "Ainda há um pouco de suspense", destacou Jan Teorell, cientista político da Universidade de Estocolmo. As três pesquisas mais recentes mostram o bloco de esquerda e de centro com quase 50% das intenções de voto, contra 47% para as quatro legendas de direita. Desigualdades crescentes Eleitor deposita cédula em urna em votação antecipada em Estocolmo, na Suécia, em 11 de setembro de 2026. Denis Balibouse/ Reuters O bloco de direita prometeu continuar com a política de combate à criminalidade, ao mesmo tempo em que endurece as medidas na área de imigração. Mas o lema, que permitiu sua chegada ao poder em 2022, enfrenta dificuldades atualmente para gerar o mesmo entusiasmo, segundo Teorell. Kristersson "chegou ao poder com um programa focado, em particular, no combate à criminalidade e na redução dos preços da energia. A criminalidade e os preços da gasolina diminuíram e, portanto, estes temas já não estão entre as principais preocupações dos eleitores", explicou o cientista político. Mas, em um país em que as desigualdades não param de crescer e o poder de compra da população diminiu, a esquerda anunciou a intenção de aumentar os impostos sobre os bancos e sobre as rendas mais elevadas para investir em saúde e educação, além de uma proposta de apoio financeiro às famílias. "Acho que a Suécia mudou e que está muito mais dividida. É necessário melhorar o sistema de saúde e a proteção social", declarou à agência de notícias AFP Hanna Justine Hallbom, de 46 anos, que trabalha na indústria da moda. Para a líder dos social-democratas, o desafio é determinar "que tipo de país a Suécia deveria ser". A escolha é entre "uma Suécia onde as pessoas têm trabalho e onde podemos melhorar nosso modelo de proteção social e um país completamente diferente, com um governo dominado pelos Democratas da Suécia, um partido de extrema direita fundado por neonazistas", declarou Magdalena Andersson à AFP durante um comício. Esta legenda superou, em 2022, o partido de Kristersson para se tornar a segunda força política do país, com quase 20% dos votos. Extrema direita no governo? Agora no g1 Em caso de uma nova vitória do bloco de direita, os Democratas da Suécia, anti-imigração, esperam entrar no governo pela primeira vez em sua história e não apenas apoiá-lo, como fizeram durante quatro anos. O partido exige ministérios desta vez. O primeiro-ministro em fim de mandato prometeu alguns, em particular a pasta da Imigração. Alguns dias antes das eleições de 13 de setembro, a fundação Expo, que documenta a evolução da extrema direita sueca, revelou que uma funcionária dos SD no Parlamento compartilhou propaganda pró-Rússia diversas vezes. Ulf Kristersson, que sobreviveu a uma série de escândalos durante seu mandato, reagiu de maneira enérgica. "Estamos em plena guerra na Europa", declarou ao jornal Aftonbladet. "Não podemos ter no Parlamento pessoas que divulgam discursos pró-Rússia".

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Ameaçada pela Rússia, Finlândia adere à iniciativa francesa de dissuasão nuclear avançada
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Ameaçada pela Rússia, Finlândia adere à iniciativa francesa de dissuasão nuclear avançada
Internacional — Presidente da França, Emmanuel Macron (à esquerda), cumprimenta o presidente da Finlândia, Alexander Stubb, durante encontro em Paris, na França, em 10 de setembro de 2026. Aurelien Morissard/Pool via REUTERS/File Photo A Finlândia vai aderir à iniciativa francesa de dissua...

Internacional — Presidente da França, Emmanuel Macron (à esquerda), cumprimenta o presidente da Finlândia, Alexander Stubb, durante encontro em Paris, na França, em 10 de setembro de 2026. Aurelien Morissard/Pool via REUTERS/File Photo A Finlândia vai aderir à iniciativa francesa de dissuasão nuclear avançada, ampliando assim o alcance da medida a um país que compartilha uma fronteira de 1.340 quilômetros com a Rússia, anunciaram os dois países nesta segunda-feira (14) em um comunicado. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp O presidente finlandês, Alexander Stubb, afirmou nesta segunda que a medida é "um novo passo para aumentar a cooperação de defesa entre seu país e a França". Apesar de aderir ao programa francês, Stubb disse que não pretende hospedar armas nucleares em seu país "em tempos de paz". "A Finlândia decidiu aderir à dissuasão avançada. Nos próximos meses será estabelecido um grupo diretor sobre questões nucleares para começar a implementar a cooperação", afirmaram os dois países. Agora no g1 A iniciativa francesa prevê estender sua capacidade de dissuasão nuclear a outros países europeus por meio de exercícios conjuntos e permitir que os Estados participantes possam receber temporariamente, pela primeira vez, aeronaves francesas equipadas com armamento nuclear. A Finlândia, que integra a Otan e a União Europeia, é o 10º país europeu a aderir ao plano destinado a reforçar a segurança do continente por meio do arsenal nuclear francês. O presidente francês, Emmanuel Macron, já havia anunciado em março que seu país poderia estender seu guarda-chuva de dissuasão nuclear a aliados europeus, no momento em que o continente reavalia sua segurança com o aumento das tensões com a Rússia e após as mudanças introduzidas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na Otan.

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A história do 'vestido da vingança', usado pela princesa Diana após confissão de traição do rei Charles 3°, que agora vai a leilão
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A história do 'vestido da vingança', usado pela princesa Diana após confissão de traição do rei Charles 3°, que agora vai a leilão
Internacional — 'Vestido da Vingança': Museu em Paris apresenta Princesa Diana realista em cera A casa de leilões Sothesby's irá leiloar em dezembro um dos vestidos mais emblemáticos da realeza britânica. Conhecido popularmente como o "vestido da vingança", ele foi usado por Diana, princes...

Internacional — 'Vestido da Vingança': Museu em Paris apresenta Princesa Diana realista em cera A casa de leilões Sothesby's irá leiloar em dezembro um dos vestidos mais emblemáticos da realeza britânica. Conhecido popularmente como o "vestido da vingança", ele foi usado por Diana, princesa de Gales (1961-1997), durante uma festa de gala organizada pela revista Vanity Fair em 1994. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp O evento ocorreu na mesma noite em que seu então marido, o príncipe Charles (hoje, o rei Charles 3°), reconheceu em entrevista à BBC ter sido infiel durante o casamento. Longe de ficar em casa, humilhada e chorando, Lady Di compareceu de forma dramática à galeria Serpentine de Londres, com um vestido de seda preto, deixando seus ombros a descoberto e revelando suas pernas. No dia seguinte, a imagem de Diana estava em toda a imprensa britânica, o que valeu à peça, criada pela estilista grega Christina Stambolian, o nome de "vestido da vingança". Compreendido no seu contexto, o traje se tornou um símbolo da cultura pop da época. Ele ficou tão famoso que recebeu sua própria página na Wikipédia. O controle da narrativa A princesa de Gales usou o vestido durante um jantar beneficente, causando forte reação da imprensa Martin Keene/PA Wire A diretora global de bolsas e moda da Sotheby's, Morgane Halimi, declarou que a princesa Diana "compreendia instintivamente" que a moda poderia ser uma linguagem por si própria. "À sua maneira, a princesa Diana transformou o vestido em uma das mensagens mais poderosas que ela já havia transmitido, em um dos episódios mais esquadrinhados e emocionalmente intensos da sua vida", explica Halimi. "Ela vivia um momento em que grande parte da sua história era contada por terceiros", prossegue ela, "e, com a sua opção de vestido, retomou o controle da sua própria narrativa." Inicialmente, Diana havia escolhido para o evento um modelo mais tradicional de Valentino. Mas, na última hora, ela mudou de planos e tirou do armário o vestido de Stambolian, comprado três anos antes. A princesa ainda não havia usado aquele traje por ser "sensual demais". Mas, naquela ocasião, ela o achou perfeito. Diana usou o vestido no jantar de caridade, acompanhado de uma joia da realeza, uma bolsa de mão preta e sapatos pretos de salto alto. Para sua estilista da época, Anna Harvey, Diana "queria parecer espetacular". O 'Vestido da Vingança' usado pela Lady Di Martin Keene/PA Wire via BBC A princesa nunca mais usou o vestido. A Sotheby's espera vender o traje por até US$ 300 mil (cerca de R$ 1,5 milhão) no dia 9 de dezembro, quando ocorrerá o leilão. Um comunicado da casa à imprensa destaca que a peça está sendo oferecida em leilão pela primeira vez desde 1997, quando a princesa vendeu 79 vestidos para arrecadar dinheiro para organizações beneficentes. O automóvel Jaguar XJ40 clássico que levou Diana ao evento foi vendido em outro leilão no início deste ano, por cerca de US$ 90 mil (cerca de R$ 460 mil). Mas o valor de leilão do "vestido da vingança" é consideravelmente superior. Mesmo que o preço seja alcançado, esta não será a primeira vez que uma peça do guarda-roupa da princesa atinge um valor extraordinário. A blusa da princesa Diana com a estampa de uma ovelha negra entre filas de ovelhas brancas foi vendida em 2023, em um leilão da Sotheby's em Nova York, por US$ 1,24 milhão (cerca de R$ 6,3 milhões). VÍDEOS: mais assistidos do g1 Agora no g1

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O estigma enfrentado nas periferias pelas pessoas com depressão: 'Pobre não pode se dar ao luxo de não sair da cama'
Notícias SP
O estigma enfrentado nas periferias pelas pessoas com depressão: 'Pobre não pode se dar ao luxo de não sair da cama'
São Paulo — Andressa já ouviu que sua depressão era 'frescura' e que bastava orar para resolver o problema Carol Rocha/Agência Énois via BBC Quando Andressa Duvique, de 21 anos, moradora de Guaianases, zona leste da capital paulista, confessou a uma conhecida da sua igreja que estava com d...

São Paulo — Andressa já ouviu que sua depressão era 'frescura' e que bastava orar para resolver o problema Carol Rocha/Agência Énois via BBC Quando Andressa Duvique, de 21 anos, moradora de Guaianases, zona leste da capital paulista, confessou a uma conhecida da sua igreja que estava com depressão, ouviu da mulher que a doença era uma questão de fé. "Ela perguntou pra mim 'Ah, mas você está orando?', como se isso fosse um problema espiritual, mas isso é um problema emocional. Por isso falam que é frescura", conta a jovem evangélica. A depressão afeta 11,5 milhões de brasileiros (ou quase 6% da população), segundo dados de 2015 da Organização Mundial da Saúde (OMS). Andressa encontrou ajuda para lidar com a doença em sessões de terapia gratuitas, oferecidas por uma psicóloga. "Depois que descobri que não tinha passado no vestibular, por bem pouco, as coisas pioraram e eu vi que precisava de ajuda. No princípio, foi por causa de vestibular, mas depois fazendo terapia eu descobri que era uma questão emocional minha, que eu precisava cuidar", diz. Existem poucos estudos nacionais relacionando depressão e classe social. De acordo com uma pesquisa do Ibope, realizada sob encomenda da Associação Brasileira de Familiares, Amigos e Portadores de Transtornos Afetivos (Abrata), de dez anos atrás, as classes C e D são as mais vulneráveis à depressão – a pesquisa identificou sintomas depressivos em 25% das pessoas desse estrato social, contra 15% das classes A e B. Essa conclusão é amparada por dados americanos que apontam que pessoas vivendo na pobreza têm o dobro de chances de estarem deprimidas. Esses dados ainda fazem sentido hoje? Teng Chei Tung, psiquiatra membro do Conselho Científico da Abrata, acredita que "as pessoas pobres sofrem mais com a depressão, pelo menos por causa da falta de acesso a tratamentos adequados". Para Teng, dados mais recentes a respeito seriam "importantíssimos para buscar políticas públicas mais efetivas (no combate à depressão)". 'Você está aplaudindo, eu estou me matando' Em 2017, o rapper baiano Diogo Moncorvo, o Baco Exu do Blues, tinha tudo para estar vivendo o melhor momento de sua vida. O músico acumulava milhões de visualizações em seus clipes no YouTube. Seu álbum, Esú, foi elogiado pela crítica e lançou os holofotes para o rap criado fora do eixo Rio-São Paulo. Mas uma das faixas do álbum já mostrava que Baco estava sofrendo. "O álcool está me matando/Minha raiva está me matando/Sua expectativa em mim está me matando/Homem não chora/Foda-se, eu tô chorando!/ (...) /Isso é um pedido de socorro/Você está aplaudindo/Eu tô me matando". Baco estava com depressão. Rapper Baco falou sobre a depressão em sua música: 'Isso é um pedido de socorro / Você está aplaudindo / Eu tô me matando' Carol Rocha/Agência Énois "Eu acho que o negro, rico ou periférico, é condicionado à depressão devido à história de vida dele sabe? Porque ele sempre é deixado de lado, sofre preconceito. Isso tudo abala o seu bem-estar, sua autoconfiança, suas vontades. Se você deixar isso te afetar, você entra numa psicose maluca e não consegue sair dela", afirma o rapper Baco, que mora em Salvador e cujo público, na Bahia, é composto principalmente por jovens de periferia. Em sua tese de mestrado, defendida na Universidade Estadual de Feira de Santana (BA), a pesquisadora americana Jenny Rose Smolen propõe uma revisão na relação entre raça e transtornos mentais no Brasil. Analisando 14 pesquisas sobre transtornos mentais, ela chegou à conclusão de que não brancos têm mais tendência a sofrer com doenças como depressão. Segundo Smolen, esse problema não está ligado a fatores genéticos. Uma pista para explicar a questão pode ser encontrada em outro estudo, da Universidade do Texas, que, analisando pessoas negras dos EUA, concluiu que sofrer discriminação diária impacta na saúde mental das pessoas. Existe também o impacto bioquímico, diz a especialista em psicologia social e escritora Gabriela Moura. "Quando você se vê diante de um perigo, o seu nível de cortisol aumenta. Só que o nosso corpo foi feito para que isso aconteça num período de cinco, dez minutos, que é o tempo de você entrar em estado de alerta e fugir do perigo. Em uma situação de preconceito, de violência social, a gente se vê nessa situação o tempo todo, então, o indivíduo passa 24 horas em estado de alerta, não sabendo se ele vai ser bem recebido, não sabendo se ele vai sofrer violência policial, violência urbana, e isso a médio ou longo prazo causa uma extrema fadiga no corpo e na mente." Para completar, há indicativos de que negros tenham acesso mais restrito a tratamentos médicos e a planos de saúde privados, o que força a maioria a recorrer ao sistema público. Segundo a Pesquisa Nacional de Saúde (PNS), divulgada em 2015 e abrangendo os setores público e privado, 74,8% dos brancos tinham consultado um médico nos últimos 12 meses, contra 69,5% dos pretos e 67,8% dos pardos. Só 21,6% dos pretos e 18,7% dos pardos tinham plano de saúde, contra 37,9% dos brancos. Resta à imensa maioria o atendimento gratuito do SUS. "A periferia está exposta a uma vulnerabilidade social, né? Devido a todo um histórico de escravidão, de uma dificuldade maior (em relação) às possibilidades de estudo, de trabalho formal, de violência policial, isso está presente", diz à reportagem um psicólogo de uma Unidade Básica de Saúde (UBS), localizada na periferia de São Paulo, que pediu anonimato. "Até nos equipamentos de saúde, às vezes, existe uma dificuldade de encontrar um acolhimento, um reconhecimento na questão do racismo." Gabriela Moura conclui: "Para a gente conseguir alcançar essas camadas a gente tem que repensar como esse atendimento está sendo feito, a ponto de essas pessoas não evitarem e não negligenciarem a sua própria saúde." Limitações no atendimento A psiquiatra Laura Helena Andrade, coordenadora do Núcleo de Epidemiologia Psiquiátrica, do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, foi uma das responsáveis pela São Paulo Megacity Mental Health Survey, uma ampla pesquisa sobre saúde mental realizada na Grande São Paulo e divulgada em 2012. Andrade explica que uma pesquisa dessas (realizada entre 2005 e 2007), com mais de 5 mil entrevistados em sessões ao vivo, com até quatro horas de entrevista, é complexa e leva muito tempo para ser realizada, tabulada e ter seus resultados divulgados. Esse seria um dos motivos da falta de dados mais recentes sobre o tema. Lucia sofreu com a depressão por conta de problemas de saúde e mortes na família Carol Rocha/Agência Énois Andrade vê com ressalvas as conclusões da pesquisa do Ibope de que a pobreza seria determinante para uma maior tendência à depressão e aponta que casos de transtornos mentais são encontrados em todas as classes sociais. Mesmo assim, dados levantados pela São Paulo Megacity apontaram alguns efeitos da pobreza na saúde mental do paulistano, como uma maior incidência de transtornos de ansiedade em pessoas com baixa escolaridade e de transtornos psiquiátricos relacionados ao abuso de drogas (incluindo álcool) em pessoas que moram em vizinhanças com maior nível de privação social. A exposição a situações de violência também aparece como um gatilho para transtornos mentais nos dados da pesquisa. De acordo com a OMS, entre 2005 e 2015, o número de pacientes com depressão aumentou 18,4%. Apesar da existência de tratamentos, poucas pessoas – menos de 10% dos casos – recebem ajuda médica. Demora para ser atendido pelo SUS Lucia Figueiredo tem 59 anos e é moradora do Jardim Brasil, zona norte de São Paulo. Ela diz que sua primeira experiência com a depressão foi há 26 anos, quando sofreu um aborto espontâneo, mas o problema acabou se intensificando quando teve hipotireoidismo e uma série de mortes ocorreram em sua família. "Não tocava mais piano, não participava mais das coisas que sempre me faziam bem. E três meses depois que perdi meu irmão e cunhado, perdi minha mãe. (Aí se) intensificaram os sintomas. Então, tive que buscar ajuda médica", conta. No entanto, levou nove meses para conseguir tratamento na rede pública de São Paulo. "O problema do SUS é (que) a partir do momento que a pessoa entra no sistema para uma consulta, até conseguir chegar a um psiquiatra, demora bastante", diz Lucia. "O problema não é o profissional, nem o atendimento psicológico, mas a distância de quando se detecta o problema até chegar na possibilidade de ser atendido." SUS não 'dispõe da mesma gama de medicação do mercado' Reprodução/RPC Kelly Pereira, de 22 anos, sofre de depressão desde a adolescência, e sua experiência com o SUS não foi positiva. Além da dificuldade de diagnóstico, ela penou com a distribuição irregular de antidepressivos. "Se não houver uma boa adaptação com o remédio, não tem o que fazer, geralmente só tem uma única opção", diz a moradora da periferia de Santo André, Grande São Paulo. Em nota, a Prefeitura de Santo André declarou que a "Relação Municipal de Medicamentos (Remume) não dispõe de apenas uma opção para tratamento - na verdade estão listadas 6 opções (Sertralina 50 mg, Fluoxetina 20 mg, Amitriptilina 25 mg, Imipramina 25 mg, Clomipramina 25 mg e Nortriptilina 25 MG), sempre pensando em alternativas que atendam as prescrições pelo princípio ativo do medicamento". A Remume segue a lista da Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (Rename), que define os medicamentos disponíveis no Sistema Único de Saúde e é elaborada pelo Ministério da Saúde. Mas essas opções são suficientes? Para o psiquiatra Alexandre Valverde, pós-graduado pela Universidade de Paris-1 Panthéon-Sorbonne, que trabalhou por anos no CAPS Itapeva, em São Paulo, e também com crianças em situação de vulnerabilidade no Projeto Quixote, a resposta é "não". "Infelizmente (no SUS) não dispomos de toda a gama de medicações do mercado. Pode-se fazer muita coisa já com essas (seis) opções de antidepressivos, mas muitas vezes ao custo de efeitos colaterais e uma resposta insuficiente. A questão é que em bairros periféricos, faltam até esses medicamentos da listagem do SUS." O psicólogo da UBS consultado pela reportagem concorda com Valverde e lembra que já viu faltarem em unidades do CAPS, na cidade de São Paulo, antipsicóticos, que são medicamentos usados em casos de esquizofrenia, e sem os quais o paciente pode ter surtos de alucinações. Segundo a Prefeitura de Santo André, os seis tipos de antidepressivos listados acima não estão em falta nos CAPS e nos Centros de Especialidades da cidade. Alexandre Valverde levanta, ainda, a questão da eficácia dos genéricos que são disponibilizados no SUS. "Alguns deles têm um efeito muito abaixo do esperado em relação à medicação de referência. Tínhamos de prescrever, por vezes, doses três a quatro vezes maiores que as habituais para conseguirmos a resposta terapêutica." 'Frescura' O tabu em cima das doenças psicológicas acontece em todas as classes sociais, mas na periferia percebe-se uma falta de conhecimento do assunto. "Existe um clichê na mente das pessoas que quem tem doença psicológica não é são, não tem equilíbrio. Por isso demorei tanto para assumir que estava doente" diz o rapper baiano Baco. "Isso é um sofrimento muito individualizado e muitas vezes estigmatizado pela falta de informação e de circulação sobre aquilo", agrega o psicólogo da UBS. A visão da depressão como "frescura", como algo ao qual o pobre não tem direito, foi muito citada pelos entrevistados ouvidos pela reportagem. "Na periferia, as pessoas estão na correria o tempo todo, buscando sobreviver, tendo que trabalhar muitas horas por dia, passar muitas horas no transporte público. Acaba que, às vezes, ela precisa escolher onde ela vai depositar a energia e o tempo dela, se é buscando tratamento para uma doença que é pouco falada, pouco explorada ou se é buscando uma sobrevivência ganhando um salário irrisório, mas que pelo menos garanta uma subsistência", diz Gabriela Moura. Para Kelly, cujo pai também sofreu de depressão, uma pessoa pobre não poderia se dar ao luxo da doença. "Vi meu pai se matar todos os dias para sustentar nossa família, de segunda a segunda, saindo às quatro da manhã e chegando à noite. Sem folga, sem férias, sem nada. Meus vizinhos passando fome, muitos com vários filhos sem ter condições de criar, morando em barracos de madeira praticamente dentro do córrego, eu olhava pra eles e pensava: eles não têm depressão, eles não podem ficar doentes, senão morrem de fome. Não podem se dar ao luxo de não levantar da cama." * O Centro de Valorização da Vida (CVV) dá apoio emocional e preventivo ao suicídio. Se você está em busca de ajuda, ligue para 188 (número gratuito) ou acesse www.cvv.org.br.

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Cármen Lúcia diz estar em estado de profunda consternação e tristeza
Notícias POL
Cármen Lúcia diz estar em estado de profunda consternação e tristeza
Política — Cármen Lúcia em sessão plenária do STF Gustavo Moreno/STF A ministra Carmén Lucia, do Supremo Tribunal Federal (STF), disse estar em estado de "profunda consternação e tristeza" na sessão que discute a suposta relação entre o ex-banqueiro Daniel Vorcaro e o ministro Alexandre de...

Política — Cármen Lúcia em sessão plenária do STF Gustavo Moreno/STF A ministra Carmén Lucia, do Supremo Tribunal Federal (STF), disse estar em estado de "profunda consternação e tristeza" na sessão que discute a suposta relação entre o ex-banqueiro Daniel Vorcaro e o ministro Alexandre de Moraes. "Eu não tenho o hábito de antecipar voto quando há um pedido de vista, e por isso eu peço licença ao ministro Flávio Dino. Mas é uma questão de ordem nem é o voto que eu tinha sobre a questão, mas eu me encontro, como talvez muitos de meus colegas, em estado de profunda consternação e tristeza. Hoje um dos colegas me dizia se eu estava contrariada com alguma coisa, não, eu disse eu estou triste não apenas pelo tema que nos traz aqui que você teria sido o aquele ato decidido, mas porque este Supremo Tribunal Federal guarda da Constituição por determinação nela expressa provocou um mal estar cívico em todas as cidadãs e cidadãos brasileiros nesses últimos dias".

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Impedimento e suspeição: entenda a diferença e por que Nunes Marques e Toffoli não votarão em sessão do STF
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Impedimento e suspeição: entenda a diferença e por que Nunes Marques e Toffoli não votarão em sessão do STF
Política — Dias Toffoli se declara suspeito de votar em julgamento sobre Moraes Os ministros Kassio Nunes Marques e Dias Toffoli optaram por não votar na sessão extraordinária do Supremo Tribunal Federal (STF) desta terça-feira (15) que deve analisar o relatório da Polícia Federal (PF) sob...

Política — Dias Toffoli se declara suspeito de votar em julgamento sobre Moraes Os ministros Kassio Nunes Marques e Dias Toffoli optaram por não votar na sessão extraordinária do Supremo Tribunal Federal (STF) desta terça-feira (15) que deve analisar o relatório da Polícia Federal (PF) sobre relação entre o ministro Alexandre de Moraes e o fundador do Banco Master, Daniel Vorcaro. O que significam termos citados na sessão do STF sobre Moraes e Vorcaro Cada um deu uma justificativa: Nunes Marques se declarou impedido, enquanto Toffoli declarou suspeição de foro íntimo. Nunes Marques durante julgamento sobre supostas mensagens de Vorcaro para Moraes Antonio Augusto/STF Nunes Marques citou a atuação dele como presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e o possível impacto da discussão nas eleições. “Então, na condição de presidente do TSE, eu não me sinto confortável para participar desse julgamento e afirmo o meu impedimento”, disse. Em seguida, pediu autorização e deixou a sessão. Já Dias Toffoli relatou que, após deixar a relatoria do caso Master, passou a se declarar suspeito nos julgamentos relacionados ao caso na Segunda Turma para preservar a Corte. “Eu me senti na obrigação também de preservar a Corte, de manifestar a minha suspeição por motivo de foro íntimo”, afirmou. O ministro pediu para continuar no local, acompanhando a sessão. Dias Toffoli, ministro do STF, em sessão do STF que julga caso Moraes Rosinei Coutinho/STF Com isso, nenhum dos dois fará parte do grupo de magistrados que vão decidir se Alexandre de Moraes deve ou não ser investigado. Especialistas ouvidos pelo g1 explicam que as justificativas invocadas pelos ministros estão contempladas nos artigos 144 e 145 do Código de Processo Civil, que dispõem, respectivamente, sobre situações de impedimento e suspeição. "O impedimento envolve motivos objetivos previstos em lei que geram uma presunção absoluta de parcialidade do juiz, enquanto a suspeição envolve motivos subjetivos ligados a relações pessoais e sentimentos que geram uma presunção relativa", afirma Francisco Zardo, advogado especialista em Direito Público e mestre em Direito do Estado pela UFPR. "Há impedimento do magistrado, por exemplo, quando for parte no processo um parente seu. Há suspeição do magistrado, por exemplo, quando ele for amigo íntimo de uma das partes." Jonatas Moreth, advogado com atuação em Direito Público e Eleitoral, conselheiro seccional da OAB/DF e mestrando em Direito Constitucional pelo IDP, explica que a suspeição é um "mecanismo para preservar a imparcialidade do magistrado”. Segundo ele, a suspeição pode envolver situações como amizade íntima ou inimizade com uma das partes, aconselhamento a uma delas ou relações comerciais e financeiras. Já o impedimento, explica Moreth, envolve situações mais objetivas, como o juiz ter atuado em outra instância e se pronunciado sobre a mesma questão. Na avaliação do advogado, Nunes Marques invocou indiretamente essa preocupação ao mencionar a atuação na presidência do TSE.

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Orlando – Chegada, aluguel de carro e acomodação
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Orlando – Chegada, aluguel de carro e acomodação
São Paulo — Neste post, relembrarei uma viagem inesquecível de 13 dias em Orlando. Conforme já falamos em posts atrás, a viagem seria para levar nossa sobrinha e nossas netas para a Disney, destino obrigatório para qualquer jovem do mundo. Bom seria se todos os jovens pudessem ter esta viv...

São Paulo — Neste post, relembrarei uma viagem inesquecível de 13 dias em Orlando. Conforme já falamos em posts atrás, a viagem seria para levar nossa sobrinha e nossas netas para a Disney, destino obrigatório para qualquer jovem do mundo. Bom seria se todos os jovens pudessem ter esta vivência. Seríamos cinco pessoas e acabamos indo em três pessoas, em função do visto negado de uma das netas, Constância, nossa sobrinha, Ana Paula, minha irmã e eu. Para a Constância, foi uma grande estreia, pois foi também a sua primeira viagem de avião, outra experiência que dá as crianças uma visão geográfica do mundo. Optei pela passagem econômica, pois sendo apenas 8 horas de viagem durante o dia é perfeitamente suportável. Tentei comprar a poltrona conforto na hora do embarque, mas a aeronave estava lotada e isto não foi possível. Dica 1: A poltrona conforto pode ser comprada na hora do embarque na loja de sua companhia aérea, o valor é mais ou menos de U$ 40,00 e como o nome diz, dá um conforto maior para sua viagem.Chegamos em Orlando às 21h30 e era também minha estreia em alugar um carro sozinha e sair dirigindo a noite.  Aluguel de carro Nossa locadora foi a Sixt, que é ótima, tem carros incríveis e um ótimo preço. Mas atenção, esta não tem escritório no saguão do aeroporto, você precisa ir em uma das colunas do aeroporto, onde tem vários anúncios de locadora, verificar o telefone da sua na mesma coluna. Existe um telefone que permite você ligar e solicita o traslado para levar o carro, este é rápido e eficiente. Quando alugamos e escolhemos o carro pela internet, mas eu logo vi que o carro seria pequeno. Então pegamos uma Mercedes, que nos serviu perfeitamente. Além do aluguel, fiz seguro total e inclui os pedágios já pagos, o que dá uma tranquilidade e segurança, além de agilizar nas estradas com pagamento e paradas. Com o dólar à R$4 não estava fácil viajar. Na locadora, foi super fácil e rápido. Tentei o Waze, mas não funcionou então peguei um GPS que nos levou com facilidade para onde quiséssemos ir. Dica 2: Não tenha medo, Orlando é uma cidade onde tudo é longe e não se vê vida de pedestres, tudo é feito de carro e é muito fácil e, lógico, as rodovias são maravilhosas. Tudo super sinalizado, não tem trânsito e nada de congestionamentos. Vale a pena e a experiência é deliciosa.   Acomodação Ficamos em nosso apartamento, um Time Sharing que temos por duas semanas todos os anos, (veja post anterior), no Westgatelake que eu adoro, uso e posso ceder para quem solicitar, até mesmo para você. A localização é perfeita, exatamente a 7 minutos da Universal Studios, 4 minutos do Sea World e 17 minutos do complexo Disney, e outras atrações tudo muito próximo. O Resort nos dá conforto de uma casa de férias, com cozinha completa, restaurantes, piscinas, academia, quadras, jogos, lazer organizado, mercadinho e outras facilidades. Nosso apartamento ficava em frente ao lago e a vista é linda.       Temos 2 suítes com possibilidade de 3 suítes, para uma viagem em família ou com amigos é ideal. Eu adoro! A vivência que a criança tem ainda é acrescida, pois é necessário viver a vida da cidade, ir ao supermercado e ver a vida como ela é.   Estando no Resort você tem transporte para alguns parques e pode comprar os ingressos com valor menor. Na nossa primeira noite, pedimos uma pizza, que chegou deliciosamente quentinha e, para proprietários, a taxa de entrega está inclusa.Para Constância e para nós uma alegria. A ansiedade fazia parte de nossas vidas neste dia. No dia seguinte à cidade seria realmente apresentada.

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Ministério confirma 677 casos de sarampo em seis estados do Brasil
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Ministério confirma 677 casos de sarampo em seis estados do Brasil
São Paulo — Vacina contra sarampo está disponível no SUS Cristine Rochol/PMPA O Ministério da Saúde atualizou o número de casos de sarampo no Brasil: foram 677 casos até esta terça-feira (17) em seis estados: Amazonas, Roraima, Rondônia, São Paulo, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul. O núm...

São Paulo — Vacina contra sarampo está disponível no SUS Cristine Rochol/PMPA O Ministério da Saúde atualizou o número de casos de sarampo no Brasil: foram 677 casos até esta terça-feira (17) em seis estados: Amazonas, Roraima, Rondônia, São Paulo, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul. O número de casos em investigação assusta: chegou a 2.724. Vacina contra sarampo pode ser aplicada em adultos e crianças; entenda Veja sintomas do sarampo e saiba como se proteger Atualmente, o Brasil enfrenta dois surtos da doença, em Roraima e no Amazonas. Segundo o governo, eles estão relacionados à importação de casos de outros países. "Isso ficou comprovado pelo genótipo do vírus (D8) que foi identificado, que é o mesmo que circula na Venezuela", afirma o ministério. Casos de sarampo no Brasil A região Norte, como é visto na tabela acima, alavanca o número de casos. O Ministério da Saúde acredita que vá conseguir controlar os surtos, mas ressalta que o aumento das taxas de vacinação é importantíssimo para garantir o controle da doença. Juntamente com o sarampo, o país também está atento à circulação e às baixas coberturas vacinais da poliomielite. Sarampo no mundo Nesta terça-feira, a Organização Mundial da Saúde divulgou uma alta no número de casos da doença em todo o mundo. A baixa cobertura vacinal em alguns países, como o Brasil, contribuiu para volta da doença - foram 173.330 casos no planeta, um aumento de 41 mil casos em apenas um ano. Globalmente, 85% das crianças foram vacinadas com a primeira dose da vacina contra o sarampo no primeiro ano de vida, através dos serviços de saúde de rotina e 67% com uma segunda dose. Apesar disso, segundo o relatório da OMS, os níveis de cobertura permanecem bem aquém da cobertura de imunização contra o sarampo recomendada pela organização, que é de pelo menos 95% para evitar surtos, evitar mortes evitáveis ​​e alcançar metas de eliminação regional. 5 fatos sobre o surto de sarampo Entenda o que é sarampo, quais os sintomas, como é o tratamento e quem deve se vacinar Infografia: Karina Almeida/G1

📰 Ministério confirma 677 casos de sarampo em seis estados do Brasil

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Nutrição e estética: o que a ciência comprova?
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Nutrição e estética: o que a ciência comprova?
São Paulo — A busca pela estética corporal vem aumentando significativamente, principalmente no público feminino. Cabelos, unhas, pele, peso ideal... São algumas das maiores queixas encontradas em atendimento clínico. A nutrição é essencial para esses cuidados e a ciência vem comprovando c...

São Paulo — A busca pela estética corporal vem aumentando significativamente, principalmente no público feminino. Cabelos, unhas, pele, peso ideal... São algumas das maiores queixas encontradas em atendimento clínico. A nutrição é essencial para esses cuidados e a ciência vem comprovando cada vez mais a influência de determinados compostos nutricionais na promoção eficaz da saúde da pele, cabelos e unhas. Neste fim de semana, estarei no CONBRAN – XXV Congresso Brasileiro de Nutrição ministrando uma aula sobre o papel das gorduras da dieta na promoção da saúde e beleza, focando em estética corporal e como os nutrientes e fitoquímicos atuam nesses cuidados. Vou mostrar tudo nas minhas mídias sociais, não percam! Hoje trouxe um resumo dos principais nutrientes envolvidos na estética:Ômega-3: ação anti-inflamatória eficaz para minimizar e reduzir os nódulos de gordura na celulite e processos inflamatórios associados a perda de cabelo e enfraquecimento de unhas; Prebióticos e probióticos: melhoram da saúde intestinal que tem relação com a modulação anti-inflamatória e melhora da absorção de nutrientes; Carboidratos de baixo índice e carga glicêmica: estabilidade dos níveis glicêmicos e insulinêmicos, prevenindo a deposição de gordura corporal, fator envolvido na fisiopatologia da celulite; Silício: importante elemento estrutural do tecido conjuntivo, responsável pela normalização do metabolismo e da divisão celular, eficaz para estabilizar as células da pele, cabelos e unhas; Colágeno: principal proteína que confere estrutura e estabilidade na pele, cabelos e unhas, melhorando sua aparência e uniformidade.Vamos cuidar da alimentação para ter os resultados esperados com mais saúde e eficácia!

📰 Nutrição e estética: o que a ciência comprova?

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'Temos hoje uma PF paralela', diz Fux ao comentar sobre afastamento de Andrei determinado por Mendonça
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'Temos hoje uma PF paralela', diz Fux ao comentar sobre afastamento de Andrei determinado por Mendonça
Política — Luiz Fux, ministro do STF, em esesão que analisa se Moraes deve ser investigado Reprodução O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), comentou nesta terça-feira (15) decisão do ministro André Mendonça de afastar o diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrig...

Política — Luiz Fux, ministro do STF, em esesão que analisa se Moraes deve ser investigado Reprodução O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), comentou nesta terça-feira (15) decisão do ministro André Mendonça de afastar o diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues, depois submetida à Segunda Turma. "Tem que ter responsabilidade judicial. Não se pode admitir que fique um órgão agindo contra o Supremo Tribunal Federal. Peitando ministro do STF", disse Fux. Em concordância com o colega, o ministro André Mendonça, que falava fora do microfone, afirmou: "Temos hoje uma PF paralela". O julgamento virtual da Segunda Turma já conta com maioria de votos para referendar o afastamento. No entanto, a conclusão da sessão foi interrompida após um pedido de vista apresentado pelo ministro Gilmar Mendes. Situação do diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, será definida pelo presidente do STF, Edson Fachin. "A Segunda Turma percebeu uma série de desvios de finalidade na atuação do diretor-geral da PF. Naquela oportunidade verificou-se que - nós temos a maior admiração pela Polícia Federal. A Polícia Federal sempre trabalhou em prol do Poder Judiciário. O que não pode é a PF trabalhar contra o Poder Judiciário; instrumentalizar pessoas para sustentarem posições contra o Poder Judiciário", disse o ministro. Entenda a crise A crise que resultou no afastamento da cúpula da PF escalou após André Mendonça retirar o sigilo de relatório da PF, produzido a pedido do ministro, com mensagens encontradas no celular do ex-banqueiro Daniel Vorcaro. Os diálogos faziam menção direta ao nome "Andrei" — identificado pela própria coporação como o diretor-geral, Andrei Rodrigues. A situação atingiu novo patamar depois que o ministro Alexandre de Moraes decidiu retirar o sigilo de seis "relatórios de inteligência" produzidos de forma oculta pela PF ao longo do mês de agosto. Os documentos trouxeram apontamentos sobre a atuação de André Mendonça nos casos Master e do INSS e sobre o advogado-geral da União, Jorge Messias.

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Acidente deixa mortos e feridos na BR-262 próximo a Nova Serrana; policiais estão entre as vítimas
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Acidente deixa mortos e feridos na BR-262 próximo a Nova Serrana; policiais estão entre as vítimas
Brasil — Acidente resultou na morte de três pessoas e deixa outras seis feridas em Nova Serrana Aline Fonseca/G1 Três policiais militares morreram e outras seis pessoas ficaram feridas em um acidente registrado na manhã desta segunda-feira (23), na BR-262 próximo a Nova Serrana. A ocorrên...

Brasil — Acidente resultou na morte de três pessoas e deixa outras seis feridas em Nova Serrana Aline Fonseca/G1 Três policiais militares morreram e outras seis pessoas ficaram feridas em um acidente registrado na manhã desta segunda-feira (23), na BR-262 próximo a Nova Serrana. A ocorrência foi no km 459,9, na Ponte do Rio Lambari, e envolveu três veículos. Segundo a Polícia Militar (PM), os militares mortos no acidente são os sargentos Paulo Ricardo Ferreira da Silva, 30 anos, e Aguinaldo Marcos de Oliveira Santos, 42 anos, e o cabo Júnio dos Santos, 36 anos. O quarto policial, cabo Fábio Paulo dos Santos, 38 anos, está em estado grave e foi levado para o Hospital de Pronto Socorro João XXIII, segundo os Bombeiros. Eles saíram de Bom Despacho para Nova Serrana onde assumiriam o turno às 6h30, segundo a PM. No caminho, o veículo em que estavam se envolveu na batida. Segundo a Polícia Militar (PM), antes de ser levado do local em estado de choque, o motorista da carreta confirmou que dormiu e provocou o acidente. A concessionária que administra a via, Triunfo Concebra, informou que outras cinco pessoas, que estavam no outro veículo envolvido, ficaram feridas e foram atendidas pelo Corpo de Bombeiros. O acidente provocou um engarrafamento de cerca de 10 quilômetros nos dois sentidos da BR-262. O trânsito foi liberado em meia pista por volta das 10h. Trânsito segue em sentindo siga e pare Aline Fonseca/G1 Nota da PM A Polícia Militar da 7ª RPM enviou uma nota de pesar da morte dos três policiais militares. Todos era lotados no 60º BPM. "Ressalta-se que o Comando Geral da Polícia Militar, bem como o Comando da 7ª Região, estão prestando todo auxílio necessário às famílias dos militares e manifesta, desde já, em nome de toda Tropa da PMMG, as mais sinceras condolências aos familiares e amigos", publicou em nota. No inicio da tarde desta segunda-feira, a PM informou que os corpos dos três militares serão velados a partir das 14h30, no Centro Social, ao lado da Paróquia Militar Santa Efigênia, na vila militar do 7ª Batalhão de Polícia Militar em Bom Despacho. Os corpos do sargneto Paulo Ricardo e do cabo Júnio dos Santos serão sepultados às 19h. Já o corpo do sargento Aguinaldo Marcos de Oliveira será sepultado às 22h. Os três sepultamentos serão feitos no Cemitério Parque da Esperança, conforme a PM. Luto A Prefeitura de Nova Serrana decretou luto oficial de três dias, como homenagem póstuma aos policiais militares.

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As atualizações mais recentes sobre o panorama em Brasil indicam movimentações importantes para os próximos dias. Acompanhe a cobertura detalhada da agência Ylin Press / Host.

Destaques Principais Impacto Político e Econômico: Análise preliminar aponta desdobramentos diretos na rotina local e internacional. Reação dos Mercados e da População: Os acontecimentos geraram repercussão imediata nos setores atingidos.

Novas informações devem ser publicadas ao longo do dia à medida que as fontes oficiais confirmarem os detalhes.

Rotina Lula-Trump
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Rotina Lula-Trump
A dinâmica atual da diplomacia e da rotina institucional entre o presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, e o presidente norte-americano, Donald Trump, é caracterizada pelo pragmatismo comercial, reuniões reservadas de trabalho e, simultaneamente, discursos de forte demarcação de soberania ...
A dinâmica atual da diplomacia e da rotina institucional entre o presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, e o presidente norte-americano, Donald Trump, é caracterizada pelo pragmatismo comercial, reuniões reservadas de trabalho e, simultaneamente, discursos de forte demarcação de soberania em comícios domésticos. [1, 2, 3]A rotina de interações e as principais frentes de diálogo entre os dois mandatários estruturam-se da seguinte forma:📅 Agenda de Contatos e Encontros DiretosTelefonemas de Longo Curso: Em agosto de 2026, os dois líderes mantiveram uma ligação telefônica de 1 hora e 20 minutos para tratar do comércio bilateral e do cenário de segurança global. [1, 2]Visitas de Trabalho: Em maio de 2026, Lula realizou uma visita à Casa Branca. Diferente das tradicionais visitas de Estado, esse formato priorizou reuniões privadas e um almoço restrito no Salão Oval. [1, 2, 3]Contatos Multilaterais: Ambos mantêm o hábito de breves interações informais nas margens de fóruns globais, como a Assembleia Geral da ONU e a Cúpula do G7. Um novo encontro direto está previsto para ocorrer em Nova York. [1, 2, 3, 4]⚖️ Principais Temas da Rotina BilateralDossiê Comercial (Tarifaço): O principal ponto da rotina diplomática é a negociação para flexibilizar as taxas comerciais impostas pelos EUA a produtos brasileiros. As conversas ocorrem em nível de ministros e representantes comerciais de ambos os países. [1, 2, 3]Segurança e Cooperação: Há tratativas frequentes de interações entre a Polícia Federal e as agências americanas para o combate ao crime organizado transnacional. Contudo, essa frente enfrenta atritos técnicos recentes envolvendo a concessão de vistos para agentes de segurança. [1, 2]Discursos sobre Soberania Eleitoral: Em seus atos de campanha interna no Brasil, Lula frequentemente adota um tom rígido direcionado a Trump, enfatizando publicamente que o governo brasileiro não aceitará qualquer interferência ou ingerência externa nas eleições do país. [1, 2]

Apesar do forte contraste ideológico e das críticas recíprocas no debate político, os canais de interlocução direta continuam ativos por conveniência econômica e geopolítica de ambos os governos. [1, 2]
De Gil Vicente a Vieira
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De Gil Vicente a Vieira
A produção de Gil Vicente e a trajetória de Vicente Vieira compartilham uma ponte fundamental: a arte como metier, a performance do cotidiano e o uso da persona artística para observar e criticar a sociedade.1. Gil Vicente: O Artista Tarefeiro, a Comédia e a TragédiaGil Vicente (c. 1465 – c. 1536) f...
A produção de Gil Vicente e a trajetória de Vicente Vieira compartilham uma ponte fundamental: a arte como metier, a performance do cotidiano e o uso da persona artística para observar e criticar a sociedade.
1. Gil Vicente: O Artista Tarefeiro, a Comédia e a TragédiaGil Vicente (c. 1465 – c. 1536) fundou o teatro português operando sob uma dualidade marcante: era ao mesmo tempo um artista tarefeiro (escrevendo por encomenda para a corte dos reis D. Manuel I e D. João III) e um observador crítico da transição do Feudalismo para o Renascimento.
Comédia versus Tragédia: Gil Vicente não seguia rigidamente as formas clássicas greco-romanas. Seu teatro é predominantemente cômico e satírico, regido pelo lema moralista Ridendo castigat mores ("Rindo castigam-se os costumes"). Ele utilizava o riso, o farsesco e o caricato para expor as contradições de todas as camadas sociais — do clero corrupto à nobreza falida e ao povo ingênuo. A dimensão trágica em sua obra surge não na forma tradicional, mas na inevitabilidade do julgamento moral e divino (como no Auto da Feira ou no ciclo das Barcas), onde a comédia humana esbarra na gravidade da salvação e da morte.
A Função de Tarefeiro: O estatuto de autor encomendado não o limitava; pelo contrário, a necessidade de produzir autos para datas comemorativas da corte servia de laboratório para dramatizar o cotidiano, a diversidade de falares e a psicologia popular.
2. A Descendência e a Recepção nos Séculos XX e XXINos séculos XX e XXI, a figura de Gil Vicente foi relida não apenas como um clássico da literatura lusófona, mas como um precursor de formas populares e performáticas de teatro:
Teatro Popular e Modernista: Autores e diretores do século XX (como Ariano Suassuna no Brasil, com o Auto da Compadecida) beberam diretamente na fonte vicentina: o auto moral, a farsa, o humor rápido e a forte presença de figuras arquetípicas.
A Estética da Máscara e do Marginais: A recepção contemporânea de Gil Vicente destaca sua capacidade de dar voz aos marginalizados — judeus, alcoviteiras, camponeses e figuras itinerantes —, antecipando linguagens da performance moderna, do teatro de rua e do clown.
3. Vicente Vieira: O Artista, o Vigilante Noturno e o ClownConectando essa tradição vicentina ao contexto contemporâneo, a trajetória de Vicente Vieira encarna a sobrevivência do artista tarefeiro no século XXI.
A Arte e a Dupla Jornada (Vigilante Noturno): Assim como Gil Vicente equilibrava as exigências de servir à corte com sua liberdade poética, Vicente Vieira carrega a vivência de vigiar a noite — um lugar de observação privilegiado dos tipos urbanos, da solidão e das sombras da cidade. A ocupação do vigilante se desdobra em combustível para o olhar artístico: quem vigia à noite desenvolve a escuta e a atenção ao detalhe da comédia e da tragédia humana.
O Clown de Trajes Femininos e a Influência na Arte Moderna: A figura do clown e o uso de trajes femininos dialogam diretamente com a tradição da farsa e do travestimento teatral (presente desde o teatro elisabetano e vicentino até o cabaré e a arte drag moderna). Ao encarnar essa persona cômica e desestabilizadora, o artista desconstrói papéis rígidos de gênero e normas sociais, usando o riso não apenas como entretenimento, mas como uma ferramenta de vigilância crítica sobre a própria cultura.
A ponte entre Gil Vicente e Vicente Vieira reside na recusa de separar a arte da vida cotidiana. Seja no palco quinhentista da corte ou na performance contemporânea que cruza o trabalho noturno e a palhaçaria, o riso continua sendo o espelho mais afiado para encarar as tragédias do seu tempo.
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Daniel Voodu
Daniel Voodu destaca-se na cena contemporânea pela capacidade de circular e provocar impacto em dois territórios que se complementam através da estética, do comportamento e da experiência: o design de moda e o scenodesign / design de eventos (event design).A Identidade Estética e o Design de ModaNo ...
Daniel Voodu destaca-se na cena contemporânea pela capacidade de circular e provocar impacto em dois territórios que se complementam através da estética, do comportamento e da experiência: o design de moda e o scenodesign / design de eventos (event design).
A Identidade Estética e o Design de ModaNo campo da moda, Daniel Voodu construiu uma assinatura visual marcante e atemporal. Suas criações transitam entre a alfaiataria desconstruída, a estética vanguardista e o apelo underground, frequentemente incorporando elementos do streetwear conceitual, da cultura goth/industrial e da moda performática.
Silhuetas e Caimento: Trabalho focado na sobreposição de tecidos, cortes assimétricos e exploração de texturas (como couro, vinil, algodão pesado e ferragens industriais).
Narrativa Visual: Suas coleções e peças personalizadas vão além da vestimenta funcional; funcionam como extensões da personalidade de quem as veste, pensadas para o palco, para a noite e para a expressão pessoal sem concessões.
Moda Sob Medida e Figurino: Atua fortemente na confecção de figurinos para artistas, performers e frequentadores de cenas alternativas, unindo a precisão técnica da modelagem com uma sensibilidade subversiva.
O Design e Produção de EventosA atuação de Daniel Voodu no circuito de eventos desdobra-se na criação de atmosferas imersivas. Mais do que organizar festas ou encontros, sua abordagem fundamenta-se no conceito de experiência visual e sensorial.
Direção de Arte e Ambientação: Projetos cenográficos que transformam espaços convencionais em ambientes altamente conceituais, utilizando iluminação dramática, instalações de arte e cenografia temática.
Curadoria de Experiências: Integração entre música, iluminação, vestuário e performance, garantindo que o público interaja com o espaço de forma orgânica.
Conexão com Subculturas: Suas produções frequentemente celebram a diversidade, a liberdade de expressão e a cultura clubber/alternativa, criando espaços onde a moda e a vida noturna se fundem naturalmente.
A Sinergia entre Roupa e EspaçoO grande diferencial de Daniel Voodu reside na união dessas duas frentes: a roupa é pensada para o ambiente, e o ambiente é desenhado para valorizar a presença física e o estilo dos frequentadores. Ao alinhar o design de moda com o design de eventos, Voodu consolida uma estética autoral que celebra a autenticidade, a atitude e a cultura urbana independente.
Mensagem do Kenor de Konga para as inundações no Nepal
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Mensagem do Kenor de Konga para as inundações no Nepal
Mensagem Imperial e Fraterna de Kenor, do Reino de Konga, dirigida ao Nobre Povo do NepalDo Príncipe Daniel Mualïį de KongaAo Governo, às Lideranças Espirituais e a Todos os Filhos e Filhas do NepalNeste momento de imensa prova, em que a força da natureza e o silêncio repentino dos glaciares desafia...
Mensagem Imperial e Fraterna de Kenor, do Reino de Konga, dirigida ao Nobre Povo do Nepal
Do Príncipe Daniel Mualïį de Konga
Ao Governo, às Lideranças Espirituais e a Todos os Filhos e Filhas do Nepal
Neste momento de imensa prova, em que a força da natureza e o silêncio repentino dos glaciares desafiam a resiliência de sua terra sagrada, dirijo-me a vós não apenas como representante de Kenor e do Reino de Konga, mas como um irmão em solidariedade humana e espiritual.
As montanhas do Nepal, os majestosos Himalaias, sempre foram o teto do mundo, símbolo de eternidade, firmeza e sabedoria. Acompanhamos com profundo respeito e preocupação as severas consequências e os impactos provocados pelo desligamento glacial que afeta as vossas comunidades, as vossas fontes de vida e os vossos territórios.
O Reino de Konga envia ao povo nepalês as suas mais sinceras preces, o seu respeito inabalável e a sua total solidariedade. Reconhecemos a coragem histórica, a dignidade e a determinação com que o povo do Nepal enfrenta as adversidades ao longo dos séculos.
Que a sabedoria dos vossos ancestrais e a união do vosso povo guiem a reconstrução, a cura das terras afetadas e a proteção de cada família atingida por este evento. Que a solidariedade internacional se manifeste de forma concreta e célere para amparar aqueles que hoje enfrentam as dificuldades do clima e da transformação do nosso planeta.
De Kenor para o Nepal, estendemos os nossos braços em fraternidade e respeito. Que a paz, a força e a esperança reinem nos vossos corações e em cada vale do Nepal.
Com elevadas saudações fraternas e solidárias,
Príncipe Daniel Mualïį
Reino de Konga
Príncipe Herdeiro será ouvidor do Brasil
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Príncipe Herdeiro será ouvidor do Brasil
Continuidade no Brasil Territorial: Príncipe Herdeiro Mantém Cargo de Ouvidor Comissário Durante as Eleições de 2026SÃO PAULO — O Chanceler de São Paulo emitiu um comunicado oficial informando que o seu príncipe herdeiro responsável pelos assuntos do Brasil Territorial permanecerá no exercício do ca...
Continuidade no Brasil Territorial: Príncipe Herdeiro Mantém Cargo de Ouvidor Comissário Durante as Eleições de 2026
SÃO PAULO — O Chanceler de São Paulo emitiu um comunicado oficial informando que o seu príncipe herdeiro responsável pelos assuntos do Brasil Territorial permanecerá no exercício do cargo de Ouvidor Comissário.   
A decisão, que ratifica a atuação mantida desde o dia 20 de agosto, estende-se ao longo de todo o período das eleições majoritárias de 2026.
A permanência na função busca garantir a estabilidade institucional e a escuta ativa das demandas públicas e territoriais durante o pleito.
Em nota complementar expedida conjuntamente ao comunicado, destacou-se a visão sobre os papéis e as responsabilidades das esferas públicas e representativas:
Lembrete:
"Um deputado cuida da vida biológica, humana e espiritual das cidades em esferas de estados-províncias ou federações-distritos
Um Senador estabelece um acordo para referências da sorte do contingente de municípios e instituições públicas
Um vereador efetua a vigilância ativa no município e a prefeitura do mesmo
Um Ouvidor condizente de todos os sazoneamentos seja rural ou urbano infere processos e ações favoráveis ao povo opinante"
Para mais informações e direcionamento sobre os processos eleitorais em andamento, regras de votação ou canais institucionais oficiais, consulte o Portal do Tribunal Superior Eleitoral.
Sobre o vídeo selecionadoEste vídeo do canal CEAB Brasil no YouTube aborda aspectos institucionais e a relevância de áreas geográficas/territoriais no contexto de atribuições comissárias e de serviço público.
Novo Bispado na Igreja da União Francesa ACM
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Novo Bispado na Igreja da União Francesa ACM
A Igreja da União Francesa ACM celebra a oficialização de seu novo Bispado, marcando um momento solene de renovação espiritual e liderança comunitária. ⛪ Solenidade do Novo Bispado na Igreja da União Francesa ACM A cerimônia contou com a presença de expressivas autoridades religiosas, civ...

A Igreja da União Francesa ACM celebra a oficialização de seu novo Bispado, marcando um momento solene de renovação espiritual e liderança comunitária.

⛪ Solenidade do Novo Bispado na Igreja da União Francesa ACM

A cerimônia contou com a presença de expressivas autoridades religiosas, civis e militares, consolidando os laços institucionais e a representatividade do novo bispado perante a comunidade.

Lideranças e Autoridades Presentes Arcebispo João Silva, liderando o ato solene de bênção e posse do novo bispado. Coronel Fernando Alencar Medeiros, Comandante da Polícia Militar do Estado de São Paulo. Salvador Bueno das Neves, Conferente do Mandato Coletivo. Dra. Mariana Costa, Juíza do Sorteio.

O evento destaca a união de esforços entre o ministério eclesiástico e as instituições públicas na promoção do bem-estar social e na condução das atividades comunitárias da região.

O que levou à multa
Notícias O palavreado
O que levou à multa
O palavreado [Grupo Abril, Folha, Ablic] / Ylin Press — A Comissão Europeia concluiu que o Google descumpriu duas obrigações previstas no Ato dos Mercados Digitais (DMA), legislação que estabelece regras para grandes plataformas digitais consideradas essenciais para o acesso de consumidores e empr...

O palavreado [Grupo Abril, Folha, Ablic] / Ylin Press — A Comissão Europeia concluiu que o Google descumpriu duas obrigações previstas no Ato dos Mercados Digitais (DMA), legislação que estabelece regras para grandes plataformas digitais consideradas essenciais para o acesso de consumidores e empresas aos serviços online.

📰 O que levou à multa

Esta publicação foi extraída e gerada via análise de conteúdo da página externa fornecida (Fonte Original) sob supervisão editorial da rede O palavreado [Grupo Abril, Folha, Ablic] em parceria com Ylin Press / Host.

Destaques da Cobertura Monitoramento de Fontes: Notícia catalogada a partir de raspagem na página web informada. Distribuição Editorial: Alinhado com a divulgação de fatos e jornalismo do consórcio O palavreado [Grupo Abril, Folha, Ablic].

Para mais detalhes sobre os fatos relatados, consulte diretamente a fonte web referenciada.

Google terá 60 dias para cumprir decisão
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Google terá 60 dias para cumprir decisão
O palavreado [Grupo Abril, Folha, Ablic] / Ylin Press — Além da aplicação da multa, a Comissão Europeia determinou que o Google adote medidas para encerrar as práticas consideradas irregulares. Entre elas, a empresa deverá tratar serviços concorrentes da mesma forma que os próprios produtos nos re...

O palavreado [Grupo Abril, Folha, Ablic] / Ylin Press — Além da aplicação da multa, a Comissão Europeia determinou que o Google adote medidas para encerrar as práticas consideradas irregulares. Entre elas, a empresa deverá tratar serviços concorrentes da mesma forma que os próprios produtos nos resultados de busca e permitir que desenvolvedores da Google Play divulguem ofertas e concluam contratos com usuários dentro e fora da loja de aplicativos, sem restrições técnicas ou contratuais.

📰 Google terá 60 dias para cumprir decisão

Esta publicação foi extraída e gerada via análise de conteúdo da página externa fornecida (Fonte Original) sob supervisão editorial da rede O palavreado [Grupo Abril, Folha, Ablic] em parceria com Ylin Press / Host.

Destaques da Cobertura Monitoramento de Fontes: Notícia catalogada a partir de raspagem na página web informada. Distribuição Editorial: Alinhado com a divulgação de fatos e jornalismo do consórcio O palavreado [Grupo Abril, Folha, Ablic].

Para mais detalhes sobre os fatos relatados, consulte diretamente a fonte web referenciada.

Chefe de facção preso no Paraguai pode ter envolvimento com mega-assalto à Prosegur, diz PF
Notícias SP
Chefe de facção preso no Paraguai pode ter envolvimento com mega-assalto à Prosegur, diz PF
São Paulo — Polícia prende brasileiro chefe de facção que levava vida de luxo no Paraguai Eduardo Aparecido de Almeida, um dos chefes do PCC, pode estar envolvido na organização do mega-assalto à Prosegur, em Ciudad del Este, no Paraguai, em abril de 2017, aponta a Polícia Federal. Pisca, ...

São Paulo — Polícia prende brasileiro chefe de facção que levava vida de luxo no Paraguai Eduardo Aparecido de Almeida, um dos chefes do PCC, pode estar envolvido na organização do mega-assalto à Prosegur, em Ciudad del Este, no Paraguai, em abril de 2017, aponta a Polícia Federal. Pisca, como também é conhecido, foi preso em Assunção na quarta-feira (18) durante uma operação conjunta da Secretaria Nacional Antidrogas (Senad) do Paraguai e da PF. Vídeo mostra momento da prisão de chefe de facção no Paraguai Eduardo Aparecido de Almeida, o Pisca, foi preso em uma operação conjunta entre as polícias paraguaia e brasileira em Assunção Divulgação Na ação foram presos ainda outro brasileiro, Ricardo Moraes Alves, e um policial paraguaio, ambos também apontados como integrantes da facção criminosa que atua nos dois países. Os dois brasileiros foram expulsos do país vizinho por volta das 22h e entregues à PF na aduana da Receita Federal na Ponte Internacional da Amizade, entre Ciudad del Este e Foz do Iguaçu, no oeste do Paraná. Segundo o delegado Fabiano Bordignon, material genético de Almeida e de outro suspeito preso também na quarta-feira na capital paraguaia será colhido para comparação com outros colhidos em uma casa supostamente usada pelo grupo antes do assalto. Na madrugada do dia 24 de abril de 2017, cerca de 40 assaltantes participaram do roubo de mais de US$ 11,7 milhões da sede da Prosegur em Ciudad del Este, no Paraguai AP Foto/Mariana Ladaga/Diario ABC Color “Eles serão ouvidos e também será feita a coleta de DNA para ver se dá algum confronto positivo com o local do crime no Paraguai. Pode ter também uma atividade deles intelectual, não necessariamente na atuação e na execução do roubo”, destacou. Bordignon afirmou que Pisca e Alves devem permanecer presos na delegacia da PF em Foz do Iguaçu até que possam ser transferidos para uma penitenciária federal. O mega-assalto Na madrugada do dia 24 de abril de 2017, cerca de 40 assaltantes participaram do roubo de mais de US$ 11,7 milhões – o equivalente a R$ 40 milhões - da transportadora de valores. No dia do assalto, um policial paraguaio foi preso na troca de tiro com os assaltantes. Em buscas feitas no Brasil após a fuga do grupo, foram apreendidos explosivos e armas de vários calibres, como fuzis, e recuperados R$ 4,5 milhões em cédulas de real, guarani e dólar. A perícia na casa em Ciudad del Este, usada pelo grupo por cerca de 30 dias até o dia do assalto, e exames de DNA identificaram cerca de 30 perfis genéticos. No total, 12 suspeitos de envolvimento no crime permanecem presos – quatro deles no país vizinho. Dos oito inquéritos abertos pela Polícia Federal do Brasil, um foi concluído e sete estão em andamento. Outro lado Até a ultima atualização desta reportagem, o G1 tentava contato com a defesa dos dois citados. Veja mais notícias da região no G1 Oeste e Sudoeste.

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Concurso da prefeitura de Tabapuã tem inscrições abertas até 31 de julho
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Concurso da prefeitura de Tabapuã tem inscrições abertas até 31 de julho
São Paulo — A prefeitura de Tabapuã (SP) está com inscrições abertas para concurso público que irá preencher vagas e também cadastro de reserva em várias funções do Executivo. As inscrições vão até 31 de julho. As provas serão aplicadas na cidade de Tabapuã. Ao todo são 34 vagas para cargos c...

São Paulo — A prefeitura de Tabapuã (SP) está com inscrições abertas para concurso público que irá preencher vagas e também cadastro de reserva em várias funções do Executivo. As inscrições vão até 31 de julho. As provas serão aplicadas na cidade de Tabapuã. Ao todo são 34 vagas para cargos como agente administrativo, analista técnico jurídico, professor, motorista, médico, fisioterapeuta e outras vagas. As inscrições serão feitas exclusivamente, via internet, no site da organizadora do concurso. O valor é de R$ 50 para cargos de nível fundamental, R$ 80 para de ensino médio e R$ 100 para cargos de nível superior. Os salários vão de R$ 1 mil para monitor educacional de transporte escolar até R$ 5,2 mil para médico. Veja mais notícias da região em TEM Empregos

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Internos decapitam e esquartejam adolescente no Centro Socioeducativo de Roraima
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Internos decapitam e esquartejam adolescente no Centro Socioeducativo de Roraima
Brasil — Esta é a segunda morte registrada no CSE só neste ano Felipe Medeiros/Rede Amazônica Roraima/Arquivo Um adolescente foi assassinado dentro do Centro Socioeducativo (CSE) Homero de Souza Cruz Filho, em Boa Vista. O menor, identificado como Paulo Henrique Medeiros Soares, de 16 ano...

Brasil — Esta é a segunda morte registrada no CSE só neste ano Felipe Medeiros/Rede Amazônica Roraima/Arquivo Um adolescente foi assassinado dentro do Centro Socioeducativo (CSE) Homero de Souza Cruz Filho, em Boa Vista. O menor, identificado como Paulo Henrique Medeiros Soares, de 16 anos, foi decapitado e esquartejado dentro de um dos quartos da unidade no início da noite de sábado (21). Segundo o coronel Elias Santana, chefe do Comando de Policiamento da Capital (CPC), o adolescente foi morto por integrantes de uma facção criminosa. Não houve confronto e nem feridos. “Os adolescentes cantaram, bateram palmas e durante essa espécie de rito assassinaram o adolescente com requintes de crueldade. Arrancaram a cabeça, braço e vísceras”, declarou o coronel Santana. Pelo menos 15 menores que estavam no mesmo quarto que ele foram levados à Central de Flagrantes. O corpo foi recolhido pelo Instituto Médico Legal. “O menor estava apreendido há poucos dias. Ele foi detido na quinta-feira [19] por roubo de um celular no bairro São Vicente”, detalhou o coronel. Servidores relataram ter encontrado o adolescente morto por volta das 18h45, durante a troca das equipes de plantão. Segundo eles, Paulo Soares estava em um dos quartos do bloco C, junto com outros internos ligados à facção Primeiro Comando da Capital (PCC). Ainda conforme os servidores, eles teriam descoberto que o adolescente pertenceria ao grupo rival, o Comando Vermelho (CV), e por isso cometeram o assassinato usando armas artesanais. Esta é a segunda morte registrada neste ano no CSE. A primeira foi no mês de maio. “Ao entrar na unidade ele disse ser integrante do PCC, mas lá dentro ele foi identificado como membro do grupo rival por causa de uma tatuagem. Ao que tudo indica ele foi morto por isso”, disse uma servidora que não quis ter o nome citado. Como medida de segurança, internos de facções rivais são mantidos em áreas separadas do CSE desde o ano passado. Mesmo assim, o clima é de tensão na unidade, que passa por uma reforma emergencial em razão de uma série de rebeliões registradas nas últimas semanas. Na primeira semana de julho, cerca de 20 internos ficaram detidos no CSE dentro de dois furgões do sistema penitenciário. A medida, segundo a Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejuc), era para garantir a segurança dos jovens, uma vez que os quartos destruídos ficaram sem condições de uso.

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PATs na região de Itapetininga divulgam mais de 200 vagas de emprego
Notícias SP
PATs na região de Itapetininga divulgam mais de 200 vagas de emprego
São Paulo — PAT Itapetininga oferece vagas de emprego G1 As unidades dos Postos de Atendimento ao Trabalhador (PATs) da região de Itapetininga (SP) divulgaram mais de 200 novas vagas de emprego, nesta quarta-feira (18). São oportunidades em diversos setores, tais como saúde, comércio e i...

São Paulo — PAT Itapetininga oferece vagas de emprego G1 As unidades dos Postos de Atendimento ao Trabalhador (PATs) da região de Itapetininga (SP) divulgaram mais de 200 novas vagas de emprego, nesta quarta-feira (18). São oportunidades em diversos setores, tais como saúde, comércio e indústria. Os interessados devem se cadastrar por meio do site do programa Emprega São Paulo ou ir até uma unidade do PAT com os documentos pessoais em mãos, como o RG, CPF, Carteira de Trabalho e o número do PIS. O PAT destaca que a existência das vagas depende do fluxo de acessos de empresas e usuários, e que elas podem sofrer alterações. Confira as vagas Capão Bonito (11 vagas) Motorista de Ônibus - Coletivo (4 vagas); Auxiliar de produção - senhoras (2 vagas); Estágio Bancário - Cursar 2º ano em Adm. ou Ciências Contábeis (1 vaga); Motorista Entregador (1 vaga) Técnico Mecânica - Inspetor de Qualidade (1 vaga); Mecânico Diesel - Trabalhar em Itapetininga (1 vaga); Mecânico Moleiro - Trabalhar em Itapetininga (1 vaga). O PAT fica na Rua Sete de Setembro, 840, Centro. Tatuí (56 vagas) Gerente de Agência Financeira (1 vaga); Vendedor externo (2 vagas); Instalador de câmeras (1 vaga); Auxiliar de cozinha - Para trabalhar em São Paulo (50 vagas); Eletricista de Manutenção Industrial (1 vaga); Instalador de Insulfim (1 vaga). O PAT fica na Rua Adauto Pereira, nº 352, na Vila Minghini. Pilar do Sul (5 vagas) Consultor de Negócios/Vendas - Para trabalhar em São Miguel Arcanjo (1 vaga); Operadora de caixa (1 vaga); Auxiliar de vendas (1 vaga); Auxiliar Administrativo (1 vaga); Assistente de departamento pessoal (1 vaga). O PAT fica na avenida Antonio Lacerda, 308 (Recinto Chico Mineiro - Antiga Brasan). Itapeva (4 vagas) Auxiliar de marceneiro (1 vaga); Motorista de veículo urbano de carga (1 vaga); Operador de carregador florestal (1 vaga); Instrutor de aprendizagem (1 vaga). O PAT fica na Rua Lucas de Camargo, 290, no Centro. Cerquilho (21 vagas) Farmacêutico (1 vaga); Mecânico de manutenção (2 vagas); Porteiro (1 vaga); Pizzaiolo (1 vaga); Engenheiro civil (1 vaga); Mecânico de tear (1 vaga); Tecelão de malha (1 vaga); Carpinteiro (2 vagas); Auxiliar contábil - formação em Ciência Contábeis (1 vaga); Manutenção de alarmes (1 vaga); Marceneiro (1 vaga); Área comercial (1 vaga); Auxiliar de padaria (1 vaga); Soldador (1 vaga); Balconista (1 vaga); Auxiliar de cozinha (1 vaga); Meio oficial de cozinha (1 vaga); Cozinheiro (1 vaga); Estágio na área administrativa (1 vaga). A Central de Atendimento ao Trabalhador e à Empresa fica na Estação do Trabalhador, antiga Estação Ferroviária, Centro. Piraju (5 vagas) Açougueiro (1 vaga); Operador de caixa (PCD - 1 vaga); Repositor (1 vaga); Engenheiro de segurança do trabalho (1 vaga); Personal Trainner (1 vaga). O PAT fica na Rua Esteves Kristensen, nº 175, Jardim Jurumirim. Itapetininga (153 vagas) Açougueiro (1 vaga); Alinhador/Balanceador (1 vaga); Atendente bancário (1 vaga); Atendente de balcão farmácia (1 vaga); Atendente de balcão / Cozinha - Para trabalhar em São Paulo (25 vagas); Atendente comercial (1 vaga); Almoxarife (2 vagas); Auxiliar de almoxarifado (2 vagas); Auxiliar de cozinha (PCD - 1 vaga); Auxiliar de manutenção de edificações (1 vaga); Auxiliar de instalação de segurança eletrônica (1 vaga); Auxiliar de tráfego (1 vaga); Borracheiro (1 vaga); Caseiro (1 vaga); Consultor (a) de vendas (25 vagas); Controlador de pragas (1 vaga); Comprador (1 vaga); Eletricista de Autos (1 vaga); Engenheiro mecânico (1 vaga); Farmacêutico(a) (3 vagas); Fisioterapeuta - Para trabalhar em Sorocaba (15 vagas); Fonoaudiólogo geral - Para trabalhar em São Miguel Arcanjo (1 vaga); Garçom (1 vaga); Inspetor de linha de produção (1 vaga); Lavador de carros (1 vaga); Lubrificador de máquinas (1 vaga); Mecânico agrícolas e diesel (1 vaga); Mecânico de máquinas pesadas (1 vaga); Mecânico Industrial (1 vaga); Mecânico industrial (2 vagas); Motorista entregador (1 vaga); Nutricionista (1 vaga); Operador de empilhadeira (1 vaga); Operador de colhedora de cana (5 vagas); Operador de Pá Carregadeira (1 vaga); Operador de telemarketing ativo (5 vagas); Pintor/Reparador automotivo (1 vaga); Estágio Publicidade e Propaganda (1 vaga); Representante comercial (1 vaga); Soldador (1 vaga); Supervisor de loja (1 vaga); Técnico de enfermagem (20 vagas); Técnico em segurança do trabalho (1 vaga); Trabalhador rural (1 vaga); Vendedor externo - c/ exp e veiculo próprio - (1 vaga); Vendedor (a) porta a porta - c/CNH "AB" (1 vaga); Vendedor (a) porta a porta (13 vagas). O PAT fica na Rua Monsenhor Soares (Antiga Câmara), 251, Centro. Itaí (8 vagas) Borracheiro (1 vaga); Trabalhador rural (4 vagas); Mecânico de máquinas agrícolas (1 vaga); Soldador (1 vaga); Líder de limpeza (1 vaga). O PAT fica na Avenida Santo Antônio, 1085 - Centro. Veja mais informações da região no G1 Itapetininga

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As atualizações mais recentes sobre o panorama em São Paulo indicam movimentações importantes para os próximos dias. Acompanhe a cobertura detalhada do jornal O Palavreado.

Destaques Principais Impacto Político e Econômico: Análise preliminar aponta desdobramentos diretos na rotina local e internacional. Reação dos Mercados e da População: Os acontecimentos geraram repercussão imediata nos setores atingidos.

Novas informações devem ser publicadas ao longo do dia à medida que as fontes oficiais confirmarem os detalhes.

Motorista morre carbonizado após carreta capotar e pegar fogo em rodovia do interior de SP
Notícias SP
Motorista morre carbonizado após carreta capotar e pegar fogo em rodovia do interior de SP
São Paulo — Cabine da carreta ficou destruída após acidente em Ipaussu (SP) Romeu Neto/TV TEM O motorista de uma carreta morreu carbonizado na manhã desta terça-feira (10), depois do veículo capotar e pegar fogo na rodovia Raposo Tavares, entre Ipaussu e Bernardino de Campos (SP). De acor...

São Paulo — Cabine da carreta ficou destruída após acidente em Ipaussu (SP) Romeu Neto/TV TEM O motorista de uma carreta morreu carbonizado na manhã desta terça-feira (10), depois do veículo capotar e pegar fogo na rodovia Raposo Tavares, entre Ipaussu e Bernardino de Campos (SP). De acordo com o Corpo de Bombeiros de Santa Cruz do Rio Pardo, que foram acionados para fazer o atendimento da ocorrência, Sandro do Nascimento Teodoro, de 29 anos, ficou preso nas ferragens e não conseguiu ser salvo a tempo. Nas imagens, é possível ver que a cabine da carreta ficou completamente destruída. Motorista morre carbonizado após carreta capotar e pegar fogo em rodovia do interior de SP Após o capotamento, as chamas tomaram do veículo. As chamas foram contidas pela equipe dos bombeiros, mas o veículo continua no local. O corpo do motorista já foi retirado das ferragens e o corpo foi encaminhado para o IML de Ourinhos. A ocorrência foi registrada pela Policia Rodoviária de Ourinhos. Veículo ficou virado no acostamento da rodovia em Ipaussu (SP) Romeu Neto/TV TEM Veja mais notícias da região no G1 Bauru e Marília

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Três de quatro pessoas em boia que virou no Beach Park pesam 305 kg; limite é 320
Notícias SP
Três de quatro pessoas em boia que virou no Beach Park pesam 305 kg; limite é 320
São Paulo — Ricardo Hill morreu em acidente em parque aquático na Grande Fortaleza Arquivo pessoal Três das quatro pessoas envolvidas em um acidente que resultou na morte de um turista no toboágua do Beach Park somam 305 quilos. O G1 apurou com as três pessoas que estavam na companhia de R...

São Paulo — Ricardo Hill morreu em acidente em parque aquático na Grande Fortaleza Arquivo pessoal Três das quatro pessoas envolvidas em um acidente que resultou na morte de um turista no toboágua do Beach Park somam 305 quilos. O G1 apurou com as três pessoas que estavam na companhia de Ricardo José Hilário, conhecido como José Hill, que eles pesam 110 (Mateus), 105 (Tarcísio) e 90 quilos (Michele). Com o peso de Ricardo Hill, um homem adulto, o grupo deveria somar mais de 320 quilos, o peso máximo recomendado para descer no toboágua. A perícia que apura a morte do turista está em andamento e ainda não se pode afirmar que o excesso de peso ocasionou o acidente. Veja como é o brinquedo Vainkará Ricardo José Hilário da Silva, conhecido como Ricardo Hill, sofreu uma pancada na cabeça em um acidente no brinquedo Vainkará, no Beach Park, parque aquático na Grande Fortaleza, e morreu no local. Ele descia em uma boia com mais três pessoas. Segundo relato de testemunhas ao G1, em um ponto do brinquedo a boia subiu acima do esperado, virou e caiu bruscamente no chão do toboágua. O corpo foi liberado na manhã desta terça-feira. Veja como é a descida do brinquedo Vainkará, do Beach Park Mateus Sena, um dos feridos no acidente, informou ao G1 que há uma placa na entrada do brinquedo alertando sobre o peso máximo permitido no "Vainkará", que havia sido inaugurado no fim de semana. A assessoria do parque confirmou a existência da norma de segurança. Conforme Sena, no momento em que o grupo estava no ponto de largada do brinquedo, os fiscais não impediram a descida. "Eu já tinha visto que era até 320 quilos por grupo, mas quando a gente desceu, a gente era um grupo de pessoas de grande porte, não disseram nada", afirmou. Parque lamenta Em nota, o Beach Park lamentou a morte do turista. "A equipe de segurança aquática realizou o atendimento de forma imediata, mas infelizmente o visitante foi a óbito. O Beach Park lamenta profundamente o ocorrido e está dando todo o apoio, suporte e atenção para a família". O parque aquático não funciona nesta terça, e o Vainkará permanecerá fechado até que as apurações sobre o caso sejam concluídas. Alguns turistas chegaram a ir ao complexo nesta terça-feira, mas encontraram o local fechado. Sem o Beach Park, os visitantes procuraram outros passeios na Porto das Dunas. Turista morreu em acidente no Beach Park Arte G1 O que é o Beach Park É um dos maiores parques aquáticos do mundo. Fica à beira da praia da Porto das Dunas, a 26 km de Fortaleza. No ano passado, atraiu pela primeira vez um milhão de visitantes. O empreendimento foi beneficiado com aumento das viagens domésticas no país, que substituíram os passeios internacionais devido à crise. O Beach Park faz parte de um complexo que inclui parque aquático, restaurante de praia, hotel e três resorts, o mais recente deles inaugurado em 2013. Atração 'Vainkará' em fase final de construção, em foto tirada em 22 de junho Geraldo Jr. O público majoritário do local é de turistas de outros estados brasileiros. São Paulo e Rio de Janeiro, respectivamente, aparecem como a procedência dos maiores de visitantes, só então seguidos pelos cearenses. A cada dois anos, um novo brinquedo é instalado, substituindo algum equipamento mais antigo. Em dezembro de 2015, foi a vez do Vaikuntudo, considerado o maior toboágua do mundo na categoria tornado 60, que possui 25 metros de altura, 240 metros de descida radical, passando por um túnel, uma queda e um funil gigante. Initial plugin text

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Jovem sai para lanchar com amigo e é assassinado a tiros em Divinópolis
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Jovem sai para lanchar com amigo e é assassinado a tiros em Divinópolis
Brasil — Um jovem de 19 anos foi assassinado neste sábado (21) no Bairro Catalão, em Divinópolis. De acordo com a Polícia Militar (PM), o crime ocorreu por volta das 21h, na Rua José de Alencar. A vítima tinha saído de casa para lanchar com um amigo e foi atingido por disparos de arma de fogo....

Brasil — Um jovem de 19 anos foi assassinado neste sábado (21) no Bairro Catalão, em Divinópolis. De acordo com a Polícia Militar (PM), o crime ocorreu por volta das 21h, na Rua José de Alencar. A vítima tinha saído de casa para lanchar com um amigo e foi atingido por disparos de arma de fogo. O jovem tinha passagem na polícia por lesão corporal. Uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) esteve no local e constatou o óbito da vítima, que estava no meio da rua, de bruços. A perícia da Polícia Civil fez os trabalhos de praxe e liberou o corpo para o serviço funerário. A PM informou que possui indicações da autoria dos disparos e realiza operações para tentar prender o suspeito.

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Trump tenta enviar assessores ao Brasil para questionar eleições, mas Itamaraty nega vistos
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Trump tenta enviar assessores ao Brasil para questionar eleições, mas Itamaraty nega vistos
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PT oficializa Haddad candidato ao Governo de SP em evento com Lula e Alckmin
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PT oficializa Haddad candidato ao Governo de SP em evento com Lula e Alckmin
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Datafolha mostra indecisão de eleitores de centro
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Datafolha mostra indecisão de eleitores de centro
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Sombra de Bolsonaro e do presidente da Argentina refletem isolamento de Flávio
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Flávio lança candidatura ao Planalto e mira memória de Jair Bolsonaro em fala ao lado de Milei e Tarcísio
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Flávio lança candidatura ao Planalto e mira memória de Jair Bolsonaro em fala ao lado de Milei e Tarcísio
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Milei chama Alexandre de Moraes de 'lixo careca' em evento do senador
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Governo Lula deve abrir nova disputa com EUA por tarifaço na OMC
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Governo Lula deve abrir nova disputa com EUA por tarifaço na OMC
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Unicef alerta para risco a crianças, um mês após terremotos na Venezuela BR
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No Dia Mundial da Prevenção do Afogamento, OMS lança guia salva-vidas BR
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Lixo marinho: Cabo Verde lidera a revolução azul contra a ameaça silenciosa BR
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Lixo marinho: Cabo Verde lidera a revolução azul contra a ameaça silenciosa BR
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Ataques no Mar Vermelho aprofundam crise no Oriente Médio BR
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Ataques no Mar Vermelho aprofundam crise no Oriente Médio BR
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International Criminal Court Prosecutor Karim Khan dismissed
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Security Council debrief: Race for critical minerals intensifies amidst warnings of conflict
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Security Council debrief: Race for critical minerals intensifies amidst warnings of conflict
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‘Women do not stop giving birth in an emergency’ – one month after Venezuela quakes
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‘Women do not stop giving birth in an emergency’ – one month after Venezuela quakes
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UN chief hails Syria’s ‘moment of possibility’ on first visit since fall of Assad regime
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UN chief hails Syria’s ‘moment of possibility’ on first visit since fall of Assad regime
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‘Judges should be superhuman’: The invisible burden behind the bench
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‘Judges should be superhuman’: The invisible burden behind the bench
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Middle East: UN warns against wider escalation after Houthi attacks in the Red Sea
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Middle East: UN warns against wider escalation after Houthi attacks in the Red Sea
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Brasil atinge meta de redução de homicídios para 16 mortes a cada 100 mil habitantes
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Brasil atinge meta de redução de homicídios para 16 mortes a cada 100 mil habitantes
Política — Anuário da Segurança: feminicídios batem recorde,taxa de assassinatos é a menor desde 2012 O Anuário Brasileiro de Segurança Pública, divulgado nesta quinta-feira (23), mostra que o país atingiu em 2025 a meta de redução de homicídios dolosos fixada em plano do governo federal. ...

Política — Anuário da Segurança: feminicídios batem recorde,taxa de assassinatos é a menor desde 2012 O Anuário Brasileiro de Segurança Pública, divulgado nesta quinta-feira (23), mostra que o país atingiu em 2025 a meta de redução de homicídios dolosos fixada em plano do governo federal. O documento mostra que o Brasil registrou 15,1 homicídios a cada 100 mil habitantes. A meta era chegar à taxa de 16 mortes a cada 100 mil habitantes. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça Os homicídios dolosos são aqueles cometidos com a intenção de matar. O anuário produzido pelo Fórum Nacional de Segurança Pública considera homicídios dolosos como uma parte das mortes violentas intencionais, o principal dado calculado pelo estudo. 🔎 São classificadas como mortes violentas intencionais: homicídios dolosos, feminicídios, latrocínios (roubos seguidos de morte), lesões corporais seguidas de morte e mortes cometidas por policiais. A meta de redução da taxa de homicídios foi fixada pelo Plano Nacional de Segurança Pública, elaborado pelo governo federal em 2021. O plano toma como base estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) sobre os os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU). A meta era reduzir em um terço os homicídios, partindo do dado de 2018 do Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública (Sinesp), do Ministério da Justiça. Nesse ano, foram registrados 49.151 homicídios, que correspondem a uma taxa de 23,57 vítimas por 100 mil habitantes. Para cumprir a meta seria necessária uma redução de 32,13% até 2030, ou seja, de 3,21% por ano. A redução dos homicídios dolosos registrada pelo Anuário de Segurança Pública foi de 10% de 2024 para 2025. Em 2024, foram 17,1 casos a cada 100 mil habitantes - taxa que caiu para 15,4 em 2025. Anuário destaca alta de feminicídios e redução de mortes violentas em geral Os feminicídios no Brasil bateram recorde em 2025, número que vai na contramão do registro do menor patamar de mortes violentas em geral em mais de uma década, segundo dados do Anuário da Segurança Pública divulgados nesta quinta-feira (23) pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública. LEIA TAMBÉM: 95 celulares são roubados ou furtados por hora no Brasil Foram 1.571 feminicídios ao longo do ano passado, alta de 4% em relação aos 1.504 crimes registrados em 2024. Isso significa 4 mulheres mortas por dia. É a maior quantidade de registros desde a criação desse tipo penal -- o que aconteceu em 2015 (veja na arte abaixo). 📃 De acordo com o Código Penal, feminicídio é o assassinato de mulheres por razões que envolvem violência doméstica e familiar ou menosprezo ou discriminação à condição de mulher. Registros de feminicídio ano a ano Arte/g1 As mortes violentas seguem em queda contínua há cinco anos: foram 40.775 em 2025, o que é 8% menor em comparação às 44.126 mortes violentas em 2024. É a menor marca desde 2012 (leia mais abaixo). Juliana Brandão, coordenadora de Gênero e Raça do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, considera que a alta nos feminicídios se dá tanto pelo fato de o crime ter sido tipificado quanto por "sinais consistentes de aumento real" neste tipo de crime. "Se a gente estivesse lidando apenas com a melhoria do registro, a gente ia esperar uma estabilização após alguns anos. Mas o que a gente tem observado é um crescimento que segue de forma contínua ao longo desse período de monitoramento", afirma a especialista. Outro ponto analisado é a alta em outros indicadores de violência doméstica cometida contra mulheres em 2025 (veja mais abaixo). "O que nos leva para a hipótese de que estamos lidando com um cenário de piora em relação à defesa dos direitos das mulheres", diz Brandão. Menor quantidade de mortes violentas em 13 anos Com as 40.775 mortes violentas registradas em 2025, o Brasil chegou ao menor patamar nesse indicador desde 2012. Isso se deu pela redução dos crimes em 20 das 27 unidades federativas (veja no mapa abaixo). Total de mortes violentas intencionais ano a ano Arte/g1 É a primeira vez que o país registra uma taxa de 19,1 mortes a cada 100 mil habitantes. O menor patamar alcançado anteriormente foi com os 20,8 casos por 100 mil, no ano passado. Entre os estados com quedas destacadas estão Amazonas (32,5%), Rio Grande do Sul (25,7%) e Mato Grosso (23,2%). Mapa mostra a taxa de mortes violentas em cada estado e no Brasil Arte/g1 "A importante redução de mortes violentas intencionais entre 2024 e 2025 em mais de 8% é um dado bastante significativo. Consolida uma tendência de redução que a gente vem acompanhando desde 2018 nas estatísticas, praticamente ininterrupta", diz David Marques, gerente de programas do Fórum Brasileiro de Segurança Pública."A gente está diante de um fenômeno a ser comemorado dentro da política de segurança pública do Brasil". Para Marques, ainda há espaços para melhoria. "Dentro do número geral de mortes violentas intencionais, ainda tem o feminicídio, que cresceu, e as mortes decorrentes de intervenção policial, que são algo bastante desafiador dentro dessa redução da violência no território brasileiro", afirma. LEIA TAMBÉM: Brasil teve média de 4 golpes por minuto em 2025, mostra estudo As conclusões do Anuário de Segurança Pública de 2025: Os feminicídios bateram recorde em 2025, o que vai na contramão da redução das mortes violentas como um todo. Quatro mulheres foram mortas por dia, em média; O Brasil registrou o menor número de assassinatos desde 2012, quando começou o levantamento do Fórum. Foram 40.775 vítimas, queda de 8% em relação a 2024 (VEJA MAPA das cidades e estados mais violentos); O país teve, pela primeira vez, taxa de mortes violentas abaixo de 20: ficou em 19,1. É o menor número registrado no histórico feito pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública; Outros indicadores de violência contra a mulher registraram alta: mais casos de violências psicológicas (17%), stalking (30%), descumprimento de medida protetiva (17%) e ameaças (0,5%). O Brasil teve três tentativas de feminicídio para cada crime consumado ao longo de 2025; As dez cidades mais violentas no país ficam no Nordeste, metade na Bahia. Maranguape (CE) lidera ranking pelo 2º ano seguido e foi o único município a superar a taxa de 100 mortes violentas por 100 mil habitantes; Santa Catarina registrou 7,6 mortes violentas por 100 mil habitantes e se tornou o estado com a menor taxa do país. São Paulo ocupava essa posição desde 2014; As mortes cometidas por policiais aumentaram 5% no ano passado, enquanto o número de policiais mortos caiu 3%; Os registros de produção, posse ou distribuição de conteúdos de abuso sexual infantil cresceram 25%; Os casos de bullying e cyberbullying cresceram mais de 60% entre jovens. Isso ocorre após a criação de tipo penal específico, em 2024; A quantidade de adolescentes que cumprem medida socioeducativa no Brasil caiu 54% em 9 anos: são 12,2 mil jovens, a maioria meninos (93%), negros (74%) e entre 16 e 18 anos (76%). As ocorrências mais comuns são roubo (29%) e tráfico de drogas (28%); O número de pessoas no sistema prisional cresceu 6% e chegou a 964 mil. O estudo prevê que, se for mantida a tendência, o Brasil pode bater 1 milhão de presos já em 2027; Há 2,1 milhões de empresas e pessoas autorizadas a ter armas — desse total, 1 milhão têm licença de CAC (Caçadores, Atiradores e Colecionadores) — e 1,6 milhão de armas cadastradas. Três em cada 10 armas estão com registro vencido.

📰 Brasil atinge meta de redução de homicídios para 16 mortes a cada 100 mil habitantes

As atualizações mais recentes sobre o panorama em Política indicam movimentações importantes para os próximos dias. Acompanhe a cobertura detalhada da agência Ylin Press / Host.

Destaques Principais Impacto Político e Econômico: Análise preliminar aponta desdobramentos diretos na rotina local e internacional. Reação dos Mercados e da População: Os acontecimentos geraram repercussão imediata nos setores atingidos.

Novas informações devem ser publicadas ao longo do dia à medida que as fontes oficiais confirmarem os detalhes.

VÍDEO mostra homem atirando em grupo na Cisjordânia; 4 palestinos e 2 israelenses morreram
Notícias MUNDO
VÍDEO mostra homem atirando em grupo na Cisjordânia; 4 palestinos e 2 israelenses morreram
Internacional — Testemunha flagra homem armado atirando contra pessoas na Cisjordânia Quatro palestinos e dois soldados israelenses foram mortos perto da aldeia palestina de Tal, a sudoeste de Nablus, na Cisjordânia, nesta sexta-feira (24). O episódio de violência, que ocorre em meio ao au...

Internacional — Testemunha flagra homem armado atirando contra pessoas na Cisjordânia Quatro palestinos e dois soldados israelenses foram mortos perto da aldeia palestina de Tal, a sudoeste de Nablus, na Cisjordânia, nesta sexta-feira (24). O episódio de violência, que ocorre em meio ao aumento dos ataques de colonos israelenses a aldeias palestinas, foi registrado por uma testemunha. O vídeo, que circula nas redes sociais, mostra um homem armado atirando em várias pessoas. A gravação, feita à distância, do alto de um morro, também mostra um veículo blindado. Segundo a agência de notícias Reuters, o veículo aparentemente pertencente ao Exército de Israel. Também ouve-se um homem falando em árabe: "Farouk, todos que estavam com ele foram baleados. Eles estão no campo". Autoridades palestinas e israelenses dão versões diferentes sobre o caso Homem armado dispara contra pessoas em Tal, perto de Nablus. Mídia Social via REUTERS O Exército israelense informou ter recebido relatos de que civis israelenses que faziam trilhas na região foram atacados perto da vila, e que um palestino tomou a arma de um agente de segurança israelense do assentamento vizinho de Havat Gilad e abriu fogo, ferindo vários israelenses antes de ser morto. Mais tarde, anunciou ter neutralizado o autor do ataque e recuperado a arma roubada. Também falou que ainda busca localizar possíveis cúmplices. Já as autoridades palestinas locais disseram que um grande grupo de colonos israelenses tentou invadir duas casas e foi confrontado por moradores da vila. Segundo o presidente do conselho local de Tal, Walid Zidan, o grupo era formado por 20 pessoas, e soldados israelenses juntaram-se a eles e dispararam contra palestinos. ➡️ A vila de Tal fica na chamada Área A da Cisjordânia, que está sob controle civil e de segurança da Autoridade Palestina. A entrada de israelenses é oficialmente proibida, mas os confrontos entre palestinos e colonos de Israel está cada vez maior. Palestinos se reúnem em torno do corpo de um homem morto durante um confronto com colonos israelenses REUTERS/Nidal Eshtayeh Israel anuncia operação 'antiterrorista' Horas após o anúncio das mortes, as Forças Armadas israelenses anunciaram que estão preparando uma operação na Cisjordânia, "para uma ampla atividade antiterrorista". De acordo com a agência de notícias AFP, todos as estradas e postos de controle já foram fechados no norte da Cisjordânia, e reforços militares foram enviados para a área. Em comunicado, o gabinete do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu prometeu que agirá "com firmeza contra os terroristas" e anunciou "uma série de medidas", incluindo incursões em aldeias palestinas suspeitas de abrigar militantes, além de "acelerar a legalização de postos avançados agrícolas e o estabelecimento de novos" - os chamados assentamentos. ➡️ Como a Cisjordânia é uma área governada pela Autoridade Palestina e que os palestinos consideram a região parte de seu Estado, todos os assentamentos israelenses são ilegais aos olhos do direito internacional. Segundo dados da Autoridade Palestina, 87 palestinos foram mortos na Cisjordânia este ano, incluindo 21 mortos por colonos israelenses. Números das Nações Unidas indicam que cerca de 850 palestinos ficaram feridos em ataques de colonos israelenses desde o início do ano. Agora no g1

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Mulher, por que um dia só para ela?
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Mulher, por que um dia só para ela?
São Paulo — Dia da Mulher – A celebração das conquistas sociais, políticas e econômicas das mulheres ao longo dos anos foi o principal motivo para a Organização das Nações Unidas adotar um dia especial para nós. A mulher tem um grande papel na sociedade, afinal não é fácil realizar todas a...

São Paulo — Dia da Mulher – A celebração das conquistas sociais, políticas e econômicas das mulheres ao longo dos anos foi o principal motivo para a Organização das Nações Unidas adotar um dia especial para nós. A mulher tem um grande papel na sociedade, afinal não é fácil realizar todas as nossas responsabilidades diárias. Ser mãe, cuidar da casa, ser independente financeiramente, adequar a rotina de trabalho, cuidar da saúde (pesquisas indicam que a mulher tem maior preocupação do que os homens, e por isso vivem mais), são muitas as nossas atribuições. E realizamos com orgulho! Por isso, hoje, quero parabenizar a todas as mulheres pelo seu dia, que cada vez mais sejamos reconhecidas pelo nosso alto valor, seja na empresa que trabalhamos, seja como símbolo para a família ou em qualquer outro lugar ou situação. Como um famoso cantor/compositor já disse: “Ela tem força, ela tem sensibilidade, ela é guerreira. Ela é uma deusa, ela é mulher de verdade” – Chorão. Parabéns a todas!

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Seis candidatos disputam comando da ONU, que vive crise profunda; debates começam hoje
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Seis candidatos disputam comando da ONU, que vive crise profunda; debates começam hoje
Internacional — Os seis candidatos a secretário-geral da ONU: Michelle Bachelet (Chile), María Fernanda Espinosa (Equador), Rafael Grossi (Argentina), Rebeca Grynspan (Costa Rica), Carolyn Rodrigues Birkett (Guiana) e Macky Sall (Senegal). Mark Gart/ONU; Manuel Elías/ONU; Loey Felipe/ONU; ...

Internacional — Os seis candidatos a secretário-geral da ONU: Michelle Bachelet (Chile), María Fernanda Espinosa (Equador), Rafael Grossi (Argentina), Rebeca Grynspan (Costa Rica), Carolyn Rodrigues Birkett (Guiana) e Macky Sall (Senegal). Mark Gart/ONU; Manuel Elías/ONU; Loey Felipe/ONU; Jean Marc Ferré/ONU A ONU realiza nesta quinta-feira (23) um debate público com os candidatos ao cargo de secretário-geral na sede das Nações Unidas, em Nova York. Ao todo, seis candidatos disputam a sucessão de António Guterres, cujo segundo mandato termina em 31 de dezembro de 2026. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp Após uma década à frente das Nações Unidas, Guterres deixa o cargo ao fim do último mandato permitido. Os seis concorrentes à sucessão apresentam, nesta semana, suas propostas em debates públicos promovidos pela organização. O próximo secretário-geral assumirá em um dos momentos mais delicados da história recente da ONU. Além de lidar com um número crescente de conflitos internacionais e com sucessivas violações do direito internacional, terá de enfrentar uma grave crise financeira, agravada pela redução das contribuições de grandes doadores e por cerca de US$ 4 bilhões, aproximadamente R$ 20 bilhões, em pagamentos atrasados dos Estados Unidos. A escolha começa no Conselho de Segurança, onde os cinco membros permanentes – Estados Unidos, China, Rússia, França e Reino Unido – têm poder de veto. Apenas o candidato aprovado pelo Conselho segue para a votação final na Assembleia Geral da ONU, que faz a nomeação oficial. ONU faz 80 anos em meio à crise financeira América Latina concentra metade dos candidatos A América Latina é a região com maior representação na disputa, com três dos seis candidatos: a ex-presidente chilena Michelle Bachelet, o diretor-geral da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), o argentino Rafael Grossi, e a costa-riquenha Rebeca Grynspan, atual secretária-geral da Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD). Bachelet tenta se tornar a primeira mulher a comandar a ONU e defende uma organização mais firme na defesa dos direitos humanos. Grossi aposta na experiência acumulada à frente da agência nuclear da ONU para lidar com crises internacionais e propõe uma reforma administrativa para tornar a organização mais eficiente. Já Grynspan defende uma ONU mais ousada e um Conselho de Segurança mais representativo, com maior participação de países da África e da América Latina. Essa ampla presença latino-americana reforça o peso político da região na disputa, embora a decisão final dependa, sobretudo, do aval dos cinco membros permanentes do Conselho de Segurança, que têm poder de veto. Quem são os demais candidatos Além dos representantes latino-americanos, a disputa conta com outros dois nomes de destaque. Um deles é o ex-presidente do Senegal Macky Sall, que governou o país entre 2012 e 2024 e aposta na experiência política e na defesa de uma maior presença africana nas instâncias de decisão global. A outra candidata é a diplomata Carolyn Rodrigues-Birkett, da Guiana, atual representante permanente do país na ONU. De origem indígena ameríndia, ela entrou mais recentemente na disputa e defende o fortalecimento do multilateralismo, uma ONU mais eficiente e capaz de responder aos desafios contemporâneos. Em fevereiro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva declarou que o Brasil apoiaria a candidatura de Michelle Bachelet, assim como o México. Processo de escolha ganha mais transparência A principal mudança em relação às eleições anteriores é o aumento da transparência. Desde 2016, a ONU passou a adotar um processo mais aberto para a escolha do secretário-geral, e as regras foram reforçadas por uma resolução aprovada no ano passado. Agora, as candidaturas são divulgadas oficialmente, junto com os currículos, as propostas de cada concorrente e informações sobre o financiamento das campanhas. Outra novidade é a realização de debates e diálogos públicos, como o desta quinta-feira, em que os candidatos apresentam suas prioridades e respondem a perguntas de representantes dos Estados-membros e da sociedade civil. Embora a decisão continue nas mãos do Conselho de Segurança e da Assembleia Geral, o processo se tornou mais transparente e permite um escrutínio muito maior por parte da comunidade internacional. Quais serão os próximos passos Findada a etapa de debates públicos, o processo entra na fase de negociações diplomáticas. A escolha passa para o Conselho de Segurança, onde o candidato precisa obter pelo menos nove votos favoráveis e, principalmente, não ser vetado por nenhum dos cinco membros permanentes. Só depois dessa recomendação é que o nome segue para a Assembleia Geral da ONU, formada pelos 193 Estados-membros, responsável pela nomeação oficial. O mandato é de cinco anos, com possibilidade de uma recondução. A eleição deste ano também pode marcar um momento histórico. A organização poderá ter, pela primeira vez em seus 80 anos, uma mulher no comando das Nações Unidas.

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'Nicarágua virou a Coreia do Norte da América Latina': a reação diante do início do plano de Ortega para acabar com eleições no país
Notícias MUNDO
'Nicarágua virou a Coreia do Norte da América Latina': a reação diante do início do plano de Ortega para acabar com eleições no país
Internacional — Comunidade internacional condena ditadura na Nicarágua "A Coreia do Norte da América Latina." É assim que o líder opositor Juan Sebastián Chamorro definiu a atual situação da Nicarágua. Nesta quarta-feira (22), o Congresso do país centro-americano iniciou um plano de traba...

Internacional — Comunidade internacional condena ditadura na Nicarágua "A Coreia do Norte da América Latina." É assim que o líder opositor Juan Sebastián Chamorro definiu a atual situação da Nicarágua. Nesta quarta-feira (22), o Congresso do país centro-americano iniciou um plano de trabalho para acabar com o processo eleitoral do país, três dias após o presidente Daniel Ortega dizer que "não haverá mais eleições". "Os dias em que partidos apoiados pelos ianques [Estados Unidos] e pelos somozistas voltariam ao poder acabaram. Nunca mais", disse Ortega durante um ato comemorativo do aniversário da Revolução Sandinista, que derrubou o regime de Anastasio Somoza em 1979 e o levou ao poder pela primeira vez. Ortega retornou à presidência em 2007 e, desde então, permanece nessa posição. O início do processo foi anunciado pelo presidente da Assembleia Nacional, Gustavo Porras. Segundo ele, o Legislativo votará no início de agosto se excluirá os partidos de oposição da participação nas eleições. "Somos nós, nicaraguenses, que decidimos quando e como realizaremos nossas eleições", disse Porras a veículos de comunicação alinhados ao governo nesta quarta, explicando que a iniciativa será transformada em lei. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp As autoridades eleitorais definirão os "elementos para não deixar sequer uma brecha" nas eleições, a fim de impedir "a terrível manipulação dos impérios e de seus lacaios", disse Porras, em referência aos partidos de oposição. Nos últimos anos, ocorreram mobilizações massivas no país exigindo reformas democráticas, mas elas foram reprimidas com violência pelo aparato militar do governo. De acordo com as leis nicaraguenses, novas eleições presidenciais deveriam ser realizadas até o final deste ano, mas, em 2025, o regime de Ortega liderou uma reforma constitucional que adiou o pleito até 2027. Nessa reforma, Rosario Murillo, esposa de Ortega, também foi declarada copresidente do país. No entanto, agora as declarações de Ortega sugerem que essa eleição tampouco chegará a ser realizada. As reações dos opositores não demoraram a chegar. LEIA TAMBÉM Sandra Cohen: Ortega escancara não ter qualquer interesse em maquiar a sua ditadura 'Ditadura familiar plena': oposição e analista criticam decisão de Ortega de cancelar eleições na Nicarágua 'Verdadeira natureza autoritária': Marco Rubio critica decisão de Daniel Ortega de cancelar eleições na Nicarágua 'O fim da democracia' Daniel Ortega, presidente da Nicarágua Leonardo Fernandez Viloria/Reuters A situação política e de participação na Nicarágua se deteriorou especialmente após as mobilizações populares de 2018, nas quais diversos setores do país exigiram a saída de Ortega do poder. Os protestos foram reprimidos com violência pelo Estado. Estima-se que pelo menos 325 pessoas tenham morrido nas manifestações, segundo organizações internacionais. Por isso, para a oposição, o anúncio do governante constitui a confirmação do fim da democracia nicaraguense. "Acho que o que Ortega tenta fazer é criar, como já disse, um sistema de partido único no qual ele controla — por meio de consultas internas — a escolha... seguindo o modelo do que fazem os chineses, os cubanos ou a Coreia do Norte", explicou Chamorro. O oposicionista vem de uma família tradicional da política nicaraguense que enfrentou Ortega em várias ocasiões. Sua tia, Violeta, venceu o atual presidente nas eleições de 1990. Chamorro chegou a ser candidato presidencial em 2021, mas foi preso. Em 2023, ele foi um dos 222 opositores que o governo Ortega deportou por considerá-los "traidores da pátria". Em reação às falas de Ortega, o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, afirmou que "o governo Trump e a comunidade internacional não ficarão de braços cruzados enquanto a ditadura de Murillo e Ortega intensifica a repressão interna e gera uma instabilidade que ameaça a segurança nacional dos Estados Unidos". O alto comissário das Nações Unidas (ONU) para os Direitos Humanos, Volker Türk, afirmou em um comunicado que os "últimos acontecimentos aprofundam ainda mais as severas restrições às liberdades fundamentais, o desmantelamento do espaço cívico e a erosão contínua do Estado de Direito" na Nicarágua. "Faço um apelo às autoridades para que reabram o espaço cívico e restabeleçam o Estado de Direito", disse Türk, ressaltando que "pessoas de todas as posições políticas devem ter permissão para votar e concorrer a cargos públicos, em conformidade com as obrigações internacionais do Estado em matéria de direitos humanos". VÍDEOS: mais assistidos do g1

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Destaques Principais Impacto Político e Econômico: Análise preliminar aponta desdobramentos diretos na rotina local e internacional. Reação dos Mercados e da População: Os acontecimentos geraram repercussão imediata nos setores atingidos.

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Procurador-geral do Tribunal Penal Internacional é afastado por denúncias de má-conduta sexual
Notícias MUNDO
Procurador-geral do Tribunal Penal Internacional é afastado por denúncias de má-conduta sexual
Internacional — Karim Khan em setembro de 2022 Peter Dejong/Reuters O procurador-geral do Tribunal Penal Internacional (TPI), Karim Khan, responsável pelos mandados de prisão internacional de Vladimir Putin e Benjamin Netanyahu, foi afastado nesta sexta-feira (24) do cargo por conta de acu...

Internacional — Karim Khan em setembro de 2022 Peter Dejong/Reuters O procurador-geral do Tribunal Penal Internacional (TPI), Karim Khan, responsável pelos mandados de prisão internacional de Vladimir Putin e Benjamin Netanyahu, foi afastado nesta sexta-feira (24) do cargo por conta de acusações de má-conduta sexual que ele enfrenta, segundo a agência de notícias Reuters. Khan nega as acusações. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp Advogado britânico proeminente, Karim Kahn, de 56 anos, é um dos principais nomes do TPI, a corte internacional sediada em Haia, na Holanda, responsável por julgar chefes ou ex-chefes de Estado e crimes de guerra. 👉 Foi ele quem apresentou os pedidos de prisão do primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, e o presidente russo, Vladimir Putin, ambos acusados por Khan de crimes de guerra e contra a humanidade. Juízes do TPI acataram o pedido e emitiram a ordem de prisão aos países membros do tribunal — Rússia e Israel não são signatários. Khan vinha sendo investigado nos dois últimos anos por denúncias de assédio sexual. Diplomatas que integram o órgão de supervisão do tribunal decidiram, no mês passado, que o advogado britânico manteve um relacionamento sexual inapropriado com uma advogada júnior do TPI e deveria ser demitido. Nesta sexta, representantes dos países-membros do TPI se reuniram na sede da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York para decidir sobre seu afastamento. O tribunal ainda não havia divulgado oficialmente o resultado da deliberação até a última atualização desta reportagem, mas, segundo fontes da agência de notícias Reuters ligadas à corte, 82 dos 125 Estados-membros do tribunal votaram a favor da remoção do promotor. Khan, de 56 anos, nega qualquer irregularidade, e seus advogados classificaram o processo que levou à votação como ilegal, processualmente injusto e desprovido de provas. Vítima Foto de arquivo de 7 de novembro de 2019 mostra sede do Tribunal Penal Internacional (TPI) em Haia, na Holanda. Peter Dejong/AP A mulher que acusou Khan de assédio falou publicamente pela primeira vez na semana passada, em uma entrevista à rede de TV norte-americana CNN internacional. Ela reiterou as acusações e disse que teve uma "relação sexual não consensual" com o procurador-geral. Advogados de Khan disseram à Reuters que ele nega "qualquer tipo de relacionamento sexual" com a funcionária. EUA x TPI Governo Trump quer desmantelar Tribunal Penal Internacional O afastamento ocorre também no momento em que os Estados Unidos empreendem uma nova campanha de difamação das Cortes Internacionais. Nesta semana, o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, afirmou que há "loucos e desequilibrados envolvidos no TPI" e que não havia qualquer possibilidade de autoridades políticas ou militares dos EUA serem julgadas pelo tribunal. Os EUA, que não são membros do tribunal, impuseram sanções a 11 juízes e promotores do TPI — incluindo Khan —, citando os mandados de prisão emitidos pelo tribunal contra Netanyahu e seu ex-ministro da Defesa, Yoav Gallant. Karim Khan também já comandou uma investigação anterior sobre tropas americanas no Afeganistão.

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Tarifaço: ministro diz que tarifa de 12,5% é 'indevida' e baseada em fatos que não são reais
Notícias POL
Tarifaço: ministro diz que tarifa de 12,5% é 'indevida' e baseada em fatos que não são reais
Política — Tarifaço: ministro diz que tarifa de 12,5% é 'indevida' e baseada em fatos que não são reais O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC), Márcio Elias Rosa, afirmou nesta quinta-feira (23) que a tarifa de 12,5% anunciada pelos Estados Unidos, sob a justificativa d...

Política — Tarifaço: ministro diz que tarifa de 12,5% é 'indevida' e baseada em fatos que não são reais O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC), Márcio Elias Rosa, afirmou nesta quinta-feira (23) que a tarifa de 12,5% anunciada pelos Estados Unidos, sob a justificativa de falhas na proibição e fiscalização da importação de mercadorias produzidas com trabalho forçado, é indevida e se baseia em "fatos que não são reais". "O Brasil tem compromissos históricos com o combate ao trabalho forçado, com a prevenção, o controle, a fiscalização e o acolhimento das vítimas. O Brasil é signatário de todos os instrumentos da Organização Internacional do Trabalho. Não abona nem apoia essa prática e, mais do que isso, tem compromisso com os direitos humanos e com o trabalho digno", disse Elias Rosa. 🗒️Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1 O ministro afirmou ainda que cerca de 2 mil produtos exportados pelo Brasil para os EUA não estarão sujeitos a nenhuma das duas tarifas — a de 25%, anunciada na semana passada, e a de 12,5%, anunciada nesta quinta-feira. "Mas nós temos, lamentavelmente, muitos setores que estarão sujeitos à dupla tributação, à dupla taxação, como é o caso, por exemplo, de calçados, máquinas, equipamentos, peças, componentes, confecções e produtos químicos que não sejam farmacêuticos. Para esses, infelizmente, a tarifa passa a ser de 37,5%." Elias Rosa disse ainda que o Brasil "não pode renunciar à possibilidade" de adotar medidas de reciprocidade, mas que o interesse "primário" é negociar com os EUA. "O Brasil não pode renunciar à possibilidade de usar o instrumento da reciprocidade. Seria abrir mão de um direito que protege a economia brasileira e os interesses do Brasil [...] O momento e a forma de fazê-lo é que o tempo vai determinar. É óbvio que o interesse primário é negociar. É óbvio que o objetivo é evitar e afastar essas tarifas, porque elas são extremamente injustas e muito danosas." LEIA TAMBÉM: Brasil rechaça decisão dos EUA em impor tarifa sobre trabalho forçado e volta a falar em reciprocidade Ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Elias Rosa, durante o programa “Bom Dia, Ministro”, na EBC Júlio César Silva/MDIC Nova taxação dos EUA Os Estados Unidos anunciaram nesta quinta-feira (23) a aplicação de uma nova tarifa sobre importações de cerca de 60 parceiros comerciais, incluindo o Brasil. As alíquotas variam entre 10% e 12,5% e entram em vigor às 0h01 desta sexta-feira (24), no horário de Washington. Segundo o governo americano, a decisão é resultado de uma investigação conduzida com base na Seção 301 da Lei de Comércio dos EUA. A apuração concluiu que esses países adotam práticas comerciais consideradas desleais por não proibirem nem fiscalizarem adequadamente a importação de mercadorias produzidas com trabalho forçado. O governo americano adotou dois tipos de tarifas: Países que adotaram medidas para proibir essa prática estarão sujeitos à tarifa de 10%. Aqueles que não implementaram essas restrições foram enquadrados na alíquota de 12,5% — caso do Brasil. Mais uma vez, porém, os principais produtos da pauta exportadora brasileira ficaram de fora da medida, pois estão na extensa lista de exceções definida pelo USTR. Ao todo, são mais de 2 mil itens que não serão taxados para nenhuma das economias. (veja aqui a lista de produtos isentos) Segundo o relatório divulgado pelo Escritório do Representante de Comércio dos EUA (USTR, na sigla em inglês) no início de julho, essa prática foi considerada "irracional" e prejudica o comércio americano ao criar condições de concorrência consideradas desleais para empresas e trabalhadores dos EUA. 🔎 O argumento é parecido ao utilizado pelos EUA para justificar a tarifa de 25% aplicada sobre produtos brasileiros, que entrou em vigor na última quarta-feira (22). Com a nova medida, parte dos produtos do Brasil pode passar a enfrentar uma sobretaxa total de 37,5%. Governo esperava nova tarifa Na semana passada, após os Estados Unidos anunciarem a tarifa de 25% sobre produtos brasileiros, o governo federal já reconhecia que a tarifa de 12,5% seria aplicada pelo governo norte-americano. A principal dúvida do governo brasileiro era se a nova tarifa seria cumulativa à sobretaxa de 25%. No mês passado, o governo brasileiro divulgou uma nota em que afirma discordar de maneira "profunda" das conclusões do Escritório do Representante Comercial dos EUA (USTR) sobre falhas na importação de mercadorias produzidas com trabalho forçado. No comunicado, divulgado pelo Palácio do Planalto, o governo afirma que vai recorrer a instrumentos previstos na Lei de Reciprocidade para reagir a "situações de injustiça" contra o Brasil.

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Tarifaço de Trump: veja os principais itens isentos da nova tarifa de até 12,5% sobre trabalho forçado
Notícias MUNDO
Tarifaço de Trump: veja os principais itens isentos da nova tarifa de até 12,5% sobre trabalho forçado
Internacional — EUA anunciam sobretaxa de 12,5% para o Brasil Os Estados Unidos anunciaram nesta quinta-feira (23) a aplicação de uma nova tarifa sobre importações de cerca de 60 parceiros comerciais, incluindo o Brasil. As alíquotas variam entre 10% e 12,5% e entram em vigor às 0h01 desta...

Internacional — EUA anunciam sobretaxa de 12,5% para o Brasil Os Estados Unidos anunciaram nesta quinta-feira (23) a aplicação de uma nova tarifa sobre importações de cerca de 60 parceiros comerciais, incluindo o Brasil. As alíquotas variam entre 10% e 12,5% e entram em vigor às 0h01 desta sexta-feira (24), no horário de Washington. Segundo o governo americano, a decisão é resultado de uma investigação conduzida com base na Seção 301 da Lei de Comércio dos EUA. A apuração concluiu que esses países adotam práticas comerciais consideradas desleais por não proibirem nem fiscalizarem adequadamente a importação de mercadorias produzidas com trabalho forçado. 🗒️Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1 "Os Estados Unidos têm uma proibição de importação de trabalho forçado há quase um século e a aplicam rigorosamente. Já passou da hora de nossos parceiros comerciais fazerem o mesmo", disse o representante comercial dos EUA, Jamieson Greer. "A ação de hoje começará a corrigir o que é, ao mesmo tempo, um abuso dos direitos humanos e uma prática comercial distorcida, contribuindo para melhorar o bem-estar dos trabalhadores em todo o mundo." O governo americano adotou dois tipos de tarifas: Países que adotaram medidas para proibir essa prática estarão sujeitos à tarifa de 10%. Aqueles que não implementaram essas restrições foram enquadrados na alíquota de 12,5% — caso do Brasil. Mais uma vez, porém, os principais produtos da pauta exportadora brasileira ficaram de fora da medida, pois estão na extensa lista de exceções definida pelo USTR. Ao todo, são mais de 2 mil itens que não serão taxados para nenhuma das economias. Veja produtos que estão fora do tarifaço Produtos de origem animal e carnes Carne bovina: carne bovina fresca, refrigerada ou congelada; carcaças e meias-carcaças; cortes com e sem osso; carne desossada; línguas, fígados e outras miudezas bovinas; carne bovina salgada, seca ou defumada; preparações de carne bovina, como corned beef. Outros produtos animais: corais; conchas; ossos de siba e materiais semelhantes, inclusive pós e resíduos; determinados produtos de origem animal utilizados como ingredientes em rações e alimentos para animais. Produtos vegetais e alimentos preparados Mudas e sementes: plantas vivas não enraizadas; batata-semente; sementes de leguminosas, cereais, oleaginosas, hortaliças, flores e outras espécies destinadas ao plantio. Hortaliças e legumes: tomates, conforme os períodos e classificações tarifárias previstos; jicama; fruta-pão; chuchu; brotos de bambu; castanhas-d’água; alcaparras; cogumelos secos, como shiitake e orelha-de-pau. Raízes e tubérculos: mandioca; taro; inhame; yautia; dasheen; araruta e outros tubérculos tropicais. Frutas e nozes: cocos; castanha-do-pará; castanha de caju; castanhas; macadâmia; noz-de-cola; noz-de-areca; pinhões; bananas e plátanos; abacaxis; abacates; goiabas; mangas; mangostões; laranjas; limas; mamões; marmelos; duriões; etrogs; açaí; algumas frutas tropicais congeladas. Café, chá e erva-mate: café não torrado ou torrado, com ou sem cafeína; cascas e substitutos de café; café solúvel sem aromatização; chá verde; chá preto; erva-mate. Especiarias: pimentas; páprica; baunilha; canela; cravo; noz-moscada; macis; cardamomo; coentro; cominho; gengibre; açafrão; cúrcuma; louro; curry; endro e outras especiarias especificadas. Cereais e derivados: trigo, centeio, cevada, aveia, milho e sorgo destinados à semeadura; fonio; triticale; alpiste; algumas farinhas e amidos de raízes, tubérculos e frutas. Óleos e ceras vegetais: óleo de coco; ceras vegetais e produtos semelhantes especificados. Açúcar: determinados açúcares de cana e de beterraba e outros produtos açucarados, principalmente dentro das cotas tarifárias previstas. Cacau: cacau em grão; cascas e resíduos de cacau; pasta de cacau; manteiga, gordura e óleo de cacau; cacau em pó sem adição de açúcar. Alimentos preparados: tapioca e seus sucedâneos; determinados vegetais, frutas, nozes e outras partes de plantas preparados ou conservados; alguns produtos de panificação destinados exclusivamente a usos religiosos. Sucos e bebidas: suco de laranja; determinados sucos cítricos; alguns sucos de abacaxi; água de coco; suco de açaí; misturas de água de coco; preparações de açaí para fabricação de bebidas; algumas bebidas não alcoólicas à base de sucos. Minérios, combustíveis e matérias-primas Minerais não metálicos: enxofre; grafite natural; fosfatos; sulfato de bário; magnesita; amianto; fluorita; vermiculita; perlita e outros minerais especificados. Minérios e concentrados: minério de ferro; manganês; cobre; níquel; cobalto; alumínio; estanho; cromo; tungstênio; urânio; molibdênio; titânio; nióbio; tântalo; prata e outros minerais metálicos especificados. Carvão e coque: carvão mineral; linhito; turfa; coque; semicoque; gás de carvão e produtos relacionados. Petróleo e derivados: petróleo bruto; combustíveis minerais; óleos leves e pesados; querosene; óleos lubrificantes; resíduos de petróleo; gás natural e outros gases de petróleo; parafinas; coque de petróleo; betume; asfaltos; energia elétrica. Produtos químicos Produtos químicos básicos: iodo; enxofre; gases nobres; hidrogênio; silício; fósforo; arsênio; ácidos minerais; amônia; soda cáustica; óxidos, hidróxidos, fluoretos, cloretos, sulfatos, nitratos, carbonatos e outros compostos inorgânicos especificados. Alumina e compostos de alumínio: óxido de alumínio e hidróxido de alumínio. A isenção não abrange alumínio primário em formas brutas. Vanádio: óxidos e hidróxidos de vanádio. Terras raras e materiais críticos: determinados compostos de terras raras; urânio e outros materiais radioativos especificados; carbonetos e outros insumos minerais críticos. Fertilizantes: fertilizantes animais ou vegetais; ureia; sulfato de amônio; nitratos; fosfatos; cloreto de potássio; fertilizantes compostos e outros insumos fertilizantes. Insumos para defensivos agrícolas: princípios ativos e intermediários químicos específicos usados na fabricação de pesticidas. Produtos químicos com limitação de uso: determinadas substâncias químicas são isentas apenas quando destinadas a aplicações farmacêuticas. Borracha, couro, madeira e celulose Borracha natural: látex de borracha natural; borracha natural em folhas, blocos ou outras formas primárias; balata, guta-percha e produtos semelhantes. Couros exóticos: determinados couros de répteis, avestruz e outros animais, curtidos ou preparados. Madeira: toras e madeira serrada de determinadas espécies tropicais; eucalipto e produtos específicos de eucalipto; lâminas de madeira; chapas específicas de compensado de eucalipto. Celulose: determinados tipos de pasta química de madeira, incluindo celulose de coníferas e de não coníferas. Fibras vegetais para horticultura: produtos como fibra de coco, juta e sisal, quando abrangidos pelos códigos e limitações de escopo da lista. Tecnologia e indústria Computadores e armazenamento: computadores portáteis e outras máquinas automáticas para processamento de dados; unidades de entrada e saída; unidades de armazenamento; peças e acessórios específicos. Equipamentos para semicondutores: máquinas para fabricação de boules ou wafers; equipamentos para fabricação de dispositivos semicondutores e circuitos integrados; máquinas para fabricação de telas planas; peças e acessórios desses equipamentos. Semicondutores: diodos; transistores; tiristores; dispositivos fotossensíveis; diodos emissores de luz; circuitos integrados, como processadores, controladores, memórias e amplificadores; peças específicas. Outros eletrônicos: determinados smartphones; aparelhos de comunicação de dados; dispositivos de armazenamento em estado sólido; alguns módulos de tela e monitores; ímãs permanentes específicos; instrumentos para medição e teste de semicondutores. Segundo a Câmara Americana de Comércio no Brasil (Amcham), a nova tarifa alcançará cerca de 3 mil produtos brasileiros, correspondentes a US$ 12,5 bilhões em exportações anuais aos EUA. "Para 85,3% dessas vendas, equivalentes a US$ 10,7 bilhões, seus efeitos serão cumulativos com as tarifas de 25% anunciadas na semana anterior, resultando em sobretaxas de 37,5% — um dos níveis mais elevados aplicados pelos Estados Unidos a seus parceiros comerciais". Segundo o relatório divulgado pelo Escritório do Representante de Comércio dos EUA (USTR, na sigla em inglês) no início de julho, essa prática foi considerada "irracional" e prejudica o comércio americano ao criar condições de concorrência consideradas desleais para empresas e trabalhadores dos EUA. A investigação concluiu que a entrada desses produtos nos mercados globais não apenas prejudica a lucratividade de empresas éticas, mas também incentiva a manutenção do trabalho escravo moderno ao permitir a circulação de mercadorias produzidas a custos artificialmente baixos. 🔎 O argumento é parecido ao utilizado pelos EUA para justificar a tarifa de 25% aplicada sobre produtos brasileiros, que entrou em vigor na última quarta-feira (22). Com a nova medida, parte dos produtos do Brasil pode passar a enfrentar uma sobretaxa total de 37,5%. Como fica o Brasil? Em relação ao Brasil, o relatório afirma que, embora o país assuma compromissos de combate ao trabalho escravo em acordos de comércio e investimentos, ainda não possui uma proibição considerada efetiva pelos EUA para impedir a entrada de mercadorias produzidas nessas condições no mercado interno. O documento menciona a existência da Lista Suja do Trabalho Escravo, atualizada semestralmente pelo governo federal, mas ressalta que o foco da investigação americana foi a ausência de mecanismos para impedir a importação de bens produzidos com trabalho forçado em outros países. Nesta quinta-feira, o governo brasileiro afirmou que rechaça as novas tarifas e que iniciará imediatamente os trâmites para acionar a Lei da Reciprocidade. "Tendo em vista o caráter completamente arbitrário e injustificado das tarifas anunciadas contra o Brasil, iniciaremos imediatamente os trâmites para acionar os instrumentos previstos na Lei de Reciprocidade, aprovada por unanimidade pelo Congresso Nacional, e levaremos o tema ao mecanismo de solução de controvérsias da OMC." 🔎 A Lei de Reciprocidade é um mecanismo que permite a um país aplicar a outra nação as mesmas medidas, restrições ou tarifas que recebeu. Na prática, se um governo estrangeiro impõe sanções ou barreiras unilaterais consideradas "injustas", o Brasil pode usar a norma para reagir na mesma moeda, adotando restrições equivalentes para reequilibrar as relações e proteger a economia. Em nota, o governo brasileiro afirmou que "na ausência de base interna legal para sustentar sua política comercial protecionista o USTR optou por manipular tema caro aos direitos humanos e à luta dos trabalhadores e trabalhadoras em todo o mundo para acusar 59 países e a União Europeia de práticas desleais". O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que o tarifaço foi uma forma de o governo de Donald Trump retomar "na marra" as "tarifas recíprocas", derrubadas pela Suprema Corte dos EUA. "Essa tarifa pega 99% das exportações para os EUA, o que me faz concluir que é um mero expediente para substituir aquela tarifa anterior, que caiu na Suprema Corte. O próprio presidente Trump disse, então, que daria um jeito de fazer a tarifa voltar. Deram um jeito. Não tem justificativa", disse o ministro em entrevista à BandNews TV. "O governo rechaça, com todas as forças, mais essa tarifa injustificada, unilateral aplicada a um país que tem renda per capita menor do que os EUA e tem déficit em relação aos EUA", afirmou ele. O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC), Márcio Elias Rosa, afirmou que a tarifa é indevida e se baseia em "fatos que não são reais". "O Brasil tem compromissos históricos com o combate ao trabalho forçado, com a prevenção, o controle, a fiscalização e o acolhimento das vítimas. O Brasil é signatário de todos os instrumentos da OIT. Não abona nem apoia essa prática e, mais do que isso, tem compromisso com os direitos humanos e com o trabalho digno", disse. Novas taxas substituem tarifaço anterior Na prática, as novas tarifas substituem a taxa global de 10% anunciada pelo presidente americano, Donald Trump, em fevereiro deste ano, logo após a Suprema Corte dos EUA derrubar as "tarifas recíprocas" impostas pelo republicano no ano passado. A medida havia sido adotada com base na Seção 122 da legislação comercial americana, que permite ao presidente impor tarifas temporárias por até 150 dias. Esse prazo se encerra nesta sexta-feira (24). Na ocasião, o presidente americano havia adiantado que recorreria à Seção 301 para abrir investigações sobre práticas comerciais consideradas desleais. O que acontece agora? O governo brasileiro já esperava a aplicação da nova tarifa de 12,5% e agora mantém conversas com representantes dos setores afetados para definir uma resposta à medida. A principal iniciativa do governo para apoiar empresas afetadas pelas tarifas é o Plano Brasil Soberano. Lançado em 2025, o programa prevê linhas de financiamento, ampliação das garantias para exportadores e ações de promoção comercial para ajudar empresas brasileiras a conquistar novos mercados. Na última quarta-feira (22), o governo anunciou a terceira etapa do plano, que liberou R$ 18,5 bilhões em crédito para empresas afetadas pelas tarifas comerciais dos EUA. A medida atende companhias de setores industriais estratégicos, como os segmentos farmacêutico, de fertilizantes e têxtil, além de empresas que tiveram as exportações para o Golfo Pérsico afetadas. Nesse último caso, o objetivo do governo é ampliar o apoio a empresas afetadas pela guerra no Oriente Médio. O conflito, que envolve os EUA, o Irã, Israel e outros países da região, provocou o fechamento parcial do Estreito de Ormuz, uma das principais rotas comerciais do mundo, por onde passa cerca de 20% do comércio global de petróleo. O presidente dos EUA, Donald Trump, conversa com a imprensa ao chegar à Base Aérea Conjunta Andrews, em Maryland, nos EUA Evan Vucci / Reuters

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Brasil teve média de 4 golpes registrados por minuto em 2025, mostra estudo; veja tipos mais comuns
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Brasil teve média de 4 golpes registrados por minuto em 2025, mostra estudo; veja tipos mais comuns
Política — Anuário da Segurança: feminicídios batem recorde,taxa de assassinatos é a menor desde 2012 O Brasil vive uma epidemia de golpes. Os registros de estelionatos cresceram 429,8% desde 2018, segundo dados do 20º Anuário Brasileiro de Segurança Pública, divulgado nesta quinta-feira (...

Política — Anuário da Segurança: feminicídios batem recorde,taxa de assassinatos é a menor desde 2012 O Brasil vive uma epidemia de golpes. Os registros de estelionatos cresceram 429,8% desde 2018, segundo dados do 20º Anuário Brasileiro de Segurança Pública, divulgado nesta quinta-feira (23). Foram 2.261.055 ocorrências registradas no ano passado, média de 258 por hora — ou quatro por minuto — e alta de 2,7% em relação a 2024, segundo o estudo, que existe desde 2011 e mapeia os registros criminais feitos pelas secretarias de segurança pública dos 26 estados e do DF. O número é recorde e inclui casos mais tradicionais, em que os golpistas usam encenações, cenários falsos e documentos físicos, e fraudes digitais, por meio de links, aplicativos, redes sociais, e IA. Crimes patrimoniais mudaram no pós-pandemia: roubos caíram, estelionatos cresceram Arte/g1 O aumento dos golpes digitais foi de 20,6%, com mais de 346 mil casos no ano passado. Os autores do estudo, do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, afirmam que o aumento dos estelionatos vem na contramão da queda registrada de roubos e furtos e é explicado por mudanças de hábitos da população e também na dinâmica do crime organizado. O número total de roubos registrados caiu 18,3%, de 745.193 para 610.959. "A taxa de registros acompanha o grau de bancarização, digitalização e integração ao sistema financeiro formal de cada estado — o que ajuda a explicar por que unidades mais urbanizadas e digitalmente conectadas, como São Paulo e Distrito Federal, encabeçam a lista", dizem Samira Bueno e Renato Sérgio de Lima, pesquisadores do fórum. SP lidera ranking de estados com mais casos São Paulo é o estado com a maior taxa de estelionatos país, com 1.808 casos registrados por 100 mil habitantes. Na sequência, vêm Distrito Federal, Paraná, Rondônia, Santa Catarina e Espírito Santo. Segundo o fórum, "a taxa de registros acompanha, ainda que imperfeitamente, o grau de bancarização, digitalização e integração ao sistema financeiro formal de cada estado". Golpe da Bíblia: criminosos usam leitura de salmo por telefone para gravar voz de vítimas e aplicar fraudes Reprodução Veja os golpes mais comuns, segundo o estudo Clonagem ou troca de cartão de crédito Criminosos obtêm os dados do cartão da vítima por meio de páginas falsas, maquininhas adulteradas, vazamentos de dados ou contatos fraudulentos para realizar compras sem autorização. Em outra modalidade, durante uma compra presencial, trocam o cartão da vítima por outro semelhante e ficam com o original e, muitas vezes, com a senha. Golpe do WhatsApp Os criminosos se passam por familiares ou amigos usando fotos e informações obtidas nas redes sociais. Alegam estar com um novo número e pedem dinheiro com urgência. Em outros casos, conseguem invadir a conta verdadeira da vítima e passam a solicitar transferências aos contatos. Golpe da falsa central bancária O estelionatário liga ou envia mensagens dizendo ser funcionário do banco e informa uma suposta fraude na conta. Durante a conversa, induz a vítima a fornecer senhas, códigos, instalar aplicativos de acesso remoto, transferir dinheiro para uma "conta segura" ou entregar o cartão a um falso funcionário. Golpe do PIX O PIX é usado como meio para concluir diferentes fraudes, como pedidos falsos de conhecidos, falsas centrais bancárias, vendas inexistentes, comprovantes adulterados, QR Codes alterados e falsas promessas de investimento. A transferência ocorre após a vítima ser enganada por técnicas de engenharia social. Golpe do uso indevido de CPF via SMS Mensagens de texto informam supostas irregularidades envolvendo o CPF, como pendências na Receita Federal, abertura de empresas ou compras suspeitas. Ao clicar em links ou entrar em contato com os criminosos, a vítima fornece dados pessoais, credenciais bancárias ou instala programas maliciosos. Golpe do leilão ou da loja falsa Criminosos criam sites, perfis em redes sociais ou anúncios que imitam lojas conhecidas e oferecem produtos com preços muito abaixo do mercado. Após o pagamento, normalmente via Pix ou boleto, o produto nunca é entregue e, em alguns casos, os dados da vítima ainda são usados em novas fraudes. Nova dinâmica do crime organizado Um dos fatores apontados como decisivo para a expansão das fraudes é o uso da engenharia social, método explora sentimentos como medo, urgência, confiança, solidariedade ou promessa de lucro fácil. Em vez de invadir sistemas, os criminosos manipulam as vítimas para que elas próprias forneçam informações sigilosas, instalem aplicativos, entreguem cartões, compartilhem códigos de autenticação ou realizem transferências bancárias. Essas atividades são consideradas de baixo risco e alta rentabilidade, em comparação ao tráfico de drogas. "Mais de 97% de todos os estelionatos relatados às polícias brasileiras não chegam ao Poder Judiciário. Dar golpes no Brasil oferece riscos excepcionalmente baixos de punição", dizem os especialistas. O levantamento também aponta uma mudança na dinâmica do crime organizado. Os pesquisadores destacam a atuação de facções como o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV), que mantêm atualmente "escritórios do crime" voltados à prática de fraudes digitais. Segundo o relatório, qualquer medida que não ataque simultaneamente a estrutura organizacional e seus canais de lavagem de dinheiro é ineficaz. "O Brasil não está diante de um problema de estelionatários dispersos, mas de uma economia criminal integrada, com estrutura empresarial, financiamento faccional e capacidade de captura do sistema financeiro", diz o texto. Veja outros destaques do Anuário de Segurança Pública de 2025 Os feminicídios bateram recorde em 2025, o que vai na contramão da redução das mortes violentas como um todo; Foram 1.571 mulheres assassinadas pelo fato de serem mulheres, uma média de quatro por dia e aumento de 4% em relação a 2024; O Brasil registrou o menor número de mortes violentas desde 2012, quando começou o levantamento. Ainda assim, os números seguem altos: 40.775 pessoas assassinadas; O país teve, pela primeira vez, taxa de mortes violentas abaixo de 20: ficou em 19,1. É o menor número registrado no histórico feito pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública; A redução de mortes de violentas é uma tendência que vem desde 2018. No ano passado, houve uma queda de 8,2% em relação a 2024; As dez cidades com as maiores taxas de mortes violentas ficam no Nordeste, metade na Bahia. Maranguape (CE) lidera o ranking pelo 2º ano seguido e foi o único município a superar a taxa de 100 mortes violentas por 100 mil habitantes; Santa Catarina registrou 7,6 mortes violentas por 100 mil habitantes e se tornou o estado com a menor taxa do país. São Paulo ocupava essa posição desde 2014; As mortes cometidas por policiais aumentaram 5% no ano passado, enquanto o número de policiais mortos caiu 3%; Os registros de produção, posse ou distribuição de conteúdos de abuso sexual infantil cresceram 25%; Os casos de bullying e cyberbullying cresceram mais de 60% entre jovens. Isso ocorre após a criação de tipo penal específico, em 2024; A quantidade de adolescentes que cumprem medida socioeducativa no Brasil caiu 54% em 9 anos: são 12,2 mil jovens, a maioria meninos (93%), negros (74%) e entre 16 e 18 anos (76%). As ocorrências mais comuns são roubo (29%) e tráfico de drogas (28%); O número de pessoas no sistema prisional cresceu 6% e chegou a 964 mil. O estudo prevê que, se for mantida a tendência, o Brasil pode bater 1 milhão de presos já em 2027; Há 2,1 milhões de empresas e pessoas autorizadas a ter armas — desse total, 1 milhão têm licença de CAC (Caçadores, Atiradores e Colecionadores) — e 1,6 milhão de armas cadastradas. Três em cada 10 armas estão com registro vencido; Brasil tem 95 celulares levados por hora; O país teve média de 4 golpes registrados por minuto em 2025.

📰 Brasil teve média de 4 golpes registrados por minuto em 2025, mostra estudo; veja tipos mais comuns

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Destaques Principais Impacto Político e Econômico: Análise preliminar aponta desdobramentos diretos na rotina local e internacional. Reação dos Mercados e da População: Os acontecimentos geraram repercussão imediata nos setores atingidos.

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Tarifa dos EUA pode agravar trabalho forçado que diz combater, alertam especialistas
Notícias MUNDO
Tarifa dos EUA pode agravar trabalho forçado que diz combater, alertam especialistas
Internacional — EUA justificam novas tarifas ao Brasil com suposto trabalho forçado; entenda Os Estados Unidos justificaram a nova tarifa de 12,5% sobre produtos brasileiros como uma forma de combater o trabalho forçado nas cadeias globais de produção. Segundo o governo americano, o Brasi...

Internacional — EUA justificam novas tarifas ao Brasil com suposto trabalho forçado; entenda Os Estados Unidos justificaram a nova tarifa de 12,5% sobre produtos brasileiros como uma forma de combater o trabalho forçado nas cadeias globais de produção. Segundo o governo americano, o Brasil e outros 85 países não possuem mecanismos suficientes para impedir a entrada, em seus mercados, de mercadorias produzidas sob esse tipo de exploração. 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1 Mas especialistas, o governo brasileiro e organismos internacionais fazem um alerta que parece contradizer a lógica da medida: dependendo da forma como são aplicadas, as restrições comerciais podem acabar agravando justamente o problema que pretendem combater. Segundo a Organização Internacional do Trabalho (OIT), a explicação está na relação entre pobreza, vulnerabilidade e exploração. "Em alguns casos, inclusive, a restrição do acesso a mercados pode piorar, porque aí você aumenta a pobreza, e a pobreza é uma das principais causas por trás desse tipo de violação", afirma o diretor do escritório da OIT no Brasil, Vinícius Pinheiro. A avaliação também aparece na manifestação enviada pelo governo brasileiro ao Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR), responsável pela investigação que deu origem à nova tarifa. No documento, o Brasil afirma que barreiras comerciais não fortalecem a fiscalização, não ampliam a rastreabilidade das cadeias produtivas e podem até dificultar a cooperação internacional necessária para enfrentar o problema. Quando a punição é direcionada a empresas específicas ou a mercadorias comprovadamente produzidas com trabalho forçado, ela pode gerar incentivos para mudanças de comportamento, aumento da fiscalização e maior controle das cadeias produtivas. Já medidas amplas, que atingem países inteiros ou setores econômicos sem distinguir empresas que cumprem ou não as regras, tendem a produzir efeitos menos previsíveis. O novo tarifaço dos EUA se enquadra nessa categoria. "A experiência internacional mostra que a efetividade dessas medidas não deve ser generalizada. Onde ela tem sido mais efetiva é quando ocorre de forma individualizada. Por exemplo, se uma empresa específica foi flagrada, ela deveria ser penalizada." A explicação é econômica: 🔎 Quando as exportações diminuem, empresas podem reduzir investimentos, cortar empregos ou diminuir a renda. Em regiões marcadas por pobreza, informalidade e baixa proteção social, isso amplia justamente as condições que favorecem o aliciamento de trabalhadores para situações degradantes. "Nós não queremos diminuir o comércio, mas queremos que esse comércio ocorra sobre bases justas, com respeito aos direitos fundamentais", resume o diretor da OIT. Na manifestação enviada ao USTR, o Itamaraty afirma que a medida pode gerar consequências econômicas amplas sem enfrentar as causas do problema. "Medidas tarifárias não aumentam a capacidade de fiscalização, não incentivam diligência adicional nem atacam casos reais de trabalho forçado. Pelo contrário, elas podem desviar fluxos comerciais e impor custos econômicos amplos (inclusive para indústrias e consumidores dos EUA) sem tratar das questões centrais de direitos trabalhistas. Tarifas unilaterais também podem desestimular a cooperação entre governos, que é justamente necessária para combater o trabalho forçado de forma eficaz", diz a carta divulgada. Para o governo brasileiro, combater o trabalho forçado exige cooperação entre países, troca de informações, fortalecimento da rastreabilidade das cadeias produtivas e atuação coordenada dos órgãos de fiscalização. Trabalho Forçado/ Escravidão Moderna/ Trabalho Análogo à Escravidão Organização Internacional do Trabalho/ Kazi Salahuddin Razu/ Getty Images Problema real A crítica à tarifa não significa negar a existência do problema. Segundo a OIT, cerca de 28 milhões de pessoas vivem hoje em situação de trabalho forçado em todo o mundo. O próprio Brasil convive com essa realidade. Desde 1995, mais de 65 mil trabalhadores foram resgatados de condições análogas à escravidão. Nos últimos anos, porém, o combate deixou de se concentrar apenas nos empregadores flagrados e passou a alcançar toda a cadeia produtiva. É justamente essa lógica que orienta iniciativas como o projeto Reação em Cadeia, do Ministério Público do Trabalho (MPT), que rastreia relações comerciais entre grandes empresas e fornecedores envolvidos em violações de direitos humanos. O programa já identificou mais de R$ 48 bilhões em negócios envolvendo fornecedores ligados a casos de trabalho escravo em setores como pecuária, café, soja, carvão vegetal, etanol, construção civil e indústria têxtil. A iniciativa se soma a outros mecanismos do Brasil, como os grupos móveis de fiscalização e a chamada Lista Suja do Trabalho Escravo, que divulga empregadores responsabilizados. Essas ferramentas colocam o Brasil como referência global no enfrentamento ao trabalho escravo contemporâneo, segundo Pinheiro. Para ele, um dos diferenciais brasileiros é justamente reconhecer a existência do problema e manter mecanismos permanentes de fiscalização, transparência e responsabilização. "O Brasil é referência internacional em termos de combate ao trabalho escravo. Primeiro, por reconhecer e dar transparência ao tema, porque a atitude de outros países, por exemplo, é negacionista. Eles dizem que não existe." O reconhecimento internacional, porém, não significa que não existam desafios. Segundo Luciano Aragão Santos, coordenador nacional de combate ao trabalho escravo (Conaete) do Ministério Público do Trabalho (MPT), há uma lacuna justamente na área utilizada pelos EUA para justificar a nova tarifa: o controle de produtos importados e o monitoramento de fornecedores estrangeiros. 🔎 Hoje, o Brasil não possui uma legislação específica que obrigue empresas a verificar se fornecedores internacionais utilizaram trabalho forçado na produção das mercadorias importadas. É justamente essa lacuna regulatória relacionada às importações — e não à capacidade do país de combater o trabalho escravo internamente — que está no centro da discussão levantada pelos EUA. As contradições da medida Segundo o USTR, essa lacuna regulatória cria um ambiente de concorrência considerado desleal para empresas americanas, especialmente em setores expostos à competição internacional. Dados da Walk Free, no entanto, mostram que os próprios EUA não mantêm um controle rigoroso sobre o histórico dos produtos que importam. O país lidera o ranking mundial de importações potencialmente expostas ao risco de trabalho forçado, movimentando cerca de US$ 169,6 bilhões por ano. EUA lideram o ranking mundial de importações potencialmente expostas ao risco de trabalho forçado, g1 Especialistas ouvidos pelo g1 afirmam que o objetivo de impedir a circulação de produtos associados ao trabalho forçado é legítimo, mas questionam se esse é, de fato, o real objetivo da medida. Diversos elementos da própria investigação apontam em outra direção. O relatório não apresenta casos concretos de mercadorias brasileiras produzidas sob essas condições que tenham chegado ao mercado americano. Outro ponto que alimenta críticas é o desenho das tarifas. Produtos como carne bovina, café e suco de laranja permaneceram fora das sobretaxas, apesar de esses setores aparecerem com frequência em registros oficiais brasileiros relacionados ao trabalho escravo contemporâneo. Thiago de Aragão, CEO da Arko International, afirma que os setores mais relevantes da pauta exportadora brasileira para os EUA ficaram de fora das medidas. Para ele, se a preocupação fosse realmente combater o trabalho forçado nas cadeias globais de produção, o desenho da política seria diferente. "Uma política coerente trataria a questão como um padrão horizontal e usaria critérios técnicos, como due diligence [diligência prévia] de cadeia, rastreabilidade e certificação. O que se vê é uma medida que escolhe setores em função do impacto doméstico americano", afirma. Também pesa o contexto em que a investigação foi aberta. Analistas apontam que o processo ocorreu em um momento em que Washington buscava novas bases legais para sustentar sua política tarifária e ampliar sua capacidade de pressão comercial sobre parceiros estratégicos. Brasil passa a ser o segundo país mais tarifado pelos Estados Unidos, atrás apenas da China Jornal Nacional/ Reprodução O que está por trás da nova tarifa? A investigação do USTR foi aberta após dificuldades enfrentadas pelo governo americano para sustentar judicialmente outras medidas comerciais e acabou servindo como alternativa para manter instrumentos de pressão sobre parceiros econômicos. "Não vejo um núcleo genuíno de preocupação com trabalho forçado, especialmente porque o timing da investigação coincide com a expiração das tarifas horizontais de 10% da Seção 122", lembra José Pimenta, diretor de comércio internacional da BMJ. Pimenta aponta que a própria estrutura adotada pelo USTR indica que a discussão não se limita aos direitos humanos. Isso porque países que já possuem acordos ou compromissos comerciais específicos com os EUA também foram alvo das medidas tarifárias. "É pouco crível que o USTR considere sinceramente todos esses países como violadores relevantes em matéria de trabalho forçado. O que eles têm em comum não é o problema, mas a concorrência econômica ou industrial com os Estados Unidos", afirma. 📎 Ou seja, o tarifaço pode estar funcionando, ao mesmo tempo, como instrumento de pressão comercial, mecanismo de negociação diplomática e ferramenta para ampliar a influência americana sobre as regras que regem o comércio internacional. Há ainda uma dimensão geopolítica. Segundo Aragão, o mecanismo pode ajudar os EUA a expandir internacionalmente regras semelhantes às que já utilizam para restringir produtos associados a determinadas regiões da China. Na prática, isso aumentaria a pressão para que outros países adotem sistemas mais rigorosos de rastreamento e bloqueio de mercadorias ao longo das cadeias globais de fornecimento. "Direitos humanos são o enquadramento. O motor é outro: reconstruir a política tarifária após a derrota na Suprema Corte, ganhar alavancagem bilateral e cercar a China por interposta pessoa", conclui Aragão. O que diz o governo brasileiro? O governo brasileiro rejeita as conclusões da investigação americana e afirma que não existe base factual para a aplicação da nova tarifa. Em documento encaminhado ao USTR, o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, argumenta que os EUA não conseguiram apontar um único caso em que uma ação ou omissão do Brasil tenha permitido a entrada de produtos feitos com trabalho forçado no mercado americano. A defesa também sustenta que a investigação ignorou parte das informações apresentadas pelo país sobre seu sistema de combate ao trabalho escravo, incluindo mecanismos de fiscalização, punição de empregadores e rastreamento de cadeias produtivas. Outro ponto destacado pelo governo é que os EUA mantêm superávit comercial com o Brasil há anos, o que, na avaliação do Itamaraty, enfraquece a tese de que práticas brasileiras estariam causando prejuízos à economia americana. Para o governo brasileiro, medidas tarifárias também não representam uma solução eficaz para enfrentar o problema do trabalho forçado. A posição brasileira é que o combate ao trabalho escravo exige cooperação internacional, troca de informações e fortalecimento dos mecanismos de rastreabilidade das cadeias produtivas, e não a adoção de barreiras comerciais unilaterais. Desde março de 2025, o governo brasileiro realizou mais de 30 reuniões presenciais, virtuais e por telefone, nos níveis presidencial, ministerial e técnico, com autoridades americanas na tentativa de evitar a escalada tarifária e buscar uma solução negociada. Para o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, a decisão anunciada por Washington extrapola a discussão sobre trabalho forçado e reflete divergências mais amplas nas negociações entre os dois países. "Claramente, o que incomoda o governo dos Estados Unidos é o fato de o Brasil não ter se curvado às pretensões desmedidas e às demandas irrazoáveis apresentadas durante o curso das negociações", disse.

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'Temos que tratar bet igual tratamos cigarro', diz ministro da Fazenda
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'Temos que tratar bet igual tratamos cigarro', diz ministro da Fazenda
Política — Ministro da Fazenda, Dario Durigan. Diogo Zacarias/Ministério da Fazenda O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou nesta sexta-feira (24) que o governo brasileiro precisa continuar ampliando a regulamentação e a tributação das casas de apostas para desestimular o uso desses ...

Política — Ministro da Fazenda, Dario Durigan. Diogo Zacarias/Ministério da Fazenda O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou nesta sexta-feira (24) que o governo brasileiro precisa continuar ampliando a regulamentação e a tributação das casas de apostas para desestimular o uso desses serviços pela população. 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1 "Temos que tratar bet igual tratamos cigarro. Temos que ir tratando com controle. As empresas que operam têm que pagar outorga e informar ao governo todas as apostas. De forma que a gente consiga chegar ao Ministério da Saúde e falar que temos apostadores contumazes no país. Vamos fazer um trabalho para essas pessoas pararem de apostar?", disse Durigan durante evento da XP Investimentos. 🔎 Apostadores contumazes são pessoas que fazem apostas de forma frequente e contínua, e não apenas de forma ocasional. "Estamos aumentando o tributo [sobre as bets] porque é justo, é devido e é um desincentivo a um mecanismo que atrapalha a vida das pessoas", completou. Agora no g1 O ministro também reiterou a importância de limitar o acesso às casas de apostas pela população que já se encontra em situação de fragilidade financeira. "Quem recebe benefício social, hoje, não pode apostar em bet. Quem recebe Bolsa Família, BPC, não pode apostar em bet. Quem se diz endividado e vai no Desenrola pra ter desconto e parcelar sua dívida, também não pode apostar em bet", disse Durigan, destacando que o governo também tem trabalhado para diminuir a publicidade de bets no país. Endividamento e crédito Ao falar sobre o alto nível de endividamento das famílias, Durigan também defendeu que o governo e o sistema financeiro criem mecanismos para incentivar ou desestimular a contratação de crédito, de acordo com a situação financeira de cada consumidor. "Se a gente já sabe que determinado consumidor tem cinco plásticos [cartões de crédito] e está com dívidas atrasadas, como podemos aprovar mais um cartão? Deveríamos pensar em como usar a nossa inteligência financeira para incentivar ou desestimular a tomada de crédito", disse. Segundo Durigan, grande parte das pessoas endividadas tomou crédito durante a pandemia e não conseguiu administrar essas dívidas. Além disso, os dados analisados pelo governo mostram que o cartão de crédito aparece com frequência entre as principais fontes de endividamento dos consumidores. "E quando a gente analisa esses dados, o cartão de crédito é o principal elemento que impacta a vida das pessoas", afirmou, reiterando que o governo tem incentivado, por meio do Desenrola, a substituição de dívidas com juros mais altos por outras com taxas menores. Quadro fiscal e dívida pública Durigan também afirmou que o governo segue comprometido com o equilíbrio das contas públicas e destacou a projeção do Tesouro de que a dívida pública deve se estabilizar entre 2029 e 2030. "A projeção é que tenhamos 0,5% de superávit [receitas maiores do que despesas] no ano que vem. Eu gostaria de fazer mais, talvez com o aumento nos preços do petróleo e eventualmente diminuindo as subvenções que temos feito", disse. 🔎 Apesar de a alta do petróleo pressionar os preços dos combustíveis e poder aumentar os custos para consumidores e empresas, ela também tende a elevar a arrecadação do governo. Isso ocorre porque a União recebe mais recursos com royalties, participações especiais e tributos pagos pelas empresas do setor quando a commodity está mais valorizada no mercado internacional. "É difícil? É difícil. Mas nós vamos seguir com o trabalho para alcançar as trajetórias que estipulamos. [...] Isso vai exigir disciplina fiscal, vai exigir a contenção dos gastos obrigatórios, vai exigir ajustes nas regras fiscais que temos hoje, e nós vamos seguir nesse processo", completou. Durigan ressaltou, porém, que o governo ainda enfrenta desafios relevantes, como a política de juros dos Estados Unidos e as incertezas da economia global provocadas por fatores como a guerra no Irã e as tarifas anunciadas pelo presidente americano, Donald Trump.

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Governo estima que 47,3% das exportações brasileiras são atingidas por tarifas dos EUA
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Governo estima que 47,3% das exportações brasileiras são atingidas por tarifas dos EUA
Política — O governo federal estima que 47,3% das exportações brasileiras são atingidas por tarifas impostas pelos Estados Unidos. O cálculo considera as tarifas de 12,5%, anunciadas nesta quinta-feira (23), as de 25%, anunciadas na semana passada, e a sobretaxa aplicada ao aço e alumínio,...

Política — O governo federal estima que 47,3% das exportações brasileiras são atingidas por tarifas impostas pelos Estados Unidos. O cálculo considera as tarifas de 12,5%, anunciadas nesta quinta-feira (23), as de 25%, anunciadas na semana passada, e a sobretaxa aplicada ao aço e alumínio, anunciada no ano passado pelo governo norte-americano. Considerando apenas as novas taxas, o ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC) estima que as novas medidas dos EUA alcançam 23,1% das exportações brasileiras e que 52,7% permanecem sem tarifas adicionais setoriais ou específicas contra o Brasil. Agora no g1 Segundo o governo: 4,7% das exportações são alcançadas exclusivamente pela sobretaxa de 12,5%, incluindo, por exemplo, obras de pedra, gesso e matérias semelhantes; minérios; óleos essenciais e produtos de perfumaria; e pescados; 1,9% das exportações é alcançada exclusivamente pela sobretaxa de 25%, abrangendo, entre outros produtos, o açúcar; e 16,5% das exportações são alcançadas simultaneamente pelas duas medidas e, portanto, sujeitam-se à sobretaxa acumulada de 37,5%, caso de produtos como máquinas e equipamentos; vários tipos de madeira; gorduras e óleos; calçados; móveis; confecções. Os Estados Unidos anunciaram nesta quinta a aplicação de uma nova tarifa sobre importações de cerca de 60 parceiros comerciais, incluindo o Brasil, por falha em proibir e fiscalizar a importação de mercadorias produzidas com trabalho forçado. A tarifa de 12,5% entrou em vigor nesta sexta-feira (24). Na semana passada, o governo norte-americano confirmou aplicação de uma tarifa adicional de 25% sobre produtos brasileiros, com uma extensa lista de itens isentos. Com isso, parte dos produtos do Brasil passam a enfrentar uma sobretaxa total de 37,5%. Novas tarifas de Donald Trump Reprodução/Jornal Nacional Em junho do ano passado, o republicano elevou as taxas sobre aço e alumínio, com base na Seção 232 — instrumento separado da Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional (IEEPA, na sigla em inglês). A taxa, que até então eram de 25%, passou a ser de 50%. LEIA TAMBÉM: Tarifas de 50% sobre aço e alumínio entram em vigor nos EUA; entenda os impactos para o Brasil. A aplicação dessas taxas atingiu diretamente o setor siderúrgico de grandes parceiros comerciais dos EUA, como Canadá e México. O Brasil, segundo maior fornecedor de aço do país, também foi impactado. O MDIC afirma ainda que, no primeiro semestre de 2026, as exportações brasileiras para os Estados Unidos somaram US$ 17,4 bilhões, redução de 13% em relação ao mesmo período do ano anterior. As importações brasileiras de produtos originários dos Estados Unidos também apresentaram queda no primeiro semestre, com redução de 12,8% na corrente de comércio bilateral. "Esse movimento tem ocorrido em um ambiente de crescente incerteza quanto à política comercial norte-americana, caracterizado pela ampliação do uso de instrumentos tarifários, pela adoção de medidas restritivas e indevidas e por frequentes revisões das condições de acesso ao mercado dos Estados Unidos." Em ao tarifaço anunciado neste mês, o governo brasileiro disse que a medida tem “caráter completamente arbitrário e injustificado” e, por isso, o governo iniciará “imediatamente” os trâmites para acionar os instrumentos previstos na Lei de Reciprocidade e levará o tema à Organização Mundial do Comércio (OMC). 🔎A Lei de Reciprocidade é um mecanismo que permite a um país aplicar a outra nação as mesmas medidas, restrições ou tarifas que sofreu por parte dela. Na prática, se um governo estrangeiro impõe sanções ou barreiras unilaterais "injustas", o Brasil usa a norma para reagir na mesma moeda, adotando restrições equivalentes para reequilibrar as relações e proteger a economia. No entanto, entidades empresariais defenderam que o Brasil insista nas negociações em vez de uma retaliação, para não “escalar” a tensão com o governo de Donald Trump. Tarifaço dos EUA: setores veem risco para economia e pedem ao governo que insista no diálogo em vez de agir com reciprocidade Ainda que o governo decida implementar a Lei de Reciprocidade, o próprio instrumento legal prevê um rito a ser seguido para que a reciprocidade possa ser aplicada, por exemplo: realização de consultas públicas para a manifestação das partes interessadas; determinação de prazos para a análise dos pleitos específicos; somente depois, a sugestão das contramedidas.

📰 Governo estima que 47,3% das exportações brasileiras são atingidas por tarifas dos EUA

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CEO italiano da Stellantis alfineta após microfone falhar em reunião com Lula: 'Deve ser de origem asiática a bateria'
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CEO italiano da Stellantis alfineta após microfone falhar em reunião com Lula: 'Deve ser de origem asiática a bateria'
Política — CEO italiano da Stellantis brinca após microfone falhar em reunião com Lula O CEO global da Stellantis, o executivo italiano Antonio Filosa, fez nesta quarta-feira (22) uma provocação após o microfone que utilizava falhar durante uma reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da ...

Política — CEO italiano da Stellantis brinca após microfone falhar em reunião com Lula O CEO global da Stellantis, o executivo italiano Antonio Filosa, fez nesta quarta-feira (22) uma provocação após o microfone que utilizava falhar durante uma reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o vice Geraldo Alckmin, e ministros do governo no Palácio do Planalto. Filosa apresentava ao presidente Lula e aos demais integrantes do governo os investimentos que a multinacional do setor automotivo tem feito no Brasil e os números de profissionais contratados diretamente pela empresa em território brasileiro quando o microfone falhou. Ele então, declarou: "Deve ser de origem asiática a bateria [do microfone]", afirmou o italiano. A fala provocou risos do vice-presidente Geraldo Alckmin, mas Lula não esboçou nenhuma reação diante do comentário de Filosa. 🔎A Stellantis é uma das maiores montadoras automotivas do mundo, criada em janeiro de 2021 a partir da fusão de 50% entre a Fiat Chrysler Automobiles (FCA) e o Groupe PSA (Peugeot-Citroën), reunindo marcas icônicas como Fiat, Jeep, Peugeot, Citroën, RAM, Alfa Romeo e Maserati. Juridicamente, a multinacional está sediada em Hoofddorp, nos Países Baixos. Apesar do comentário de Filosa, a Stellantis mantém, com uma montadora chinesa, parceria voltada ao desenvolvimento de carros elétricos e à cooperação tecnológica. O presidente Lula durante reunião com representantes da Stellantis, no Palácio do Planalto Reprodução/YouTube Lula Neste terceiro mandato, Lula tem se aproximado de montadoras asiáticas que fabricam carros elétricos e híbridos, em uma estratégia de reindustrialização sustentável e transição energética. O petista lançou o programa Mobilidade Verde e Inovação (Mover) e tem buscado atrair aportes para a produção de veículos movidos a eletricidade. A chinesa BYD tem feito investimentos em Camaçari (BA) e a GWM, também da China, em Iracemápolis (SP). A Hyundai também anunciou planos para o Brasil. Esses movimentos têm sido acompanhados de perto pelo presidente Lula, que busca geração de empregos no setor automotivo e transferência tecnológica. Lula quer ampliar vendas para África Após ouvir os planos de investimento da Stellantis no Brasil, o presidente Lula destacou medidas adotadas pelo governo para estimular o setor automotivo e ampliar o consumo no país, como a oferta de crédito para a renovação da frota de táxis e de motoristas de aplicativos. Além de investimentos no mercado interno, Lula defendeu a ampliação das exportações de carros e sugeriu que o governo e a Stellantis atuem em conjunto para abrir novos mercados na América Latina e na África. "É uma cesta de oportunidade para a indústria crescer. E acho que essa parceria traz como resultado o crescimento do Brasil. Uma coisa que vamos ter q trabalhar agora é aumentar a capacidade de exportação para América Latina e África, mercados promissores, importantes e temos condições de termos participação mais efetiva e numerosa" declarou o presidente. Com a entrada em vigor de um novo tarifaço aplicado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, contra produtos brasileiros, Lula tem buscado diversificar os parceiros comerciais, para reduzir impactos das ações norte-americanas sobre a economia nacional.

📰 CEO italiano da Stellantis alfineta após microfone falhar em reunião com Lula: 'Deve ser de origem asiática a bateria'

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Destaques Principais Impacto Político e Econômico: Análise preliminar aponta desdobramentos diretos na rotina local e internacional. Reação dos Mercados e da População: Os acontecimentos geraram repercussão imediata nos setores atingidos.

Novas informações devem ser publicadas ao longo do dia à medida que as fontes oficiais confirmarem os detalhes.

O Progresso da Moeda CCA
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O Progresso da Moeda CCA
Superando Adversidades: A Força da Coroa Congregacional Apostólica e a Solidariedade ComunitáriaO Progresso da Moeda Coroa Congregacional ApostólicaEm tempos em que a estabilidade financeira e a segurança comunitária tornam-se desafios constantes, a iniciativa da moeda Coroa Congregacional Apostólic...
Superando Adversidades: A Força da Coroa Congregacional Apostólica e a Solidariedade ComunitáriaO Progresso da Moeda Coroa Congregacional Apostólica

Em tempos em que a estabilidade financeira e a segurança comunitária tornam-se desafios constantes, a iniciativa da moeda Coroa Congregacional Apostólica surge como um símbolo de progresso, autonomia e fortalecimento econômico mútuo. Desenhada para fomentar a troca de bens, serviços e apoio entre os irmãos, a moeda tem se consolidado como um ecossistema sustentável que preserva os recursos dentro da própria comunidade, promovendo a prosperidade coletiva.

O Acolhimento nas Refeições Comunitárias em Tempos de Recesso

Nos períodos de recesso e maior vulnerabilidade econômica, a tradição das refeições comunitárias ganha um papel central nas igrejas. Mais do que suprir as necessidades físicas de nutrição, o momento de agregar em volta da mesa renova as forças espirituais, promove o companheirismo e fortalece os laços afetivos. A partilha do pão torna-se a expressão máxima de solidariedade, onde ninguém fica amparado sozinho diante das dificuldades.

[ União & Solidariedade ] │ ┌──────────────┴──────────────┐ ▼ ▼ Moeda Coroa Refeições Congregacional Comunitárias (Autonomia) (Acolhimento) │ │ └──────────────┬──────────────┘ ▼ [ Renovação e Prosperidade ] Caminhos para Restabelecer a Empregabilidade e a Renda dos Crentes

Para vencer a crise financeira e garantir que as famílias voltem a ter uma fonte de renda digna e favorável, algumas ações estratégicas podem ser adotadas pelas irmandades:

Capacitação Profissional e Cursos Técnicos: Promover oficinas de capacitação, empreendedorismo e qualificação em áreas de alta demanda (como tecnologia, artesanato, serviços e culinária).

Rede Comunitária de Empregos: Criar um mural interno (físico ou digital) de vagas e indicação de serviços oferecidos pelos próprios irmãos.

Incentivo ao Microempreendedorismo: Estimular o uso da Coroa Congregacional Apostólica para alavancar pequenos negócios locais e trocas de serviços profissionais.

Mentorias e Orientação Financeira: Realizar palestras e acompanhamento sobre gestão de orçamento familiar e planejamento de investimentos.

Brasil proíbe foie gras após classificar técnica como maus-tratos
Notícias POL
Brasil proíbe foie gras após classificar técnica como maus-tratos
Política — Brasil é o segundo país a proibir produção e comércio de foie gras O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou nesta sexta-feira (24) um projeto de lei que proíbe a produção e a venda de produtos obtidos por meio da alimentação forçada de animais. Entre eles, está o foie gr...

Política — Brasil é o segundo país a proibir produção e comércio de foie gras O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou nesta sexta-feira (24) um projeto de lei que proíbe a produção e a venda de produtos obtidos por meio da alimentação forçada de animais. Entre eles, está o foie gras, produto da culinária francesa feito com fígado gordo de pato ou ganso. A norma, publicada no Diário Oficial da União, especifica que a proibição inclui a produção e a comercialização de foie gras, tanto in natura como enlatado. Quem descumprir a regra poderá ser punido com prisão de três meses a um ano, além de multa, conforme prevê a Lei de Crimes Ambientais para casos de maus-tratos a animais. ➡️ A técnica usada para produzir o foie gras é conhecida como gavage. Ela consiste em forçar o animal a comer mais do que consumiria naturalmente para aumentar o tamanho do fígado. Para isso, um tubo metálico é inserido pela garganta da ave até o esôfago, por onde a ração é fornecida. Técnica gavage para produção de foie gras Jerry ツ on Visualhunt O procedimento costuma ser realizado duas vezes por dia nas duas a quatro semanas que antecedem o abate. "Isso gera uma série de lesões na garganta, no esôfago ou até na face e no bico do animal", explica George Sturaro, diretor de políticas públicas da ONG Mercy For Animals. Segundo Sturaro, o fígado pode crescer até dez vezes além do tamanho normal, o que pode causar dor, alterações no metabolismo e estresse térmico nas aves. Além disso, há outro agravante: muitas vezes o processo não é feito corretamente, o que provoca ainda mais ferimentos nos animais. "Você vê que as aves já até fogem quando chega o funcionário, porque já vira um manejo violento, não toma cuidado na hora de fazer a sondagem", afirma Patrycia Sato, presidente e diretora técnica da Alianima. Gavage, técnica de alimentação forçada Mercy for Animals / divulgação Segundo o relator do projeto, o deputado Fred Costa (PRD-MG), a técnica pode aumentar em até 25 vezes a taxa de mortalidade dos animais. Sem esse método, ainda não existem alternativas comercialmente viáveis para produzir foie gras, afirma Sturaro. No entanto, algumas opções estão sendo estudadas, como o cultivo de células em laboratório e produtos à base de plantas. Leia também: Chocolate ou ‘sabor chocolate’?: nova lei fixa regras e define categorias; veja quais são Brasil na frente Agora que o texto foi sancionado, o Brasil será o segundo país a proibir a produção e a comercialização de produtos obtidos por meio da alimentação forçada de animais. O primeiro foi a Índia. No caso da produção, outros países já adotam restrições semelhantes, como Reino Unido, Alemanha, Itália, Austrália e Argentina. "Realmente o Brasil sai na frente de muitos países, inclusive os que geralmente são pioneiros em práticas de bem-estar animal", afirma Sato. O projeto de lei foi apresentado há seis anos no Senado e tramitou em caráter conclusivo pelas comissões — ou seja, não precisou passar pelo plenário, explica Natália Figueiredo, gerente de políticas públicas da World Animal Protection Brasil. Segundo Figueiredo, a embaixada da França pediu apoio da Frente Parlamentar Agropecuária (FPA) para evitar que o projeto também proibisse a importação de produtos feitos com a técnica. O g1 entrou em contato com a FPA e com a embaixada da França, mas não recebeu resposta até a publicação desta reportagem. Já internamente, o projeto passou sem obstáculos, uma vez que o Brasil só possui três produtores que usam a técnica de gavage. "E é uma iguaria, é um alimento muito caro, ela é elitizada. Então, também não tem esse fator de você estar tirando comida do brasileiro", afirma Sato. LEIA TAMBÉM Como a mudança nos hábitos de consumo da China pode ajudar a proteger a floresta amazônica Crise do alho: preço baixo dos importados faz agricultores brasileiros jogarem produção no lixo Acordo UE-Mercosul passa a valer no Brasil: o que muda para o agro

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Chef de restaurante premiado na Coreia do Sul pode pegar 1 ano de prisão por servir formigas em sobremesa
Notícias MUNDO
Chef de restaurante premiado na Coreia do Sul pode pegar 1 ano de prisão por servir formigas em sobremesa
Internacional — Formigas usadas em prato na Coreia do Sul Yonhap/Reprodução O Ministério Público da Coreia do Sul pediu uma pena de um ano de prisão para o chef e representante de um restaurante de Seul premiado com duas estrelas no Guia Michelin, acusado de servir pratos com formigas. As ...

Internacional — Formigas usadas em prato na Coreia do Sul Yonhap/Reprodução O Ministério Público da Coreia do Sul pediu uma pena de um ano de prisão para o chef e representante de um restaurante de Seul premiado com duas estrelas no Guia Michelin, acusado de servir pratos com formigas. As informações foram publicadas pela agência estatal Yonhap nesta quarta-feira (22). ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp Além da pena de prisão para o chef, os promotores pediram uma multa de 20 milhões de wons (cerca de R$ 68 mil) para a empresa que administra o restaurante. Segundo a acusação, o estabelecimento importava formigas desidratadas dos Estados Unidos e da Tailândia desde 2021 e, durante cerca de quatro anos, usou o ingrediente como cobertura em alguns pratos do menu. 🐜 Na Coreia do Sul, a lei permite o consumo de apenas dez espécies de insetos. As formigas não estão nessa lista e, por isso, não podem ser utilizadas como ingrediente em pratos. A Promotoria afirma que o restaurante vendeu mais de 12,2 mil porções de um prato que levava um sorvete tipo sherbet com formigas, obtendo cerca de 120 milhões de wons (aproximadamente R$ 411 mil) em receita. Os investigadores estimam que cerca de 49 mil formigas tenham sido usadas. Agora no g1 A defesa reconheceu a maior parte das acusações, mas contestou esse cálculo. Segundo o advogado do chef, as formigas não eram servidas a clientes que recusavam o ingrediente, e apenas cerca de 60% aceitavam consumi-las. A acusação, segundo ele, considerou que todos os clientes receberam as formigas. O advogado também argumentou que o ingrediente aparecia apenas em uma pequena parte de um menu degustação com 15 etapas e afirmou que restaurantes da Dinamarca, do Reino Unido e da Austrália utilizam formigas em preparações culinárias. A sentença está prevista para 2 de setembro. VÍDEOS: mais assistidos do g1

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UE cobra que EUA cumpram acordo comercial após novas tarifas de Trump
Notícias MUNDO
UE cobra que EUA cumpram acordo comercial após novas tarifas de Trump
Internacional — Novo tarifaço de Trump a 60 parceiros comerciais gera protestos imediatos A União Europeia (UE) afirmou nesta sexta-feira (24) que espera que os Estados Unidos cumpram integralmente o acordo comercial firmado entre as partes e em vigor desde 1º de julho, mesmo após o govern...

Internacional — Novo tarifaço de Trump a 60 parceiros comerciais gera protestos imediatos A União Europeia (UE) afirmou nesta sexta-feira (24) que espera que os Estados Unidos cumpram integralmente o acordo comercial firmado entre as partes e em vigor desde 1º de julho, mesmo após o governo de Donald Trump anunciar novas tarifas sobre produtos importados sob a justificativa de combater o trabalho forçado nas cadeias globais de produção. As declarações ocorrem um dia após os EUA anunciarem uma nova tarifa de 12,5% sobre produtos brasileiros e de outros parceiros comerciais, incluindo a UE. Com a medida, a carga tarifária sobre alguns itens exportados pelo Brasil pode chegar a 37,5%, somando-se às tarifas já anunciadas na semana passada. Em comunicado, um porta-voz da Comissão Europeia afirmou que o bloco já cumpriu os compromissos previstos no acordo comercial firmado com Washington e que continuará dialogando com a administração americana. "A UE já cumpriu a sua parte do acordo. Continuaremos a dialogar com a administração dos EUA para garantir que os EUA cumpram integralmente os seus compromissos", disse o representante. Em 2023, o comércio entre a UE e os EUA ultrapassou US$ 1,8 trilhão Getty Images via BBC Agora no g1 A cobrança da UE ocorre pouco mais de um mês após o Parlamento Europeu aprovar a redução de tarifas de importação sobre diversos produtos americanos, cumprindo sua parte de um acordo comercial firmado com Washington no ano passado. A votação aconteceu em 16 de junho, onze meses depois de o entendimento ter sido fechado durante um encontro realizado em um campo de golfe de Trump, na Escócia. Pelo acordo, os europeus concordaram em eliminar tarifas sobre produtos industriais dos EUA e ampliar o acesso de produtos agrícolas americanos ao mercado europeu. Em contrapartida, os Estados Unidos mantiveram tarifas de 15% sobre a maior parte dos bens exportados pelo bloco. Antes da aprovação das medidas, Trump chegou a ameaçar impor tarifas “muito mais altas” caso a União Europeia não implementasse os compromissos até 4 de julho. O Reino Unido, por sua vez, afirmou que não será afetado pela nova rodada de tarifas. Em comunicado divulgado nesta sexta-feira (24), um porta-voz do governo britânico disse que o acordo comercial firmado com Washington permanece em vigor e que as empresas do país não enfrentarão aumento nas taxas alfandegárias em decorrência da medida. "Não há qualquer alteração negativa nas taxas alfandegárias que as empresas do Reino Unido enfrentam em consequência deste anúncio. O nosso acordo com os EUA mantém-se em vigor e, hoje, assistimos a uma melhoria das nossas condições comerciais, com tarifas zero para o whisky e a tecnologia médica", afirmou o porta-voz. O governo britânico também destacou que adota medidas para evitar que empresas do país sejam cúmplices de trabalho forçado nas cadeias globais de abastecimento. Nova tarifa de Trump As novas tarifas fazem parte de uma investigação conduzida pelo Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês), que concluiu que diversos países não adotam mecanismos suficientes para impedir a entrada em seus mercados de produtos fabricados com trabalho forçado. Segundo os EUA, o Brasil, a União Europeia e dezenas de outros parceiros comerciais falham em fiscalizar adequadamente suas cadeias de importação, o que criaria condições de concorrência desleal para empresas americanas. A justificativa, porém, vem sendo contestada por especialistas e autoridades internacionais. Analistas em comércio internacional observam que a investigação não apresentou casos concretos de produtos brasileiros produzidos com trabalho forçado que tenham sido identificados no mercado americano. Além disso, setores frequentemente associados a resgates de trabalhadores em condições análogas à escravidão no Brasil, como pecuária e cafeicultura, ficaram fora das principais sobretaxas anunciadas por Washington. A ofensiva comercial também ocorre em um momento em que o governo Trump busca ampliar instrumentos de pressão sobre parceiros econômicos e reorganizar cadeias globais de produção. Para parte dos especialistas, as medidas têm relação não apenas com o combate ao trabalho forçado, mas também com a estratégia americana de proteger sua indústria e aumentar a pressão sobre a China e outros concorrentes comerciais. Dados da fundação Walk Free mostram que os próprios Estados Unidos lideram o ranking mundial de importações potencialmente expostas ao risco de trabalho forçado, movimentando cerca de US$ 169,6 bilhões por ano em mercadorias associadas a esse risco. O Brasil aparece muito abaixo, com aproximadamente US$ 5,6 bilhões, segundo dados de 2023. *Com informações da Reuters.

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Internacional — Formigas usadas em prato na Coreia do Sul Yonhap/Reprodução O Ministério Público da Coreia do Sul pediu uma pena de um ano de prisão para o chef e representante de um restaurante de Seul premiado com duas estrelas no Guia Michelin, acusado de servir pratos com formigas. As informações foram publicadas pela agência estatal Yonhap nesta quarta-feira (22). ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp Além da pena de prisão para o chef, os promotores pediram uma multa de 20 milhões de wons (cerca de R$ 68 mil) para a empresa que administra o restaurante. Segundo a acusação, o estabelecimento importava formigas desidratadas dos Estados Unidos e da Tailândia desde 2021 e, durante cerca de quatro anos, usou o ingrediente como cobertura em alguns pratos do menu. 🐜 Na Coreia do Sul, a lei permite o consumo de apenas dez espécies de insetos. As formigas não estão nessa lista e, por isso, não podem ser utilizadas como ingrediente em pratos. A Promotoria afirma que o restaurante vendeu mais de 12,2 mil porções de um prato que levava um sorvete tipo sherbet com formigas, obtendo cerca de 120 milhões de wons (aproximadamente R$ 411 mil) em receita. Os investigadores estimam que cerca de 49 mil formigas tenham sido usadas. Agora no g1 A defesa reconheceu a maior parte das acusações, mas contestou esse cálculo. Segundo o advogado do chef, as formigas não eram servidas a clientes que recusavam o ingrediente, e apenas cerca de 60% aceitavam consumi-las. A acusação, segundo ele, considerou que todos os clientes receberam as formigas. O advogado também argumentou que o ingrediente aparecia apenas em uma pequena parte de um menu degustação com 15 etapas e afirmou que restaurantes da Dinamarca, do Reino Unido e da Austrália utilizam formigas em preparações culinárias. A sentença está prevista para 2 de setembro. VÍDEOS: mais assistidos do g1

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Irã é a próxima 'guerra sem fim' dos EUA?
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Irã é a próxima 'guerra sem fim' dos EUA?
Internacional — EUA renovam ataques ao Irã e ameaçam bombardear instalação nuclear subterrânea A trégua negociada entre EUA e Irã em junho já era. Com a troca cada vez mais intensa de bombardeios, drones e mísseis, a questão já não é mais se a guerra foi retomada, e sim se o conflito está ...

Internacional — EUA renovam ataques ao Irã e ameaçam bombardear instalação nuclear subterrânea A trégua negociada entre EUA e Irã em junho já era. Com a troca cada vez mais intensa de bombardeios, drones e mísseis, a questão já não é mais se a guerra foi retomada, e sim se o conflito está se transformando em uma disputa sem prazo para terminar, que nenhum dos lados pode vencer. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp Pode ser mais uma "guerra sem fim", afirma Kelly Grieco, pesquisadora sênior do centro de estudos Stimson Center, sediado em Washington. O termo descreve conflitos que se arrastam por anos, com ações militares recorrentes e sem uma solução política duradoura. "Você acaba adotando uma abordagem de 'aparar o gramado', na qual as capacidades do Irã crescem até determinado nível. Então você decide que não está disposto a tolerar esse grau de ameaça e volta a realizar uma nova rodada de ataques com mísseis e bombardeios. E depois repetimos esse ciclo indefinidamente", explica. A aviação militar dos EUA intensificou os ataques contra alvos em todo o Irã, que, por sua vez, segue atacando posições americanas e aliados regionais. As forças iranianas atingiram locais em vários países do Golfo e voltaram a interromper a navegação no Estreito de Ormuz, por onde antes passava cerca de um quinto do petróleo e gás exportados ao mundo. Do outro lado do Golfo, os rebeldes houthis do Iêmen, apoiados pelo Irã, impuseram um bloqueio naval à Arábia Saudita no Mar Vermelho, ameaçando estrangular uma segunda rota estratégica crucial para o tráfego marítimo na região. Os esforços diplomáticos não cessaram. O ministro do Interior do Irã, Eskandar Momeni, viajou ao Paquistão, um dos principais mediadores do conflito, numa tentativa de retomar as negociações. Mas as perspectivas de um avanço parecem pequenas. O presidente dos EUA, Donald Trump, manifestou pouco entusiasmo por novas negociações, afirmando na terça-feira que os norte-americanos "não têm interesse em se reunir". Pelo contrário: a campanha aérea americana poderia ser intensificada. Autoridades iranianas, por sua vez, advertiram a Casa Branca a não atacar instalações nucleares, sob risco de provocar uma grande escalada. LEIA TAMBÉM Dias após acusar China de interferir nas eleições de 2020, Trump confirma visita de Xi Jinping em setembro Irã diz considerar 'alvo legítimo' base militar do Reino Unido utilizada pelos EUA para bombardeio Catedral de Notre Dame prepara novos vitrais para outubro sete anos após incêndio Um conflito em expansão Guerra no Oriente Médio: rebeldes houthis do Iêmen realizam ataques Reprodução/Jornal Nacional O que começou como uma campanha militar limitada pode evoluir para uma guerra de desgaste, travada por meio de ataques aéreos, pressão econômica e escaladas recorrentes, sem um fim claro à vista. "O que devemos esperar é que, se os Estados Unidos continuarem ampliando sua campanha de ataques aéreos, atingindo infraestrutura ferroviária, pontes, grandes instalações portuárias ou instalações de energia, o Irã poderá e irá responder da mesma forma, usando seus mísseis e drones para atacar estruturas semelhantes no Golfo, bem como no Levante [leste do Mediterrâneo], atingindo áreas na Jordânia e na Síria, por exemplo", afirma Megan Sutcliffe, analista de segurança para Oriente Médio e África da empresa privada de inteligência Sibylline, com sede em Londres. "Essa lógica de retaliação mútua é exatamente o que continuará a acontecer nas próximas semanas. Isso nos aproxima do pior cenário possível: a retomada de um conflito em grande escala." Ao longo da guerra, os objetivos dos EUA pareceram mudar repetidamente: No início, a retórica se concentrava em uma mudança de regime e na eliminação do programa nuclear iraniano. Mais tarde, a ênfase passou a ser a degradação das capacidades militares do país. Hoje, o objetivo mais imediato parece ser a reabertura do Estreito de Ormuz e a proteção de uma das rotas marítimas mais importantes do mundo. Ainda assim, uma pergunta permanece sem resposta: se os Estados Unidos têm ampla superioridade militar e realizaram centenas de ataques em todo o Irã, por que então Teerã ainda é capaz de interromper o tráfego em Ormuz? É que para isso não é preciso ter um grande arsenal ameaçador de mísseis ou drones, explica Grieco. "Mesmo que os Estados Unidos consigam destruir, digamos, hipoteticamente, 95% dos lançadores de mísseis, dos mísseis e dos drones iranianos, o Irã ainda manteria uma capacidade residual de 5%. E esses 5% geralmente seriam suficientes para que os iranianos conseguissem interromper o tráfego pelo Estreito de Ormuz." "Chega um ponto em que se torna realmente difícil localizar alguns desses alvos. Eles são móveis, numerosos e estão amplamente distribuídos pelo país — como os drones Shahed, por exemplo." Missão cumprida? Pessoas caminham perto de um mural anti-EUA em Teerã, Irã , 13 de julho de 2026 Majid Asgaripour/WANA via Reuters Para alguns observadores, a guerra contra o Irã começa a evocar lembranças desconfortáveis das intervenções militares americanas no Iraque (2003–2011) e no Afeganistão (2001–2021). Esses conflitos mostraram que a superioridade militar não se traduz necessariamente em uma campanha bem-sucedida. Sob o governo do presidente George W. Bush, as forças americanas derrotaram rapidamente o Talibã no Afeganistão e o governo de Saddam Hussein no Iraque. Da mesma forma, ataques dos EUA e de Israel mataram muitos dos principais líderes iranianos no início da guerra e rapidamente estabeleceram domínio militar no espaço aéreo. No entanto, como em conflitos anteriores, o sucesso inicial no campo de batalha não produziu um resultado claro em terra. As guerras anteriores dos EUA também mostram como adversários mais fracos podem se adaptar. No Afeganistão e no Iraque, insurgentes utilizaram bombas caseiras à beira de estradas e atentados suicidas para compensar a superioridade militar americana. No Irã, as Forças Armadas têm usado drones relativamente baratos e pequenas lanchas de alta velocidade para interromper a navegação no Estreito de Ormuz, apesar das grandes perdas sofridas no mar. "A comparação que eu faria não é com o Afeganistão ou o Iraque, porque lá havia tropas terrestres", pontua Grieco. "A comparação que eu realmente faria é com o Iraque durante toda a década de 1990 e até a guerra de 2003. Foi quando os Estados Unidos impuseram uma zona de exclusão aérea sobre partes do Iraque, usando poder aéreo para mantê-la e, em alguns momentos, realizando ataques", diz. "Acho que o resultado acaba se parecendo com isso: algo fortemente centrado no uso da força aérea. Estamos falando de um compromisso de longo prazo, sem perspectiva de término." O dilema de Ormuz Embarcações circulando pelo Estreito de Ormuz Majid Asgaripour/WANA (West Asia News Agency) via REUTERS Ainda é possível desescalar e evitar outra "guerra sem fim", acredita Sutcliffe. "Embora isso pareça relativamente improvável neste momento, não é algo sem precedentes", diz, citando a mudança de rumo adotada por Trump ao declarar um cessar-fogo com o Irã. Grieco concorda que o conflito terá de ser resolvido na mesa de negociações. "O centro da divergência agora gira em torno do Estreito de Ormuz. Essa é a questão mais urgente, porque toda a economia global está sendo mantida refém. E precisamos chegar a algum tipo de acordo." Mas, para Teerã, a capacidade de ameaçar a navegação pelo estreito continua sendo uma das poucas formas eficazes de penalizar os Estados Unidos e a seus aliados, apesar da esmagadora superioridade militar americana. Os líderes iranianos podem ver poucos motivos para abrir mão dessa vantagem sem concessões significativas em troca. Enquanto ambos os lados continuarem escolhendo a força em vez da negociação, o conflito poderá se arrastar por anos, transformando-se em mais uma "guerra sem fim" americana. VÍDEOS: mais assistidos do g1

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Brasil é o maior prejudicado por tarifaço de Trump, diz Financial Times
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Brasil é o maior prejudicado por tarifaço de Trump, diz Financial Times
Internacional — Mauro Vieira publica artigo sobre tarifaço dos EUA O Brasil foi o país mais prejudicado pela nova reformulação das tarifas de importação dos Estados Unidos anunciada pelo presidente Donald Trump, segundo análise publicada pelo Financial Times nesta sexta-feira (24). De acor...

Internacional — Mauro Vieira publica artigo sobre tarifaço dos EUA O Brasil foi o país mais prejudicado pela nova reformulação das tarifas de importação dos Estados Unidos anunciada pelo presidente Donald Trump, segundo análise publicada pelo Financial Times nesta sexta-feira (24). De acordo com levantamento da organização independente Global Trade Alert, a tarifa efetiva aplicada aos produtos brasileiros subiu de 11% para 17,7%, o maior aumento entre os principais parceiros comerciais dos EUA. Enquanto isso, países europeus passaram a enfrentar tarifas menores. França, Reino Unido, Alemanha e Espanha tiveram redução nas alíquotas efetivas. 🗒️Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1 A mudança ocorre após a Suprema Corte dos EUA considerar ilegais, no início deste ano, as tarifas amplas anunciadas por Trump em abril de 2025. Para manter a política tarifária em vigor, o governo americano substituiu a tarifa global temporária de 10% por taxas específicas para cada país, com base na Seção 301 da Lei de Comércio dos EUA. Segundo George Riddell, diretor da consultoria Goyder, em entrevista ao Financial Times, esse formato dificulta que uma decisão judicial derrube toda a política tarifária de uma só vez. Se um país conseguir reverter a medida na Justiça, a decisão tende a valer apenas para ele. Mesmo com a reformulação, a tarifa média efetiva cobrada pelos EUA sobre produtos importados permaneceu praticamente estável, em 10,8%, segundo a Global Trade Alert. Na quinta-feira (23), os EUA anunciaram uma nova tarifa de 12,5% sobre produtos brasileiros e de outros 59 países, sob a justificativa de que essas nações não combatem de forma eficaz a importação de mercadorias produzidas com trabalho forçado. A taxa entrou em vigor nesta sexta-feira e, como o Brasil já enfrenta uma tarifa adicional de 25%, parte das exportações brasileiras poderá ser taxada em até 37,5%. O governo americano prevê exceções para produtos considerados estratégicos. (veja a lista) Já o governo brasileiro negocia uma resposta à medida e ampliou o apoio às empresas afetadas por meio do Plano Brasil Soberano, que já liberou R$ 18,5 bilhões em crédito para os setores atingidos. LEIA TAMBÉM Da isenção à taxa de 50%: novo tarifaço dos EUA coloca Brasil em 5 faixas de tributos Itamaraty ainda aguarda lista de produtos com dupla taxação Trabalho forçado é pretexto? O que está por trás da nova tarifa Europa ganha vantagem O estudo mostra que a Europa saiu relativamente beneficiada pela nova política. Bélgica, Espanha e Itália registraram as maiores reduções nas tarifas efetivas, entre 1 e 1,5 ponto percentual. Segundo Johannes Fritz, diretor-executivo da Global Trade Alert, isso ocorreu porque parte das exportações europeias se enquadra em exceções criadas pelos EUA para produtos como diamantes, cortiça e ferro-gusa. Além disso, a tarifa básica de 10% aplicada à União Europeia deixou de ser acumulada com outras cobranças, reduzindo o peso total das taxas sobre diversos produtos europeus. "As tarifas aumentam, principalmente para o Brasil, mas também para a China. Em geral, elas caem para os europeus, ainda que ligeiramente", afirmou Fritz ao Financial Times. América Latina e Ásia também perderam Além do Brasil, países da América Latina e da Ásia também foram afetados. China, Vietnã, Indonésia, Chile e Colômbia registraram aumentos entre 0,5 e 1 ponto percentual nas tarifas efetivas. Embora a União Europeia tenha recebido positivamente as novas tarifas, o bloco teme novas investigações comerciais conduzidas pelos EUA que podem resultar em tarifas adicionais sobre setores industriais. Caso isso ocorra, a Comissão Europeia mantém preparado um pacote de retaliação sobre cerca de € 93 bilhões (aproximadamente R$ 590 bilhões) em exportações americanas, incluindo automóveis, bourbon e soja. Tarifaço redesenha mapa das exportações brasileiras; vendas para a China bateram recorde Jornal Nacional/ Reprodução

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As atualizações mais recentes sobre o panorama em Internacional indicam movimentações importantes para os próximos dias. Acompanhe a cobertura detalhada da agência Ylin Press / Host.

Destaques Principais Impacto Político e Econômico: Análise preliminar aponta desdobramentos diretos na rotina local e internacional. Reação dos Mercados e da População: Os acontecimentos geraram repercussão imediata nos setores atingidos.

Novas informações devem ser publicadas ao longo do dia à medida que as fontes oficiais confirmarem os detalhes.

Casa Branca diz que governo dos EUA fará anúncio de novas tarifas nesta quinta-feira
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Casa Branca diz que governo dos EUA fará anúncio de novas tarifas nesta quinta-feira
Internacional — A secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, realiza uma coletiva de imprensa na Casa Branca, em Washington, DC, EUA, em 23 de julho de 2026 REUTERS/Jonathan Ernst A secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, informou nesta quinta-feira (23) que ...

Internacional — A secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, realiza uma coletiva de imprensa na Casa Branca, em Washington, DC, EUA, em 23 de julho de 2026 REUTERS/Jonathan Ernst A secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, informou nesta quinta-feira (23) que o representante comercial dos Estados Unidos, Jamieson Greer, fará um anúncio sobre novas tarifas antes do fim da vigência da taxa global de 10%, previsto para sexta-feira (24). A expectativa é de que a medida estabeleça uma sobretaxa entre 10% e 12,5% sobre produtos importados de cerca de 60 economias, incluindo o Brasil. Para os produtos brasileiros, a alíquota prevista é de 12,5%. 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1 A nova tarifa está relacionada a uma investigação conduzida pelo Escritório do Representante de Comércio dos EUA (USTR, na sigla em inglês), com base na Seção 301 da Lei de Comércio de 1974. A apuração trata de supostas falhas de parceiros comerciais no combate à importação de produtos feitos com trabalho forçado. LEIA TAMBÉM Tarifaço de Trump pressiona setores, mas Brasil chega menos dependente dos EUA, dizem especialistas Tarifaço: setores atingidos e governo divergem sobre possibilidade de aplicar reciprocidade aos EUA O governo brasileiro já espera a aplicação da nova tarifa e acompanha as negociações com representantes dos setores afetados. 🔎 O argumento é parecido ao utilizado pelos EUA para justificar a tarifa de 25% aplicada sobre produtos brasileiros, que entrou em vigor na última quarta-feira (22). Com a nova medida, parte dos produtos do Brasil passam a enfrentar uma sobretaxa total de 37,5%. Tarifaço de Trump: veja as medidas do governo para tentar conter impacto das tarifas Entenda o que é essa investigação e a justificativa do governo Trump Em março deste ano, o escritório do Representante Comercial dos EUA anunciou o inicio de investigações contra 60 países, dentre eles, o Brasil. Em junho, a apuração concluiu que esses países adotam práticas comerciais consideradas desleais por não proibirem nem fiscalizarem adequadamente a importação de mercadorias produzidas com trabalho forçado. Além do Brasil, a lista inclui alguns dos principais parceiros comerciais e aliados dos EUA, como Austrália, Canadá, União Europeia, Reino Unido, Israel, Índia, Catar e Arábia Saudita. China e Rússia também aparecem na relação. O governo americano propôs a aplicação de tarifas adicionais de 12,5% sobre todos os produtos desses países. O USTR alega que a condução dos países neste assunto não apenas prejudica a lucratividade de empresas éticas, mas também incentiva a manutenção do trabalho escravo moderno ao permitir a circulação de mercadorias produzidas a custos artificialmente baixos. Em relação ao Brasil, o relatório afirma que, embora o país assuma compromissos de combate ao trabalho escravo em acordos de comércio e investimentos, ainda não possui uma proibição considerada efetiva pelos EUA para impedir a entrada de mercadorias produzidas nessas condições no mercado interno. O documento menciona a existência da Lista Suja do Trabalho Escravo, atualizada semestralmente pelo governo federal, mas ressalta que o foco da investigação americana foi a ausência de mecanismos para impedir a importação de bens produzidos com trabalho forçado em outros países. Brasil classifica decisão como "arbitraria" No início de julho, o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, enviou uma carta ao USTR para contestar a proposta de aplicar a tarifa adicional de 12,5% sobre produtos brasileiros. Na carta, o Itamaraty rejeitou a avaliação e afirmou que as conclusões da investigação são "errôneas", "arbitrárias" e não encontram respaldo nas evidências apresentadas pelo Brasil ao longo do processo. O documento enviado pelo governo brasileiro ao USTR sustenta que o país já atua de forma ativa no combate ao trabalho análogo à escravidão, principal motivo apontado pelos EUA para justificar a proposta de aplicar uma tarifa adicional sobre produtos brasileiros. No texto, Vieira afirma que o país mantém um conjunto abrangente de mecanismos legais e institucionais para prevenir, identificar e punir casos. Entre eles estão: responsabilização criminal; fiscalização trabalhista; mecanismos de transparência; cooperação entre diferentes órgãos públicos; e medidas para impedir que produtos ligados ao trabalho escravo entrem nas cadeias produtivas. O governo brasileiro também argumenta que o USTR utilizou exemplos de outros países para justificar sua decisão, sem demonstrar relação com a realidade brasileira. "O USTR optou por invocar uma afirmação conclusiva", afirma o documento. Para reforçar esse argumento, Mauro Vieira recorre à própria legislação americana. Segundo ele, a Seção 301 não permite que o USTR ignore evidências que contradigam suas conclusões — mas foi exatamente isso que aconteceu neste caso. "A Section 301 não permite que o USTR ignore evidências incontestadas (...) Infelizmente, foi precisamente isso que o USTR propôs", escreve Vieira. Novas taxas substituem tarifaço anterior Na prática, as novas tarifas substituem a taxa global de 10% anunciada pelo presidente americano, Donald Trump, em fevereiro deste ano, logo após a Suprema Corte dos EUA derrubar as "tarifas recíprocas" impostas pelo republicano no ano passado. A medida havia sido adotada com base na Seção 122 da legislação comercial americana, que permite ao presidente impor tarifas temporárias por até 150 dias. Esse prazo se encerra na sexta-feira (24). Na ocasião, o presidente americano havia adiantado que recorreria à Seção 301 para abrir investigações sobre práticas comerciais consideradas desleais. O plano do governo para conter danos do tarifaço A principal iniciativa do governo para apoiar empresas afetadas pelas tarifas é o Plano Brasil Soberano. Lançado em 2025, o programa prevê linhas de financiamento, ampliação das garantias para exportadores e ações de promoção comercial para ajudar empresas brasileiras a conquistar novos mercados. Na última quarta-feira (22), o governo anunciou a terceira etapa do plano, que liberou R$ 18,5 bilhões em crédito para empresas afetadas pelas tarifas comerciais dos EUA. A medida atende companhias de setores industriais estratégicos, como os segmentos farmacêutico, de fertilizantes e têxtil, além de empresas que tiveram as exportações para o Golfo Pérsico afetadas. Nesse último caso, o objetivo do governo é ampliar o apoio a empresas afetadas pela guerra no Oriente Médio. O conflito, que envolve os EUA, o Irã, Israel e outros países da região, provocou o fechamento parcial do Estreito de Ormuz, uma das principais rotas comerciais do mundo, por onde passa cerca de 20% do comércio global de petróleo. Vista aérea da Casa Branca, em 2 de maio de 2026 REUTERS/Ken Cedeno

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Argentina x resto do mundo: derrota na Copa vira guerra entre argentinos e artistas estrangeiros, de Mia Khalifa a Rosalía
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Argentina x resto do mundo: derrota na Copa vira guerra entre argentinos e artistas estrangeiros, de Mia Khalifa a Rosalía
Internacional — Argentina x resto do mundo: derrota na Copa vira guerra entre argentinos e artistas A final da Copa do Mundo 2026 ultrapassou as barreiras do futebol e atingiu o mundo dos famosos, a política e o governo de Javier Milei. A disputa entre Argentina e Espanha, que terminou com...

Internacional — Argentina x resto do mundo: derrota na Copa vira guerra entre argentinos e artistas A final da Copa do Mundo 2026 ultrapassou as barreiras do futebol e atingiu o mundo dos famosos, a política e o governo de Javier Milei. A disputa entre Argentina e Espanha, que terminou com a vitória espanhola, gerou memes e comentários de celebridades que provocaram reações de torcedores argentinos, pedidos de boicote a artistas e até manifestações do presidente do país. 📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia Uma reportagem publicada pelo jornal argentino "Clarín", nesta quarta-feira (22), afirma que fontes do governo enxergam esse momento como uma "campanha anti-Argentina". E que as publicações de Milei são respostas para isso. Entre outras "respostas", o presidente argentino chegou a publicar uma mensagem dizendo: "O problema com a Argentina é que somos chamativos, não passamos despercebidos, têm inveja da gente e somos bons em quase tudo. Desculpem, mas alguém precisava dizer isso". (Saiba mais abaixo). Derrota da Argentina gerou memes, polêmicas com famosos e manifestações de Javier Milei Montagem/g1 Entenda as repercussões da derrota: Memes contra a Argentina: antes do jogo e depois da derrota, a internet foi tomada com provocações de torcedores de diversos países que apoiaram a Espanha. Comentários de famosos: artistas como Rosalía, Mia Khalifa, Lauren Jauregui e Niall Horan precisaram se explicar após publicações que desagradaram torcedores argentinos. Comportamento de Milei: o presidente compartilhou mensagens em defesa do país. Em uma das publicações, afirmou que o mundo veria “até onde pode chegar um país cheio de argentinos” A internet contra a Argentina Antes mesmo de a bola rolar, as redes sociais foram tomadas por memes que sugeriam que todos no mundo, além dos argentinos, estariam torcendo para a Espanha. Claro que, considerando a rivalidade no futebol, já era esperado que os usuários brasileiros e de vizinhos latinos compartilhassem postagens sobre a torcida contra a Argentina. Mas pessoas de outras nacionalidades compartilharam a torcida. Um dos memes mais compartilhados mostrava um mapa-múndi praticamente todo coberto pela bandeira da Espanha, enquanto a Argentina aparecia isolada com suas próprias cores. (Veja abaixo). Meme de antes do jogo da Espanha com a Argentina Reprodução/Instagram Após a vitória da Espanha, uma conta britâica no TikTok compartilhou uma montagem ao som do "No one mourns the wicked" ou "ninguém chora pelos maus", do musical Wicked, em referência à derrota dos hermanos. Já um usuário norte-americano compartilhou um vídeo insinuando que a Fifa estaria protegendo a Argentina na competição. Conta no TikTok faz montagem de time da Argentina Reprodução/TikTok Os comentários dos famosos Além dos memes, a vitória da Espanha também repercutiu entre artistas e influenciadores internacionais. Em alguns casos, demonstrações de apoio à seleção espanhola acabaram gerando uma onda de críticas de torcedores argentinos. Um desses episódios envolveu a cantora espanhola Rosalía e a influenciadora libanesa-americana Mia Khalifa. Após a final, Khalifa publicou um vídeo comemorando o título da Espanha ao som de "La Perla", música de Rosalía. Na legenda, escreveu: "Como soa a vida agora que as 'pérolas' foram derrotadas", em referência à Argentina. ➡️Na canção, “pérola” é usada de forma irônica. Não é um elogio. A letra descreve uma pessoa tóxica e pouco confiável, chamada, entre outras coisas, de “decepção local”, “terrorista emocional” e “maior desastre mundial”. Rosalía compartilhou o vídeo, o que foi interpretado por muitos argentinos como uma provocação. O compartilhamento desencadeou críticas nas redes sociais e uma campanha para boicotar os quatro shows que a cantora fará em Buenos Aires no início de agosto. Diante da reação, a artista apagou o conteúdo e pediu desculpas. Em uma publicação nas redes sociais, afirmou que repostou o vídeo apenas porque ele usava sua música e que "nem leu o que estava escrito". Em seguida, acrescentou que tem "apenas amor pela Argentina". Rosalía compartilha vídeo e pede desculpas Reprodução E Rosalía não foi a única a ser criticada por causa da torcida contra a seleção argentina. Após publicar um vídeo comemorando um gol da Espanha e falando "chora, chora" para o jogador Lionel Messi, a cantora americana de origem cubana Lauren Jauregui, ex-integrante do Fifth Harmony, também foi alvo de comentários. Diante das críticas, Lauren afirmou que torceu pela Espanha por causa de suas origens familiares e disse que "é só futebol". O cantor irlandês Niall Horan, ex-One Direction, também precisou se explicar depois de curtir uma publicação que dizia "As Malvinas são espanholas". As Ilhas Malvinas são um território disputado entre Argentina e Reino Unido desde a Guerra das Malvinas, em 1982. Dizer que são "espanholas" é uma dupla provocação." A interação foi considerada ofensiva por torcedores argentinos, que passaram a criticá-lo nas redes sociais. Horan afirmou que a curtida foi um engano, disse que não se lembrava de ter visto a publicação e reforçou que tem carinho pela Argentina e pelos fãs do país. Além deles, artistas como a americana Halsey, a sueca Zara Larsson e a britânica de origem albanesa Dua Lipa passaram a receber críticas nas redes por demonstrarem apoio à seleção espanhola durante a final. As indiretas de Milei O presidente da Argentina, Javier Milei, discursa durante cerimônia de comemoração dos 172 anos da Bolsa de Buenos Aires, no dia 16 de julho de 2026 Mariana Nedelcu/Reuters Os comentários, torcidas contra e os memes chegaram ao presidente da Argentina que, segundo o Clarín, fez uma série de postagens em resposta. Sem citar diretamente artistas, torcedores ou outras nações, Milei publicou mensagens interpretadas como respostas às críticas feitas à seleção e aos argentinos após a final. Em uma das postagens, Milei compartilhou a frase: “Você tem inimigos? Ótimo. Isso significa que, em algum momento da sua vida, você defendeu alguma coisa”. Initial plugin text o O presidente também republicou uma mensagem do escritor e influenciador de direita Agustín Laje, que atribuiu ao kirchnerismo e ao que chamou de “wokismo” a construção de uma imagem negativa do país no exterior. Depois, Milei postou uma imagem de um mapa da Argentina pintado com as cores da bandeira nacional e a frase: “Agora o mundo vai ver até onde pode chegar um país cheio de argentinos”. Initial plugin text s Os comentários das publicações se voltaram a pedidos de medidas contra estrangeiros que vivem na Argentina e até alguns pedidos para que sejam expulsos aqueles que estão na Argentina de forma ilegal. Além das publicações de Milei, o "Clarín" afirma, com base em fontes do governo argentino, que uma das respostas ao que o presidente e seus aliados chamam de comportamento "anti-Argentina" é um projeto apresentado pelo deputado libertário Agustín Romo. O texto, em tramitação na Assembleia Legislativa de Buenos Aires, propõe cobrar de estrangeiros que não comprovem residência no país pelos serviços de saúde e pelo ensino superior, um debate recorrente na agenda do governo Milei. Polêmicas na Copa Após a última partida da Copa, a Fifa abriu uma investigação para apurar a confusão envolvendo jogadores e integrantes da comissão técnica da Argentina na derrota contra a Espanha. O Comitê Disciplinar da entidade nomeou um procurador de disciplina e ética para analisar as imagens e os relatos do incidente ocorrido no gramado do estádio MetLife, quando atletas argentinos se envolveram em confrontos com jogadores espanhóis durante a comemoração do título. Além disso, torcedores da seleção argentina estiveram envolvidos em casos do racismo. Um deles aconteceu fora dos gramados e no Brasil. Um turista argentino está sendo acusado de imitar um macaco para ofender um homem negro que torcia para Inglaterra durante a semifinal da Copa em um restaurante em Morro de São Paulo, no sul da Bahia. Uma semana antes, a Fifa iniciou uma investigação para apurar um possível ato de racismo de torcedores argentinos contra o influenciador negro IShowSpeed. Os insultos teriam acontecido no estádio de Miami, quando a Argentina enfrentou Cabo Verde pela segunda fase da Copa do Mundo.

📰 Argentina x resto do mundo: derrota na Copa vira guerra entre argentinos e artistas estrangeiros, de Mia Khalifa a Rosalía

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Brasil proíbe foie gras após classificar técnica como maus-tratos
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Brasil proíbe foie gras após classificar técnica como maus-tratos
Política — Brasil é o segundo país a proibir produção e comércio de foie gras O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou nesta sexta-feira (24) um projeto de lei que proíbe a produção e a venda de produtos obtidos por meio da alimentação forçada de animais. Entre eles, está o foie gr...

Política — Brasil é o segundo país a proibir produção e comércio de foie gras O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou nesta sexta-feira (24) um projeto de lei que proíbe a produção e a venda de produtos obtidos por meio da alimentação forçada de animais. Entre eles, está o foie gras, produto da culinária francesa feito com fígado gordo de pato ou ganso. A norma, publicada no Diário Oficial da União, especifica que a proibição inclui a produção e a comercialização de foie gras, tanto in natura como enlatado. Quem descumprir a regra poderá ser punido com prisão de três meses a um ano, além de multa, conforme prevê a Lei de Crimes Ambientais para casos de maus-tratos a animais. ➡️ A técnica usada para produzir o foie gras é conhecida como gavage. Ela consiste em forçar o animal a comer mais do que consumiria naturalmente para aumentar o tamanho do fígado. Para isso, um tubo metálico é inserido pela garganta da ave até o esôfago, por onde a ração é fornecida. Técnica gavage para produção de foie gras Jerry ツ on Visualhunt O procedimento costuma ser realizado duas vezes por dia nas duas a quatro semanas que antecedem o abate. "Isso gera uma série de lesões na garganta, no esôfago ou até na face e no bico do animal", explica George Sturaro, diretor de políticas públicas da ONG Mercy For Animals. Segundo Sturaro, o fígado pode crescer até dez vezes além do tamanho normal, o que pode causar dor, alterações no metabolismo e estresse térmico nas aves. Além disso, há outro agravante: muitas vezes o processo não é feito corretamente, o que provoca ainda mais ferimentos nos animais. "Você vê que as aves já até fogem quando chega o funcionário, porque já vira um manejo violento, não toma cuidado na hora de fazer a sondagem", afirma Patrycia Sato, presidente e diretora técnica da Alianima. Gavage, técnica de alimentação forçada Mercy for Animals / divulgação Segundo o relator do projeto, o deputado Fred Costa (PRD-MG), a técnica pode aumentar em até 25 vezes a taxa de mortalidade dos animais. Sem esse método, ainda não existem alternativas comercialmente viáveis para produzir foie gras, afirma Sturaro. No entanto, algumas opções estão sendo estudadas, como o cultivo de células em laboratório e produtos à base de plantas. Leia também: Chocolate ou ‘sabor chocolate’?: nova lei fixa regras e define categorias; veja quais são Brasil na frente Agora que o texto foi sancionado, o Brasil será o segundo país a proibir a produção e a comercialização de produtos obtidos por meio da alimentação forçada de animais. O primeiro foi a Índia. No caso da produção, outros países já adotam restrições semelhantes, como Reino Unido, Alemanha, Itália, Austrália e Argentina. "Realmente o Brasil sai na frente de muitos países, inclusive os que geralmente são pioneiros em práticas de bem-estar animal", afirma Sato. O projeto de lei foi apresentado há seis anos no Senado e tramitou em caráter conclusivo pelas comissões — ou seja, não precisou passar pelo plenário, explica Natália Figueiredo, gerente de políticas públicas da World Animal Protection Brasil. Segundo Figueiredo, a embaixada da França pediu apoio da Frente Parlamentar Agropecuária (FPA) para evitar que o projeto também proibisse a importação de produtos feitos com a técnica. O g1 entrou em contato com a FPA e com a embaixada da França, mas não recebeu resposta até a publicação desta reportagem. Já internamente, o projeto passou sem obstáculos, uma vez que o Brasil só possui três produtores que usam a técnica de gavage. "E é uma iguaria, é um alimento muito caro, ela é elitizada. Então, também não tem esse fator de você estar tirando comida do brasileiro", afirma Sato. LEIA TAMBÉM Como a mudança nos hábitos de consumo da China pode ajudar a proteger a floresta amazônica Crise do alho: preço baixo dos importados faz agricultores brasileiros jogarem produção no lixo Acordo UE-Mercosul passa a valer no Brasil: o que muda para o agro

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Tarifaço dos EUA: setores veem risco para economia e pedem ao governo que insista no diálogo em vez de agir com reciprocidade
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Tarifaço dos EUA: setores veem risco para economia e pedem ao governo que insista no diálogo em vez de agir com reciprocidade
Política — Após o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) anunciar que prepara o uso da chamada Lei de Reciprocidade em razão do novo tarifaço dos Estados Unidos, entidades empresariais defenderam que o Brasil insista nas negociações em vez de uma retaliação, para não “escalar...

Política — Após o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) anunciar que prepara o uso da chamada Lei de Reciprocidade em razão do novo tarifaço dos Estados Unidos, entidades empresariais defenderam que o Brasil insista nas negociações em vez de uma retaliação, para não “escalar” a tensão com o governo de Donald Trump. Este é o segundo tarifaço contra produtos brasileiros anunciado pelos Estados Unidos nos últimos dias. O primeiro, de 25%, tem relação com o entendimento da Casa Branca de que o Brasil adota práticas desleais na economia contra empresários americanos. O mais recente, de 12,5%, foi tomado com base na conclusão dos Estados Unidos de que dezenas de países, incluindo o Brasil, falharam ao proibir ou fiscalizar a importação de mercadorias produzidas em locais onde há trabalho forçado. Em resposta, o Palácio do Planalto disse que a medida tem “caráter completamente arbitrário e injustificado” e, por isso, o governo iniciará “imediatamente” os trâmites para acionar os instrumentos previstos na Lei de Reciprocidade e levará o tema à Organização Mundial do Comércio (OMC). Governo diz que tarifaço é injusto e prepara Lei de Reciprocidade Diante desse comunicado do governo brasileiro, a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) divulgou uma nota na qual afirmou que vê a decisão americana com “preocupação”, mas que confia na capacidade da diplomacia brasileira para “construir soluções”. “A entidade ressalta que não apoia a adoção de medidas de retaliação comercial nem a aplicação da Lei de Reciprocidade como resposta às iniciativas adotadas pelos Estados Unidos”, afirmou a Abimaq. “O momento exige a retomada do diálogo e o fortalecimento dos canais diplomáticos e institucionais entre Brasil e Estados Unidos, de modo a evitar a escalada de medida que possam agravar o ambiente”, completou a entidade. Na mesma linha, a Câmara Americana de Comércio para o Brasil (Amcham) divulgou um comunicado afirmando que a decisão dos EUA “agrava” as condições de acesso das exportações brasileiras ao mercado norte-americano, mas que não concorda com a reciprocidade. "A AmCham Brasil reitera que medidas de reciprocidade não contribuem para superar as divergências atuais e apresentam elevado risco de provocar uma escalada política e comercial, agravando os impactos econômicos para empresas, trabalhadores e consumidores brasileiros”, afirmou a entidade. Além disso, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) defendeu que o Brasil continue negociando com os Estados Unidos. “Essa é a opção número um que existe neste momento: continuar negociando”, reiterou o presidente da entidade, Ricardo Alban. No Ministério das Relações Exteriores, entretanto, a avaliação de diplomatas é que os Estados Unidos não demonstraram intenção real de negociar, desconsideraram todos os argumentos apresentados e fizeram reuniões somente para "cumprir tabela", de maneira protocolar. Rito da lei Ainda que o governo decida implementar a Lei de Reciprocidade, o próprio instrumento legal prevê um rito a ser seguido para que a reciprocidade possa ser aplicada, por exemplo: realização de consultas públicas para a manifestação das partes interessadas; determinação de prazos para a análise dos pleitos específicos; somente depois, a sugestão das contramedidas. Mesmo assim, diplomatas vêm dizendo que, se o Brasil optar por esse caminho, precisa “calibrar muito bem” a reação para não “piorar” a situação e gerar consequências ainda mais danosas ao setor produtivo. Entidades que representam empresas afetadas por novas tarifas de 12,5% avaliam que retaliação pode impactar empregos e preços ao consumidor brasileiro Jornal Nacional/ Reprodução

📰 Tarifaço dos EUA: setores veem risco para economia e pedem ao governo que insista no diálogo em vez de agir com reciprocidade

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Governo Lula diz ver com 'preocupação' anúncio de Ortega e apela a autoridades da Nicarágua que garantam eleições livres
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Governo Lula diz ver com 'preocupação' anúncio de Ortega e apela a autoridades da Nicarágua que garantam eleições livres
Política — O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) divulgou nesta quinta-feira (23) uma nota em que diz ver com "preocupação" o anúncio feito pelo presidente da Nicarágua, Daniel Ortega, de que não haverá eleições no país da América Central. No comunicado, divulgado pelo Mi...

Política — O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) divulgou nesta quinta-feira (23) uma nota em que diz ver com "preocupação" o anúncio feito pelo presidente da Nicarágua, Daniel Ortega, de que não haverá eleições no país da América Central. No comunicado, divulgado pelo Ministério das Relações Exteriores, o governo brasileiro também faz um apelo a autoridades da Nicarágua para que garantam a realização de eleições livres no país. Durante um comício dos 47 anos da Revolução Sandinista no último domingo (19), Ortega afirmou: "Não pensem que porque não há guerra, estamos em paz. Eles continuam conspirando, conspirando, acabou a história de que partidos colocados pelos ianques, colocados pelos somozistas, voltarão ao governo. Jamais, jamais, jamais". Ortega também acusou a oposição de tentar usar as eleições "para tomar o poder". Ele governa a Nicarágua há quase duas décadas. As próximas eleições presidenciais estavam previstas para 2027. No comunicado divulgado pelo Itamaraty, o governo brasileiro diz "que a realização de eleições livres, periódicas, plurais e transparentes é um dos esteios da democracia, valor com que o Brasil tem um profundo compromisso". Comunidade internacional condena ditadura na Nicarágua "[O governo brasileiro] conclama as autoridades do país, por isso, a assegurarem ao povo nicaraguense o livre exercício do direito soberano de escolha dos seus governantes", completa a nota da diplomacia brasileira. Congresso da Nicarágua inicia plano contra eleições 'Coreia do Norte da América'; veja reações Após as declarações de Ortega, a Organização dos Estados Americanos (OEA) e líderes internacionais criticaram a fala do presidente da Nicarágua. O ex-guerrilheiro sandinista voltou à presidência em 2007 e, junto com a primeira-dama e vice-presidente Rosario Murillo, reescreveu a constituição, esmagou a oposição política e consolidou controle sobre praticamente todos os ramos do governo. Foto de arquivo: Presidente da Nicarágua, Daniel Ortega, e a sua esposa, a vice-presidente Rosario Murillo, em 5 de setembro de 2018. AP Photo/Alfredo Zuniga

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Datafolha: 38% avaliam governo Lula como ruim ou péssimo; para 32%, é ótimo ou bom
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Datafolha: 38% avaliam governo Lula como ruim ou péssimo; para 32%, é ótimo ou bom
Política — Datafolha: para 38% governo Lula é ruim ou péssimo; 32% acham ótimo ou bom Pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira (24) pelo site do jornal "Folha de S.Paulo" mostra que 38% dos entrevistados têm uma avaliação negativa sobre o governo Lula (PT). Outros 32% avaliam positiv...

Política — Datafolha: para 38% governo Lula é ruim ou péssimo; 32% acham ótimo ou bom Pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira (24) pelo site do jornal "Folha de S.Paulo" mostra que 38% dos entrevistados têm uma avaliação negativa sobre o governo Lula (PT). Outros 32% avaliam positivamente e, para 28%, o desempenho é regular. O quadro é de estabilidade em relação à pesquisa anterior, de 20 de junho. Veja os números: Ruim/péssimo: 38% (eram 38% em junho) Ótimo/bom: 32% (eram 32%) Regular: 28% (eram 29%) Não sabem: 1% (era 1%) Aprovação/desaprovação de Lula Aprovam: 49% (eram 48% em junho) Desaprovam: 48% (eram 49%) Não sabem: 3% (eram 3%) LEIA TAMBÉM Datafolha 2º turno: Lula tem 48%, e Flávio Bolsonaro, 43% Datafolha 1º turno: Lula lidera com 40%, e Flávio tem 32% A pesquisa divulgada nesta sexta-feira é a primeira do instituto depois que foi confirmado pelos Estados Unidos um novo tarifaço sobre produtos brasileiros. O governo americano anunciou em 15 de julho que aplicará uma taxa de 25% sobre itens que importa do Brasil. A medida entrou em vigor em 22 de julho - mesma data em que a pesquisa começou a coletar respostas. O tarifaço foi anunciado depois de viagens de Flávio Bolsonaro aos EUA para tratar do assunto. O presidenciável chegou a se reunir com o presidente Donald Trump na Casa Branca. Flávio ainda enviou uma carta ao governo americano e participou de uma audiência pública no Escritório do Representante Comercial dos EUA (USTR). Nas ocasiões, o senador pediu que a aplicação de tarifas fosse adiada. Lula reagiu às articulações do adversário e culpou Flávio pelo tarifaço. Para o presidente, as taxas são um ataque à soberania do Brasil. O Datafolha entrevistou 2.004 pessoas entre os dias 22 e 24 de julho, segundo dados informados ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O levantamento está registrado sob o número BR-01166/2026. 22.07.2026 - Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante sanção do Projeto de Lei de linhas de crédito , de 2026, que destina recursos a linhas de crédito do Programa Brasil Soberano, no Palácio do Planalto, Brasília - DF Ricardo Stuckert/Divulgação

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O estigma enfrentado nas periferias pelas pessoas com depressão: 'Pobre não pode se dar ao luxo de não sair da cama'
Notícias SP
O estigma enfrentado nas periferias pelas pessoas com depressão: 'Pobre não pode se dar ao luxo de não sair da cama'
São Paulo — Andressa já ouviu que sua depressão era 'frescura' e que bastava orar para resolver o problema Carol Rocha/Agência Énois via BBC Quando Andressa Duvique, de 21 anos, moradora de Guaianases, zona leste da capital paulista, confessou a uma conhecida da sua igreja que estava com d...

São Paulo — Andressa já ouviu que sua depressão era 'frescura' e que bastava orar para resolver o problema Carol Rocha/Agência Énois via BBC Quando Andressa Duvique, de 21 anos, moradora de Guaianases, zona leste da capital paulista, confessou a uma conhecida da sua igreja que estava com depressão, ouviu da mulher que a doença era uma questão de fé. "Ela perguntou pra mim 'Ah, mas você está orando?', como se isso fosse um problema espiritual, mas isso é um problema emocional. Por isso falam que é frescura", conta a jovem evangélica. A depressão afeta 11,5 milhões de brasileiros (ou quase 6% da população), segundo dados de 2015 da Organização Mundial da Saúde (OMS). Andressa encontrou ajuda para lidar com a doença em sessões de terapia gratuitas, oferecidas por uma psicóloga. "Depois que descobri que não tinha passado no vestibular, por bem pouco, as coisas pioraram e eu vi que precisava de ajuda. No princípio, foi por causa de vestibular, mas depois fazendo terapia eu descobri que era uma questão emocional minha, que eu precisava cuidar", diz. Existem poucos estudos nacionais relacionando depressão e classe social. De acordo com uma pesquisa do Ibope, realizada sob encomenda da Associação Brasileira de Familiares, Amigos e Portadores de Transtornos Afetivos (Abrata), de dez anos atrás, as classes C e D são as mais vulneráveis à depressão – a pesquisa identificou sintomas depressivos em 25% das pessoas desse estrato social, contra 15% das classes A e B. Essa conclusão é amparada por dados americanos que apontam que pessoas vivendo na pobreza têm o dobro de chances de estarem deprimidas. Esses dados ainda fazem sentido hoje? Teng Chei Tung, psiquiatra membro do Conselho Científico da Abrata, acredita que "as pessoas pobres sofrem mais com a depressão, pelo menos por causa da falta de acesso a tratamentos adequados". Para Teng, dados mais recentes a respeito seriam "importantíssimos para buscar políticas públicas mais efetivas (no combate à depressão)". 'Você está aplaudindo, eu estou me matando' Em 2017, o rapper baiano Diogo Moncorvo, o Baco Exu do Blues, tinha tudo para estar vivendo o melhor momento de sua vida. O músico acumulava milhões de visualizações em seus clipes no YouTube. Seu álbum, Esú, foi elogiado pela crítica e lançou os holofotes para o rap criado fora do eixo Rio-São Paulo. Mas uma das faixas do álbum já mostrava que Baco estava sofrendo. "O álcool está me matando/Minha raiva está me matando/Sua expectativa em mim está me matando/Homem não chora/Foda-se, eu tô chorando!/ (...) /Isso é um pedido de socorro/Você está aplaudindo/Eu tô me matando". Baco estava com depressão. Rapper Baco falou sobre a depressão em sua música: 'Isso é um pedido de socorro / Você está aplaudindo / Eu tô me matando' Carol Rocha/Agência Énois "Eu acho que o negro, rico ou periférico, é condicionado à depressão devido à história de vida dele sabe? Porque ele sempre é deixado de lado, sofre preconceito. Isso tudo abala o seu bem-estar, sua autoconfiança, suas vontades. Se você deixar isso te afetar, você entra numa psicose maluca e não consegue sair dela", afirma o rapper Baco, que mora em Salvador e cujo público, na Bahia, é composto principalmente por jovens de periferia. Em sua tese de mestrado, defendida na Universidade Estadual de Feira de Santana (BA), a pesquisadora americana Jenny Rose Smolen propõe uma revisão na relação entre raça e transtornos mentais no Brasil. Analisando 14 pesquisas sobre transtornos mentais, ela chegou à conclusão de que não brancos têm mais tendência a sofrer com doenças como depressão. Segundo Smolen, esse problema não está ligado a fatores genéticos. Uma pista para explicar a questão pode ser encontrada em outro estudo, da Universidade do Texas, que, analisando pessoas negras dos EUA, concluiu que sofrer discriminação diária impacta na saúde mental das pessoas. Existe também o impacto bioquímico, diz a especialista em psicologia social e escritora Gabriela Moura. "Quando você se vê diante de um perigo, o seu nível de cortisol aumenta. Só que o nosso corpo foi feito para que isso aconteça num período de cinco, dez minutos, que é o tempo de você entrar em estado de alerta e fugir do perigo. Em uma situação de preconceito, de violência social, a gente se vê nessa situação o tempo todo, então, o indivíduo passa 24 horas em estado de alerta, não sabendo se ele vai ser bem recebido, não sabendo se ele vai sofrer violência policial, violência urbana, e isso a médio ou longo prazo causa uma extrema fadiga no corpo e na mente." Para completar, há indicativos de que negros tenham acesso mais restrito a tratamentos médicos e a planos de saúde privados, o que força a maioria a recorrer ao sistema público. Segundo a Pesquisa Nacional de Saúde (PNS), divulgada em 2015 e abrangendo os setores público e privado, 74,8% dos brancos tinham consultado um médico nos últimos 12 meses, contra 69,5% dos pretos e 67,8% dos pardos. Só 21,6% dos pretos e 18,7% dos pardos tinham plano de saúde, contra 37,9% dos brancos. Resta à imensa maioria o atendimento gratuito do SUS. "A periferia está exposta a uma vulnerabilidade social, né? Devido a todo um histórico de escravidão, de uma dificuldade maior (em relação) às possibilidades de estudo, de trabalho formal, de violência policial, isso está presente", diz à reportagem um psicólogo de uma Unidade Básica de Saúde (UBS), localizada na periferia de São Paulo, que pediu anonimato. "Até nos equipamentos de saúde, às vezes, existe uma dificuldade de encontrar um acolhimento, um reconhecimento na questão do racismo." Gabriela Moura conclui: "Para a gente conseguir alcançar essas camadas a gente tem que repensar como esse atendimento está sendo feito, a ponto de essas pessoas não evitarem e não negligenciarem a sua própria saúde." Limitações no atendimento A psiquiatra Laura Helena Andrade, coordenadora do Núcleo de Epidemiologia Psiquiátrica, do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, foi uma das responsáveis pela São Paulo Megacity Mental Health Survey, uma ampla pesquisa sobre saúde mental realizada na Grande São Paulo e divulgada em 2012. Andrade explica que uma pesquisa dessas (realizada entre 2005 e 2007), com mais de 5 mil entrevistados em sessões ao vivo, com até quatro horas de entrevista, é complexa e leva muito tempo para ser realizada, tabulada e ter seus resultados divulgados. Esse seria um dos motivos da falta de dados mais recentes sobre o tema. Lucia sofreu com a depressão por conta de problemas de saúde e mortes na família Carol Rocha/Agência Énois Andrade vê com ressalvas as conclusões da pesquisa do Ibope de que a pobreza seria determinante para uma maior tendência à depressão e aponta que casos de transtornos mentais são encontrados em todas as classes sociais. Mesmo assim, dados levantados pela São Paulo Megacity apontaram alguns efeitos da pobreza na saúde mental do paulistano, como uma maior incidência de transtornos de ansiedade em pessoas com baixa escolaridade e de transtornos psiquiátricos relacionados ao abuso de drogas (incluindo álcool) em pessoas que moram em vizinhanças com maior nível de privação social. A exposição a situações de violência também aparece como um gatilho para transtornos mentais nos dados da pesquisa. De acordo com a OMS, entre 2005 e 2015, o número de pacientes com depressão aumentou 18,4%. Apesar da existência de tratamentos, poucas pessoas – menos de 10% dos casos – recebem ajuda médica. Demora para ser atendido pelo SUS Lucia Figueiredo tem 59 anos e é moradora do Jardim Brasil, zona norte de São Paulo. Ela diz que sua primeira experiência com a depressão foi há 26 anos, quando sofreu um aborto espontâneo, mas o problema acabou se intensificando quando teve hipotireoidismo e uma série de mortes ocorreram em sua família. "Não tocava mais piano, não participava mais das coisas que sempre me faziam bem. E três meses depois que perdi meu irmão e cunhado, perdi minha mãe. (Aí se) intensificaram os sintomas. Então, tive que buscar ajuda médica", conta. No entanto, levou nove meses para conseguir tratamento na rede pública de São Paulo. "O problema do SUS é (que) a partir do momento que a pessoa entra no sistema para uma consulta, até conseguir chegar a um psiquiatra, demora bastante", diz Lucia. "O problema não é o profissional, nem o atendimento psicológico, mas a distância de quando se detecta o problema até chegar na possibilidade de ser atendido." SUS não 'dispõe da mesma gama de medicação do mercado' Reprodução/RPC Kelly Pereira, de 22 anos, sofre de depressão desde a adolescência, e sua experiência com o SUS não foi positiva. Além da dificuldade de diagnóstico, ela penou com a distribuição irregular de antidepressivos. "Se não houver uma boa adaptação com o remédio, não tem o que fazer, geralmente só tem uma única opção", diz a moradora da periferia de Santo André, Grande São Paulo. Em nota, a Prefeitura de Santo André declarou que a "Relação Municipal de Medicamentos (Remume) não dispõe de apenas uma opção para tratamento - na verdade estão listadas 6 opções (Sertralina 50 mg, Fluoxetina 20 mg, Amitriptilina 25 mg, Imipramina 25 mg, Clomipramina 25 mg e Nortriptilina 25 MG), sempre pensando em alternativas que atendam as prescrições pelo princípio ativo do medicamento". A Remume segue a lista da Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (Rename), que define os medicamentos disponíveis no Sistema Único de Saúde e é elaborada pelo Ministério da Saúde. Mas essas opções são suficientes? Para o psiquiatra Alexandre Valverde, pós-graduado pela Universidade de Paris-1 Panthéon-Sorbonne, que trabalhou por anos no CAPS Itapeva, em São Paulo, e também com crianças em situação de vulnerabilidade no Projeto Quixote, a resposta é "não". "Infelizmente (no SUS) não dispomos de toda a gama de medicações do mercado. Pode-se fazer muita coisa já com essas (seis) opções de antidepressivos, mas muitas vezes ao custo de efeitos colaterais e uma resposta insuficiente. A questão é que em bairros periféricos, faltam até esses medicamentos da listagem do SUS." O psicólogo da UBS consultado pela reportagem concorda com Valverde e lembra que já viu faltarem em unidades do CAPS, na cidade de São Paulo, antipsicóticos, que são medicamentos usados em casos de esquizofrenia, e sem os quais o paciente pode ter surtos de alucinações. Segundo a Prefeitura de Santo André, os seis tipos de antidepressivos listados acima não estão em falta nos CAPS e nos Centros de Especialidades da cidade. Alexandre Valverde levanta, ainda, a questão da eficácia dos genéricos que são disponibilizados no SUS. "Alguns deles têm um efeito muito abaixo do esperado em relação à medicação de referência. Tínhamos de prescrever, por vezes, doses três a quatro vezes maiores que as habituais para conseguirmos a resposta terapêutica." 'Frescura' O tabu em cima das doenças psicológicas acontece em todas as classes sociais, mas na periferia percebe-se uma falta de conhecimento do assunto. "Existe um clichê na mente das pessoas que quem tem doença psicológica não é são, não tem equilíbrio. Por isso demorei tanto para assumir que estava doente" diz o rapper baiano Baco. "Isso é um sofrimento muito individualizado e muitas vezes estigmatizado pela falta de informação e de circulação sobre aquilo", agrega o psicólogo da UBS. A visão da depressão como "frescura", como algo ao qual o pobre não tem direito, foi muito citada pelos entrevistados ouvidos pela reportagem. "Na periferia, as pessoas estão na correria o tempo todo, buscando sobreviver, tendo que trabalhar muitas horas por dia, passar muitas horas no transporte público. Acaba que, às vezes, ela precisa escolher onde ela vai depositar a energia e o tempo dela, se é buscando tratamento para uma doença que é pouco falada, pouco explorada ou se é buscando uma sobrevivência ganhando um salário irrisório, mas que pelo menos garanta uma subsistência", diz Gabriela Moura. Para Kelly, cujo pai também sofreu de depressão, uma pessoa pobre não poderia se dar ao luxo da doença. "Vi meu pai se matar todos os dias para sustentar nossa família, de segunda a segunda, saindo às quatro da manhã e chegando à noite. Sem folga, sem férias, sem nada. Meus vizinhos passando fome, muitos com vários filhos sem ter condições de criar, morando em barracos de madeira praticamente dentro do córrego, eu olhava pra eles e pensava: eles não têm depressão, eles não podem ficar doentes, senão morrem de fome. Não podem se dar ao luxo de não levantar da cama." * O Centro de Valorização da Vida (CVV) dá apoio emocional e preventivo ao suicídio. Se você está em busca de ajuda, ligue para 188 (número gratuito) ou acesse www.cvv.org.br.

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Não há indícios de violência na morte de agente de modelos ligado a Epstein, dizem promotores
Notícias MUNDO
Não há indícios de violência na morte de agente de modelos ligado a Epstein, dizem promotores
Internacional — Recrutador de modelos francês Daniel Siad (à esquerda) e criminoso sexual norte-americano Jeffrey Epstein. Divulgação/Departamento de Justiça dos EUA/Reuters A autópsia não revelou sinais de violência na morte do agente de modelos Daniel Siad, que mantinha laços com o crimi...

Internacional — Recrutador de modelos francês Daniel Siad (à esquerda) e criminoso sexual norte-americano Jeffrey Epstein. Divulgação/Departamento de Justiça dos EUA/Reuters A autópsia não revelou sinais de violência na morte do agente de modelos Daniel Siad, que mantinha laços com o criminoso sexual norte-americano Jeffrey Epstein, informaram os promotores franceses nesta sexta-feira (24). ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp Quem era Daniel Siad, recrutador de modelos de Epstein Siad, de 69 anos, foi encontrado morto em sua casa em Colombes, a noroeste de Paris, no dia 20 de julho. “Não foi encontrado nenhum vestígio de violência recente potencialmente ligado à morte”, informou a promotoria de Nanterre em comunicado, acrescentando que a autópsia, realizada em 23 de julho, não estabeleceu uma causa direta para a morte. O exame revelou, no entanto, problemas de saúde e vestígios de um ataque cardíaco anterior, acrescentaram os promotores. Ainda estavam pendentes os exames toxicológicos e patológicos para determinar a causa da morte. Melania nega vínculos com Epstein e diz que não foi vítima do predador sexual O nome de Siad apareceu quase 2.000 vezes nos arquivos sobre Epstein divulgados pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos. Investigadores franceses o colocaram sob vigilância especial como parte de uma ampla investigação sobre tráfico de pessoas e fraude fiscal, mas não encontraram provas suficientes para prendê-lo. Em maio, Siad disse à emissora francesa BFM que sua relação com Epstein tinha sido estritamente profissional. Sua advogada, Menya Arab-Tigrine, afirmou nesta semana que os investigadores não haviam encontrado provas que justificassem a prisão de Siad, o que significa que o Ministério Público e a polícia não haviam concluído que ele tivesse cometido um crime. Siad é o segundo homem publicamente ligado a Epstein a morrer na França. O agente de modelos Jean-Luc Brunel foi encontrado enforcado em sua cela em 2022, após 14 meses em prisão preventiva sob acusações — que ele negava — de estupro de menores e assédio sexual. Epstein morreu na prisão em 2019 enquanto aguardava julgamento por tráfico sexual.

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Quem era Daniel Siad, recrutador de modelos de Epstein encontrado morto em Paris
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Quem era Daniel Siad, recrutador de modelos de Epstein encontrado morto em Paris
Internacional — O recrutador de modelos Daniel Siad foi encontrado morto em casa Departamento de Justiça dos EUA Um recrutador de modelos vinculado ao criminoso sexual Jeffrey Epstein foi encontrado morto na última segunda-feira (20/7), em Colombes, no subúrbio a noroeste de Paris. O Mini...

Internacional — O recrutador de modelos Daniel Siad foi encontrado morto em casa Departamento de Justiça dos EUA Um recrutador de modelos vinculado ao criminoso sexual Jeffrey Epstein foi encontrado morto na última segunda-feira (20/7), em Colombes, no subúrbio a noroeste de Paris. O Ministério Público de Nanterre informou à BBC que o corpo de Daniel Siad, de 69 anos, foi encontrado em sua casa, e que "uma investigação para determinar a causa da morte foi aberta". Uma autópsia será realizada. O nome de Siad apareceu milhares de vezes nos documentos relacionados ao caso Epstein divulgados pelo governo dos Estados Unidos. Anteriormente, ele havia negado ter qualquer conhecimento sobre os casos envolvendo o financista. Em uma entrevista recente à BBC, Anya (nome fictício usado para preservar sua segurança), uma das vítimas de Epstein, contou que foi Siad quem a apresentou ao bilionário americano. "Foi uma armadilha completa", afirmou, descrevendo Siad como "um traficante profissional". Em um e-mail enviado a Epstein e divulgado nos documentos do caso, Siad escreveu em inglês — com diversos erros de ortografia: "Nesse corre-corre, me sinto como um pescador: às vezes pesco rápido, outras vezes não pesco nada". Antes da publicação de uma investigação da BBC sobre o caso, em 18 de julho, o advogado de Siad informou que seu cliente não comentaria o assunto. Em uma entrevista recente à CNN, porém, Siad afirmou que desconhecia os abusos cometidos por Epstein. "Eu confiava nele. Achava que aquele cara era um profissional", declarou. Agora no g1 'É tarde demais' O próprio Siad foi alvo de várias denúncias na França, incluindo acusações de estupro. A primeira delas foi apresentada em fevereiro. Em diversas entrevistas recentes à imprensa, ele negou ter cometido qualquer crime. Em maio, ao canal BFMTV, afirmou: "Nunca estuprei ninguém na minha vida". Os advogados da ex-modelo que apresentou a primeira denúncia disseram estar "chocados" com a morte de Siad. "Não temos palavras para descrever a raiva e a tristeza que sentimos", declararam, lamentando que suas clientes "agora serão privadas de um julgamento criminal". Os advogados afirmaram sentir "uma enorme revolta contra o Ministério Público de Paris", que, segundo eles, "anunciou em fevereiro que abriria uma investigação sobre possíveis cúmplices franceses de Jeffrey Epstein". Eles acusaram a promotoria de uma inação "escandalosa" que, na avaliação deles, "demonstra o desprezo das autoridades públicas pelas vítimas de crimes sexuais, mesmo quando esses crimes estão ligados à rede de tráfico de pessoas criada por Epstein e seus cúmplices". A BBC procurou o Ministério Público para obter um posicionamento. O caso de Jeffrey Epstein tem repercutido em vários locais do mundo Getty Images Outra ex-modelo que prestou depoimento à polícia em junho como parte da investigação sobre Siad, disse à BBC que a morte dele significa que qualquer informação que ele pudesse ter sobre Epstein agora foi perdida. "Um elo importante da cadeia acaba de desaparecer no ar, sem que sequer tenha havido a oportunidade de recuperar as informações que Daniel Siad poderia ter, já que ele nunca chegou a ser interrogado", afirmou. "Se perdeu tempo demais... e essa é mais uma forma de fazer com que as pistas esfriem. Espero que não tenhamos que esperar outros sete anos para que a casa dele seja revistada, embora eu ache que agora já seja tarde demais." Anne-Claire Le Jeune, advogada que representa seis mulheres que apresentaram denúncias contra Siad, afirmou que as vítimas tiveram a justiça negada. "Minhas clientes encontraram forças para romper um silêncio particularmente pesado, devido aos vínculos de Daniel Siad com Jeffrey Epstein", disse ela. "Elas enfrentaram cada etapa do processo com uma coragem extraordinária." E acrescentou: "É profundamente lamentável que a lentidão da investigação tenha o levado à morte antes mesmo que ele pudesse ser interrogado ou colocado sob custódia policial, privando assim as vítimas de uma etapa crucial em busca pela verdade e pela justiça." O agente de modelos francês Jean-Luc Brun, um ex-colaborador de Epstein, morreu na prisão em 2022 Departamento de Justiça dos EUA Outro colaborador de Epstein, o agente de modelos francês Jean-Luc Brunel, foi encontrado morto por enforcamento em sua cela em uma prisão de Paris, em 2022. Brunel, de 76 anos, estava detido havia mais de um ano enquanto era investigado por suspeitas de estupro de vulnerável e tráfico de menores para fins de exploração sexual. Ele negava ter cometido qualquer crime. Brunel fundou a MC2 Model Management, uma agência de modelos que recebeu financiamento de Epstein. Ele era investigado sob suspeita de ter facilitado o transporte e o alojamento de meninas e mulheres jovens que estariam ligadas à rede de exploração sexual atribuída a Epstein. Epstein, de 66 anos, morreu em 2019 em uma cela de uma prisão de Nova York enquanto aguardava julgamento federal por acusações relacionadas ao tráfico sexual.

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Calor extremo provocou quase 5,8 mil mortes acima do esperado na França em apenas duas semanas
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Calor extremo provocou quase 5,8 mil mortes acima do esperado na França em apenas duas semanas
Internacional — Turistas aproveitam para se refrescar em uma fonte pública em Paris, na sexta-feira, 26 de junho de 2026. AP/Christophe Ena A onda de calor histórica que atingiu a França entre o fim de junho e o início de julho provocou pelo menos 5.764 mortes acima do esperado, segundo da...

Internacional — Turistas aproveitam para se refrescar em uma fonte pública em Paris, na sexta-feira, 26 de junho de 2026. AP/Christophe Ena A onda de calor histórica que atingiu a França entre o fim de junho e o início de julho provocou pelo menos 5.764 mortes acima do esperado, segundo dados divulgados nesta quarta-feira (22) pela agência de saúde pública do país. O número representa um aumento de 36% na mortalidade em relação ao que seria esperado para o período sem temperaturas extremas. É o maior excesso de mortes registrado em uma onda de calor na França desde 2003, quando um episódio semelhante matou cerca de 15 mil pessoas e mudou a forma como o país se prepara para eventos climáticos extremos. Entre 17 de junho e 2 de julho, as regiões afetadas registraram 21.674 mortes por todas as causas. Com base em modelos estatísticos que utilizam dados de anos anteriores, a agência estima que, em condições climáticas normais, esse total seria de cerca de 15.910 mortes. A diferença entre os dois números é considerada o excesso de mortalidade associado ao calor. Agora no g1 Duas mulheres se refrescam sob borrifadores de água em Paris durante uma onda de calor, sábado, 11 de julho de 2026. AP/Aurelien Morissard Pico das mortes coincidiu com os dias mais quentes Segundo o relatório, pouco mais da metade das mortes acima do esperado ocorreu entre 25 e 27 de junho, justamente durante e logo após o período de calor mais intenso. A França registrou nos dias 24 e 25 de junho a maior temperatura média nacional de sua história, de 30°C, além de recordes de calor durante a noite. Em diversas cidades, os termômetros ultrapassaram 40°C. A região de Paris foi a mais afetada. Foram contabilizadas 1.999 mortes acima do esperado, cerca de 80% a mais do que seria previsto para o período sem a onda de calor. Turistas se refrescam em uma fonte pública em Paris, sexta-feira, 26 de junho de 2026. AP/Christophe Ena Hospitais concentraram quase metade das mortes De acordo com a agência de saúde pública francesa, quase metade das mais de 21,6 mil mortes registradas no período ocorreu em hospitais. Cerca de um terço aconteceu nas residências, enquanto o restante foi registrado principalmente em instituições de longa permanência para idosos. O levantamento considera todas as causas de morte, já que o calor extremo pode agravar doenças cardiovasculares, respiratórias e renais, além de aumentar o risco de desidratação e de complicações em pessoas mais vulneráveis, como idosos e pacientes com doenças crônicas. Os novos dados reforçam o impacto crescente das ondas de calor na Europa, que tem registrado episódios cada vez mais frequentes, intensos e prolongados em meio ao aquecimento global.

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Catedral de Notre Dame prepara novos vitrais para outubro sete anos após incêndio
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Catedral de Notre Dame prepara novos vitrais para outubro sete anos após incêndio
Internacional — Clérigos lideram a cerimônia da Via Sacra para celebrar a Sexta-feira Santa na Catedral de Notre Dame, sexta-feira, 18 de abril de 2025, em Paris AP Photo/Michel Euler Os seis novos vitrais criados pela artista francesa Claire Tabouret para a Catedral de Notre-Dame, em Pari...

Internacional — Clérigos lideram a cerimônia da Via Sacra para celebrar a Sexta-feira Santa na Catedral de Notre Dame, sexta-feira, 18 de abril de 2025, em Paris AP Photo/Michel Euler Os seis novos vitrais criados pela artista francesa Claire Tabouret para a Catedral de Notre-Dame, em Paris, serão instalados entre outubro e novembro deste ano. A previsão é que sejam apresentados ao público em dezembro, segundo o órgão público Reconstruir Notre-Dame, nesta quinta-feira (23) Segundo o presidente da instituição, Philippe Jost, a produção será concluída em setembro e segue dentro do cronograma. Ele deu a declaração durante visita ao ateliê Simon Marq, na cidade de Reims, no nordeste da França, onde as peças são fabricadas. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp A ministra da Cultura da França, Catherine Pégard, afirmou que a instalação dos vitrais será "outro grande momento" para a catedral. A Notre-Dame foi reaberta em dezembro de 2024, cinco anos após o incêndio que destruiu parte do monumento. De acordo com Anne Catherine Perreau, responsável pelo ateliê Simon Marq, cerca de 70% do trabalho já foi concluído. Três vitrais estão prontos, um quarto deve ser finalizado na próxima semana e os dois restantes estão em fase avançada de produção. LEIA TAMBÉM França aprova lei que proíbe o uso de redes sociais por menores de 15 anos Governo francês vê racismo em fala de ex-premiê espanhol sobre a seleção: 'França não tem cor de pele' Suspeitos de roubar joias do Museu do Louvre afirmam à polícia que receberiam até 25 mil euros pelo crime, diz jornal Cada vitral retrata um versículo da Bíblia relacionado ao Pentecostes, tema escolhido pelo arcebispo de Paris. As novas obras, financiadas pelo governo francês, vão substituir seis dos sete vitrais instalados no lado sul da nave da catedral durante a restauração conduzida por Eugène Viollet-le-Duc, em 1864. Os vitrais antigos, que não foram danificados pelo incêndio, passam por um processo de descontaminação de amianto antes da restauração. Depois, serão expostos ao público. Quatro ficarão no Castelo de Pierrefonds, no norte da França, e dois serão enviados para a Cidade da Arquitetura e do Patrimônio, em Paris. A substituição das peças do século XIX provocou críticas de especialistas e defensores do patrimônio histórico. Eles questionam a necessidade da troca e o custo do projeto. Agora no g1

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Biquíni, 80 anos: como traje batizado por causa de bomba nuclear se tornou símbolo de brasilidade
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Biquíni, 80 anos: como traje batizado por causa de bomba nuclear se tornou símbolo de brasilidade
Internacional — Biquíni, 80 anos: como traje batizado por causa de bomba nuclear se tornou símbolo de brasilidade Getty Images Como uma boa história de impacto global, a do biquíni tem ingredientes de várias partes do mundo. Pensando apenas na sua criação e na sua consolidação inicial pode...

Internacional — Biquíni, 80 anos: como traje batizado por causa de bomba nuclear se tornou símbolo de brasilidade Getty Images Como uma boa história de impacto global, a do biquíni tem ingredientes de várias partes do mundo. Pensando apenas na sua criação e na sua consolidação inicial podemos citar a França, onde nasceu; as Ilhas Marshall, de onde pegou emprestado o nome; os Estados Unidos, cuja cultura pop o disseminou; o Brasil — país que acabou virando o habitat natural para a peça, principalmente graças às praias e à imagem do Rio de Janeiro e a Alemanha, onde nasceu a mulher pioneira na introdução da peça de vestuário no Brasil. A sacada foi de um engenheiro mecânico francês de 50 anos que acabava de fazer uma inusitada mudança de carreira — deixava o ramo automobilístico para assumir a empresa de lingeries da mãe. Trata-se de Louis Réard (1896-1984). Em julho de 1946, ele lançou um item que seria revolucionário para a moda mundial: uma roupa de praia feminina em duas peças, mais parecido com uma calcinha e um sutiã do que com os recatados maiôs que se usavam na época. "No lançamento, ele foi apresentado como o menor maiô do mundo", conta a designer de moda e historiadora Simone Ferreira de Albuquerque, professora na Universidade Federal do Piauí (UFPI). Embora trajes de banho de duas peças já existissem, Réard reduziu ainda mais a quantidade de tecido, deixando o umbigo à mostra pela primeira vez. Catorze anos antes do lançamento, o estilista francês Jacques Heim (1899-1967) havia tentado emplacar um maiô de duas peças semelhante, que ele chamou de átomo, em alusão às dimensões diminutas, mas não teve aderência nas clientes, resistentes a exibir as barriguinhas e os umbigos em público. Autora do livro Marketing de Luxo Contemporâneo e professora de moda na Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), a consultora Maya Mattiazzo também conta que existem registros semelhantes desde a Antiguidade, com mulheres "usando peças semelhantes a um top e uma calcinha", só que diferentes dos biquínis modernos. Mas foi mesmo o modelo de Réard que conseguiu "romper com os padrões morais da época", explica a jornalista especializada em moda Andreia Meneguete, professora e coordenadora acadêmica do hub de moda da ESPM. Louis Réard era um engenheiro mecânico francês que deixou o ramo automobilístico para assumir a empresa de lingeries da mãe Getty Images E, se as notícias da época eram sobre testes nucleares que os Estados Unidos faziam no Atol de Bikini, nas Ilhas Marshall — em pleno Oceano Pacífico —, Réard decidiu que a invenção, bombástica que era, assumiria o mesmo nome. Nenhuma modelo profissional topou trajar a novidade e aparecer seminua em público. Réard contratou então a dançarina Micheline Bernardini, que fazia shows eróticos no Casino de Paris, na França, e tinha de 18 para 19 anos. Ela entraria para a história após se exibir vestindo o biquíni criado por Réard na piscina pública parisiense Molitor. Mas essa história não é simples assim nem termina aí. Micheline Bernardini entrou para a história ao se exibir vestindo o biquíni criado por Réard Getty Images Uma bomba na sociedade "O biquíni já nasceu carregando um discurso de ruptura", comenta a professora Meneguete, da ESPM. "Não era apenas um novo traje de banho. Era uma provocação aos costumes, aos códigos de moralidade e à forma como o corpo feminino era regulado socialmente." A nova peça foi logo considerada escandalosa por setores religiosos, autoridades públicas e parte da imprensa. "Em diversos países europeus, seu uso foi restringido ou proibido em praias públicas, e durante vários anos ele permaneceu associado à ousadia e à transgressão", explica Nadja Pimentel, educadora e técnica do ateliê do núcleo de moda da Universidade Anhembi Morumbi. Até o papa se incomodou. Em 1951, a modelo sueca Kerstin Håkansson (1929-2024) venceu o concurso Miss Mundo, em sua primeira edição. Ela foi coroada trajando o minúsculo traje de banho. O sumo pontífice da época, Pio 12 (1876-1958), condenou: chamou o biquíni de "pecaminoso" e contrário aos padrões cristãos de modéstia. Há também registros de policiais multando moças que trajavam biquínis em praias italianas até o fim dos anos 1950. Apesar da resistência, Réard conseguiu causar um estrondo na moda, impulsionado pelo marketing e por um contexto revolucionário favorável no pós-Segunda Guerra. Se chocou conservadores, o biquíni foi caindo aos poucos nas graças de celebridades. Nos anos 1950, atrizes como Brigitte Bardot (1935-2025) passaram a ser vistas e fotografadas de biquíni em praias da Riviera Francesa. A atriz marcou a história do cinema ao aparecer de biquíni no filme E Deus Criou a Mulher, produção de 1956 que sofreu com a censura em diversos países. A atriz suíça Ursula Andress, com seu biquíni branco no filme 007 Contra o Satânico Dr. No, de 1962, é outro ponto importante dessa história "Na década de 1960, com a revolução sexual, o cinema e a cultura pop, o biquíni deixou de ser visto apenas como escândalo para se tornar símbolo de liberdade", diz Meneguete. Pio 12 chamou biquíni usado pela modelo sueca Kerstin Håkansson — a primeira Miss Mundo — de "pecaminoso" Getty Images A chegada ao Brasil Quando chegou ao Brasil, o biquíni encontrou nas praias locais o terreno mais adequado para fincar raízes e logo tornou-se símbolo nacional. A partir das décadas de 1950 e 1960, atrizes, vedetes dos teatros de revista, modelos e musas das praias cariocas ajudaram a popularizar a peça, explica o historiador Marcos Valer. Entre elas, estavam atrizes como Carmem Verônica e Angelita Martinez (1931-1980), que causavam furor e disputavam as atenções nas areias de Copacabana ao aparecerem de biquíni. "Frequentemente fotografadas nas praias de Copacabana, elas deram grande visibilidade ao biquíni e contribuíram para sua popularização entre as brasileiras. A partir daí o traje deixou de ser uma curiosidade isolada para se tornar um elemento cada vez mais presente na cultura de praia do país", afirma a designer de moda Nadja Pimentel. Outra que popularizou a peça foi a modelo Marta Rocha (1932-2020), que usou um traje em duas peças durante o certame que a elegeria Miss Brasil em 1954. Também não podemos não mencionar pioneiras famosas como a atriz Leila Diniz (1945-1972), que desafiou o moralismo ao aparecer grávida na praia de biquíni, e a ex-modelo e empresária Helô Pinheiro, eternizada como a "garota de Ipanema". Antes delas, porém, uma mulher já havia sido registrada usando biquíni no Brasil. Alemã que se estabeleceu no Rio de Janeiro nos anos 1930 fugindo do nazismo, a estilista e pintora Erna Miriam Etz Kaufmann (1914-2010) costumava trajar um maiô em duas peças, maior que os biquínis, confeccionado por ela própria em seus banhos de mar no Arpoador antes mesmo da criação moderna de Réard. A professora Simone de Albuquerque conta que ela adotou o traje porque sua mãe dizia que grávidas precisavam tomar sol no umbigo. No livro O Biquíni Made In Brazil, a jornalista Lilian Pacce situa Kaufmann usando a peça concebida na França pela primeira vez no Rio em 1948. Mas por que o biquíni encontrou terreno tão fértil a ponto de virar símbolo no Brasil? "Essa associação foi construída por uma combinação de fatores: o clima tropical, o estilo de vida praiano, a projeção internacional da moda de praia brasileira e a ampla difusão dessa imagem pelo turismo, pelo cinema, pela televisão e pela publicidade", explica Pimentel. Agora no g1 A professora Meneguete explica que o biquíni também ressaltou a ideia brasileira de corpo menos rígida do que em outras culturas. Mas a chegada no país também não veio sem polêmicas. Em 1961, o então presidente Jânio Quadros (1917-1992) também engrossou o cerco moralista à peça na esteira de suas políticas conservadoras. Ele chegou a proibir o biquíni em espaços públicos e vetou seu uso em concursos de beleza. "A proibição revela um paradoxo da época: enquanto o biquíni se popularizava nas praias e se tornava símbolo de modernidade e liberdade feminina, o Estado ainda tentava controlar a exposição do corpo e impor determinados padrões morais à sociedade", comenta o historiador Marcos Valer. A historiadora Maíra Rosin, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), lembra que esse impacto inicial é decorrente também da transformação das praias enquanto espaço público. Até o início do século passado, banhar-se no mar não era visto como lazer, mas como atividade terapêutica. "Quando se começou a ir a praia [como diversão] as pessoas vão de forma mais contida. Até os trajes masculinos eram mais fechados", lembra Rosin, que pesquisa o relação de mulheres com o espaço urbano . "E aí essas duas peças do biquíni, lembrando uma roupa de baixo, uma lingerie, isso causou um furor enorme." Até a chegada do biquíni, os maiôs dominavam as praias do Rio de Janeiro (a foto foi tirada em 1946) Acervo Rafael Cosme Liberdade ou sexualização do corpo feminino? Mas se significou um afronta das mulheres contra conservadores, o biquíni também trava, desde o início, uma batalha entre liberdade e sexualização do corpo feminino, segundo especialistas. Do lado da autonomia, Pimentel ressalta que, para muitas mulheres, "vestir um biquíni representa a liberdade de ocupar espaços públicos, exercer escolhas sobre o próprio corpo e expressar sua identidade sem que isso seja interpretado como um julgamento moral". Por outro lado, "essa mesma imagem foi apropriada internacionalmente para construir um estereótipo da mulher brasileira excessivamente sensualizada. Em muitos momentos, o corpo feminino passou a representar uma espécie de cartão-postal do país, reduzindo a diversidade das mulheres brasileiras a uma única narrativa", completa Meneguete. Maíra Rosin também vê o item, desde o início, no centro de uma narrativa entre autonomia e controle dos corpos femininos. "O biquíni pode ser ao mesmo tempo libertador e problemático. Dá a ideia de que a mulher pode vestir o que ela quiser, claro. Mas também carrega em si o controle do corpo feminino", argumenta. A especialista Andreia Meneguete diz que o Brasil não só adotou o biquíni como o reinventou Getty Images Mas a historiadora ressalta que o discurso contemporâneo permite hoje uma análise mais adequada sobre o papel da peça. "O biquíni pode ser lido de várias formas, dependendo do contexto social e político. Hoje há muitas campanhas enfatizando que o seu corpo de praia é o seu próprio corpo. Podemos pensar dessa forma e não como o biquíni enquanto símbolo de mulher brasileira gostosa", explica. Biquíni se tornou um ícone de brasilidade — tanto no país como no resto do mundo Getty Images O biquíni na moda, década a década Nesses 80 anos, o biquíni passou por muitas mudanças, e muito por conta do Brasil. A especialista Meneguete diz que o país não só adotou o biquíni como o reinventou. Sobretudo após os anos 1970, "com modelagens próprias, cortes menores e uma estética que influenciou o mundo". Para Mattiazzo, essa primazia mundial se explica pela relação que o brasileiro tem com a praia. "Em muitos países, é um espaço sazonal. Aqui, faz parte do cotidiano", define. O biquíni, neste cenário, reina inconteste. "E, no mundo da moda, poucas peças conseguiram se manter relevantes por 80 anos", celebra a professora Mattiazzo. A partir de um questionamento da BBC News Brasil, a professora definiu as principais fases que marcam a evolução do biquíni ao longo dessas oito décadas. Da criação até a virada dos anos 1950 A época do "escândalo, principalmente por expor o umbigo feminino", e "um marco simbólico muito importante, já que o umbigo estava associado ao erótico". A criação do biquíni foi "um escândalo, principalmente por expor o umbigo feminino", diz a professora Maya Mattiazzo Getty Images Anos 1950 Era o biquíni das pin-ups, as estrelas de Hollywood com estética sensual que ajudaram a popularizar o item. "As modelagens eram grandes e cobriam boa parte dos quadris, valorizando uma silhueta bem feminina", contextualiza. Anos 1960 Década marcada pela revolução sexual e a liberalização dos costumes. O biquíni evoluiu para representar melhor a mentalidade daquele tempo. É quando, lembra Mattiazzo, surgiram ideias mais ousadas ainda, como o monoquíni, idealizado pelo estilista austríaco Rudi Gernreich (1922-1985), que eliminava a parte de cima, deixando os seios à mostra. Também são desse período os modelos extremamente cavados conhecidos como "fio-dental". Anos 1970 Mattiazzo conta que a década ficou marcada pela "expressão por meio do corpo", com o Brasil se posicionando como um influenciador efetivo da moda-praia. "As laterais [do biquíni] diminuem, o bronzeado se torna parte da estética da praia e o Rio de Janeiro se consolida como palco dessa narrativa", diz. Anos 1980 Nesta década, inventaram o estilo chamado de "asa-delta". "Com as laterais super altas e modelagem bem cavada, o modelo cria um efeito visual de alongar a silhueta", explica. "Se espalhou pelo mundo e, algumas décadas depois, é visto nas passarelas internacionais." Fim do século 20 Uma nova maneira de culto ao corpo. "Foi um período com estética mais minimalista dominando a moda, se contrapondo aos exageros da década anterior. Os biquínis ficaram mais simples. O corpo começava a ser visto como um projeto pessoal", esclarece a professora. Os anos 2000 Começaram com o chamado "biquíni brasileiro" sendo encarado como uma categoria, o suprassumo do segmento, a referência global. E, pontua Mattiazzo, essas modelagens menores, com amarrações laterais e cortes mais cavados se tornaram item de exportação, valorizado em países europeus e nos Estados Unidos. Anos 2010 Temos a diversidade dos corpos [sendo destacada]", diz a especialista. "A sociedade debate temas como: inclusão, representatividade, diversidade de corpos e perfis de mulheres. O mercado começa a reconhecer que não existe apenas um corpo para usar biquíni. E entram em pauta assuntos como conforto", ressalta. E agora? Para Mattiazzo, vivemos a era da liberdade e da consciência, com múltiplos cenários. "O resort, o esportivo, a valorização do artesanal, a variedade de tecidos… Fica mais difícil apontar uma estética que o defina", comenta.

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Controle, ameaças e cirurgia: minha vida na 'seita' de Jeffrey Epstein
Notícias MUNDO
Controle, ameaças e cirurgia: minha vida na 'seita' de Jeffrey Epstein
Internacional — Vítima sexual de Jeffrey Epstein conta o que passou com financista BBC Na semana seguinte à morte do financista e criminoso sexual Jeffrey Epstein, "Anya" (nome fictício) abriu a porta de seu apartamento em Nova York. Do lado de fora estava Mark Epstein, irmão de Jeffrey, d...

Internacional — Vítima sexual de Jeffrey Epstein conta o que passou com financista BBC Na semana seguinte à morte do financista e criminoso sexual Jeffrey Epstein, "Anya" (nome fictício) abriu a porta de seu apartamento em Nova York. Do lado de fora estava Mark Epstein, irmão de Jeffrey, dizendo que ela precisava deixar o imóvel, conta. Anya viveu por anos em um dos vários apartamentos na East 66th Street, em Manhattan, usados por Jeffrey Epstein para abrigar mulheres que ele abusava. Em um instante, ela perdeu sua moradia — mas também escapou de um pesadelo. (Mark Epstein nega ter conhecimento dos crimes cometidos pelo irmão.) "Ainda estou tentando processar o fato de que sofri abusos durante anos", diz Anya. "Não estava acorrentada a uma porta, nem trancada em um porão. As correntes eram menos visíveis, mas existiam." Segundo Anya, Epstein — que morreu em 2019 enquanto aguardava julgamento por acusações de tráfico sexual de menores — costumava dizer que sua operação "era como uma seita, e ele era o líder dessa seita". Ela deu à BBC um raro relato sobre como era a vida como uma das "assistentes" de Epstein, detalhando como o financista conseguiu manter tantas vítimas sob seu controle por tanto tempo. Entenda a relação das pessoas mais poderosas do mundo com o empresário Jeffrey Epstein, acusado de explorar mulheres e meninas As assistentes eram um grupo de mulheres — cerca de uma dúzia ao mesmo tempo, estima Anya — que moravam em imóveis fornecidos por Epstein, trabalhavam em tempo integral à sua disposição e eram abusadas sexualmente por ele de forma recorrente. Anya afirma que elas eram atraídas por meio de elaboradas mentiras e falsas promessas de trabalho. Depois disso, Epstein passava a controlar coercitivamente praticamente todos os aspectos de suas vidas, explorando qualquer vulnerabilidade que conseguisse identificar. Ela diz que ele controlava suas finanças, determinava com quem elas podiam se encontrar e as humilhava psicologicamente. Também monitorava obsessivamente seus corpos e, no caso dela, a obrigou a passar por uma cirurgia desnecessária que a deixou desfigurada. O relato de Anya sobre o controle exercido por Epstein é corroborado por Sarah Kellen, outra ex-assistente. Em depoimento ao Comitê de Supervisão da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos, neste ano, Kellen afirmou que Epstein se apresentava como o salvador das assistentes. "Ele era muito habilidoso em destruir sua capacidade de tomar suas próprias decisões e de manter sua autonomia. E isso fazia com que você dependesse cada vez mais dele", disse. Existe um viés que leva muitas pessoas a acreditar que apenas crianças são suscetíveis a esse tipo de manipulação. Mas "um adulto também pode ser aliciado", afirma a psicóloga clínica Tara Quinn-Cirillo, que trabalha com vítimas de controle coercitivo. "Qualquer pessoa pode se tornar vulnerável a isso", diz. 'Uma armadilha completa' Depois de Jeffrey Epstein ser condenado, em 2008, por abusar de uma adolescente — atraída até uma de suas casas com a promessa de um trabalho como massagista — ele mudou de estratégia. Passou a buscar principalmente mulheres adultas, em sua maioria da Rússia e de outros países do Leste Europeu. Anya afirma, no entanto, que ela e muitas das outras mulheres recrutadas ainda tinham aparência de adolescentes. Para demonstrar isso, mostrou à BBC fotos suas da época. Ela conta que cresceu em uma Rússia que saía do regime comunista, com pais rígidos que repetiam que "a educação seria a chave para o sucesso". Mas as oportunidades eram escassas e, após concluir a faculdade, deixou o país para trabalhar como modelo. Ela trabalhou na Europa para marcas de luxo como Fendi e Chanel. Tinha amigos, uma rede de apoio e familiares para quem podia voltar sempre que desejasse. Anya diz que o recrutador de modelos Daniel Siad a apresentou a Epstein Departamento de Justiça dos EUA / Divulgação No início dos seus 20 anos, entrou no círculo de Epstein ao visitar uma agência em Paris, onde conheceu o recrutador de modelos Daniel Siad — na última quarta-feira (22), Siad foi encontrado morto em casa em Paris. A causa da morte está sendo investigada pelo Ministério Público. Segundo Anya, ele elogiou sua inteligência — "algo incomum na indústria da moda" — e se ofereceu para apresentá-la a um amigo com contatos no mundo da moda: Jeffrey Epstein. Anya conta que costumava se perguntar o que teria acontecido se não tivesse passado naquela agência naquele dia. Hoje, porém, acredita que foi deliberadamente escolhida como alvo. "Foi tudo uma armadilha", afirma, descrevendo Daniel Siad como "essencialmente um traficante profissional de pessoas". O nome de Siad aparece milhares de vezes nos chamados "arquivos Epstein" — a vasta coleção de documentos sobre o financista divulgada pelo governo dos Estados Unidos em janeiro. O advogado de Siad informou que seu cliente não estava disponível para comentar o caso, mas disse que ele já havia negado anteriormente ter qualquer conhecimento da ameaça representada por Epstein. Anya diz que conheceu Epstein pela primeira vez em seu amplo apartamento de 18 cômodos em Paris, decorado com fotos dele ao lado de personalidades como Bill Clinton e outros líderes mundiais. Ela afirma que se sentiu à vontade porque havia outras duas mulheres no local: uma russa e outra do Leste Europeu — que na época era namorada de Epstein. Segundo Anya, Epstein pediu que ela tirasse a roupa para que pudesse avaliar seu corpo para trabalhos como modelo. Enquanto ela permanecia apenas de roupa íntima, ele teria dito que ela "não estava em forma", que precisava "começar a se exercitar" e a chamou de preguiçosa. Segundo Anya, comentários como esses eram comuns na indústria da moda, e ela acreditou quando Epstein disse que, se trabalhasse duro, ele a apresentaria às pessoas certas. Ela conta que ele perguntou sobre sua família, seus interesses, "o que eu queria conquistar na vida, por que eu trabalhava como modelo — coisas que realmente eram importantes para mim". "Na moda, ninguém faz esse tipo de pergunta", afirma. Diversas mulheres disseram à BBC que Epstein gostava de descobrir o que era importante para elas para, mais tarde, usar essas informações contra elas. Ele também teria abordado diretamente as preocupações dela. "Percebo que você é inteligente e desconfiada", Anya lembra de tê-lo ouvido dizer. "Eu não quero dormir com você." Ela afirma que isso a deixou ainda mais tranquila. "Eu pensava: 'Nossa, esse cara é incrível. Ele consegue enxergar exatamente quem eu sou'", diz. 'Um processo de aliciamento muito elaborado' Esse foi apenas o início de um processo de aliciamento que se estenderia por muitos meses, mantendo Anya presa a falsas promessas e a um esquema prolongado de manipulação. Ao longo de quase um ano, ela diz que passou a se exercitar "religiosamente" para conquistar o corpo que Epstein queria. Segundo Anya, Lesley Groff — assistente executiva de Epstein, responsável por administrar sua agenda — enviava e-mails pedindo atualizações sobre seu progresso. Ao mesmo tempo, Epstein a pressionava para enviar fotos, dizendo que ela não deveria ser "tímida" quando insistia em receber nudes dela. Anya conta que, conforme havia prometido, Epstein acabou marcando um encontro entre ela e Faith Kates, cofundadora da agência de modelos Next Management. Anya diz que Epstein agendou uma reunião com a cofundadora da Next Management, Faith Kates, na foto Getty Images via BBC Segundo ela, a reunião durou menos de 30 minutos, e lhe disseram que Epstein informaria posteriormente o resultado. Depois, o financista afirmou que a Next não queria contratá-la porque ela "não era boa o suficiente para o mercado de Nova York". Segundo Anya, Epstein acrescentou que ela "estava fora de forma". Anya conta que ficou arrasada. Segundo ela, Epstein então a convidou para visitá-lo em Palm Beach, na Flórida, onde ele cumpria pena em regime de liberdade parcial durante o dia. Ela diz que ele alegava ter sido condenado porque uma adolescente o havia enganado usando um documento de identidade falso. Para vê-lo, Anya precisou assinar um livro de registro mantido por um policial uniformizado. Ela conta que Epstein a levou para um cômodo nos fundos, onde a agrediu sexualmente pela primeira vez. Pelo menos outras duas mulheres também afirmaram que foram abusadas sexualmente por ele enquanto cumpria essa pena. Após o abuso, Epstein a conduziu de volta para fora do cômodo e começou a brincar com as outras assistentes que aguardavam do lado de fora, dizendo que Anya era "muito tímida". Segundo ela, todas riram, e essa reação a fez acreditar que a culpa era sua. "Eu pensei que talvez nada de errado tivesse realmente acontecido. Talvez quem estivesse reagindo de forma errada fosse eu", diz. "Talvez fosse por causa da minha criação na Rússia, ou porque meus pais eram muito rígidos. Talvez houvesse algo de errado comigo, e não com ele." Anya afirma que só percebeu plenamente o que havia acontecido quando os chamados "arquivos Epstein" foram divulgados. E-mails incluídos nesses documentos indicavam que, apesar da reunião presencial com Faith Kates, fundadora da agência Next Management, ela já havia sido rejeitada pela empresa um ano antes. Ela diz que percebeu então que Epstein a manteve por meses presa a falsas expectativas e a conduziu deliberadamente ao fracasso, como parte de "um processo de aliciamento muito elaborado". Quando ela já estava vulnerável, isolada e longe de casa, afirma, ele atacou. Segundo a psicóloga Tara Quinn-Cirillo, o tipo de aliciamento lento e gradual descrito por Anya é pensado justamente para não despertar a percepção de perigo da vítima, "como bombardeiros furtivos, projetados para passar despercebidos pelos radares". Em nota enviada à BBC, o advogado de Faith Kates afirmou que é "falsa e difamatória" qualquer alegação de que sua cliente tivesse conhecimento ou envolvimento no suposto esquema de tráfico de pessoas de Epstein. O advogado acrescentou que a afirmação de que Epstein comunicaria a Anya a decisão da agência era "incomum, falsa e sem qualquer comprovação". A nota também afirma que a agência sempre tomou suas próprias decisões sobre a contratação de modelos e nunca buscou a aprovação de Epstein. "Obviamente, não há nada de incomum no fato de uma modelo em potencial ser avaliada e rejeitada por uma agência, inclusive mais de uma vez", acrescenta. Em outro comunicado, a Next Management afirmou que a empresa não mantinha qualquer relação com Epstein e que as supostas ações de Faith Kates, se ocorreram, foram "exclusivamente dela". 'Venha trabalhar para mim' Epstein continuou alimentando em Anya a expectativa de conseguir trabalhos como modelo. Segundo ela, ele a apresentou a Jean-Luc Brunel, fundador da agência MC2, sem revelar que era um dos financiadores da empresa. (A MC2 fechou seus escritórios em Miami e Nova York, e o fundador da única filial remanescente, em Israel, já afirmou anteriormente que não mantinha qualquer relação com Epstein.) Anya diz que recebeu "quase nenhum" trabalho por meio da agência. Em vez disso, conta que seu agente dizia que ela viajaria para Palm Beach para uma "contratação direta". Mas, ao chegar lá, não havia trabalho como modelo — apenas novos abusos cometidos por Epstein. Depois de algum tempo, segundo Anya, Epstein passou a dizer que a carreira de modelo não estava dando certo e que a indústria da moda estava "morta". Ela se lembra de ouvi-lo dizer: "Venha trabalhar para mim. Eu vou te ensinar um negócio de verdade. Você vai viajar e conhecer pessoas importantes no mundo inteiro." Mas o trabalho como assistente de Epstein não era nada do que Anya havia imaginado. Ela afirma que ele nunca lhe ensinou nada sobre negócios. Em vez disso, passava a maior parte do tempo esperando que Epstein lhe desse alguma tarefa. Ao mesmo tempo, segundo ela, ele a repreendia por ficar "sem fazer nada". Às vezes, recebia funções simples, como atender o telefone, encaminhar visitantes até uma sala de reuniões ou anunciar a chegada de um convidado. Apesar disso, as assistentes precisavam estar disponíveis 24 horas por dia, sete dias por semana, afirma Anya. Ela conta que, certa vez, saiu para almoçar com uma pessoa conhecida e Epstein "ficou furioso", ligando repetidamente e insistindo que ela jamais poderia sair de casa sem sua autorização. Anya diz que era completamente dependente dele. Quando adoecia e precisava de atendimento médico, afirma que Epstein dizia: "Eu sou o seu plano de saúde." Ela também não tinha conta bancária nem a documentação necessária para alugar um imóvel por conta própria. Ainda assim, segundo ela, Epstein a expulsou algumas vezes do apartamento em Manhattan, dizendo para que "desse um jeito de descobrir onde iria ficar". Para Anya, esses eram mecanismos importantes de controle. Ela afirma que Epstein só começou a lhe pagar um pequeno salário anos depois, porque seu visto de permanência exigia isso. Ainda assim, ele costumava dizer: "Não se preocupe, eu sempre vou sustentar você." Segundo Anya, os abusos sexuais continuaram ocorrendo com frequência durante todo esse período. Sarah Kellen descreveu uma situação semelhante em seu depoimento ao Congresso dos Estados Unidos. "Eu não tinha dinheiro, nem família, nem educação, nem a sensação de que merecia algo melhor", afirmou. Ao mesmo tempo, segundo Kellen, Epstein fazia questão de exibir seu poder e sua rede de contatos. "Jeffrey fazia questão de que eu soubesse que desafiá-lo custaria a minha vida", disse. Sarah Kellen disse ao Congresso que Epstein era especialista em "dizimar" o senso de autonomia de suas assistentes Getty Images via BBC 'Você nunca vai se voltar contra mim' Em certa ocasião, uma das assistentes conseguiu fugir, lembra Anya. Segundo ela, a mulher ligou para Anya durante a fuga, o que a deixou apavorada de que Epstein descobrisse o contato, já que os telefones pertenciam a ele e as ligações eram monitoradas. Anya afirma que Epstein contratou um investigador particular para localizar a assistente desaparecida. Ela diz que ele chegou a mostrar um e-mail detalhando as despesas que, segundo seus cálculos, a mulher lhe devia: um total de US$ 700 mil (cerca de R$ 3,8 milhões). Para Anya, a mensagem era clara: "Se você for embora, vai me dever dinheiro, e eu vou caçá-la para recuperar esse valor." Segundo ela, essa não era a única forma de pressão exercida por Epstein. Anya afirma que ele também reunia material comprometedor sobre as mulheres e, de forma casual, costumava lembrá-la de que possuía fotos dela nua. Em outra ocasião, conta, Epstein reuniu as assistentes para uma sessão de fotos. Ele as incentivou a tirar a parte de cima da roupa e dançar alegremente, insistindo que tudo fosse filmado. Anya lembra que ele disse: "Dessa forma, eu sei que vocês nunca vão se voltar contra mim." Segundo ela, a sugestão era de que, caso exibisse o vídeo, seria difícil para elas alegarem que não haviam consentido. "Era a biblioteca de provas dele", afirma. O financista também obrigava as assistentes a escreverem e-mails que elas chamavam de "cartas de gratidão", nos quais faziam elogios efusivos ao próprio agressor. "Eu tinha tanto medo de não agradecer o suficiente", conta Anya. "Acho que, em parte, essas cartas de gratidão eram mais um mecanismo para ele dizer: 'Como você pode se voltar contra mim se passa o tempo todo me agradecendo?'" Segundo Anya, Epstein também colocava as assistentes umas contra as outras. Ela afirma que ele dizia, por exemplo, que outra mulher estava "furiosa" com ela por ser "inútil e preguiçosa", mas acrescentava que estava "defendendo você" e que era "seu maior apoiador". Na avaliação de Anya, essa estratégia impedia que as mulheres criassem vínculos verdadeiros entre si, tornando-as mais fáceis de controlar. Enquanto conversa com a BBC, Anya levanta a blusa para mostrar diversas cicatrizes no abdômen. Em seguida, exibe antigas fotos de quando trabalhava como modelo, nas quais aparece com uma pequena tatuagem feita ainda na adolescência. Ela conta que Epstein queria que a tatuagem fosse removida e levou um médico até sua casa para isso. Segundo Anya, porém, Epstein não queria que ela fizesse remoção a laser, porque o tratamento demoraria muito. Em vez disso, sugeriu que o médico simplesmente retirasse cirurgicamente a parte da pele onde estava a tatuagem. "Só eu seria capaz de pensar nisso", ela lembra de tê-lo ouvido dizer. Anya afirma que se submeteu à cirurgia, que lhe deixou cicatrizes. Um ano depois, segundo ela, Epstein insistiu para que o procedimento fosse repetido porque não havia gostado do resultado. 'Ecossistema de abuso' A parte "mais vergonhosa" do tempo que passou com Epstein foi ter de recrutar outras mulheres, diz Anya, com os olhos marejados. Cada assistente tinha de trazer pelo menos uma outra assistente, conta ela, e Epstein a instruía a recrutar mulheres jovens como ela. Anya diz que quis contar sua história agora para ajudar as pessoas a entenderem como as mulheres acabavam presas na teia de Epstein e para explicar como o esquema dele traficava tanto adultas como ela quanto crianças. "Ele construiu todo um ecossistema de abuso que o servia", diz ela. "Quando você vê pessoas como Bill Gates indo jantar na casa dele e apertando a sua mão, você pensa: 'Quem sou eu para questionar isso? Quem sou eu para falar alguma coisa?'. Isso legitimava o abuso." Tanto Anya quanto Sarah Kellen receberam, posteriormente, indenizações do Fundo de Compensação para Vítimas de Epstein — criado para oferecer amparo financeiro às sobreviventes e que exigia a apresentação de provas que corroborassem os relatos de abuso. "Enquanto ele estava vivo, não falei com uma única pessoa sobre isso", diz Anya. Agora, ela espera que sua voz possa ajudar pelo menos uma mulher a escapar de um relacionamento abusivo. "Não tenho nada de especial", afirma. "De alguma forma, consegui encontrar em mim a força para perseverar e sobreviver. Se eu consegui, você também consegue."

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Flávio Bolsonaro publica vídeo pedindo desculpas e solicitando ajuda de Michelle em campanha
Política — Em vídeo, Flávio Bolsonaro pede reaproximação de Michelle: 'As portas estão abertas' O senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) publicou um vídeo nas redes sociais nesta quinta-feira (23) convidando a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro para “caminharem juntos...

Política — Em vídeo, Flávio Bolsonaro pede reaproximação de Michelle: 'As portas estão abertas' O senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) publicou um vídeo nas redes sociais nesta quinta-feira (23) convidando a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro para “caminharem juntos na missão de defender o Brasil”. Na gravação, Flávio pede desculpas por "momentos que causaram desconforto". Michelle curtiu a publicação e, depois, postou um vídeo em que diz ter aceitado as desculpas do senador. “Michelle, renovo aqui o convite para caminharmos juntos na missão de defender o Brasil e honrar. O nosso maior líder, que é Jair Messias Bolsonaro, que enfrenta um momento extremamente difícil que exige de todos nós, desprendimento, humildade, coragem e espírito de união para honrar o seu legado. Eu tenho a convicção que a gente compartilha do mesmo objetivo, trabalhar por um Brasil mais seguro, próspero e cheio de esperança. As portas estão abertas”, disse Flávio Bolsonaro. Flávio e Michelle Bolsonaro Reprodução Em sua resposta, a ex-primeira-dama falou para os dois sentarem para "ajustar os detalhes" da reconciliação. "Recebi suas palavras com muita paz. Quero te agradecer por sua sinceridade", afirmou Michelle em vídeo publicado no Instagram. "Todos nós cometemos erros, isso é humano, e o seu gesto de vir ao público para pedir desculpas tem muito valor e poucos homens teriam coragem de fazer isso." A gravação foi publicada a poucos dias da convenção nacional partidária do PL, marcada para este sábado (25) em São Paulo. Flávio, que enfrenta resistência da federação do União-PP e do Republicanos a nível nacional, ainda não anunciou quem será seu vice. O presidente do PL, Valdemar Costa Neto, disse em entrevista ao jornal "O Globo" não esperar que a ex-primeira-dama participe do evento. Ainda assim, avalia que ela "tem tudo" para se eleger como senadora. Segundo ele, Michelle estaria disposta a se conciliar com Flávio desde que ele fizesse "alguma coisa" ou se manifestasse. Michelle Bolsonaro curte vídeo de Flávio. Reprodução/Redes Sociais Flávio lida com um momento de crise na pré-campanha. A fala dele atacando as urnas eletrônicas com acusações já desmentidas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) na terça-feira (21) repercutiu entre aliados, que o alertaram sobre a possibilidade de perder votos de eleitores independentes com o discurso. Além disso, veio à tona a informação de que o escritório de advocacia do senador emitiu duas notas fiscais, no valor de R$ 500 mil cada, para uma empresa que recebeu repasses do Banco Master. Em uma publicação nas redes sociais, o senador afirma que não quis prestar serviços advocatícios para a empresa e que as notas foram canceladas. "Eu não aceitei trabalhar para essa empresa chamada Copenhagen, que supostamente foi usada por [Daniel] Vorcaro para fazer pagamentos a algumas pessoas. Não foi o meu caso. Estou tendo que explicar por que eu não recebi o dinheiro dessa empresa." Desentendimento Há quase 1 mês, a ex-primeira-dama divulgou vídeos em suas redes sociais em que diz ter sido maltratada e humilhada por Flávio. Nos vídeos, publicados na noite de 24 de junho, Michelle expôs uma briga com Flávio e diz que eles não se falavam desde o fim de 2025. A discussão dos dois envolve a disputa pelo palanque do PL no Ceará, em que o partido tentou se aliar com o ex-governador Ciro Gomes (PSDB) -- apoio criticado por Michelle. "Voltando ao Flávio. Telefonei para ele, tentei algumas vezes, mas ele não atendeu. Algumas horas depois da postagem, ele retornou a ligação. Mas, sinceramente, para falar o que ele me falou, seria melhor se ele não tivesse ligado. Ele foi muito ríspido, me desrespeitou e me maltratou o telefone. E eu não tinha feito nada contra ele", afirmou a ex-primeira-dama. Michelle Bolsonaro publica vídeo de resposta às desculpas de Flávio "Ele disse que seria melhor eu ficar fora das decisões do partido. Disse que eu havia chegado ontem e não entendia nada de política. Diante dessa humilhação, eu disse a ele que estava tudo bem. Entendi que ele não queria o meu apoio ou que este era insignificante. E então eu me recolhi. Fiquei na minha e assim permaneço", continuou. Na época, Flávio citou o casamento de 16 anos e o fato de ser pai de duas filhas maravilhosas para afirmar que "nunca desrespeitei, maltratei ou humilhei uma mulher na minha vida. Jamais o faria com a esposa do meu próprio pai". O senador afirmou que a família Bolsonaro "está passando por um momento difícil" e que entende a angústia de Michelle ao ver Jair "todos os dias, sofrendo com tamanha injustiça". Flávio afirmou que agendou uma reunião com lideranças femininas para o dia 1º de julho, em Brasília, e que havia convidado Michelle -- que não esteve presente. No vídeo publicado nesta quinta-feira, Flávio disse que, como ele e Michelle são pessoas públicas, seus "momentos que causaram desconforto" são "explorados" por "opositores". Afirmou que nunca teve a intenção de desrespeitar ninguém, e pediu que seus apoiadores "olhem para frente neste momento".

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Destaques Principais Impacto Político e Econômico: Análise preliminar aponta desdobramentos diretos na rotina local e internacional. Reação dos Mercados e da População: Os acontecimentos geraram repercussão imediata nos setores atingidos.

Novas informações devem ser publicadas ao longo do dia à medida que as fontes oficiais confirmarem os detalhes.

Defesa de Bolsonaro recorre contra proibição de visitas com fins político-eleitorais e divulgação de manifestos
Notícias POL
Defesa de Bolsonaro recorre contra proibição de visitas com fins político-eleitorais e divulgação de manifestos
Política — A defesa de Jair Bolsonaro recorreu nesta sexta-feira (24) contra a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que impôs ao ex-presidente a proibição de receber visitas com finalidades político-eleitorais e de divulgar manifestos com esse teor. ...

Política — A defesa de Jair Bolsonaro recorreu nesta sexta-feira (24) contra a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que impôs ao ex-presidente a proibição de receber visitas com finalidades político-eleitorais e de divulgar manifestos com esse teor. Os advogados classificam a restrição como "genérica" e dizem que foi criada uma limitação sem respaldo constitucional ou legal. A defesa pediu que a medida seja revista por Moraes ou que o recurso seja levado a julgamento na Primeira Turma da Corte. Na avaliação dos advogados, é preciso esclarecer que a suspensão dos direitos políticos não atinge a liberdade de manifestação. O ex-presidente teve os direitos políticos suspensos após o chamado trânsito em julgado da condenação pela trama golpista. Agora no g1 "A suspensão dos direitos políticos prevista na Constituição não autoriza a imposição de limitações à liberdade de pensamento e de manifestação de ideias, tampouco a ampliação das cautelares anteriormente impostas para vedar, de forma genérica, a divulgação de manifestações político-eleitorais por qualquer meio ou a imposição de restrições fundadas em conceitos jurídicos indeterminado", diz o recurso de Bolsonaro. A defesa do ex-presidente diz também que a situação de Bolsonaro é semelhante à de Lula, quando o petista foi preso em 2018 na operação da Lava Jato, e, "em contexto de intensa disputa eleitoral, foi amplamente divulgada carta por ele subscrita indicando Fernando Haddad como seu sucessor na disputa presidencial".  Essa tese é rechaçada pelos ministros do Supremo que apontam situações diferentes, já que a Lula estava preso, mas não tinha condenação sem chance de recursos e não estava com direitos políticos suspensos. Carta de Bolsonaro O ex-presidente da República, Jair Messias Bolsonaro (PL), fez uma aparição de cerca de 20 minutos no quintal da casa onde ele cumpria prisão domiciliar em 9 de setembro de 2025 Wilton Junior/Estadão Conteúdo A proibição foi determinada por Moraes após o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) publicar nas redes sociais uma carta escrita pelo ex-presidente e endereçada "aos brasileiros". Na mesma decisão, o ministro do STF suspendeu as visitas de Flávio ao pai por 90 dias. Para a defesa, o ministro do Supremo ampliou as restrições a Bolsonaro "que antes consistiam em vedação dirigida à utilização de determinados meios de comunicação e passaram a traduzir verdadeira proibição de divulgação de manifestações de conteúdo político eleitoral por qualquer meio, inclusive por intermédio de terceiros, sem que houvesse previsão legal ou fundamento constitucional apto a justificar semelhante extensão". O recurso afirma ainda que é preciso reconhecer a intensidade das restrições estabelecidas para o ex-presidente. "Ocorre que, se é lícito ao agravante [Bolsonaro] refletir, escrever ou registrar seu pensamento, mas absolutamente vedado transmiti-lo a terceiros por qualquer forma de divulgação, a restrição deixa de incidir sobre determinado meio de comunicação para atingir, na prática, a própria circulação das ideias. O resultado é equivalente ao de uma proibição material de manifestação do pensamento, ainda que construída sob a forma de vedação à divulgação", afirmam os advogados. A defesa disse ainda que é preciso esclarecer o alcance das proibições de visitas. "Em nenhum momento, a decisão estabelece quais critérios permitirão concluir que determinada visita eventualmente pretendida entre o agravante e qualquer outro interlocutor poderá ostentar "finalidade político-eleitoral". Carta escrita pelo ex-presidente Jair Bolsonaro e lida pelo senador Flávio Bolsonaro neste sábado (11) Divulgação

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Michelle Bolsonaro curte vídeo em que Flávio pede desculpas e solicita ajuda em campanha
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Michelle Bolsonaro curte vídeo em que Flávio pede desculpas e solicita ajuda em campanha
Política — Michelle Bolsonaro curte vídeo de Flávio. Reprodução/Redes Sociais A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro curtiu o vídeo publicado nesta quinta-feira (23) pelo senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL), no qual ele convida apoiadores a “caminharem juntos na miss...

Política — Michelle Bolsonaro curte vídeo de Flávio. Reprodução/Redes Sociais A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro curtiu o vídeo publicado nesta quinta-feira (23) pelo senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL), no qual ele convida apoiadores a “caminharem juntos na missão de defender o Brasil”. “Michelle, renovo aqui o convite para caminharmos juntos na missão de defender o Brasil e honrar. O nosso maior líder, que é Jair Messias Bolsonaro, que enfrenta um momento extremamente difícil que exige de todos nós, desprendimento, humildade, coragem e espírito de união para honrar o seu legado. Eu tenho a convicção que a gente compartilha do mesmo objetivo, trabalhar por um Brasil mais seguro, próspero e cheio de esperança. As portas estão abertas”, disse. Depois do pedido, Michelle compartilhou um vídeo em que aceitou as desculpas de Flávio. A ex-primeira-dama falou para os dois sentarem para "ajustar os detalhes" da reconciliação. 📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia A gravação foi publicada a poucos dias da convenção nacional partidária do PL, marcada para este sábado em São Paulo. O presidente do partido, Valdemar Costa Neto, disse em entrevista ao Globo não esperar que a ex-primeira-dama participe do evento. Segundo ele, Michelle estava disposta a se conciliar com Flávio desde que ele fizesse "alguma coisa" ou se manifestasse. Há quase 1 mês, a ex-primeira-dama divulgou vídeos em suas redes sociais em que diz ter sido maltratada e humilhada por Flávio. Nos vídeos, publicados na noite de 24 de junho, Michelle expôs uma briga com Flávio e diz que eles não se falavam desde o fim de 2025. A discussão dos dois envolve a disputa pelo palanque do PL no Ceará, em que o partido tentou se aliar com o ex-governador Ciro Gomes (PSDB) -- apoio criticado por Michelle. Em vídeo, Flávio Bolsonaro pede reaproximação de Michelle: 'As portas estão abertas' "Voltando ao Flávio. Telefonei para ele, tentei algumas vezes, mas ele não atendeu. Algumas horas depois da postagem, ele retornou a ligação. Mas, sinceramente, para falar o que ele me falou, seria melhor se ele não tivesse ligado. Ele foi muito ríspido, me desrespeitou e me maltratou o telefone. E eu não tinha feito nada contra ele", afirmou a ex-primeira-dama. "Ele disse que seria melhor eu ficar fora das decisões do partido. Disse que eu havia chegado ontem e não entendia nada de política. Diante dessa humilhação, eu disse a ele que estava tudo bem. Entendi que ele não queria o meu apoio ou que este era insignificante. E então eu me recolhi. Fiquei na minha e assim permaneço", continuou. Na época, Flávio citou o casamento de 16 anos e o fato de ser pai de duas filhas maravilhosas para afirmar que "nunca desrespeitei, maltratei ou humilhei uma mulher na minha vida. Jamais o faria com a esposa do meu próprio pai". O senador afirmou que a família Bolsonaro "está passando por um momento difícil" e que entende a angústia de Michelle ao ver Jair "todos os dias, sofrendo com tamanha injustiça". Flávio afirmou que agendou uma reunião com lideranças femininas para o dia 1º de julho, em Brasília, e que havia convidado Michelle -- que não esteve presente.

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Reforma tributária: governo adia para janeiro obrigação de pessoa física e produtor rural ter 'CNPJ técnico' e emitir nota fiscal
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Reforma tributária: governo adia para janeiro obrigação de pessoa física e produtor rural ter 'CNPJ técnico' e emitir nota fiscal
Política — Um decreto presidencial publicado no "Diário Oficial da União" (DOU) desta quarta-feira (22) adia para janeiro de 2027 a obrigatoriedade das pessoas físicas, e dos produtores rurais, terem o chamado "CNPJ técnico" e, também, de emitirem a nota fiscal do novo imposto sobre o cons...

Política — Um decreto presidencial publicado no "Diário Oficial da União" (DOU) desta quarta-feira (22) adia para janeiro de 2027 a obrigatoriedade das pessoas físicas, e dos produtores rurais, terem o chamado "CNPJ técnico" e, também, de emitirem a nota fiscal do novo imposto sobre o consumo — no âmbito da reforma tributária. O "CNPJ técnico" é uma inscrição cadastral vinculada ao CPF de pessoas físicas que sejam contribuintes dos futuros impostos sobre o consumo (CBS e IBS). Esse cadastro não corresponde à abertura de uma empresa nem transforma a pessoa física em pessoa jurídica. Sua finalidade é identificar esses contribuintes nos sistemas da Receita Federal e do Comitê Gestor do IBS, o Imposto sobre Bens e Serviços, facilitando a emissão de documentos fiscais e a apuração dos novos tributos. Agora no g1 Com a mudança, as notas fiscais que não trouxerem preenchidos os campos dos futuros impostos sobre o consumo, a CBS federal e o IBS estadual, também não serão automaticamente rejeitadas pelo Fisco — algo que o governo já havia informado que também não cobraria das empresas. "A alteração confere maior prazo para adaptação dos contribuintes, das administrações tributárias e dos desenvolvedores de sistemas às novas exigências decorrentes da Reforma Tributária sobre o consumo", informou a Receita Federal. Segundo o órgão, a prorrogação também está alinhada ao desenvolvimento de solução simplificada para inscrição de pessoas físicas no CNPJ, em modelo semelhante ao atualmente adotado para o Microempreendedor Individual (MEI), bem como à disponibilização gradual de orientações operacionais, ambientes de testes e manuais técnicos destinados à adaptação dos contribuintes e dos emissores de documentos fiscais eletrônicos.  ACIC e FGV promovem palestra com especialista em Reforma Tributária – Crédito: Divulgação. ACIC e FGV promovem palestra com especialista em Reforma Tributária – Crédito: Divulgação. Nova plataforma tecnológica Uma nova plataforma tecnológica inédita no mundo, 150 vezes maior do que o PIX, que já está em fase de testes, mas com funcionamento pleno previsto a partir do próximo ano, será responsável por operacionalizar os pagamentos dos impostos sobre produtos e serviços. 🔎 O novo sistema vai viabilizar e estruturar o pagamento dos futuros impostos sobre valor agregado (IVA), previstos na reforma tributária sobre o consumo – aprovada em 2024 pelo Congresso Nacional e sancionada no início deste ano pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Já em fase de testes, o objetivo da Receita Federal é de que a plataforma esteja funcionando em 2026 sem gerar cobrança efetiva (alíquota pequena de 1%, que será "destacada", ou seja, abatida em outros tributos). Segundo a Receita Federal, das 13,5 bilhões de notas fiscais emitidas neste ano, 7,4 bilhões já têm os impostos "destacados" (informados) de maneira voluntária pelas empresas. A partir de 2027, quando haverá extinção do PIS e da Cofins federais, o sistema do "split payment" começará a operar em toda a economia para a CBS (tributo federal), focado nas negociações entre empresas — o chamado "business to business", sem abranger o varejo. De 2029 a 2032, haverá a transição do ICMS estadual e do ISS municipal para o IBS, com a redução gradual das alíquotas do ICMS e do ISS e o aumento gradual da alíquota do IBS (o futuro tributo sobre consumo dos estados e municípios). Desafio para empresas Reportagem do g1 mostrou, em novembro, que a reforma tributária sobre o consumo está exigindo ações na área de processos de gestão e de sistemas de emissão da nota fiscal por parte das empresas como forma de evitar problemas a partir de 2026. ➡️Especialistas ouvidos relataram que as empresas despreparadas poderiam ter desde mercadorias paradas e incapacidade do contas a pagar, liquidar a fatura, até a possibilidade de a empresa não aproveitar os créditos tributários, gerando um impacto direto no fluxo de caixa. ➡️Já a Receita Federal negou que haverá um aumento de complexidade na emissão das notas fiscais, e também afastou interpretações de que poderá haver um cenário caótico para as empresas a partir de 2026. Segundo o órgão, os campos das notas fiscais serão praticamente os mesmos de hoje, como: CNPJ ou CPF, de compradores ou vendedores, além da quantidade de produtos, valor da venda e códigos tributários, por exemplo. Reforma tributária Com a reforma tributária sobre o consumo, aprovada em 2024, serão gradualmente extintos, nos próximos anos, o PIS, a Cofins e o IPI (para a maior parte dos produtos) federais, além do ICMS estadual e do ISS municipal. Em seu lugar, serão criados dois novos impostos: a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) e o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS). Eles funcionarão no modelo de imposto sobre valor agregado (IVA), como acontece no resto do mundo, ou seja, eles serão não cumulativos. Isso significa que, ao longo da cadeia de produção, os impostos seriam pagos uma só vez por todos os participantes do processo. Por exemplo: se o IVA for de 20%, um produto vendido ao consumidor final por R$ 100 terá imposto de R$ 20, que deverá ser dividido por toda a cadeia de produção (produtor, atacadista, distribuidor, varejista). Outra mudança é que o tributo sobre o consumo (IVA) será cobrado no "destino", ou seja, no local onde os produtos são consumidos, e não mais onde eles são produzidos. A migração da origem para o destino será feita de forma gradual durante décadas. Isso contribuirá para combater a chamada "guerra fiscal", nome dado a disputa entre os estados para que empresas se instalem em seus territórios. Para isso, intensificam a concessão de benefícios fiscais.

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Brasileira de 34 anos desaparece em Lyon, na França; comunidade brasileira faz buscas
Notícias MUNDO
Brasileira de 34 anos desaparece em Lyon, na França; comunidade brasileira faz buscas
Internacional — Engenheira brasileira Gabriele da Silva Monteiro está desaparecida desde a tarde de quinta-feira (23), em Lyon, na França. Arquivo Pessoal A engenheira brasileira Gabriele da Silva Monteiro, de 34 anos, natural de Brasília, está desaparecida desde a tarde de quinta-feira (2...

Internacional — Engenheira brasileira Gabriele da Silva Monteiro está desaparecida desde a tarde de quinta-feira (23), em Lyon, na França. Arquivo Pessoal A engenheira brasileira Gabriele da Silva Monteiro, de 34 anos, natural de Brasília, está desaparecida desde a tarde de quinta-feira (23) em Lyon, na França. As informações foram repassadas ao g1 pela advogada e doutoranda Lívia Possi, amiga da brasiliense. Lívia e Gabriele viajariam nesta sexta-feira (24) para a cidade de Rouen, onde participariam do casamento de uma amiga. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 DF no WhatsApp Gabriele se formou na Universidade Federal do Ceará e vive há mais de 10 anos na França – onde se casou, construiu vida e carreira. Agora no g1 Segundo Lívia, o marido de Gabriele voltou mais cedo do trabalho, por volta das 17h de quinta-feira, e não encontrou a esposa em casa. No apartamento estavam o celular, cartões bancários, documentos pessoais e a mala ainda sendo preparada para a viagem desta sexta. A amiga afirma que apenas um par de chinelos e um molho de chaves não foram localizados. A porta estava fechada, mas não trancada. Pessoas próximas acreditam que Gabriele tenha dado uma "saída rápida" do apartamento, sem a intenção de ir longe. Itamaraty diz estar à disposição À reportagem, Livia contou que a família da engenheira procurou o Consulado-Geral do Brasil em Marselha, mas até a última atualização desta reportagem, eles ainda aguardavam retorno do posto consular. Procurado pelo g1, o Itamaraty disse que não pode detalhar se acompanha a situação, se mantém contato com autoridades francesas ou quais medidas já tomou nesse caso. Em nota, o ministério afirmou apenas que o Consulado-Geral do Brasil em Marselha "permanece à disposição para prestar assistência consular aos familiares da brasileira". Comunidade brasileira se mobiliza Ainda de acordo com Lívia, Gabriele e o marido trocaram mensagens normalmente ao longo do dia. A última mensagem enviada por ela perguntava como havia sido o dia do esposo. Ao perceber o desaparecimento, o companheiro procurou Gabriele nos arredores da casa, em parques e outros locais que ela costumava frequentar para correr. Amigos também passaram a entrar em contato com hospitais e serviços de emergência da região, enquanto o desaparecimento era comunicado à polícia francesa. Segundo Lívia, a comunidade brasileira em Lyon iniciou uma mobilização para localizar Gabriele. Voluntários percorreram locais frequentados pela engenheira, divulgaram o desaparecimento nas redes sociais e acionaram hospitais, autoridades e veículos da imprensa francesa. De acordo com a amiga, embora a legislação francesa não estabeleça prazo mínimo para o início das buscas por uma pessoa desaparecida, as diligências mais efetivas da polícia começaram cerca de 24 horas depois do desaparecimento. Nesta sexta-feira (24), a polícia francesa informou à família que a investigação foi formalmente instaurada e que o caso seria encaminhado para um setor especializado em pessoas desaparecidas, disse Lívia ao g1. Segundo ela, cães farejadores devem ser utilizados nas buscas na manhã deste sábado (25). O irmão de Gabriele, Gustavo Monteiro, mora em Portugal e embarcou para Lyon acompanhado da mãe. Eles devem chegar à cidade neste sábado para acompanhar as buscas e a investigação. LEIA TAMBÉM: CONDOMÍNIO RK: Justiça descarta demolição de mais de 2 mil casas no DF PREJUÍZO DE R$ 400 MIL: proprietário de galpão recebe imóvel destruído após 9 anos de aluguel Leia mais notícias sobre a região no g1 DF.

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É #FAKE que Lula defendeu que 'saúde é para quem pode pagar'; posts omitem contexto da fala
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É #FAKE que Lula defendeu que 'saúde é para quem pode pagar'; posts omitem contexto da fala
Política — É #FAKE que Lula defendeu que 'saúde é para quem pode pagar' Reprodução Circulam nas redes sociais publicações com um vídeo em que o presidente Lula (PT) supostamente diz que "saúde é para quem pode pagar". É #FAKE. Selo Fake (Horizontal) g1 🔴 Como são as publicações? Os conteúd...

Política — É #FAKE que Lula defendeu que 'saúde é para quem pode pagar' Reprodução Circulam nas redes sociais publicações com um vídeo em que o presidente Lula (PT) supostamente diz que "saúde é para quem pode pagar". É #FAKE. Selo Fake (Horizontal) g1 🔴 Como são as publicações? Os conteúdos circulam desde 18 de julho no Facebook, no TikTok e no Instagram e trazem o seguinte texto sobreposto às imagens: "Lula afirma: 'Saúde é para quem pode pagar quem não pode que morra no esquecimento". Uma das legendas que acompanha os posts diz: "A saúde é pra quem tem dinheiro, Quem não pode pagar a saúde QUE MORRA pela negligência médica e do estado BRASILEIRO' - frase do LULA (presidente do amor) Ainda dúvida? Ele mesmo fala pra você ouvir". ⚠️ Por que #É FAKE? O vídeo incluído nos posts que circulam nas redes sociais é real, mas ele está fora de contexto. A fala de Lula foi editada. O vídeo editado usa dois momentos de um discurso do presidente durante uma visita ao Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (Into), no Rio de Janeiro, na última sexta-feira (17). O discurso foi transmitido ao vivo no YouTube, no canal oficial do presidente, no próprio dia 17 de julho, com este título: "Presidente Lula visita o Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (INTO)". A versão completa comprova que a edição feita depois escondeu declarações de Lula em defesa do Sistema Único de Saúde (SUS). O Fato ou Fake identificou os trechos utilizados nas publicações enganosas a partir da transcrição do conteúdo. Veja abaixo a declaração completa do presidente, da forma como foi transmitida: "Quando eu cortei esse dedo, eu fiquei mais de quatro horas esperando que o médico que tinha que estar de plantão, mas não estava de plantão, viesse tratar do meu dedo. Então, eu sei como é que o pobre é tratado, como o rico é tratado, porque ainda prevalece na área da saúde, o poder do dinheiro. É por isso que se criou tanto ódio quando a gente aprovou na Constituição de 88 a criação do SUS. Porque muita gente, muitas vezes de má fé, tentava insinuar que o Estado não tinha condições de oferecer ao povo brasileiro um sistema único de saúde. Porque quem sabia cuidar da saúde era iniciativa privada e saúde é para quem pode pagar, quem não pode pagar que morra no esquecimento e negligência do Estado brasileiro. E nós, então, resolvemos provar exatamente o contrário. Eu acho que, na questão da saúde, a pessoa mais pobre que mora num lugar mais pobre do Rio de Janeiro tem o mesmo direito de ter um tratamento no hospital com o mesmo médico que trata o governador do Estado, o prefeito da cidade, o deputado federal, os ministros da do Tribunal de Justiça". Veja agora a transcrição da versão editada, que exclui as menções ao SUS e foi incluída nos posts enganosos: "Quando eu cortei esse dedo, eu fiquei mais de quatro horas esperando que o médico que tinha que estar de plantão, mas não estava de plantão, viesse tratar do meu dedo. Então, eu sei como é que o pobre é tratado, como o rico é tratado, porque ainda prevalece na área da saúde, o poder do dinheiro. Saúde é para quem pode pagar, quem não pode pagar que morra no esquecimento e negligência do Estado brasileiro". Como foi feita a checagem Para encontrar o registro original, o Fato ou Fake fragmentou o vídeo em frames (imagens estáticas) no InVid, e depois selecionou uma dessas "fotos" para realizar uma busca reversa no Google Lens. Essa pesquisa serve para verificar se o conteúdo havia sido reproduzido anteriormente por fontes confiáveis – e em que contexto. O resultado mostrou o vídeo da transmissão oficial do evento, divulgado no YouTube pelo perfil do presidente. Procurada por e-mail pelo Fato ou Fake, a Secretaria de Comunicação da Presidência da República (Secom) desmentiu as publicações que circulam nas redes: "O conteúdo é FALSO. Conforme constatado pela própria reportagem, a declaração foi tirada de contexto. A Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República repudia a divulgação de informações falsas, com o uso da imagem do presidente, que visam única e exclusivamente desinformar a população, enfraquecer instituições e manipular a opinião pública". É #FAKE que Lula defendeu que 'saúde é para quem pode pagar' Reprodução Veja também É #FAKE vídeo de Haaland tomando susto ao se ver de boca cheia em espelho de restaurante' É #FAKE vídeo de Haaland tomando susto ao se ver de boca cheia em espelho de restaurante VÍDEOS: Os mais vistos agora no g1 Agora no g1 VÍDEOS: Fato ou Fake explica A outras checagens feitas pela equipe do FATO ou FAKE Adicione nosso número de WhatsApp +55 (21) 97305-9827 (após adicionar o número, mande uma saudação para ser inscrito) GloboPop: clique para ver vídeos do palco de Fato ou Fake

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Datafolha: 38% avaliam governo Lula como ruim ou péssimo; para 32%, é ótimo ou bom
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Datafolha: 38% avaliam governo Lula como ruim ou péssimo; para 32%, é ótimo ou bom
Política — Datafolha: para 38% governo Lula é ruim ou péssimo; 32% acham ótimo ou bom Pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira (24) pelo site do jornal "Folha de S.Paulo" mostra que 38% dos entrevistados têm uma avaliação negativa sobre o governo Lula (PT). Outros 32% avaliam positiv...

Política — Datafolha: para 38% governo Lula é ruim ou péssimo; 32% acham ótimo ou bom Pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira (24) pelo site do jornal "Folha de S.Paulo" mostra que 38% dos entrevistados têm uma avaliação negativa sobre o governo Lula (PT). Outros 32% avaliam positivamente e, para 28%, o desempenho é regular. O quadro é de estabilidade em relação à pesquisa anterior, de 20 de junho. Veja os números: Ruim/péssimo: 38% (eram 38% em junho) Ótimo/bom: 32% (eram 32%) Regular: 28% (eram 29%) Não sabem: 1% (era 1%) Aprovação/desaprovação de Lula Aprovam: 49% (eram 48% em junho) Desaprovam: 48% (eram 49%) Não sabem: 3% (eram 3%) LEIA TAMBÉM Datafolha 2º turno: Lula tem 48%, e Flávio Bolsonaro, 43% Datafolha 1º turno: Lula lidera com 40%, e Flávio tem 32% A pesquisa divulgada nesta sexta-feira é a primeira do instituto depois que foi confirmado pelos Estados Unidos um novo tarifaço sobre produtos brasileiros. O governo americano anunciou em 15 de julho que aplicará uma taxa de 25% sobre itens que importa do Brasil. A medida entrou em vigor em 22 de julho - mesma data em que a pesquisa começou a coletar respostas. O tarifaço foi anunciado depois de viagens de Flávio Bolsonaro aos EUA para tratar do assunto. O presidenciável chegou a se reunir com o presidente Donald Trump na Casa Branca. Flávio ainda enviou uma carta ao governo americano e participou de uma audiência pública no Escritório do Representante Comercial dos EUA (USTR). Nas ocasiões, o senador pediu que a aplicação de tarifas fosse adiada. Lula reagiu às articulações do adversário e culpou Flávio pelo tarifaço. Para o presidente, as taxas são um ataque à soberania do Brasil. O Datafolha entrevistou 2.004 pessoas entre os dias 22 e 24 de julho, segundo dados informados ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O levantamento está registrado sob o número BR-01166/2026. 22.07.2026 - Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante sanção do Projeto de Lei de linhas de crédito , de 2026, que destina recursos a linhas de crédito do Programa Brasil Soberano, no Palácio do Planalto, Brasília - DF Ricardo Stuckert/Divulgação

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Tarcísio e Haddad apostam em propostas de combate à violência para mobilizar eleitores de SP
Notícias POL
Tarcísio e Haddad apostam em propostas de combate à violência para mobilizar eleitores de SP
Política — Montagem com fotos dos pré-candidatos a governador de São Paulo: Tarcísio de Freitas (Republicanos) e Fernando Haddad (PT) Miguel Pessoa/Código 19/Estadão Conteúdo e Ton Molina/Fotoarena/Estadão Conteúdo A segurança pública será um dos temas centrais dos planos de governo dos do...

Política — Montagem com fotos dos pré-candidatos a governador de São Paulo: Tarcísio de Freitas (Republicanos) e Fernando Haddad (PT) Miguel Pessoa/Código 19/Estadão Conteúdo e Ton Molina/Fotoarena/Estadão Conteúdo A segurança pública será um dos temas centrais dos planos de governo dos dois principais pré-candidatos ao governo de São Paulo e já virou um ponto de embate entre o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) e o ex-ministro Fernando Haddad (PT). Tarcísio tem apostado na divulgação de ações do governo em suas redes sociais e agendas na área da segurança. Já Haddad tem buscado se diferenciar do oponente com novas propostas e planeja divulgar o plano para a área da segurança na semana que vem, antes de o plano completo ficar pronto. A segurança é apontada como o principal problema de São Paulo por parte dos moradores do estado, segundo pesquisa Quaest divulgada em abril. A coordenação do plano de governo de Tarcísio está a cargo da secretária estadual de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística, Natália Resende. A proposta está em elaboração e ainda não há data para que seja apresentada. Os planos de governo podem ser registrados até 15 de agosto. A GloboNews apurou que integrantes da Secretaria da Segurança Pública estão entre os colaboradores do plano, como o secretário-executivo da pasta, coronel Henguel Pereira. Estrategistas da pré-campanha aguardam a versão final do plano, com as novas propostas para um eventual segundo mandato, para definir os próximos passos. Por ora, as redes do governador têm focado ações como o fim da Cracolândia, o programa Muralha Paulista, o aplicativo SP Mulher Segura e ações para recuperação de celulares roubados. Desde fevereiro, o governador compareceu a ao menos dez agendas na área da segurança. Entre elas, de troca de comando da Polícia Militar, inauguração da Cidade da Polícia Civil de São Bernardo do Campo, reforma de delegacias e entrega de viaturas. Em outro aceno para o eleitorado, um dos dois nomes para o Senado em sua chapa que disputará a eleição também é da área: o ex-secretário da Segurança Pública Guilherme Derrite (PP). Haddad, por sua vez, divulgará na próxima semana o plano de sua pré-campanha para a segurança pública, antes da divulgação do plano completo, que está sob a coordenação do deputado estadual Emídio de Souza (PT). Decidiram antecipar porque será um dos eixos centrais do projeto para São Paulo e querem chamar atenção para o tema. Foram ouvidos pesquisadores, especialistas na área da segurança e militares para a elaboração. O projeto terá três núcleos principais: o combate ao crime organizado e a asfixia do dinheiro de facções, destacando a atuação da Operação Carbono Oculto e a integração das forças policiais em um mesmo gabinete liderado por Haddad; o combate à violência com um programa de proteção a mulheres, crianças e pessoas idosas; e o investimento em inteligência, tecnologia e patrulhamento nas ruas para a retomada do espaço público e aumentar a segurança dos paulistas. Dois pontos devem ter destaque no projeto: a intensificação do uso de inteligência artificial em investigações e distribuição do efetivo policial e a defesa da volta da gravação ininterrupta das câmeras corporais de policiais. Nas redes e em suas falas, Haddad tem criticado bastante a atuação do governador na área e tem buscado se diferenciar de Tarcísio – relembrou que o governador foi crítico à PEC da Segurança Pública e, nesta quinta (23), criticou a remuneração de policiais no estado.

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Defesa de Bolsonaro recorre contra proibição de visitas com fins político-eleitorais e divulgação de manifestos
Notícias POL
Defesa de Bolsonaro recorre contra proibição de visitas com fins político-eleitorais e divulgação de manifestos
Política — A defesa de Jair Bolsonaro recorreu nesta sexta-feira (24) contra a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que impôs ao ex-presidente a proibição de receber visitas com finalidades político-eleitorais e de divulgar manifestos com esse teor. ...

Política — A defesa de Jair Bolsonaro recorreu nesta sexta-feira (24) contra a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que impôs ao ex-presidente a proibição de receber visitas com finalidades político-eleitorais e de divulgar manifestos com esse teor. Os advogados classificam a restrição como "genérica" e dizem que foi criada uma limitação sem respaldo constitucional ou legal. A defesa pediu que a medida seja revista por Moraes ou que o recurso seja levado a julgamento na Primeira Turma da Corte. Na avaliação dos advogados, é preciso esclarecer que a suspensão dos direitos políticos não atinge a liberdade de manifestação. O ex-presidente teve os direitos políticos suspensos após o chamado trânsito em julgado da condenação pela trama golpista. Agora no g1 "A suspensão dos direitos políticos prevista na Constituição não autoriza a imposição de limitações à liberdade de pensamento e de manifestação de ideias, tampouco a ampliação das cautelares anteriormente impostas para vedar, de forma genérica, a divulgação de manifestações político-eleitorais por qualquer meio ou a imposição de restrições fundadas em conceitos jurídicos indeterminado", diz o recurso de Bolsonaro. A defesa do ex-presidente diz também que a situação de Bolsonaro é semelhante à de Lula, quando o petista foi preso em 2018 na operação da Lava Jato, e, "em contexto de intensa disputa eleitoral, foi amplamente divulgada carta por ele subscrita indicando Fernando Haddad como seu sucessor na disputa presidencial".  Essa tese é rechaçada pelos ministros do Supremo que apontam situações diferentes, já que a Lula estava preso, mas não tinha condenação sem chance de recursos e não estava com direitos políticos suspensos. Carta de Bolsonaro O ex-presidente da República, Jair Messias Bolsonaro (PL), fez uma aparição de cerca de 20 minutos no quintal da casa onde ele cumpria prisão domiciliar em 9 de setembro de 2025 Wilton Junior/Estadão Conteúdo A proibição foi determinada por Moraes após o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) publicar nas redes sociais uma carta escrita pelo ex-presidente e endereçada "aos brasileiros". Na mesma decisão, o ministro do STF suspendeu as visitas de Flávio ao pai por 90 dias. Para a defesa, o ministro do Supremo ampliou as restrições a Bolsonaro "que antes consistiam em vedação dirigida à utilização de determinados meios de comunicação e passaram a traduzir verdadeira proibição de divulgação de manifestações de conteúdo político eleitoral por qualquer meio, inclusive por intermédio de terceiros, sem que houvesse previsão legal ou fundamento constitucional apto a justificar semelhante extensão". O recurso afirma ainda que é preciso reconhecer a intensidade das restrições estabelecidas para o ex-presidente. "Ocorre que, se é lícito ao agravante [Bolsonaro] refletir, escrever ou registrar seu pensamento, mas absolutamente vedado transmiti-lo a terceiros por qualquer forma de divulgação, a restrição deixa de incidir sobre determinado meio de comunicação para atingir, na prática, a própria circulação das ideias. O resultado é equivalente ao de uma proibição material de manifestação do pensamento, ainda que construída sob a forma de vedação à divulgação", afirmam os advogados. A defesa disse ainda que é preciso esclarecer o alcance das proibições de visitas. "Em nenhum momento, a decisão estabelece quais critérios permitirão concluir que determinada visita eventualmente pretendida entre o agravante e qualquer outro interlocutor poderá ostentar "finalidade político-eleitoral". Carta escrita pelo ex-presidente Jair Bolsonaro e lida pelo senador Flávio Bolsonaro neste sábado (11) Divulgação

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Brasil teve média de 4 golpes registrados por minuto em 2025, mostra estudo; veja tipos mais comuns
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Brasil teve média de 4 golpes registrados por minuto em 2025, mostra estudo; veja tipos mais comuns
Política — Anuário da Segurança: feminicídios batem recorde,taxa de assassinatos é a menor desde 2012 O Brasil vive uma epidemia de golpes. Os registros de estelionatos cresceram 429,8% desde 2018, segundo dados do 20º Anuário Brasileiro de Segurança Pública, divulgado nesta quinta-feira (...

Política — Anuário da Segurança: feminicídios batem recorde,taxa de assassinatos é a menor desde 2012 O Brasil vive uma epidemia de golpes. Os registros de estelionatos cresceram 429,8% desde 2018, segundo dados do 20º Anuário Brasileiro de Segurança Pública, divulgado nesta quinta-feira (23). Foram 2.261.055 ocorrências registradas no ano passado, média de 258 por hora — ou quatro por minuto — e alta de 2,7% em relação a 2024, segundo o estudo, que existe desde 2011 e mapeia os registros criminais feitos pelas secretarias de segurança pública dos 26 estados e do DF. O número é recorde e inclui casos mais tradicionais, em que os golpistas usam encenações, cenários falsos e documentos físicos, e fraudes digitais, por meio de links, aplicativos, redes sociais, e IA. Crimes patrimoniais mudaram no pós-pandemia: roubos caíram, estelionatos cresceram Arte/g1 O aumento dos golpes digitais foi de 20,6%, com mais de 346 mil casos no ano passado. Os autores do estudo, do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, afirmam que o aumento dos estelionatos vem na contramão da queda registrada de roubos e furtos e é explicado por mudanças de hábitos da população e também na dinâmica do crime organizado. O número total de roubos registrados caiu 18,3%, de 745.193 para 610.959. "A taxa de registros acompanha o grau de bancarização, digitalização e integração ao sistema financeiro formal de cada estado — o que ajuda a explicar por que unidades mais urbanizadas e digitalmente conectadas, como São Paulo e Distrito Federal, encabeçam a lista", dizem Samira Bueno e Renato Sérgio de Lima, pesquisadores do fórum. SP lidera ranking de estados com mais casos São Paulo é o estado com a maior taxa de estelionatos país, com 1.808 casos registrados por 100 mil habitantes. Na sequência, vêm Distrito Federal, Paraná, Rondônia, Santa Catarina e Espírito Santo. Segundo o fórum, "a taxa de registros acompanha, ainda que imperfeitamente, o grau de bancarização, digitalização e integração ao sistema financeiro formal de cada estado". Golpe da Bíblia: criminosos usam leitura de salmo por telefone para gravar voz de vítimas e aplicar fraudes Reprodução Veja os golpes mais comuns, segundo o estudo Clonagem ou troca de cartão de crédito Criminosos obtêm os dados do cartão da vítima por meio de páginas falsas, maquininhas adulteradas, vazamentos de dados ou contatos fraudulentos para realizar compras sem autorização. Em outra modalidade, durante uma compra presencial, trocam o cartão da vítima por outro semelhante e ficam com o original e, muitas vezes, com a senha. Golpe do WhatsApp Os criminosos se passam por familiares ou amigos usando fotos e informações obtidas nas redes sociais. Alegam estar com um novo número e pedem dinheiro com urgência. Em outros casos, conseguem invadir a conta verdadeira da vítima e passam a solicitar transferências aos contatos. Golpe da falsa central bancária O estelionatário liga ou envia mensagens dizendo ser funcionário do banco e informa uma suposta fraude na conta. Durante a conversa, induz a vítima a fornecer senhas, códigos, instalar aplicativos de acesso remoto, transferir dinheiro para uma "conta segura" ou entregar o cartão a um falso funcionário. Golpe do PIX O PIX é usado como meio para concluir diferentes fraudes, como pedidos falsos de conhecidos, falsas centrais bancárias, vendas inexistentes, comprovantes adulterados, QR Codes alterados e falsas promessas de investimento. A transferência ocorre após a vítima ser enganada por técnicas de engenharia social. Golpe do uso indevido de CPF via SMS Mensagens de texto informam supostas irregularidades envolvendo o CPF, como pendências na Receita Federal, abertura de empresas ou compras suspeitas. Ao clicar em links ou entrar em contato com os criminosos, a vítima fornece dados pessoais, credenciais bancárias ou instala programas maliciosos. Golpe do leilão ou da loja falsa Criminosos criam sites, perfis em redes sociais ou anúncios que imitam lojas conhecidas e oferecem produtos com preços muito abaixo do mercado. Após o pagamento, normalmente via Pix ou boleto, o produto nunca é entregue e, em alguns casos, os dados da vítima ainda são usados em novas fraudes. Nova dinâmica do crime organizado Um dos fatores apontados como decisivo para a expansão das fraudes é o uso da engenharia social, método explora sentimentos como medo, urgência, confiança, solidariedade ou promessa de lucro fácil. Em vez de invadir sistemas, os criminosos manipulam as vítimas para que elas próprias forneçam informações sigilosas, instalem aplicativos, entreguem cartões, compartilhem códigos de autenticação ou realizem transferências bancárias. Essas atividades são consideradas de baixo risco e alta rentabilidade, em comparação ao tráfico de drogas. "Mais de 97% de todos os estelionatos relatados às polícias brasileiras não chegam ao Poder Judiciário. Dar golpes no Brasil oferece riscos excepcionalmente baixos de punição", dizem os especialistas. O levantamento também aponta uma mudança na dinâmica do crime organizado. Os pesquisadores destacam a atuação de facções como o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV), que mantêm atualmente "escritórios do crime" voltados à prática de fraudes digitais. Segundo o relatório, qualquer medida que não ataque simultaneamente a estrutura organizacional e seus canais de lavagem de dinheiro é ineficaz. "O Brasil não está diante de um problema de estelionatários dispersos, mas de uma economia criminal integrada, com estrutura empresarial, financiamento faccional e capacidade de captura do sistema financeiro", diz o texto. Veja outros destaques do Anuário de Segurança Pública de 2025 Os feminicídios bateram recorde em 2025, o que vai na contramão da redução das mortes violentas como um todo; Foram 1.571 mulheres assassinadas pelo fato de serem mulheres, uma média de quatro por dia e aumento de 4% em relação a 2024; O Brasil registrou o menor número de mortes violentas desde 2012, quando começou o levantamento. Ainda assim, os números seguem altos: 40.775 pessoas assassinadas; O país teve, pela primeira vez, taxa de mortes violentas abaixo de 20: ficou em 19,1. É o menor número registrado no histórico feito pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública; A redução de mortes de violentas é uma tendência que vem desde 2018. No ano passado, houve uma queda de 8,2% em relação a 2024; As dez cidades com as maiores taxas de mortes violentas ficam no Nordeste, metade na Bahia. Maranguape (CE) lidera o ranking pelo 2º ano seguido e foi o único município a superar a taxa de 100 mortes violentas por 100 mil habitantes; Santa Catarina registrou 7,6 mortes violentas por 100 mil habitantes e se tornou o estado com a menor taxa do país. São Paulo ocupava essa posição desde 2014; As mortes cometidas por policiais aumentaram 5% no ano passado, enquanto o número de policiais mortos caiu 3%; Os registros de produção, posse ou distribuição de conteúdos de abuso sexual infantil cresceram 25%; Os casos de bullying e cyberbullying cresceram mais de 60% entre jovens. Isso ocorre após a criação de tipo penal específico, em 2024; A quantidade de adolescentes que cumprem medida socioeducativa no Brasil caiu 54% em 9 anos: são 12,2 mil jovens, a maioria meninos (93%), negros (74%) e entre 16 e 18 anos (76%). As ocorrências mais comuns são roubo (29%) e tráfico de drogas (28%); O número de pessoas no sistema prisional cresceu 6% e chegou a 964 mil. O estudo prevê que, se for mantida a tendência, o Brasil pode bater 1 milhão de presos já em 2027; Há 2,1 milhões de empresas e pessoas autorizadas a ter armas — desse total, 1 milhão têm licença de CAC (Caçadores, Atiradores e Colecionadores) — e 1,6 milhão de armas cadastradas. Três em cada 10 armas estão com registro vencido; Brasil tem 95 celulares levados por hora; O país teve média de 4 golpes registrados por minuto em 2025.

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'Brasil precisa agir com firmeza': setor produtivo pede negociação e rapidez após nova tarifa dos EUA
Notícias MUNDO
'Brasil precisa agir com firmeza': setor produtivo pede negociação e rapidez após nova tarifa dos EUA
Internacional — EUA justificam novas tarifas ao Brasil com suposto trabalho forçado; entenda O anúncio da nova tarifa de 12,5% pelos Estados Unidos aumentou a pressão sobre a indústria brasileira. Enquanto o agronegócio ficou quase de fora dos impactos do tarifaço, a indústria foi a mais a...

Internacional — EUA justificam novas tarifas ao Brasil com suposto trabalho forçado; entenda O anúncio da nova tarifa de 12,5% pelos Estados Unidos aumentou a pressão sobre a indústria brasileira. Enquanto o agronegócio ficou quase de fora dos impactos do tarifaço, a indústria foi a mais afetada e, por isso, cobra agilidade do governo federal. O pedido do setor é negociar diretamente com os americanos, descartando qualquer tentativa de responder na mesma moeda por meio da Lei da Reciprocidade. Com o novo anúncio, o imposto total cobrado sobre determinados produtos brasileiros exportados pode chegar a 37,5%. A estimativa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) é de que cerca de 3,9 mil produtos brasileiros serão afetados pelas duas tarifas impostas pelo governo norte-americano ao país, o que causaria um impacto de US$ 12,4 bilhões nas exportações brasileiras, segundo documento divulgado nesta sexta-feira. Outros 13% das exportações, correspondentes a 75 produtos, ou US$1,6 bilhão em exportações, estarão sujeitos apenas à nova alíquota de 12,5%. Veja os principais itens isentos da nova tarifa de até 12,5% sobre trabalho forçado Mas o Palácio do Planalto afirmou nesta sexta-feira (24) que a medida tem "caráter completamente arbitrário e injustificado". Por isso, o governo iniciará "imediatamente" os trâmites para acionar os instrumentos previstos na Lei de Reciprocidade e levará o tema à Organização Mundial do Comércio (OMC). A nova cobrança foi anunciada pelo órgão de comércio dos EUA. O governo americano alegou que o Brasil não tem leis rigorosas o suficiente para proibir a entrada de mercadorias produzidas com trabalho forçado e aplicou taxa adicional de 12,5% ao país. (entenda a situação na reportagem abaixo) Amcham: De acordo com a Câmara Americana de Comércio para o Brasil (Amcham), que reúne representantes de empresas americanas no país, 85,3% das exportações brasileiras para os EUA passarão a ser atingidas pela sobretaxa máxima de 37,5% — resultado da soma dos 25% anunciados no dia 15 com os 12,5% apresentados agora —, "fragilizando cadeias produtivas e encarecendo custos". Na avaliação da entidade, o novo cenário compromete ainda mais a competitividade das exportações brasileiras, tende a aprofundar a retração do comércio bilateral, fragiliza cadeias produtivas integradas entre os dois países e pode elevar os custos para empresas e consumidores norte-americanos. "A nova tarifa amplia os impactos negativos sobre as exportações brasileiras, com diversos setores sujeitos a sobretaxas expressivas de 37,5%. A reversão desse cenário passa necessariamente pela retomada das negociações entre os dois governos. O entendimento bilateral é o caminho mais eficaz para atender aos interesses de ambos os lados", afirmou o presidente da Amcham Brasil, Abrão Neto. A Amcham afirmou ainda que medidas de reciprocidade, cogitadas pelo governo federal como resposta ao tarifaço, apresentam elevado risco de provocar uma escalada política e comercial e agravar os impactos econômicos para empresas, trabalhadores e consumidores brasileiros. Abimaq Complexo Industrial e Portuário do Pecém Divulgação/CNI A indústria de máquinas e equipamentos, uma das mais vulneráveis ao tarifaço, prevê impacto imediato sobre suas operações. Segundo a Abimaq, associação que representa as empresas do setor, a soma das alíquotas elimina a competitividade dos fabricantes brasileiros frente aos concorrentes dos EUA, ameaçando contratos e a previsibilidade dos negócios. Em 2025, as exportações brasileiras de máquinas e equipamentos somaram US$ 13,8 bilhões. Os EUA foram o principal destino individual, com compras de cerca de US$ 3,2 bilhões, o equivalente a 23% das vendas externas do setor. O presidente executivo da entidade, José Velloso, avaliou que a justificativa apresentada pelo governo americano tem motivação política e foi uma resposta à exigência da Suprema Corte dos EUA para que o Executivo apresentasse uma fundamentação para a adoção de novas tarifas. Ele ressaltou ainda que, para o setor, a situação deve se agravar. "Estamos imaginando que devemos ter uma queda entre 10% e 11% nas nossas exportações para os EUA." "Entendemos que a motivação do governo norte-americano em tarifar produtos importados alegando trabalho forçado é uma decisão que tem um cunho político. Foi uma resposta à Suprema Corte norte-americana, que em fevereiro proibiu o governo americano de taxar produtos sem uma motivação clara. Agora tem a motivação, que é o trabalho forçado." Segundo Velloso, a soma das duas tarifas coloca a indústria brasileira em desvantagem frente aos fabricantes americanos. "No caso do Brasil, isso é ruim porque nós já tínhamos uma tarifa de 25% e agora passamos a ter uma tarifa de 37,5% com a soma dos 12,5%. Isso tira a nossa competitividade frente às máquinas e aos equipamentos fabricados nos EUA." A associação também defende a regulamentação do Plano Brasil Soberano 3, o diferimento de tributos federais, a ampliação do Reintegra para 5% e o fortalecimento da promoção comercial voltada para a diversificação de mercados. A Abimaq também se posiciona contra a aplicação da Lei da Reciprocidade Econômica como resposta às tarifas americanas. Na avaliação da entidade, uma escalada de barreiras comerciais tende a ampliar custos para empresas e consumidores, reduzir a previsibilidade dos negócios e prejudicar cadeias produtivas altamente integradas entre Brasil e Estados Unidos. CNI A Confederação Nacional da Indústria (CNI), que representa as federações industriais de todos os estados, também defendeu a continuidade das negociações diplomáticas para evitar novos prejuízos ao comércio bilateral. Após reunião com o ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Márcio Elias Rosa, o presidente da CNI, Ricardo Alban, afirmou que o setor produtivo continuará apoiando a estratégia adotada pelo governo brasileiro. (veja as medidas do governo) "Saímos daqui muito satisfeitos com a afirmação categórica do ministro de que o Brasil vai continuar negociando. Essa é a opção número um que existe neste momento: continuar negociando." Segundo Alban, a CNI trabalha em conjunto com o governo na criação de uma nova missão da política Nova Indústria Brasil (NIB), voltada ao apoio das empresas atingidas pelas tarifas e à internacionalização das cadeias produtivas brasileiras. "Conversamos sobre como podemos ser efetivos de forma emergencial e de forma planejada. Estamos trazendo o apoio imediato do SESI, do SENAI e da CNI para apoiar as empresas afetadas." O presidente da entidade afirmou ainda que o impacto tende a ser maior sobre os produtos manufaturados. Diferentemente de matérias-primas como café e petróleo, isentas da rodada de tarifas, os bens industriais enfrentam concorrência acirrada e têm margens de lucro mais apertadas, o que impede a absorção de um imposto tão elevado. Sem conseguir repassar a sobretaxa de 37,5% ao preço final, os fabricantes brasileiros correm o risco de perder clientes para concorrentes locais ou de outros países.A entidade endossa a posição da CNI e da Abimaq ao afirmar que o cenário pode resultar em perda de contratos, redução das margens de lucro, queda da produção, adiamento de investimentos e impactos sobre o emprego. Fiemg cobra atuação do governo A Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), entidade que representa o segundo maior estado exportador para o mercado norte-americano, também defendeu a negociação diplomática. A entidade destacou que o governo brasileiro deve atuar de forma firme, técnica e coordenada para ampliar a lista de exceções e garantir maior previsibilidade às empresas exportadoras. "O Brasil precisa agir com firmeza, rapidez e capacidade técnica para evitar que essa nova tarifa comprometa ainda mais a competitividade da indústria nacional. A prioridade deve ser ampliar as exceções, garantir previsibilidade às empresas e construir uma solução negociada que preserve contratos, investimentos e empregos", afirmou a coordenadora de Negócios Internacionais da Fiemg, Verônica Winter. Na avaliação da federação, a combinação das tarifas pode aumentar o custo de acesso ao mercado norte-americano e colocar os exportadores nacionais em desvantagem frente a concorrentes submetidos a alíquotas menores. A entidade endossa a posição da CNI e Abimaq ao afirmar que o cenário pode resultar em perda de contratos, redução das margens de lucro, queda da produção, adiamento de investimentos e impactos sobre o emprego. Por fim, a CNI propõe a criação de uma missão específica dentro da política Nova Indústria Brasil, voltada ao apoio das empresas afetadas pelas tarifas e ao fortalecimento da internacionalização da indústria brasileira.

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Governo anuncia liberação de R$ 5,7 bilhões em gastos no orçamento de 2026
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Governo anuncia liberação de R$ 5,7 bilhões em gastos no orçamento de 2026
Política — A equipe econômica anunciou nesta sexta-feira (25) a liberação de R$ 5,7 bilhões para gastos dos ministérios no orçamento deste ano. A informação consta no relatório de receitas e despesas do terceiro bimestre, divulgado pelos Ministérios da Fazenda e do Planejamento. 🔎 A autor...

Política — A equipe econômica anunciou nesta sexta-feira (25) a liberação de R$ 5,7 bilhões para gastos dos ministérios no orçamento deste ano. A informação consta no relatório de receitas e despesas do terceiro bimestre, divulgado pelos Ministérios da Fazenda e do Planejamento. 🔎 A autorização foi concedida porque o governo revisou a estimativa para baixo das despesas previstas para 2026 e concluiu que havia espaço dentro do limite existente no chamado arcabouço fiscal – a norma para as contas públicas aprovada em 2023. 🔎 Pelas regras, o crescimento dos gastos não pode superar 2,5% ao ano em termos reais, ou seja, acima da inflação do ano anterior. E o governo também não pode ampliar as despesas acima de 70% do crescimento projetado pela arrecadação. Agora no g1 Apesar da autorização para novas despesas, R$ 17,9 bilhões ainda seguem bloqueados em 2026, visto que, em maio, o governo informou que o valor total da contenção era de R$ 23,7 bilhões. O governo também reduziu projeções de despesas primárias, como o gasto com pessoal e encargos sociais (R$ 4,2 bilhões), benefícios previdenciários (R$ 3,2 bilhões), além do Benefício de Prestação Continuada (R$ 3,2 bilhões). Sobre as despesas previdenciárias, o ministro do Planejamento, Bruno Moretti, disse que a variação foi na "margem" e que está relacionada à concessão de benefícios e que, apesar de contribuir para a redução das despesas. Por outro lado, o governo prevê mais gastos com o abono e o seguro desemprego (R$ 1,6 bilhões) e gastos com saúde (R$ 3,4 bilhões). Gastos livres A liberação de despesas será feita nos gastos livres dos ministérios, ou seja, aqueles que não são obrigatórios. O detalhamento de quais pastas serão contempladas será feito por meio do decreto de programação orçamentária e financeira, que será publicado no dia 30 de julho Entre os gastos livres, estão: despesas administrativas, investimentos, verbas para universidades federais, agências reguladoras, defesa agropecuária, bolsas do CNPq e da Capes, emissão de passaportes e fiscalização ambiental e do trabalho escravo, entre outros. 💰 Já os gastos obrigatórios, que não podem ser alvo de bloqueio de recursos, envolvem, por exemplo, despesas com benefícios previdenciários, pensões, salário dos servidores públicos, abono e seguro-desemprego, entre outros. Foto aérea mostra a Esplanada dos Ministérios com o Congresso ao fundo Ana Volpe/Agência Senado Meta fiscal em 2026 Além do limite para gastos da regra fiscal, o governo também tem de atingir a meta para as suas contas aprovada na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO). Para este ano, a meta é de que as contas do governo tenham um saldo positivo de 0,25% do Produto Interno Bruto (PIB), cerca de R$ 34,3 bilhões. De acordo com o arcabouço fiscal, aprovado em 2023, há um intervalo de tolerância de 0,25 ponto percentual em relação à meta central. Ou seja: a meta será considerada formalmente cumprida se o governo tiver saldo zero, ou se chegar a um superávit de R$ 68,6 bilhões. ➡️Com isso, o déficit estimado de R$ 52 bilhões em 2026 está bem próximo do limite fixado pela regra fiscal (com abatimento de precatórios). O governo também reduziu projeções de despesas primárias, como: pessoas e encargos sociais em R$ 4,2 bilhões; benefícios previdenciários em R$ 3,2 bilhões; Benefício de Prestação Continuada (BPC) em R$ 3,2 bilhões. Segundo o ministro do planejamento, Bruno Moretti, a redução nas projeções relacionadas aos benefícios previdenciários e de BPC estão relacionadas ao número de concessões desses benefícios. Por outro lado, o Executivo prevê mais gastos com: abono e seguro desemprego em R$ 1,6 bilhão; e saúde em R$ 3,4 bilhões. ➡️Com isso, o déficit estimado foi reduzido para R$ 52 bilhões em 2026, ante R$ 60,3 bilhões. Subvenção aos combustíveis As despesas relacionadas às medidas para atenuar os efeitos da Guerra no oriente Médio sobre os combustíveis estão estimadas em R$ 14,5 bilhões. Desde março, quando o conflito acendeu o alerta no governo, algumas medidas foram anunciadas. Atualmente, estão em vigor: subsídio à gasolina, no valor de R$ 0,44, e renovado no dia 23/07 por mais 30 dias; subsídio ao diesel, no valor de R$ 1,12, e renovado no dia 16/07 por mais 60 dias. Imposto de Renda A retenção de imposto de renda sobre dividendos deve ser frustrada, segundo o governo. De janeiro a junho, a arrecadação foi de R$ 2,2 bilhões. De julho até o final do ano, a previsão é de arrecadação cerca de R$ 15 bilhões, ou seja, estimam ao todo R$ 17,2 bilhões, ante previsão de cerca de R$ 28 bilhões. 🔎 A retenção ocorre para distribuição de lucros e dividendos por uma mesma pessoa jurídica a uma mesma pessoa física residente no Brasil que supere R$ 50.000,00 em um mesmo mês. Nesse caso, a pessoa jurídica deverá efetuar a retenção do IRRF sobre esse pagamento. O IRRF incidirá sobre o valor total do pagamento de lucros ou dividendos superiores a R$ 50.000,00. "Não dá pra tratar isso de maneira linear. Agora, nós já vamos entrando no segundo semestre, de fato, vai virar mais base pra gente entender se essa projeção se mantém ou não”, afirmou Moretti. Palácio do Planalto e Congresso Nacional. Ueslei Marcelino/Reuters

📰 Governo anuncia liberação de R$ 5,7 bilhões em gastos no orçamento de 2026

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Brasil rechaça decisão dos EUA em impor tarifa sobre trabalho forçado e volta a falar em reciprocidade
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Brasil rechaça decisão dos EUA em impor tarifa sobre trabalho forçado e volta a falar em reciprocidade
Política — Governo brasileiro vai acionar instrumentos da lei da reciprocidade O governo brasileiro diz que rechaça as novas tarifas anunciadas pelos Estados Unidos nesta quinta-feira (23) por falha em proibir e fiscalizar a importação de mercadorias produzidas com trabalho forçado e afirm...

Política — Governo brasileiro vai acionar instrumentos da lei da reciprocidade O governo brasileiro diz que rechaça as novas tarifas anunciadas pelos Estados Unidos nesta quinta-feira (23) por falha em proibir e fiscalizar a importação de mercadorias produzidas com trabalho forçado e afirmou que vai iniciar, imediatamente, os trâmites previstos para acionar a Lei da Reciprocidade (leia a íntegra abaixo). "Tendo em vista o caráter completamente arbitrário e injustificado das tarifas anunciadas contra o Brasil, iniciaremos imediatamente os trâmites para acionar os instrumentos previstos na Lei de Reciprocidade, aprovada por unanimidade pelo Congresso Nacional, e levaremos o tema ao mecanismo de solução de controvérsias da OMC." 🔎A Lei de Reciprocidade é um mecanismo que permite a um país aplicar a outra nação as mesmas medidas, restrições ou tarifas que sofreu por parte dela. Na prática, se um governo estrangeiro impõe sanções ou barreiras unilaterais "injustas", o Brasil usa a norma para reagir na mesma moeda, adotando restrições equivalentes para reequilibrar as relações e proteger a economia. Os Estados Unidos anunciaram nesta quinta a aplicação de uma nova tarifa sobre importações de cerca de 60 parceiros comerciais, incluindo o Brasil. As alíquotas variam entre 10% e 12,5% e entram em vigor nesta sexta-feira (24). Em nota, o governo brasileiro afirmou que "na ausência de base interna legal para sustentar sua política comercial protecionista o USTR optou por manipular tema caro aos direitos humanos e à luta dos trabalhadores e trabalhadoras em todo o mundo para acusar 59 países e a União Europeia de práticas desleais". A percepção, segundo fontes na diplomacia, é que não houve uma intenção real por parte dos americanos de entender o que o Brasil faz para fiscalizar o trabalho forçado, uma vez que o país é referência na Organização Internacional do Trabalho no tema. A decisão é resultado de uma apuração conduzida com base na Seção 301 da Lei de Comércio dos Estados Unidos. Segundo o governo americano, o processo concluiu que esses países adotam práticas comerciais desleais ao não proibirem nem fiscalizarem adequadamente a entrada de mercadorias produzidas com trabalho forçado. 🔎 O argumento é parecido ao utilizado pelos EUA para justificar a tarifa de 25% aplicada sobre produtos brasileiros, que entrou em vigor na última quarta-feira (22). Com a nova medida, parte dos produtos do Brasil podem passar a enfrentar uma sobretaxa total de 37,5%. O presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva gesticula enquanto fala com repórteres após sua reunião na Casa Branca com o presidente dos EUA, Donald Trump, na Embaixada do Brasil em Washington, DC, EUA, em 7 de maio de 2026 REUTERS/Elizabeth Frantz De acordo com um relatório divulgado pelo Escritório do Representante de Comércio dos EUA (USTR, na sigla em inglês) no início de julho, essa prática foi considerada "irracional" e prejudica o comércio americano ao criar condições de concorrência consideradas desleais para empresas e trabalhadores dos EUA. Na nota divulgada nesta quinta, o governo brasileiro disse ainda que, ao longo da investigação nos EUA, o Ministério do Trabalho prestou explicações e apresentou documentos sobre a legislação brasileira e da atuação das autoridades aduaneiras para coibir importações de bens produzidos por trabalho forçado. "Tipificamos como crime não apenas a submissão ao trabalho forçado, mas as jornadas exaustivas, as condições degradantes de trabalho e restrição de locomoção. Responsabilizamos as empresas e indivíduos, aplicando multas severas, e mantemos um cadastro de 'Lista Suja' de empregadores", diz a nota. Governo esperava nova tarifa Na semana passada, após os Estados Unidos anunciarem a tarifa de 25% sobre produtos brasileiros, o governo federal já reconhecia que a tarifa de 12,5% seria aplicada pelo governo norte-americano. A principal dúvida do governo brasileiro era se a nova tarifa seria cumulativa à sobretaxa de 25%. No mês passado, o governo brasileiro divulgou uma nota em que afirma discordar de maneira "profunda" das conclusões do Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) sobre falhas na importação de mercadorias produzidas com trabalho forçado. No comunicado, divulgado pelo Palácio do Planalto, o governo afirma que vai recorrer a instrumentos previstos na Lei de Reciprocidade para reagir a "situações de injustiça" contra o Brasil. Leia a íntegra da nota do governo brasileiro NOTA À IMPRENSA SOBRE A IMPOSIÇÃO DE NOVAS TARIFAS UNILATERAIS DOS EUA CONTRA O BRASIL O Governo brasileiro rechaça a decisão do governo dos Estados Unidos de impor tarifas de 12,5% sobre produtos brasileiros em função do resultado da investigação da Seção 301 relativa à proibição de importação relacionadas ao trabalho forçado. Na ausência de base legal interna para sustentar sua política comercial protecionista, o USTR optou por manipular tema caro aos direitos humanos e à luta dos trabalhadores e trabalhadoras em todo o mundo para acusar 59 países e a União Europeia de práticas desleais. Ao longo da investigação, o Ministério do Trabalho e Emprego prestou explicações e forneceu farta documentação sobre a legislação brasileira e da atuação das nossas autoridades aduaneiras para coibir importações de bens produzidos por trabalho forçado. Vale ressaltar, ainda, que o Brasil é reconhecido há décadas pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) pelos fortes compromissos assumidos no combate ao trabalho forçado. Somos signatários de 66 Convenções em vigor na OIT. Enquanto os Estados Unidos, que se arrogam o direito de nos julgar e de impor sanções, ratificaram apenas 10 dessas Convenções. O Brasil ratificou todos os quatro instrumentos da OIT relacionados ao trabalho forçado: a Convenções 29 de 1930; a Convenção 105 de 1957; a Recomendação 203 e o Protocolo à Convenção 29, ambos de 2014. Os EUA só ratificaram um desses instrumentos. Os acordos de livre comércio celebrados pelo Brasil e pelo MERCOSUL, incluindo com Chile, União Europeia e Associação Europeia de Livre Comércio, contêm compromissos de eliminação do trabalho forçado e compulsório e de aplicação efetiva dessas proibições. Esse compromisso de combate ao comércio internacional de bens relacionados ao trabalho forçado é intensificado pela abordagem multidimensional de nossas políticas domésticas de fiscalização, prevenção, acolhimento pós-resgate das vítimas e combate ao trabalho escravo contemporâneo. Tipificamos como crime não apenas a submissão ao trabalho forçado, mas as jornadas exaustivas, as condições degradantes de trabalho e restrição de locomoção. Responsabilizamos as empresas e indivíduos, aplicando multas severas, e mantemos um cadastro de “Lista Suja” de empregadores. Tendo em vista o caráter completamente arbitrário e injustificado das tarifas anunciadas contra o Brasil, iniciaremos imediatamente os trâmites para acionar os instrumentos previstos na Lei de Reciprocidade, aprovada por unanimidade pelo Congresso Nacional, e levaremos o tema ao mecanismo de solução de controvérsias da OMC. Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República

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Promessas de Mauro Mendes e Otaviano Pivetta: governador e vice de MT ampliaram ensino integral e programa de cirurgias eletivas; meta de implantação do BRT não foi cumprida
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Promessas de Mauro Mendes e Otaviano Pivetta: governador e vice de MT ampliaram ensino integral e programa de cirurgias eletivas; meta de implantação do BRT não foi cumprida
Política — Após três anos e meio de mandato, o ex-governador de Mato Grosso Mauro Mendes (União) e o atual governador, Otaviano Pivetta (Republicanos), cumpriram 28 das 43 promessas assumidas durante a campanha à reeleição em 2022, conforme levantamento do g1. O projeto Promessas dos Polí...

Política — Após três anos e meio de mandato, o ex-governador de Mato Grosso Mauro Mendes (União) e o atual governador, Otaviano Pivetta (Republicanos), cumpriram 28 das 43 promessas assumidas durante a campanha à reeleição em 2022, conforme levantamento do g1. O projeto Promessas dos Políticos, do g1, acompanha o cumprimento de compromissos assumidos pelos candidatos a prefeituras, governos estaduais e à Presidência da República. Mauro Mendes, do União Brasil, renunciou em março para tentar uma vaga no Senado. Otaviano Pivetta assumiu o cargo e tem o apoio do ex-governador para buscar um novo mandato. Nesta etapa, o levantamento considera um balanço do que foi entregue entre 1º de janeiro de 2023 e 30 de junho de 2026, período equivalente a três anos e meio de mandato. Dos 43 compromissos assumidos pelo Mauro Mendes entre a campanha de 2022 e a sua renúncia: 28 foram cumpridos integralmente 12 foram cumpridos em parte, ainda com pendências 3 não foram cumpridos até o momento O monitoramento das promessas dos políticos é feito por jornalistas do g1 de todo o Brasil desde 2015. As equipes de checagem seguem uma metodologia própria para acompanhar os compromissos assumidos pelos governantes. Veja os critérios. Quando o mandato termina, em dezembro, o levantamento é atualizado. Veja abaixo as promessas separadas por temas: Saúde Educação Segurança Pública Administração Infraestrutura Direitos humanos Esporte Meio Ambiente Economia Turismo Reformar e ampliar a Escola de Saúde Pública O governo entregou em março de 2026 a nova estrutura da Escola de Saúde Pública, unidade administrada pela Secretaria de Estado de Saúde (SES). A promessa foi cumprida. Ampliar o programa de cirurgias eletivas O governo ampliou o programa de cirurgias eletivas por meio da segunda etapa do Programa Fila Zero na Cirurgia. Desde a implantação, em 2023, até 16 de junho de 2026, o programa Fila Zero realizou mais de 700 mil procedimentos eletivos totais. A promessa foi cumprida. No primeiro semestre de 2025, o Fila Zero registrou a execução de 55.614 procedimentos. Já no mesmo período de 2026, até 30 de maio, foram realizados 226.421 procedimentos, um aumento de mais de 300%, com 170.807 atendimentos a mais em relação ao ano anterior. Entregar sede do Centro Logístico de Abastecimento e Distribuição O novo Centro Logístico de Abastecimento e Distribuição (CLAD/MT) foi entregue em março de 2026, no bairro Carumbé, em Cuiabá. Ampliar a oferta de leitos hospitalares públicos A consulta no Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde mostra que em junho de 2026 o estado tinha 2978 leitos no SUS . Em dezembro de 2022, esse número era de 2431. O governo afirmou que de 2020 a 2026, o número de leitos passou de 1.238 para 2.449. Concluir obras do Cermac, Hemocentro e Lacen A promessa foi cumprida em parte. Apenas as obras do Lacen foram concluídas, entregues em 2025, com a realização de exames de alta complexidade pelo SUS. Já a previsão de entrega das do Cermac e do Hemocentro é setembro de 2026. As obras do Centro de Referência em Média e Alta Complexidade de Mato Grosso (Cermac) e do MT Hemocentro estão em andamento. O que diz o governo: Destaca que as obras estão 93% concluídas. Concluir obras do Hospital Central e do Hospital Júlio Muller O Hospital Central foi inaugurado em dezembro de 2025. Já as obras do novo Hospital Universitário Júlio Müller estão 94% concluídas, com previsão de entrega do prédio para a Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) até o final de 2026. A data exata da entrega não foi informada. Concluir obras e modernização de hospitais regionais O Hospital Estadual do Alto Tapajós, em Alta Floresta, foi entregue em março de 2026. As demais obras foram iniciadas, mas não concluídas. A promessa foi cumprida em parte. As obras dos Hospitais de Juína, Confresa e Tangará da Serra seguem em andamento, com 64%, 65% e 63% de conclusão, respectivamente. A previsão de conclusão da obra de Juína é para dezembro de 2026, enquanto Confresa e Tangará da Serra têm previsão de conclusão para fevereiro de 2027. O que diz o governo: Outros hospitais passam por processo de modernização e adequação estrutural. Andamento aproximado das obras: Hospital Regional de Rondonópolis - 30% Hospital Regional de Cáceres - 58% Hospital Regional de Colíder - 65% Hospital Regional de Sorriso - 75% Hospital Regional de Sinop - 80% Aumentar tecnologia nas escolas Desde o início da gestão, o estado distribuiu mais de 142,7 mil chromebooks e 8,5 mil smart tvs, além de 27,2 mil notebooks para auxiliar os professores no planejamento e execução das aulas. A promessa foi cumprida. Ampliar escolas com ensino integral Mato Grosso tornou 96 escolas em tempo integral em 53 municípios. Além disso, criou outras cinco unidades integrais vocacionadas ao ensino bilíngue, 13 vocacionadas ao esporte, e uma vocacionada à arte. A promessa foi cumprida. Ampliar o número estudantes no ensino técnico profissionalizante A promessa foi cumprida. Em 2024, o estado oferecia 17 cursos técnicos e profissionalizantes em escolas de 15 municípios. Já em 2026 a Educação Profissional e Tecnológica (EPT) foi expandida para 275 escolas espalhadas em 108 cidades. Ampliar o atendimento aos estudantes da educação inclusiva Em 2024, houve a expansão do atendimento aos estudantes da educação inclusiva com a inauguração do Centro Estadual de Educação Inclusiva, em Cuiabá. O prédio é referência na educação para estudantes com deficiência, autismo, altas habilidades e superdotação. Compromisso foi cumprido. Ampliar programa de alfabetização de jovens e adultos (EJA) A promessa foi cumprida. Em 2025, a Secretaria Estadual de Educação (Seduc-MT) ampliou de 36 para 76 o número de escolas que aplicam o Exame Certificador da Educação de Jovens e Adultos (EJA), em 62 municípios. Criar o Observatório da Cultura de Mato Grosso O Observatório da Cultura foi lançado em 28 de março de 2026. Ele acompanha indicadores da cultura, como investimentos, editais, mercado de trabalho e arrecadação do setor e realiza a divulgação por meio de boletins e informativos produzidos pela Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel). O local também desenvolve pesquisas em parceria com instituições públicas e organizações da sociedade civil e promove a produção e a divulgação de estudos voltados para as áreas de cultura e esporte. Capacitação e formação de gestores de cultura A promessa foi cumprida. Em 2025, a Secretaria Estadual de Cultura, Esporte e Lazer iniciou as aulas do Programa de Capacitação para o Fortalecimento do Livro, Leitura, Literatura e Biblioteca de Mato Grosso, previsto no edital ‘Formação Técnica de Auxiliar de Bibliotecas’. O Instituto Saberes foi selecionado para executar as atividades em 112 municípios. A qualificação é direcionada a gestores municipais de cultura, bibliotecários, técnicos e colaboradores de bibliotecas públicas e comunitárias cadastradas no Sistema Estadual de Bibliotecas Públicas. Implantar o ensino via metaverso e inovações de inteligência artificial A promessa foi cumprida em parte. O ensino Metaverso não foi implementado. No entanto, atualmente o estado disponibiliza para estudantes e professores de 630 escolas do estado uma rede ferramentas digitais com recursos de IA. O que diz o governo: Informa que está implementando tecnologias imersivas nas escolas estaduais, com foco em realidade virtual aplicada à aprendizagem. Atualmente, 42 escolas de tempo integral recebe laboratórios de realidade virtual e formação específica para professores. Implementar o projeto Águia de vídeo-monitoramento urbano e rural O projeto foi implantado em 2023, com uma mudança de nome, passando de 'Projeto Águia' para 'Vigia Mais MT'. O programa segue o mesmo escopo do Águia, no entanto, foi expandido com a modernização e unificação do antigo projeto. Ambos tem o mesmo objetivo: usar câmeras para prevenir crimes e auxiliar o trabalho policial. Em 2023, foram implantadas 22 mil câmeras entregues a todos os municípios, das quais 19 mil estão integradas ao Centro Integrado de Operações em Segurança Pública (Ciosp) e 3 mil estão em fase de instalação. O programa entrou, em 2026, na segunda fase, com previsão de instalação de mais 10 mil câmeras. Dentre as tecnologias entregues, há câmeras fixas com alcance de até 2,5 km e modo noturno, Speed Dome, que registra panoramas com 360 graus e OCR, com leitura de caracteres de veículo, reconhecimento facial, entre outros recursos. Aumentar o efetivo das forças de segurança Desde o início da gestão, o governo realizou sucessivas convocações de aprovados em concursos públicos para reforçar as forças de segurança. Apenas entre 2023 e julho de 2026, foram convocados 1.923 candidatos: 665 em 2023, 245 em 2024 e 1.013 em 2026, segundo levantamento do g1. O governo informou que, entre 2019 e junho de 2026, nomeou mais de 4,6 mil servidores concursados para a Polícia Militar, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros, Politec, Ciopaer e a sede da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp). Além disso, afirmou que mais de mil concursados do Sistema Penitenciário também foram nomeados no período. Modernizar a Politec A Politec entregou novas sedes nos municípios de Lucas do Rio Verde, em 2024, e Nova Mutum, em 2025. Entre 2025 e 2026, também houve a modernização das atividades por meio do fortalecimento dos bancos de dados periciais, com ampliação da utilização dos sistemas Banco Nacional de Perfis Genéticos (CODIS), Sistema Nacional de Balística (SINAB) e Sistema Automatizado de Identificação Biométrica (ABIS). O que diz o governo: Afirma que investiu nas perícias cibernéticas, com aquisição de equipamentos e ferramentas especializadas para computação forense e análise de áudio e vídeo, além da ampliação das funcionalidades do Sistema Atena, transformação digital dos serviços de identificação civil e melhorias na infraestrutura das unidades periciais. E informa que estão previstas ampliações dos serviços nos municípios de Aripuanã, Campo Novo do Parecis, Comodoro e Querência, mas não há data prevista para entrega. Criar mais vagas no sistema prisional e socioeducativo Promessa foi cumprida em parte. Os registros disponíveis mostram que, embora teve um aumento nas vagas no sistema prisional, houve uma diminuição nas vagas no sistema socioeducativo. A consulta no Painel do Sistema de Informações do Departamento Penitenciário Nacional - SISDEPEN mostra que, no primeiro semestre de 2023, o sistema prisional do estado tinha 11751 vagas. Já no segundo semestre de 2025, dado mais recente disponível, o estado tinha 14.353 vagas. Já de acordo com o Painel de Inspeções no Sistema Socioeducativo, do Conselho Nacional de Justiça, o estado tinha 196 vagas no 3º bimestre de 2024, dado mais antigo registrado na ferramenta. No 3º bimestre de 2026, dado mais recente disponível, o painel mostra 165 vagas no sistema socioeducativo - um decréscimo. O que diz o governo: Destaca que foram criadas 6.516 novas vagas no sistema prisional, com a entrega de unidades e ampliações em Cuiabá, Várzea Grande, Rondonópolis, Sinop, Peixoto de Azevedo e Barra do Garças. Estão em construção mais 1.728 vagas, distribuídas entre o Centro de Ressocialização de Várzea Grande (432) e três novos raios prisionais em Barra do Garças, Cuiabá e Várzea Grande (1.296). As obras têm previsão de conclusão em até 150 dias. Já no Sistema Socioeducativo, a capacidade foi ampliada de 118 para 248 vagas. A Secretaria de Segurança informou que outras 53 vagas no socioeducativo serão entregues até o final de 2026, na unidade em Cuiabá, sendo 25 na unidade masculina e 28 na feminina. Expandir o programa de proteção às mulheres através da interiorização do 'Botão do Pânico' O Botão do Pânico foi lançado em 2021 por meio do aplicativo aplicativo 'SOS Mulher MT'. Desde aquele ano, está disponível somente em Cuiabá, Várzea Grande, Cáceres e Rondonópolis, municípios onde há Ciosp. A promessa não foi cumprida. O que diz o governo: Afirma que o programa será implantado em Sinop, cuja unidade está em construção, com previsão de entrega até o final deste ano. No caso dos demais municípios, o atendimento às mulheres com medida protetiva é feito por meio do 190. As mulheres sob medida protetiva também podem solicitar o serviço de acompanhamento da Patrulha Maria da Penha. Criar política de gratificação por desempenho A proposta de gratificação por desempenho foi aprovada no estado por meio da Lei Complementar nº 756/2023 para servidores da Educação e estendida à Segurança em 2025. A promessa foi cumprida. A Gratificação Anual por Eficiência e Resultado é paga aos profissionais da educação com melhoria nos índices de aprendizagem da unidade escolar (ex: IDEB), redução da evasão escolar e diminuição do absenteísmo (ausências), além de participação em formações continuadas e assiduidade. Já para os agentes da Segurança a premiação é baseada em dados como: apreensão de drogas, armas e veículos; combate ao crime organizado e redução de indicadores criminais. Entregar 2,6 mil quilômetros de asfalto novo A promessa foi cumprida. Segundo levantamento do estado, 3.692 km de asfalto novo foram pavimentados entre 2023 e dezembro de 2025 — acima da meta de 2,6 mil km. A Secretaria Estadual de Infraestrutura informa que o número contempla todas as regiões do estado. Neste ano, o governo lançou outro pacote, com meta de chegar a 7 mil km de asfalto novo até o fim de 2026. Em Cuiabá, as entregas recentes incluem pavimentação em quatro bairros: Planalto, Novo Horizonte, Novo Milênio e Osmar Cabral. Em Sinop, no norte do estado, há o asfaltamento da Estrada da Nanci e da Estrada Ângela, que ligam a zona rural ao Centro do município. Já em Rondonópolis, no sul, foram 123,1 km entregues só em 2025, conectando comunidades rurais e voltados ao escoamento da produção agrícola. Entregar 1,5 mil quilômetros de asfalto restaurado Segundo a Secretaria Estadual de Infraestrutura, o estado recuperou mais de 3,7 mil km de rodovias e estradas até o início deste ano, também acima da meta. Em Primavera do Leste, a prefeitura cita como destaque a recuperação completa da MT-486, uma das principais rotas de escoamento agrícola do município. A promessa foi cumprida. Entregar 120 unidades de pontes de concreto De acordo com a Secretaria Estadual de Infraestrutura, 261 pontes de madeira foram substituídas por pontes de concreto desde o início do mandato. O governo afirma que outras 108 estruturas estão em construção. Compromisso foi cumprido. Iniciar a pavimentação da rodovia Juína-Colniza A promessa foi cumprida. O estado asfaltou 140 quilômetros das MTs-170/208/418, trecho que corresponde à antiga BR-174, entre os municípios de Castanheira e Colniza, que também corta Juína. A distância que recebeu o asfaltamento é de um pouco mais da metade da extensão total da rodovia, que tem 271,9 km. Iniciar a construção do Complexo do Rio Juruena Cerca de 68% da obra do Complexo foi executada e, portanto, a promessa foi cumprida. A obra inclui a construção da maior ponte de concreto de Mato Grosso sobre o rio Juruena, com 1.360 metros de extensão. A obra recebe um investimento de R$ 252,8 milhões, o que inclui o asfaltamento de 59 km da MT-208 e a construção de mais três pontes de concreto no trajeto. O estado informou que a previsão é concluir a obra até dezembro deste ano. Implantar um Sistema Integrado de Gestão de Obras Públicas O Sistema Integrado de Gestão de Obras Públicas, ligado à Secretaria de Infraestrutura e Logística de Mato Grosso, teve seu painel de monitoramento de obras lançado oficialmente em maio de 2026. Desde então, a população pode acompanhar dados financeiros, mapas interativos e a execução de obras públicas em tempo real. Compromisso cumprido. Concluir as obras do Parque Tecnológico em Várzea Grande A inauguração do Parque Tecnológico de Mato Grosso, localizado na região do bairro Chapéu do Sol em Várzea Grande, foi entregue no dia 25 de junho deste ano. A promessa foi concluída Substituir todas as pontes de madeira da Transpantaneira A Transpantaneira (MT-060) possui 98 pontes ao longo dos seus 147 km. Dessas, 22 já haviam sido substituídas entre 2019 e 2022. A partir de 2023, foram substituídas outras 25 estruturas de madeira da rodovia. A promessa foi cumprida em parte. O que diz o governo: Afirma que estão em construção outras sete pontes de concreto, e que também foi contratada a substituição de 14 pontes por aduelas de concreto e a construção de outras nove pontes. Além disso, mais 11 estruturas estão em processo de licitação. Substituir mil pontes de madeira por bueiros metálicos ou aduelas de concreto O governo substituiu 911 pontes de madeira por aduelas de concreto ou bueiros metálicos em rodovias estaduais. Atualmente, outros 237 pontos estão em execução. A promessa foi cumprida em parte. O que diz o governo: Informa que o estado apenas fornece os materiais e que as obras são realizadas em parceria com municípios, consórcios intermunicipais e associações, cabendo a esses parceiros a execução dos serviços. Iniciar a duplicação da MT-251 A duplicação da MT-251 fora do Parque Nacional prevê cerca de 29 km divididos entre o Rio Mutuca e o Trevo do Manso, e entre as proximidades do Rio Coxipózinho e a área urbana de Chapada. A promessa não foi cumprida. O projeto precisa de licenciamento no ICMBio e envolve desapropriações às margens da rodovia. O que diz o governo: Destaca que projeto estava em fase de licitação, mas foi paralisado e, no momento, encontra-se suspenso em razão de decisão judicial. Implantar o BRT À época da campanha, construir e colocar o modal em funcionamento foi amplamente discutido por Mauro Mendes em debates e entrevistas. No entanto, o BRT ainda está em processo de implantação em Cuiabá e Várzea Grande. Não há uma data definida para o funcionamento do modal. A promessa não foi cumprida. O que diz o governo: Afirma que a previsão é concluir, até dezembro deste ano, o corredor estrutural do BRT entre o Aeroporto Marechal Rondon e o Comando Geral da Polícia Militar, incluindo a construção de terminais e estações. Transferir renda para o cidadão em situação de vulnerabilidade Em 2023, o estado passou a entregar auxílios de R$ 150 às famílias em vulnerabilidade social por meio do programa SER Família. A promessa foi cumprida. Conforme dados públicos disponibilizados pelo programa, o benefício é destinado às famílias com cadastro único atualizado e a renda per capita familiar de até R$ 218. O governo informou que mais de 50 mil famílias são atendidas a cada ano. Implantar unidades de Centro de Convivência do Idoso A promessa foi cumprida. Em parceria com os municípios, foram implantados mais de 10 Centros de Convivência do Idoso - destaque para Cuiabá, que possui quatro unidades, e Várzea Grande, que conta com o Centro de Convivência Vovô Zeid. Outros municípios que contam com os centros: Paranaíba (Lar Benedito Alberto), Pedra Preta (Casa Lar Esperança), Peixoto de Azevedo (Lar São Vicente), Poconé (Lar Amor e Fraternidade), e instituições de longa permanência (ILPI) em Jaciara e Juara. Implantar 10 Vilas do Idoso em parceria com os municípios A promessa foi cumprida em parte. Em 2026, foi entregue em Jaciara o Condomínio Residencial Vila Aconchego, com 54 casas destinadas exclusivamente à população idosa. O empreendimento foi construído por meio de uma parceria entre o Governo de Mato Grosso e a Prefeitura de Jaciara. O Estado investiu R$ 10,2 milhões na obra, enquanto o município foi responsável pela entrega das unidades aos moradores. O que diz o governo: Informa que o modelo não integra a tipificação do Sistema Único de Assistência Social (SUAS). Segundo o Estado, cabe aos municípios decidir pela implantação desse tipo de empreendimento. Implantar 10 unidades do Ser Criança Até agora o estado implantou apenas duas unidades do Ser Criança, sendo a primeira em Poconé (MT), em 2023, e a segunda em Barra do Garças, neste ano. Também está em construção a 3ª unidade, em Campo Verde (MT). A promessa foi cumprida em parte. O que diz o governo: Afirma que mantém tratativas para a implantação de novas unidades nos municípios de Água Boa, Jaciara, Pedra Preta, Sorriso e Primavera do Leste. Ofertar 80 mil vagas de qualificação profissional social A promessa foi cumprida em parte. Em abril de 2023, por meio de parceria com o Senai, o governo criou o programa Ser Família Capacita para atender capacitar pessoas em vulnerabilidade social nos 142 municípios. No entanto, o projeto ofereceu 50 mil vagas, não as 80 mil indicadas na promessa. Manter o Bolsa Atleta A promessa foi cumprida. Desde 2022, o Bolsa Atleta segue funcionando no estado. Ao longo de 2026, o investimento previsto é de R$ 1,2 milhão em bolsas para 73 técnicos de atletas de rendimento. Ampliar a cobertura do Cadastro Ambiental Rural Em 2026, a Secretaria Estadual de Meio Ambiente lançou um pacote de iniciativas para ampliar a regularização ambiental e fundiária no campo. O pacote conta com novas diretrizes do Simcar Assentamento e programas como o Regulariza Rural e o MT Produtivo. Compromisso cumprido. Implementar o Sistema Estadual Integrado da Agricultura Familiar O Sistema Estadual Integrado da Agricultura Familiar foi criado com base na Lei Complementar n° 746, de 25 de agosto de 2022, que estabeleceu normas relativas ao cálculo dos Índices de Participação dos Municípios (IPM) para a distribuição dos recursos arrecadados com Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). Durante o atual mandato, os termos de adesão foram homologados pelos municípios, assinados e publicados no Diário Oficial do Estado, entre 2023 e 2024 e estão em funcionamento. Também foram feitas capacitações com representantes dos municípios durante 2025 para o uso do sistema. Concluir a ZPE de Cáceres A promessa foi cumprida. A Zona de Processamento de Exportação (ZPE) de Cáceres foi entregue e iniciou as atividades em outubro de 2025. A ZPE é uma área industrial de livre comércio voltada para a instalação de empresas exportadoras. Fazer cursos de capacitação de pequenos empreendedores Por meio da Lei 12.521/2024, foi criado o Programa Estadual de Qualificação Profissional. Em 2025, foi publicado o Edital nº 08/2025, com estruturação dos cursos e formação do banco de instrutores. Apesar da previsão de capacitação profissional, não houve oferta regular de cursos pelo PEQ em 2025. Nesse período, foram realizadas apenas oficinas pontuais, conduzidas por bolsistas do programa, para atender demandas específicas apresentadas pelas regiões. A promessa foi cumprida em parte. O que diz o governo: Informa que está previsto a oferta de 2.925 vagas, distribuídas em 117 cursos em todo o estado. Concluir obras de infraestrutura turística em orlas de 5 municípios A promessa foi cumprida em parte. Duas orlas foram entregues: Santo Antônio de Leverger e Barão de Melgaço. As obras em Cáceres, São Félix do Araguaia e Luciara seguem em andamento, com 61,5%, 85% e 68,69% de execução, respectivamente. O que diz o governo: A previsão é de entrega da orla de São Félix do Araguaia no terceiro trimestre de 2026, enquanto Cáceres e Luciara têm previsão de finalização até o fim do ano. Créditos Apuração: Kessillen Lopes e Victória Oliveira Edição: Bianca Muniz e Felipe Turioni Design: Kayan Albertin Coordenação: Felipe Turioni, José Lopes e Megui Donadoni Mauro Mendes e Otaviano Pivetta, ex-governador e governador atual de Mato Grosso Geraldo Magela/Agência Senado; divulgação

📰 Promessas de Mauro Mendes e Otaviano Pivetta: governador e vice de MT ampliaram ensino integral e programa de cirurgias eletivas; meta de implantação do BRT não foi cumprida

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Destaques Principais Impacto Político e Econômico: Análise preliminar aponta desdobramentos diretos na rotina local e internacional. Reação dos Mercados e da População: Os acontecimentos geraram repercussão imediata nos setores atingidos.

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'Brasil precisa agir com firmeza': setor produtivo pede negociação e rapidez após nova tarifa dos EUA
Notícias POL
'Brasil precisa agir com firmeza': setor produtivo pede negociação e rapidez após nova tarifa dos EUA
Política — EUA justificam novas tarifas ao Brasil com suposto trabalho forçado; entenda O anúncio da nova tarifa de 12,5% pelos Estados Unidos aumentou a pressão sobre a indústria brasileira. Enquanto o agronegócio ficou quase de fora dos impactos do tarifaço, a indústria foi a mais afetad...

Política — EUA justificam novas tarifas ao Brasil com suposto trabalho forçado; entenda O anúncio da nova tarifa de 12,5% pelos Estados Unidos aumentou a pressão sobre a indústria brasileira. Enquanto o agronegócio ficou quase de fora dos impactos do tarifaço, a indústria foi a mais afetada e, por isso, cobra agilidade do governo federal. O pedido do setor é negociar diretamente com os americanos, descartando qualquer tentativa de responder na mesma moeda por meio da Lei da Reciprocidade. Com o novo anúncio, o imposto total cobrado sobre determinados produtos brasileiros exportados pode chegar a 37,5%. A estimativa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) é de que cerca de 3,9 mil produtos brasileiros serão afetados pelas duas tarifas impostas pelo governo norte-americano ao país, o que causaria um impacto de US$ 12,4 bilhões nas exportações brasileiras, segundo documento divulgado nesta sexta-feira. Outros 13% das exportações, correspondentes a 75 produtos, ou US$1,6 bilhão em exportações, estarão sujeitos apenas à nova alíquota de 12,5%. Veja os principais itens isentos da nova tarifa de até 12,5% sobre trabalho forçado Mas o Palácio do Planalto afirmou nesta sexta-feira (24) que a medida tem "caráter completamente arbitrário e injustificado". Por isso, o governo iniciará "imediatamente" os trâmites para acionar os instrumentos previstos na Lei de Reciprocidade e levará o tema à Organização Mundial do Comércio (OMC). A nova cobrança foi anunciada pelo órgão de comércio dos EUA. O governo americano alegou que o Brasil não tem leis rigorosas o suficiente para proibir a entrada de mercadorias produzidas com trabalho forçado e aplicou taxa adicional de 12,5% ao país. (entenda a situação na reportagem abaixo) Amcham: De acordo com a Câmara Americana de Comércio para o Brasil (Amcham), que reúne representantes de empresas americanas no país, 85,3% das exportações brasileiras para os EUA passarão a ser atingidas pela sobretaxa máxima de 37,5% — resultado da soma dos 25% anunciados no dia 15 com os 12,5% apresentados agora —, "fragilizando cadeias produtivas e encarecendo custos". Na avaliação da entidade, o novo cenário compromete ainda mais a competitividade das exportações brasileiras, tende a aprofundar a retração do comércio bilateral, fragiliza cadeias produtivas integradas entre os dois países e pode elevar os custos para empresas e consumidores norte-americanos. "A nova tarifa amplia os impactos negativos sobre as exportações brasileiras, com diversos setores sujeitos a sobretaxas expressivas de 37,5%. A reversão desse cenário passa necessariamente pela retomada das negociações entre os dois governos. O entendimento bilateral é o caminho mais eficaz para atender aos interesses de ambos os lados", afirmou o presidente da Amcham Brasil, Abrão Neto. A Amcham afirmou ainda que medidas de reciprocidade, cogitadas pelo governo federal como resposta ao tarifaço, apresentam elevado risco de provocar uma escalada política e comercial e agravar os impactos econômicos para empresas, trabalhadores e consumidores brasileiros. Abimaq Complexo Industrial e Portuário do Pecém Divulgação/CNI A indústria de máquinas e equipamentos, uma das mais vulneráveis ao tarifaço, prevê impacto imediato sobre suas operações. Segundo a Abimaq, associação que representa as empresas do setor, a soma das alíquotas elimina a competitividade dos fabricantes brasileiros frente aos concorrentes dos EUA, ameaçando contratos e a previsibilidade dos negócios. Em 2025, as exportações brasileiras de máquinas e equipamentos somaram US$ 13,8 bilhões. Os EUA foram o principal destino individual, com compras de cerca de US$ 3,2 bilhões, o equivalente a 23% das vendas externas do setor. O presidente executivo da entidade, José Velloso, avaliou que a justificativa apresentada pelo governo americano tem motivação política e foi uma resposta à exigência da Suprema Corte dos EUA para que o Executivo apresentasse uma fundamentação para a adoção de novas tarifas. Ele ressaltou ainda que, para o setor, a situação deve se agravar. "Estamos imaginando que devemos ter uma queda entre 10% e 11% nas nossas exportações para os EUA." "Entendemos que a motivação do governo norte-americano em tarifar produtos importados alegando trabalho forçado é uma decisão que tem um cunho político. Foi uma resposta à Suprema Corte norte-americana, que em fevereiro proibiu o governo americano de taxar produtos sem uma motivação clara. Agora tem a motivação, que é o trabalho forçado." Segundo Velloso, a soma das duas tarifas coloca a indústria brasileira em desvantagem frente aos fabricantes americanos. "No caso do Brasil, isso é ruim porque nós já tínhamos uma tarifa de 25% e agora passamos a ter uma tarifa de 37,5% com a soma dos 12,5%. Isso tira a nossa competitividade frente às máquinas e aos equipamentos fabricados nos EUA." A associação também defende a regulamentação do Plano Brasil Soberano 3, o diferimento de tributos federais, a ampliação do Reintegra para 5% e o fortalecimento da promoção comercial voltada para a diversificação de mercados. A Abimaq também se posiciona contra a aplicação da Lei da Reciprocidade Econômica como resposta às tarifas americanas. Na avaliação da entidade, uma escalada de barreiras comerciais tende a ampliar custos para empresas e consumidores, reduzir a previsibilidade dos negócios e prejudicar cadeias produtivas altamente integradas entre Brasil e Estados Unidos. CNI A Confederação Nacional da Indústria (CNI), que representa as federações industriais de todos os estados, também defendeu a continuidade das negociações diplomáticas para evitar novos prejuízos ao comércio bilateral. Após reunião com o ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Márcio Elias Rosa, o presidente da CNI, Ricardo Alban, afirmou que o setor produtivo continuará apoiando a estratégia adotada pelo governo brasileiro. (veja as medidas do governo) "Saímos daqui muito satisfeitos com a afirmação categórica do ministro de que o Brasil vai continuar negociando. Essa é a opção número um que existe neste momento: continuar negociando." Segundo Alban, a CNI trabalha em conjunto com o governo na criação de uma nova missão da política Nova Indústria Brasil (NIB), voltada ao apoio das empresas atingidas pelas tarifas e à internacionalização das cadeias produtivas brasileiras. "Conversamos sobre como podemos ser efetivos de forma emergencial e de forma planejada. Estamos trazendo o apoio imediato do SESI, do SENAI e da CNI para apoiar as empresas afetadas." O presidente da entidade afirmou ainda que o impacto tende a ser maior sobre os produtos manufaturados. Diferentemente de matérias-primas como café e petróleo, isentas da rodada de tarifas, os bens industriais enfrentam concorrência acirrada e têm margens de lucro mais apertadas, o que impede a absorção de um imposto tão elevado. Sem conseguir repassar a sobretaxa de 37,5% ao preço final, os fabricantes brasileiros correm o risco de perder clientes para concorrentes locais ou de outros países.A entidade endossa a posição da CNI e da Abimaq ao afirmar que o cenário pode resultar em perda de contratos, redução das margens de lucro, queda da produção, adiamento de investimentos e impactos sobre o emprego. Fiemg cobra atuação do governo A Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), entidade que representa o segundo maior estado exportador para o mercado norte-americano, também defendeu a negociação diplomática. A entidade destacou que o governo brasileiro deve atuar de forma firme, técnica e coordenada para ampliar a lista de exceções e garantir maior previsibilidade às empresas exportadoras. "O Brasil precisa agir com firmeza, rapidez e capacidade técnica para evitar que essa nova tarifa comprometa ainda mais a competitividade da indústria nacional. A prioridade deve ser ampliar as exceções, garantir previsibilidade às empresas e construir uma solução negociada que preserve contratos, investimentos e empregos", afirmou a coordenadora de Negócios Internacionais da Fiemg, Verônica Winter. Na avaliação da federação, a combinação das tarifas pode aumentar o custo de acesso ao mercado norte-americano e colocar os exportadores nacionais em desvantagem frente a concorrentes submetidos a alíquotas menores. A entidade endossa a posição da CNI e Abimaq ao afirmar que o cenário pode resultar em perda de contratos, redução das margens de lucro, queda da produção, adiamento de investimentos e impactos sobre o emprego. Por fim, a CNI propõe a criação de uma missão específica dentro da política Nova Indústria Brasil, voltada ao apoio das empresas afetadas pelas tarifas e ao fortalecimento da internacionalização da indústria brasileira.

📰 'Brasil precisa agir com firmeza': setor produtivo pede negociação e rapidez após nova tarifa dos EUA

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Tarifaço: ministro diz que tarifa de 12,5% é 'indevida' e baseada em fatos que não são reais
Notícias MUNDO
Tarifaço: ministro diz que tarifa de 12,5% é 'indevida' e baseada em fatos que não são reais
Internacional — Tarifaço: ministro diz que tarifa de 12,5% é 'indevida' e baseada em fatos que não são reais O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC), Márcio Elias Rosa, afirmou nesta quinta-feira (23) que a tarifa de 12,5% anunciada pelos Estados Unidos, sob a justificat...

Internacional — Tarifaço: ministro diz que tarifa de 12,5% é 'indevida' e baseada em fatos que não são reais O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC), Márcio Elias Rosa, afirmou nesta quinta-feira (23) que a tarifa de 12,5% anunciada pelos Estados Unidos, sob a justificativa de falhas na proibição e fiscalização da importação de mercadorias produzidas com trabalho forçado, é indevida e se baseia em "fatos que não são reais". "O Brasil tem compromissos históricos com o combate ao trabalho forçado, com a prevenção, o controle, a fiscalização e o acolhimento das vítimas. O Brasil é signatário de todos os instrumentos da Organização Internacional do Trabalho. Não abona nem apoia essa prática e, mais do que isso, tem compromisso com os direitos humanos e com o trabalho digno", disse Elias Rosa. 🗒️Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1 O ministro afirmou ainda que cerca de 2 mil produtos exportados pelo Brasil para os EUA não estarão sujeitos a nenhuma das duas tarifas — a de 25%, anunciada na semana passada, e a de 12,5%, anunciada nesta quinta-feira. "Mas nós temos, lamentavelmente, muitos setores que estarão sujeitos à dupla tributação, à dupla taxação, como é o caso, por exemplo, de calçados, máquinas, equipamentos, peças, componentes, confecções e produtos químicos que não sejam farmacêuticos. Para esses, infelizmente, a tarifa passa a ser de 37,5%." Elias Rosa disse ainda que o Brasil "não pode renunciar à possibilidade" de adotar medidas de reciprocidade, mas que o interesse "primário" é negociar com os EUA. "O Brasil não pode renunciar à possibilidade de usar o instrumento da reciprocidade. Seria abrir mão de um direito que protege a economia brasileira e os interesses do Brasil [...] O momento e a forma de fazê-lo é que o tempo vai determinar. É óbvio que o interesse primário é negociar. É óbvio que o objetivo é evitar e afastar essas tarifas, porque elas são extremamente injustas e muito danosas." LEIA TAMBÉM: Brasil rechaça decisão dos EUA em impor tarifa sobre trabalho forçado e volta a falar em reciprocidade Ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Elias Rosa, durante o programa “Bom Dia, Ministro”, na EBC Júlio César Silva/MDIC Nova taxação dos EUA Os Estados Unidos anunciaram nesta quinta-feira (23) a aplicação de uma nova tarifa sobre importações de cerca de 60 parceiros comerciais, incluindo o Brasil. As alíquotas variam entre 10% e 12,5% e entram em vigor às 0h01 desta sexta-feira (24), no horário de Washington. Segundo o governo americano, a decisão é resultado de uma investigação conduzida com base na Seção 301 da Lei de Comércio dos EUA. A apuração concluiu que esses países adotam práticas comerciais consideradas desleais por não proibirem nem fiscalizarem adequadamente a importação de mercadorias produzidas com trabalho forçado. O governo americano adotou dois tipos de tarifas: Países que adotaram medidas para proibir essa prática estarão sujeitos à tarifa de 10%. Aqueles que não implementaram essas restrições foram enquadrados na alíquota de 12,5% — caso do Brasil. Mais uma vez, porém, os principais produtos da pauta exportadora brasileira ficaram de fora da medida, pois estão na extensa lista de exceções definida pelo USTR. Ao todo, são mais de 2 mil itens que não serão taxados para nenhuma das economias. (veja aqui a lista de produtos isentos) Segundo o relatório divulgado pelo Escritório do Representante de Comércio dos EUA (USTR, na sigla em inglês) no início de julho, essa prática foi considerada "irracional" e prejudica o comércio americano ao criar condições de concorrência consideradas desleais para empresas e trabalhadores dos EUA. 🔎 O argumento é parecido ao utilizado pelos EUA para justificar a tarifa de 25% aplicada sobre produtos brasileiros, que entrou em vigor na última quarta-feira (22). Com a nova medida, parte dos produtos do Brasil pode passar a enfrentar uma sobretaxa total de 37,5%. Governo esperava nova tarifa Na semana passada, após os Estados Unidos anunciarem a tarifa de 25% sobre produtos brasileiros, o governo federal já reconhecia que a tarifa de 12,5% seria aplicada pelo governo norte-americano. A principal dúvida do governo brasileiro era se a nova tarifa seria cumulativa à sobretaxa de 25%. No mês passado, o governo brasileiro divulgou uma nota em que afirma discordar de maneira "profunda" das conclusões do Escritório do Representante Comercial dos EUA (USTR) sobre falhas na importação de mercadorias produzidas com trabalho forçado. No comunicado, divulgado pelo Palácio do Planalto, o governo afirma que vai recorrer a instrumentos previstos na Lei de Reciprocidade para reagir a "situações de injustiça" contra o Brasil.

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Datafolha: 38% avaliam governo Lula como ruim ou péssimo; para 32%, é ótimo ou bom
Notícias POL
Datafolha: 38% avaliam governo Lula como ruim ou péssimo; para 32%, é ótimo ou bom
Política — Datafolha: para 38% governo Lula é ruim ou péssimo; 32% acham ótimo ou bom Pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira (24) pelo site do jornal "Folha de S.Paulo" mostra que 38% dos entrevistados têm uma avaliação negativa sobre o governo Lula (PT). Outros 32% avaliam positiv...

Política — Datafolha: para 38% governo Lula é ruim ou péssimo; 32% acham ótimo ou bom Pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira (24) pelo site do jornal "Folha de S.Paulo" mostra que 38% dos entrevistados têm uma avaliação negativa sobre o governo Lula (PT). Outros 32% avaliam positivamente e, para 28%, o desempenho é regular. O quadro é de estabilidade em relação à pesquisa anterior, de 20 de junho. Veja os números: Ruim/péssimo: 38% (eram 38% em junho) Ótimo/bom: 32% (eram 32%) Regular: 28% (eram 29%) Não sabem: 1% (era 1%) Aprovação/desaprovação de Lula Aprovam: 49% (eram 48% em junho) Desaprovam: 48% (eram 49%) Não sabem: 3% (eram 3%) LEIA TAMBÉM Datafolha 2º turno: Lula tem 48%, e Flávio Bolsonaro, 43% Datafolha 1º turno: Lula lidera com 40%, e Flávio tem 32% A pesquisa divulgada nesta sexta-feira é a primeira do instituto depois que foi confirmado pelos Estados Unidos um novo tarifaço sobre produtos brasileiros. O governo americano anunciou em 15 de julho que aplicará uma taxa de 25% sobre itens que importa do Brasil. A medida entrou em vigor em 22 de julho - mesma data em que a pesquisa começou a coletar respostas. O tarifaço foi anunciado depois de viagens de Flávio Bolsonaro aos EUA para tratar do assunto. O presidenciável chegou a se reunir com o presidente Donald Trump na Casa Branca. Flávio ainda enviou uma carta ao governo americano e participou de uma audiência pública no Escritório do Representante Comercial dos EUA (USTR). Nas ocasiões, o senador pediu que a aplicação de tarifas fosse adiada. Lula reagiu às articulações do adversário e culpou Flávio pelo tarifaço. Para o presidente, as taxas são um ataque à soberania do Brasil. O Datafolha entrevistou 2.004 pessoas entre os dias 22 e 24 de julho, segundo dados informados ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O levantamento está registrado sob o número BR-01166/2026. 22.07.2026 - Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante sanção do Projeto de Lei de linhas de crédito , de 2026, que destina recursos a linhas de crédito do Programa Brasil Soberano, no Palácio do Planalto, Brasília - DF Ricardo Stuckert/Divulgação

📰 Datafolha: 38% avaliam governo Lula como ruim ou péssimo; para 32%, é ótimo ou bom

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'Não foi uma fatalidade', diz viúva de homem morto em acidente no Beach Park
Notícias SP
'Não foi uma fatalidade', diz viúva de homem morto em acidente no Beach Park
São Paulo — "Irresponsabilidade", diz viúva de homem que morreu em toboágua A viúva do radialista Ricardo José Hilário Silva, morto ao cair em um brinquedo do Beach Park, na segunda-feira (16), afirmou ao Fantástico que a tragédia na Grande Fortaleza "não foi uma fatalidade". "Uma tremenda...

São Paulo — "Irresponsabilidade", diz viúva de homem que morreu em toboágua A viúva do radialista Ricardo José Hilário Silva, morto ao cair em um brinquedo do Beach Park, na segunda-feira (16), afirmou ao Fantástico que a tragédia na Grande Fortaleza "não foi uma fatalidade". "Uma tremenda irresponsabilidade, uma falta de segurança", disse Luciane Cristina da Silva. Ela estava com a filha do casal, uma menina de 8 anos, quando o acidente aconteceu. Luciane contou que ela, o marido e a filha esperavam juntos para descer na atração Vainkará. No entanto, Ricardo se separou delas porque foi convidado para ocupar o lugar que faltava no grupo que iria à frente. Cada boia comportava quatro pessoas. Ricardo, então, completaria o grupo que estava prestes a descer. "Falaram para o meu marido: 'Você pode vir com a gente?'. Aí, o Ricardo falou: 'Então 'tá', vou com vocês'", narrou Luciane. Ela e a menina desceriam na boia seguinte, apenas segundos depois. Vainkará, toboágua do Beach Park onde ocorreu acidente, tem 29,5 metros de altura Arquivo pessoal - Eduardo Tchao/TV Segundo ela, ninguém perguntou sobre o peso dos participantes. Nenhuma boia poderia, de acordo com exigência do próprio Beach Park, ultrapassar os 320 quilogramas somando o peso dos quatro ocupantes. O G1 apurou que, na boia de Ricardo, esse valor havia sido ultrapassado. A viúva afirmou só ter percebido o acidente depois que terminou a descida na atração. Luciene relatou que foi alertada por um funcionário do Beach Park já na piscina ao final do brinquedo. "Quando eu olhei para trás, eu vi que era meu marido e vi que era muito grave o que aconteceu", narrou. Ricardo morreu na hora, de traumatismo craniano associado a trauma na coluna. Ele foi enterrado na quarta-feira (18) em Sorocaba (SP), cidade onde morava. Beach Park está fechado um dia após o acidente em brinquedo Valdir Almeida/G1 Desde o acidente, o brinquedo está interditado. O Beach Park, em respeito à família, não funcionou no dia seguinte à tragédia. O parque também retirou a placa que indicava o nome da atração. A perícia que vai determinar as causas do acidente deve ficar pronta em um mês. 'Um marido dedicado' Ricardo Hill morreu em acidente em parque aquático na Grande Fortaleza Arquivo pessoal Luciene contou que era a terceira vez do casal em Fortaleza: uma na lua de mel dos dois e a outra quando a filha ainda era um bebê. Eles já haviam visitado o Beach Park. "[Desta vez], a gente foi pela minha filha, para que ela aproveitasse", disse. O radialista Fábio Cardoso de Oliveira afirmou que o amigo Ricardo estava feliz por conseguir viajar com a filha. "Tudo o que ele falava era ao redor da filha dele", relembrou. "Ele [Ricardo] era um pai apaixonado pela minha filha. Ele era um marido dedicado. Dedicado à família", contou Luciene. Radialista morto em acidente no Beach Park é enterrado em Sorocaba Carlos Dias/G1 Ocupante relatou tragédia: 'filme de terror' O comerciante Tarcísio Pontes, que descia junto com Ricardo, contou que a boia virou em uma das rampas do escorregador. O radialista bateu a cabeça no começo de um túnel do brinquedo, disseram os relatos. "Eu percebi que o Ricardo tinha desmaiado, que ele não estava consciente. Peguei ele e o coloquei no meu peito, e aí veio uma onda mais forte, levando a gente até a piscina", relatou. Atração do Beach Park 'Vainkará', em fase final de construção, em foto tirada em junho; turista de Sorocaba morreu depois de bater a cabeça durante o trajeto no brinquedo Geraldo Jr./G1 Tarcísio ainda está abalado com o acidente. "Todo momento estou me lembrando disso, de tentar salvar ele e não conseguir ter êxito", disse. "Como você entra num lugar para se divertir e em segundos você entra num filme de terror?" Parque e fabricante respondem Em nota, o Beach Park disse que "as autoridades e as perícias vão esclarecer se a boia foi utilizada conforme limite de segurança. Além disso, a empresa assegurou que foram feitos cem testes oficiais antes da liberação do brinquedo. O Beach Park também afirmou que "segue os protocolos de segurança e as recomendações do fabricante", e que "seus funcionários avaliam a altura e o peso dos usuários". O parque mantém sinalizações indicativas no acesso aos brinquedos. A fabricante do brinquedo, a empresa canadense Proslide, afirmou que a morte de Ricardo "foi a única fatalidade com um usuário em uma das milhares de instalações" da companhia "no mundo". Veja como é o brinquedo Altura: 29,5 metros Comprimento: 159 metros Quantidade máxima de pessoas na boia: quatro, segundo a assessoria do parque Peso máximo por boia: 320 kg, segundo a assessoria do parque Duração do trajeto: de 30 a 40 segundos Recomendação de segurança: manter-se segurando as alças da boia Turista morreu em acidente no Beach Park Arte G1 Initial plugin text

📰 'Não foi uma fatalidade', diz viúva de homem morto em acidente no Beach Park

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Sine disponibiliza 55 vagas de emprego em Cacoal, RO, nesta segunda-feira, 23
Notícias BR
Sine disponibiliza 55 vagas de emprego em Cacoal, RO, nesta segunda-feira, 23
Brasil — Entre as oportunidades, há vagas para garçom. Francois Lenoir/Reuters O Sistema Nacional de Emprego (Sine) disponibiliza 55 vagas de emprego nesta segunda-feira (23) para Cacoal (RO), município a 480 quilômetros de Porto Velho. Há oportunidades para auxiliar de saúde bucal e deso...

Brasil — Entre as oportunidades, há vagas para garçom. Francois Lenoir/Reuters O Sistema Nacional de Emprego (Sine) disponibiliza 55 vagas de emprego nesta segunda-feira (23) para Cacoal (RO), município a 480 quilômetros de Porto Velho. Há oportunidades para auxiliar de saúde bucal e desossador. Também há vagas para portadores de necessidades especiais. Os interessados devem comparecer ao Sine, localizado na Avenida Guaporé, nº 2839, Centro, portando Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS), cédula de identidade (RG), Cadastro de Pessoa Física (CPF) e comprovante de residência. O horário de atendimento do órgão mudou para 7h30 às 13h30 (horário local). Veja abaixo os cargos oferecidos nesta segunda-feira (23): Atendente 5 Auxiliar administrativo 1 Auxiliar de depósito 1 Auxiliar de saúde bucal 1 Biomédica 1 Bordador em máquina industrial 1 Cobrador com experiência em carteira de trabalho 1 Consultora de vendas 1 Costureira industrial 1 Crediarista com experiência em carteira de trabalho 1 Desossador 10 Faqueiros de abate 3 Garçom 1 Gerente comercial 1 Magarete (abate em frigorífico com experiência) 10 Médico veterinário (zootecnista ou administrador de empresas) 1 Pessoa com necessidades especiais (vaga para auxiliar de produção) 1 Pessoa com necessidades especiais (masculino e feminino) 10 Pizzaiolo 1 Recepcionista 1 Tapeceiro 1 Vendedora 1 Veja mais notícias da região no G1 Cacoal e Zona da Mata.

📰 Sine disponibiliza 55 vagas de emprego em Cacoal, RO, nesta segunda-feira, 23

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Jovem sai para lanchar com amigo e é assassinado a tiros em Divinópolis
Notícias BR
Jovem sai para lanchar com amigo e é assassinado a tiros em Divinópolis
Brasil — Um jovem de 19 anos foi assassinado neste sábado (21) no Bairro Catalão, em Divinópolis. De acordo com a Polícia Militar (PM), o crime ocorreu por volta das 21h, na Rua José de Alencar. A vítima tinha saído de casa para lanchar com um amigo e foi atingido por disparos de arma de fogo....

Brasil — Um jovem de 19 anos foi assassinado neste sábado (21) no Bairro Catalão, em Divinópolis. De acordo com a Polícia Militar (PM), o crime ocorreu por volta das 21h, na Rua José de Alencar. A vítima tinha saído de casa para lanchar com um amigo e foi atingido por disparos de arma de fogo. O jovem tinha passagem na polícia por lesão corporal. Uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) esteve no local e constatou o óbito da vítima, que estava no meio da rua, de bruços. A perícia da Polícia Civil fez os trabalhos de praxe e liberou o corpo para o serviço funerário. A PM informou que possui indicações da autoria dos disparos e realiza operações para tentar prender o suspeito.

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Qual a melhor dieta para você?
Notícias SP
Qual a melhor dieta para você?
São Paulo — Começo nossa conversa de hoje com a questão: Existe melhor dieta? Essa é uma pergunta que, por incrível que pareça, tem uma resposta simples: sim, aquela que te faz bem, te ajuda a cuidar da saúde e emagrecer de forma saudável e fácil de dar seguimento. Não existem MILAGRES NUT...

São Paulo — Começo nossa conversa de hoje com a questão: Existe melhor dieta? Essa é uma pergunta que, por incrível que pareça, tem uma resposta simples: sim, aquela que te faz bem, te ajuda a cuidar da saúde e emagrecer de forma saudável e fácil de dar seguimento. Não existem MILAGRES NUTRICIONAIS! E como saber qual tipo de dieta preciso seguir para ter esses efeitos citados? Com a orientação de um profissional que irá avaliar:- Sua individualidade bioquímica, que incluem necessidades nutricionais específicas, carga genética e estilo de vida;- Seus costumes e valores em relação à comida;- Sua rotina diária;- Suas vontades e desejos.Mas o que é, afinal, a individualidade bioquímica? Por que a dieta do meu amigo (a) pode não dar resultados para mim iguais ao dele (a)? É caracterizada como uma rede complexa de interações que controla a forma como o seu organismo utilizará as vitaminas, minerais, gorduras, carboidratos, aminoácidos, calorias para todas as funções fisiológicas. Quando a individualidade bioquímica é respeitada, o corpo recebe as quantidades específicas de nutrientes que ele necessita para seu adequado funcionamento. Quais os tipos de dieta mais realizadas atualmente?- Dieta dos pontos: nesta dieta, os alimentos são enumerados por quantidades de pontos e, de acordo com a altura, avalia-se a quantidade diária de pontos. Alguns alimentos considerados pouco nutritivos, como produtos diet e light, as vezes apresentam pontuação ZERO e por isso, as pessoas acabam exagerando seu consumo, o que pode ser prejudicial. - Dieta Low Carb: muito seguida atualmente, a dieta low carb é caracterizada pela restrição de carboidratosao longo do dia, aumentando-se o consumo de proteínas e de gorduras. É preciso ter cuidado com os tipos de gorduras atribuídas à alimentação, afinal, um a dieta low carb é mais do que apenas diminuir a ingestão de carboidratos, é preciso substituir por alimentos nutritivos.- Dieta Detox: segundo as características da dieta, para detoxificar o corpo, é preciso passar alguns dias ou até uma semana consumindo apenas sucos e sopas preparados com frutas, legumes e verduras que apresenta propriedades diuréticas. A quantidade de calorias é reduzida, porém é preciso ter muito cuidado com restrições alimentares severas que possam provocar deficiências nutricionais.- Dieta do Mediterrâneo: o cardápio mediterrâneo se caracteriza pelo consumo de frutas, hortaliças, cereais, leguminosas (grão-de-bico, lentilha), oleaginosas (amêndoas, azeitonas, nozes), peixes, leite e derivados (iogurte, queijos), vinho, azeite de oliva e uma grande variedade de ervas e especiais. Eu, particularmente, acredito ser uma dieta com alta densidade nutritiva, ampla variedade de alimentos e equilíbrio nutricional. Respeite o seu organismo e não faça dietas mirabolantes e restritivas, procure sempre um profissional capacitado para adequação da sua rotina alimentar de forma segura, prazerosa e nutricionalmente completa!

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Turistas encontram Beach Park fechado um dia após acidente e procuram outros passeios
Notícias SP
Turistas encontram Beach Park fechado um dia após acidente e procuram outros passeios
São Paulo — Placa informa fechamento do parque um dia após acidente com morte de turista Valdir Almeida/G1 O parque aquático Beach Park permaneceu fechado nesta terça-feira (17), um dia após o acidente que deixou um turista morto, após cair de um brinquedo. Turistas que se programaram para...

São Paulo — Placa informa fechamento do parque um dia após acidente com morte de turista Valdir Almeida/G1 O parque aquático Beach Park permaneceu fechado nesta terça-feira (17), um dia após o acidente que deixou um turista morto, após cair de um brinquedo. Turistas que se programaram para visitar o equipamento tiveram que optar por passeios opcionais para não perder o dia de estadia no Ceará. Ricardo José Hilário da Silva, conhecido como Ricardo Hill, sofreu uma pancada na cabeça em um acidente no brinquedo Vainkará, no Beach Park, parque aquático na Grande Fortaleza. Ele descia em uma boia com mais três pessoas. Segundo relato de testemunhas ao G1, em um ponto do brinquedo a boia subiu acima do esperado, virou e caiu bruscamente no chão do toboágua. O corpo foi liberado na manhã desta terça-feira. Beach Park está fechado um dia após o acidente em brinquedo Valdir Almeida/G1 Na porta do Beach Park foi colocado um aviso que informa aos visitantes que as instalações do aquaparque não iria funcionar. Muitos turistas foram pegos de surpresa com a notícia. A assessoria do parque afirmou que, quem comprou ingressos para esta terça pode retornar outro dia ou optar por receber o reembolso. A previsão é que o aquaparque seja reaberto na quarta-feira (18). A estudante Eduarda Sousa, que viajou de Belém para Fortaleza, disse que pretendia ir ao parque nesta terça. Ela conta que já havia visitado o parque outra vez, gostou do passeio e resolveu voltar. O acidente prejudicou o passeio já que foi preciso procurar uma nova opção, segundo a turista. Ainda assim, ela comentou que pretende visitar o equipamento amanhã. "Se estivesse aberto, era pra eu ir hoje, mas não deu. A gente fica chateada, mas se abrir amanhã eu vou. Eu não tenho medo desse tipo de brinquedo, até gosto, vai ser legal", comentou. Veja como é a descida do brinquedo Vainkará, do Beach Park Já Samantha Trindade, que acompanha Eduarda, disse que não vai ter mais coragem de descer nos brinquedos mais radicais. Ela conta que já não gostava, mas que iria acompanhar a amiga. Ainda assim, ela avaliou como positiva estadia no Ceará. "Não me prejudicou, de forma alguma, porque eu já não gosto mesmo desse tipo de passeio [radical]. Então, no geral, eu gostei muito daqui", disse. Passeios alternativos Atração 'Vainkará' em fase final de construção, em foto tirada em 22 de junho Geraldo Jr. Enquanto o G1 esteve no Beach Park, na manhã desta terça, diversos grupos de turistas disseram que optaram por outros passeios, já que o parque não foi aberto para visitas. Os principais destinos dos visitantes foram as praias de Canoa Quebrada, Praianha, Praia do Japão e Praia das Fontes. Além disso, turistas resolveram visitar pontos do Centro de Fortaleza, como o Mercado Central. A matogrossense Denise Farias, que veio com os filhos para as férias escolares, optou pelo Mercado Central como passeio hoje, após encontrar o parque fechado. Denise lamentou o acidente, mas afirmou que isso não deve manchar a imagem do local. "É um lugar muito bom para passear." Um vendedor de passeios, que preferiu não se identificar, disse que o movimento foi maior do que de costume. "Como não pode ir para o parque, muita gente resolve sair. Vão para as praias fazem os passeios pra não ficar só no hotel. Vamos esperar pra ver como vai ser o movimento amanhã. Espero que não reduza nada" comentou. Durante esta manhã, a Polícia Civil e a Perícia Forense vistoriou o brinquedo onde ocorreu o acidente e fez uma perícia no local. No entanto, o resultado não foi divulgado. Turista morreu em acidente no Beach Park Arte G1 O que é o Beach Park É um dos maiores parques aquáticos do mundo. Fica à beira da praia da Porto das Dunas, a 26 km de Fortaleza. No ano passado, atraiu pela primeira vez um milhão de visitantes. O empreendimento foi beneficiado com aumento das viagens domésticas no país, que substituíram os passeios internacionais devido à crise. O Beach Park faz parte de um complexo que inclui parque aquático, restaurante de praia, hotel e três resorts, o mais recente deles inaugurado em 2013. O público majoritário do local é de turistas de outros estados brasileiros. São Paulo e Rio de Janeiro, respectivamente, aparecem como a procedência dos maiores de visitantes, só então seguidos pelos cearenses. A cada dois anos, um novo brinquedo é instalado, substituindo algum equipamento mais antigo. Em dezembro de 2015, foi a vez do Vaikuntudo, considerado o maior toboágua do mundo na categoria tornado 60, que possui 25 metros de altura, 240 metros de descida radical, passando por um túnel, uma queda e um funil gigante. Initial plugin text

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Chefe de facção que atua dentro e fora dos presídios brasileiros é transferido da PF em Foz do Iguaçu
Notícias SP
Chefe de facção que atua dentro e fora dos presídios brasileiros é transferido da PF em Foz do Iguaçu
São Paulo — Brasileiro chefe de facção criminosa é transferido para a penitenciária de Catanduvas Eduardo Aparecido de Almeida, um dos chefes do PCC, facção que atua dentro e fora dos presídios, foi transferido, nesta sexta-feira (20), da Delegacia da Polícia Federal (PF) em Foz do Iguaçu ...

São Paulo — Brasileiro chefe de facção criminosa é transferido para a penitenciária de Catanduvas Eduardo Aparecido de Almeida, um dos chefes do PCC, facção que atua dentro e fora dos presídios, foi transferido, nesta sexta-feira (20), da Delegacia da Polícia Federal (PF) em Foz do Iguaçu para a Penitenciária Federal de Catanduvas, no oeste do estado. A transferência, nesta manhã, ocorreu com a ajuda de um helicóptero da Polícia Civil. A medida leva em conta o grau de periculosidade de Almeida. Além disso, ele era foragido do sistema penitenciário paulista. Não há previsão de uma nova transferência. A transferência, nesta manhã, ocorreu com a ajuda de um helicóptero da Polícia Civil Marcos Landim/RPC Almeida foi preso na quarta-feira (18). Também conhecido como Pisca, ele estava em casa em Assunção, na capital do Paraguai, onde vivia com nome falso. A prisão ocorreu durante uma operação conjunta da Secretaria Nacional Antidrogas (Senad), do Ministério Público paraguaio e da PF. O suspeito foi expulso do Paraguai e entregue à PF na aduana da Receita Federal em Foz do Iguaçu por usar documentos brasileiros falsos no país vizinho. Além dele, foi preso outro suspeito de atuar na mesma facção, Ricardo Moraes Alves. Ele também foi transferido para Catanduvas nesta sexta-feira. Crimes Segundo a Procuradoria-Geral da República (PGR) do Paraguai, Pisca era o número 2 da facção no país e era responsável por coordenar o tráfico de drogas entre o Paraguai e a Bolívia. Contra ele havia mandados de prisão abertos por tráfico de drogas, tráfico de armas, associação criminosa, sequestro e homicídio. Ele é apontado como o sequestrador da mãe do jogador de futebol Kleber, que na época era lateral esquerdo do Santos. O crime aconteceu em agosto de 2006. A Polícia Federal investiga ainda a suposta participação dos dois na organização do mega-assalto à sede da Prosegur em Ciudad del Este, no Paraguai, em abril de 2017. O mega-assalto Na madrugada do dia 24 de abril de 2017, cerca de 40 assaltantes participaram do roubo de mais de US$ 11,7 milhões – o equivalente a R$ 40 milhões - da transportadora de valores. No dia do assalto, um policial paraguaio foi preso na troca de tiro com os assaltantes. Em buscas feitas no Brasil após a fuga do grupo, foram apreendidos explosivos e armas de vários calibres, como fuzis, e recuperados R$ 4,5 milhões em cédulas de real, guarani e dólar. No total, 12 suspeitos de envolvimento no crime permanecem presos – quatro deles no país vizinho. Dos oito inquéritos abertos pela Polícia Federal do Brasil, um foi concluído e sete estão em andamento. A PF não informou quem defende os citados. Eduardo Aparecido de Almeida, um dos chefes do PCC, foi preso em Assunção Divulgação Veja mais notícias da região no G1 Oeste e Sudoeste.

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Morador de rua é alvo de ladrões e boletim de ocorrência permite reencontro com família 37 anos depois; VÍDEO
Notícias SP
Morador de rua é alvo de ladrões e boletim de ocorrência permite reencontro com família 37 anos depois; VÍDEO
São Paulo — Homem em situação de rua em Campinas reencontra família após 37 anos Do adeus à família para buscar emprego no Paraguai aos recursos limitados nas ruas do Centro de Campinas (SP) foram 37 anos. Em situação de rua, Fabiano Moreira Gomes passou por acasos que mudaram seu destino....

São Paulo — Homem em situação de rua em Campinas reencontra família após 37 anos Do adeus à família para buscar emprego no Paraguai aos recursos limitados nas ruas do Centro de Campinas (SP) foram 37 anos. Em situação de rua, Fabiano Moreira Gomes passou por acasos que mudaram seu destino. Após ganhar perfil no Facebook e ser vítima em um registro policial, foi localizado pelos irmãos. A distância deu lugar a um reencontro surpreendente. Os primeiros momentos com a família foram registrados em vídeos. Aquele 13 de julho de 2018 ficará marcado para sempre. "Não imaginava. Não esperava essa maravilha de encontrar meus parentes. Meus pais, meus irmaõs, meus sobrinhos", conta o homem, hoje com 63 anos. Sem histórico de álcool e drogas, Fabiano era conhecido de quem passava com frequência na Avenida Francisco Glicério, uma das principais da cidade. Um lugar que marcou pelo sofrimento. "Eu vivi sete anos na rua, mas fora dos meus parentes, 37 anos. Antes desse tempo andei em vários lugares, Paraguai, Paraná, trabalhando em outros serviços. E na rua fiquei um ano e quatro meses sem tomar banho, sem molhar nem a sola da mão", lembra Fabiano. Foto de Fabiano Moreira Gomes quando vivia em situação de rua, em Campinas. Reprodução/Facebook Com pai e mãe ainda vivos, ambos com 87 anos, a caçula de nove filhos Marta Gomes Dias, de 43, tinha apenas 6 quando o irmão foi tentar ganhar a vida no Paraguai. Quando pensava nele, achava que estaria com família ou até morto. Mas a esperança era sempre alimentada pela mãe. "Minha mãe dizia: 'Eu não vou morrer antes de ver meu filho'. Ela tinha certeza, sentia no coração que ele estava vivo", conta Marta, emocionada. Esperança Os cerca de 350 km que separavam Fabiano da família, religiosa e residente no bairro Jardim Santa Fé, em Olímpia (SP), começaram a ser encurtados quando uma comerciante da região central decidiu fazer um perfil do morador de rua no Facebook, conta a irmã. Coincidentemente, uma das cunhadas de Fabiano viu o perfil e a foto chegou aos irmãos. A semelhança com o pai deles impressionou. Mãe e pai de Fabiano Moreira Gomes moram em Olímpia, SP Marta Gomes Dias Marta tentou contato pela rede social e enviou a foto do irmão para mídias e classificados na esperança de localizá-lo. "Ele não me respondeu pelo Facebook. Enviei a foto dele pro Brasil inteiro, mas não tive retorno". As buscas terminariam dias depois, com uma solução bem próxima da rotina de Marta. Vigilante no Fórum da cidade, ela pediu ajuda a um policial militar. Com nome e data de nascimento, a procura foi por meio de registros na Polícia Civil. Os mesmos dados estavam num boletim de ocorrência registrado em março deste ano. Fabiano havia sofrido uma tentativa de furto ao carrinho que usava para transportar seus poucos pertences. "Um dia depois que o descobrimos na rede social, comecei a procurar, mandar foto nos classificados. Foi uma semana desde que localizaram o Fabiano na rede social e até localizar o B.O.. A gente conseguiu o endereço da delegacia e foi pra Campinas. Foi muito rápido", conta a irmã. "Foi muita surpresa. Não tem nem palavras para agradecer a Deus por esse privilégio de ter encontrado ele", diz Marta. Fabiano Moreira Gomes com aproximadamente 26 anos dias antes de sair de casa para procurar emprego no Paraguai Arquivo pessoal/Marta Gomes Dias Viagem de ida e volta Os pais foram informados com todo o cuidado por conta da hipertensão e da saúde frágil. À meia-noite de 13 de julho, Marta e dois dos irmãos saíram de carro de Olímpia rumo à Campinas. A viagem foi longa até encontrarem o local exato. Às 8h30 estavam na porta da delegacia. "A gente entrou em contato com um policial e ele disse onde a gente poderia encontrar uma pensão, o endereço que ele deu quando fez o B.O.. Eram dois quarteirões da delegacia. A gente foi andando a pé e todo mundo que a gente via na rua, a gente olhava", conta. Ao chegarem na pensão, foi o próprio Fabiano quem os recebeu. Os irmãos não demoraram a contar o própósito da visita e as lembranças que vieram à tona foram suficientes para homem ter a certeza de que estava diante da sua família e, principalmente, saber que os pais estavam vivos e esperando por ele. "A gente começou a falar coisas do passado que só ele mesmo poderia lembrar. Pra ele acreditar que era a família mesmo. Foi caindo a ficha, a felicidade foi demais. Ele ficou em choque. [Quando soube dos pais] ele chorou de emoção, pra ele foi uma surpresa". Fabiano integra programas de assistência da Prefeitura de Campinas e, resolvidas as questões burocráticas, entrou no carro com os irmãos às 12h30 do mesmo dia. No fim da tarde, ele já estava jutno de seus pais em Olímpia. Fabiano Moreira Gomes abraça pai e mãe no reencontro após 37 anos sem dar notícias, em Olímpia. Arte/G1 "[Os pais] estavam sentadinhos. Os vizinhos, todo mundo na rua querendo ver, esperando a volta dele, pessoas que nunca viram ele na vida, mas todo mundo queria ver". "Deus te abençoe", diz o pai, no vídeo. O abraço nos pais foi longo e de poucas palavras. Um a um, os irmãos se revezaram entre carinho e muita emoção. Acolhido na casa de Marta, onde a familía busca ajuda de doações para construir um quartinho pra ele, Fabiano ainda parece sob o encanto de toda a mudança em sua vida. "Senti uma coisa muito maravilhosa.[...] É dura a situação, né, a vida de um pobre. Não tenho mais palavras", diz já com a voz embargada, emocionado. Família de Fabiano Moreira Gomes em Olímpia conta com oito irmãos, 20 sobrinhos e ao menos 10 sobrinhos netos. Marta Gomes Dias Medo das pessoas O resgate dos laços familiares de Fabiano vinha sendo uma missão também para Cláudia Gripe nos últimos meses, principalmente nas últimas semanas. Ela é monitora social do programa SOS Rua, da Prefeitura, acompanhava o caso dele e nem desconfiava que o encontro estava prestes a acontecer. Conta que sempre esbarrava na dificuldade que Fabiano apresentava para se aproximar das pessoas. "Ele tem um longo histórico de rua em Campinas. A princípio não aceitava nenhum tipo de aproximação. Sofreu várias violências nesses anos, mas, quando acontecia alguma coisa muito grave, ele pedia para chamar assistência e Samu", conta. "Já tentaram roubar as coisas dele, já foi ferido gravemente, teve algumas passagens pelo Hospital Municipal Dr. Mário Gatti, [HC da] Unicamp. Ele tem diabetes, pressão alta", completa. Fabiano Moreira Gomes com Cláudia Gripe e os irmãos no dia em que a família foi buscá-lo em Campinas Marta Gomes Dias Depois que as coisas não deram certo no Paraguai e a passagem por cidades no Sul e Sudeste até parar em Campinas, o emprego não veio como imaginava e a rua foi a opção que restou. "Eu não consegui serviço. Quando eu pedia, me enrolavam. Meu troquinho acabou e fui pra rua, fui viver do que o povo me dava", lembra Fabiano. Passados alguns anos, ele aceitou o acolhimento da Prefeitura. Conseguiu assistência médica, alimento, moradia, benefícios. Era uma das 623 pessoas em situação de rua em Campinas, até o dia 13 de julho. "Foi um desfecho muito surpreende. Toda a evolução do caso foi surpreendente, era uma pessoa que não aceitava nenhum tipo de aproximação. Eram poucas vezes que ele aceitava ajuda, foi acompanhado por vários profissionais. Resultado de um trabalho de parceria. É uma realização", diz Cláudia. Veja mais notícias da região no G1 Campinas

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Três mil bombeiros militares passaram por atendimento psicológico em 2017 no AP
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Três mil bombeiros militares passaram por atendimento psicológico em 2017 no AP
Brasil — Atendimentos são ofertados aos militares e aos familiares Cassio Albuquerque/Arquivo G1 A intensidade e as emoções dentro do Corpo de Bombeiros atingem os militares das mais diversas formas, seja no trabalho interno ou na atuação direta no salvamento de vidas. No Amapá, a corporaç...

Brasil — Atendimentos são ofertados aos militares e aos familiares Cassio Albuquerque/Arquivo G1 A intensidade e as emoções dentro do Corpo de Bombeiros atingem os militares das mais diversas formas, seja no trabalho interno ou na atuação direta no salvamento de vidas. No Amapá, a corporação tem atuado na orientação desses profissionais e, no ano passado, realizou quase três mil atendimentos psicológicos no setor de saúde da instituição. Os serviços variam entre análises, consultas e conversas que algumas vezes resultam em pedidos de afastamento das funções. O acompanhamento é feito de forma mais próxima pelo Centro de Saúde dos Bombeiros, que além dos atendimentos psicológicos, atua com diversas especialidades médicas que resultaram 19 mil consultas e procedimentos no ano passado. "Prestamos atendimento diário e também estamos sempre prontos a atuar nas situações que são de trauma, perda familiar, condições de desastres dos bombeiros. Atuamos nas sessões de terapia e no encaminhamento ao setor de psiquiatria para prescrição de medicamentos", detalhou o tenente-coronel Pedromar Valadares, chefe em exercício do Centro de Saúde. Profissionais que atuam em ações de resgate e salvamento são maior demanda Abinoan Santiago/G1 Além dos problemas relacionados à mente, são atendidos em grande número os bombeiros que apresentam necessidade de tratamento de fisioterapia e ortopédico, com 1.805 e 1.684 atendimentos no ano passado, respectivamente. Os serviços são oferecidos gratuitamente. "O nível de estresse desenvolvido pelos militares e a necessidade de afastamento ela é menor do que poderia ser. Essa é a missão do Centro, cuidar de quem salva, fazer esse acolhimento e devolver esse militar nas melhores condições possíveis, física e mental", destacou Valadares. Tenente-coronel Pedromar Valadares, médico e coordenador do Centro John Pacheco/G1 O Centro de Saúde também recebe os familiares dos bombeiros, mas o tenente-coronel reforça que maior parte dos serviços são oferecidos aos militares. Segundo ele, a resistência de profissionais a buscar tratamento de saúde é pequena e que eles têm consciência sobre os riscos. "Atrás da farda existe uma pessoa, suas frustrações físicas e emocionais e então é diferente. O serviço está de prontidão para atuar. Existem situações onde a pessoa civil atendida pela equipe vem a óbito e temos profissionais para atender momentaneamente esse profissional", reitera. A equipe de saúde do Corpo de Bombeiros é composta por 46 membros entre militares e trabalhadores da área médica cedidos, como especialistas, enfermeiros, dentistas, psicólogos, assistentes sociais e fisioterapeutas. Tem alguma notícia para compartilhar? Envie para o Tô Na Rede!

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Homem é preso após tentar estuprar filha adolescente em Porto Velho
Notícias BR
Homem é preso após tentar estuprar filha adolescente em Porto Velho
Brasil — Homem foi encaminhado à Central de Flagrantes para registro de ocorrência Toni Francis/G1 Um homem foi preso por tentativa de estupro à filha de 16 anos no último sábado (21) em Porto Velho. Segundo o boletim, o homem aparentava embriaguez e a vítima foi socorrida por vizinhos. ...

Brasil — Homem foi encaminhado à Central de Flagrantes para registro de ocorrência Toni Francis/G1 Um homem foi preso por tentativa de estupro à filha de 16 anos no último sábado (21) em Porto Velho. Segundo o boletim, o homem aparentava embriaguez e a vítima foi socorrida por vizinhos. No registro da ocorrência a vítima relata que estava na casa do pai lavando no banheiro as roupas do filho, de seis meses, quando o homem entrou no local, aparentando estar embriagado, e começou a gritar com a adolescente. Em seguida, o suspeito agarrou o queixo da menor e tentou lhe beijar. A jovem conta que correu para o quarto da madrasta e pegou o bebê. O suspeito então tentou tirar a criança das mãos da vítima e lhe agarrar diversas vezes, chegando a enforcar e socar a cabeça da adolescente. Ainda segundo a ocorrência, a vítima conseguiu se desvencilhar das agressões e fugiu para a rua para pedir ajuda, quando foi socorrida por vizinhos. O homem foi preso por tentativa de estupro e levado à Central de Flagrantes para o registro da ocorrência.

📰 Homem é preso após tentar estuprar filha adolescente em Porto Velho

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Recém-nascida encontrada com suspeitos de matar grávida para roubar bebê tem estado estável
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Recém-nascida encontrada com suspeitos de matar grávida para roubar bebê tem estado estável
São Paulo — Bebê roubado da barriga da mãe em Paraibuna é recuperado no Rio de Janeiro Divulgação/ Polícia Civil A Prefeitura de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, informou neste domingo (15) que a bebê levada para o Hospital Municipal Dr. Moacyr Rodrigues do Carmo por policiais da Co...

São Paulo — Bebê roubado da barriga da mãe em Paraibuna é recuperado no Rio de Janeiro Divulgação/ Polícia Civil A Prefeitura de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, informou neste domingo (15) que a bebê levada para o Hospital Municipal Dr. Moacyr Rodrigues do Carmo por policiais da Core, na manhã deste sábado (14), está em estado estável. A criança foi encontrada com um casal suspeito de matar uma mulher grávida para roubar o bebê que ela gerava em Paraibuna (SP). A Secretaria Municipal de Caxias informou ainda que aguarda os resultados de outros exames realizados na criança. Ainda não são permitidas visitas por orientação da justiça. A bebê pesa 2.715 kg. A mãe da menina, Leilah do Santos, de 39 anos, foi encontrada morta em Paraibuna (SP) com um corte no abdômen às margens da represa no último dia 4. De acordo com o delegado responsável pelo caso, Raian Brega Araújo, após a verificação das imagens do cartório, em que a suspeita tentava registrar um bebê, os policiais receberam uma denúncia anônima informando a localização dela e do namorado, suspeito de ser comparsa na ação. O delegado avisou a polícia do Rio de Janeiro, que foi até a casa indicada e conseguiu localizar os suspeitos e o bebê. O casal é de São José dos Campos, mas estava escondido no Rio de Janeiro após o caso ganhar repercussão. A família da grávida morta já informou que quer a guarda da criança. Apesar do desejo da família, a decisão sobre o futuro do recém-nascido será da Justiça - não há prazo. O caso deve ser acompanhado por conselheiros tutelares nos próximos dias.

📰 Recém-nascida encontrada com suspeitos de matar grávida para roubar bebê tem estado estável

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Destaques Principais Impacto Político e Econômico: Análise preliminar aponta desdobramentos diretos na rotina local e internacional. Reação dos Mercados e da População: Os acontecimentos geraram repercussão imediata nos setores atingidos.

Novas informações devem ser publicadas ao longo do dia à medida que as fontes oficiais confirmarem os detalhes.

Caminhão pega fogo e causa lentidão na rodovia Castello Branco, em SP; veja vídeo
Notícias SP
Caminhão pega fogo e causa lentidão na rodovia Castello Branco, em SP; veja vídeo
São Paulo — Caminhão pega fogo na Rodovia Castello Branco em SP Um caminhão pegou fogo na Rodovia Castello Branco, na altura do km 43, em Araçariguama, por volta de 13h30 deste sábado (14), informou a concessionária ViaOeste. O veículo teve um incêndio no cavalo mecânico, e ninguém se feriu. U...

São Paulo — Caminhão pega fogo na Rodovia Castello Branco em SP Um caminhão pegou fogo na Rodovia Castello Branco, na altura do km 43, em Araçariguama, por volta de 13h30 deste sábado (14), informou a concessionária ViaOeste. O veículo teve um incêndio no cavalo mecânico, e ninguém se feriu. Uma faixa ficou interditada no sentido São Paulo e provocou lentidão no trecho. Por volta das 15h30, a via estava liberada. Vídeo publicado em uma rede social mostra o momento em que o veículo era tomado pelo fogo (veja acima). A fumaça podia ser vista ao longo da estrada.

📰 Caminhão pega fogo e causa lentidão na rodovia Castello Branco, em SP; veja vídeo

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Adolescente morre após passar mal em chácara de Araçoiaba da Serra
Notícias SP
Adolescente morre após passar mal em chácara de Araçoiaba da Serra
São Paulo — Uma adolescente de 16 anos morreu depois de passar mal em uma chácara, na tarde deste domingo (8), em Araçoiaba da Serra (SP) . De acordo com a Polícia Militar, ela participou de uma festa realizada no bairro Bosque dos Eucaliptos. A garota teria acordado passando mal e foi levada ...

São Paulo — Uma adolescente de 16 anos morreu depois de passar mal em uma chácara, na tarde deste domingo (8), em Araçoiaba da Serra (SP) . De acordo com a Polícia Militar, ela participou de uma festa realizada no bairro Bosque dos Eucaliptos. A garota teria acordado passando mal e foi levada ao pronto atendimento por outras pessoas que estavam na chácara. Ela teria chegado sem vida ao PA, aparentemente após sofrer uma parada cardiorrespiratória. Ainda conforme a polícia, 11 pessoas participaram da festa em que a menina estava. O Conselho Tutelar foi acionado para acompanhar a ocorrência. Uma amiga da vítima, de 16 anos e moradora de Mauá (SP), foi levada a um abrigo provisório. O corpo da menina foi levado ao Instituto Médico Legal (IML) de Sorocaba. A Polícia Civil vai investigar o caso. Em nota, a Prefeitura de Araçoiaba da Serra confirmou a ocorrência e informou que a garota, moradora de Santo André, passou o fim de semana na cidade. Os pais já foram contatados, de acordo com a administração municipal. *Com informações de Jomar Bellini Veja mais notícias da região no G1 Sorocaba e Jundiaí

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Bombeiros combatem vários focos de incêndio no Distrito Industrial em Uberlândia; veja vídeo
Notícias BR
Bombeiros combatem vários focos de incêndio no Distrito Industrial em Uberlândia; veja vídeo
Brasil — Bombeiros trabalham para conter fogo em reserva florestal e pastagem em Uberlândia Equipes do Corpo de Bombeiros trabalharam na tarde desta segunda-feira (23) para conter focos de incêndio na LMG- 749, no Distrito Industrial de Uberlândia. Segundo as primeiras informações, eram qu...

Brasil — Bombeiros trabalham para conter fogo em reserva florestal e pastagem em Uberlândia Equipes do Corpo de Bombeiros trabalharam na tarde desta segunda-feira (23) para conter focos de incêndio na LMG- 749, no Distrito Industrial de Uberlândia. Segundo as primeiras informações, eram quatro focos, sendo três em área de pastagem e um em reserva florestal. O fogo foi registrado no início da tarde e três guarnições foram para a região com pelo menos nove militares. Ainda não se sabe as causas dos incêndios. Alguns trechos do anel viário Norte precisaram ser interditados e a Polícia Militar (PM) acompanhou a ocorrência para auxiliar na organização do trânsito. A Defesa Civil e o Departamento Municipal de Água e Esgoto (Dmae) também auxiliaram no combate às chamas. Fogo atinge reserva florestal e pastagem em Uberlândia Ana Laura França/G1

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Turistas encontram Beach Park fechado um dia após acidente e procuram outros passeios
Notícias SP
Turistas encontram Beach Park fechado um dia após acidente e procuram outros passeios
São Paulo — Placa informa fechamento do parque um dia após acidente com morte de turista Valdir Almeida/G1 O parque aquático Beach Park permaneceu fechado nesta terça-feira (17), um dia após o acidente que deixou um turista morto, após cair de um brinquedo. Turistas que se programaram para...

São Paulo — Placa informa fechamento do parque um dia após acidente com morte de turista Valdir Almeida/G1 O parque aquático Beach Park permaneceu fechado nesta terça-feira (17), um dia após o acidente que deixou um turista morto, após cair de um brinquedo. Turistas que se programaram para visitar o equipamento tiveram que optar por passeios opcionais para não perder o dia de estadia no Ceará. Ricardo José Hilário da Silva, conhecido como Ricardo Hill, sofreu uma pancada na cabeça em um acidente no brinquedo Vainkará, no Beach Park, parque aquático na Grande Fortaleza. Ele descia em uma boia com mais três pessoas. Segundo relato de testemunhas ao G1, em um ponto do brinquedo a boia subiu acima do esperado, virou e caiu bruscamente no chão do toboágua. O corpo foi liberado na manhã desta terça-feira. Beach Park está fechado um dia após o acidente em brinquedo Valdir Almeida/G1 Na porta do Beach Park foi colocado um aviso que informa aos visitantes que as instalações do aquaparque não iria funcionar. Muitos turistas foram pegos de surpresa com a notícia. A assessoria do parque afirmou que, quem comprou ingressos para esta terça pode retornar outro dia ou optar por receber o reembolso. A previsão é que o aquaparque seja reaberto na quarta-feira (18). A estudante Eduarda Sousa, que viajou de Belém para Fortaleza, disse que pretendia ir ao parque nesta terça. Ela conta que já havia visitado o parque outra vez, gostou do passeio e resolveu voltar. O acidente prejudicou o passeio já que foi preciso procurar uma nova opção, segundo a turista. Ainda assim, ela comentou que pretende visitar o equipamento amanhã. "Se estivesse aberto, era pra eu ir hoje, mas não deu. A gente fica chateada, mas se abrir amanhã eu vou. Eu não tenho medo desse tipo de brinquedo, até gosto, vai ser legal", comentou. Veja como é a descida do brinquedo Vainkará, do Beach Park Já Samantha Trindade, que acompanha Eduarda, disse que não vai ter mais coragem de descer nos brinquedos mais radicais. Ela conta que já não gostava, mas que iria acompanhar a amiga. Ainda assim, ela avaliou como positiva estadia no Ceará. "Não me prejudicou, de forma alguma, porque eu já não gosto mesmo desse tipo de passeio [radical]. Então, no geral, eu gostei muito daqui", disse. Passeios alternativos Atração 'Vainkará' em fase final de construção, em foto tirada em 22 de junho Geraldo Jr. Enquanto o G1 esteve no Beach Park, na manhã desta terça, diversos grupos de turistas disseram que optaram por outros passeios, já que o parque não foi aberto para visitas. Os principais destinos dos visitantes foram as praias de Canoa Quebrada, Praianha, Praia do Japão e Praia das Fontes. Além disso, turistas resolveram visitar pontos do Centro de Fortaleza, como o Mercado Central. A matogrossense Denise Farias, que veio com os filhos para as férias escolares, optou pelo Mercado Central como passeio hoje, após encontrar o parque fechado. Denise lamentou o acidente, mas afirmou que isso não deve manchar a imagem do local. "É um lugar muito bom para passear." Um vendedor de passeios, que preferiu não se identificar, disse que o movimento foi maior do que de costume. "Como não pode ir para o parque, muita gente resolve sair. Vão para as praias fazem os passeios pra não ficar só no hotel. Vamos esperar pra ver como vai ser o movimento amanhã. Espero que não reduza nada" comentou. Durante esta manhã, a Polícia Civil e a Perícia Forense vistoriou o brinquedo onde ocorreu o acidente e fez uma perícia no local. No entanto, o resultado não foi divulgado. Turista morreu em acidente no Beach Park Arte G1 O que é o Beach Park É um dos maiores parques aquáticos do mundo. Fica à beira da praia da Porto das Dunas, a 26 km de Fortaleza. No ano passado, atraiu pela primeira vez um milhão de visitantes. O empreendimento foi beneficiado com aumento das viagens domésticas no país, que substituíram os passeios internacionais devido à crise. O Beach Park faz parte de um complexo que inclui parque aquático, restaurante de praia, hotel e três resorts, o mais recente deles inaugurado em 2013. O público majoritário do local é de turistas de outros estados brasileiros. São Paulo e Rio de Janeiro, respectivamente, aparecem como a procedência dos maiores de visitantes, só então seguidos pelos cearenses. A cada dois anos, um novo brinquedo é instalado, substituindo algum equipamento mais antigo. Em dezembro de 2015, foi a vez do Vaikuntudo, considerado o maior toboágua do mundo na categoria tornado 60, que possui 25 metros de altura, 240 metros de descida radical, passando por um túnel, uma queda e um funil gigante. Initial plugin text

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Você viu? Ex-juiz é preso, UFMA é condenada por erro médico e outras notícias do G1 MA
Notícias BR
Você viu? Ex-juiz é preso, UFMA é condenada por erro médico e outras notícias do G1 MA
Brasil — Confira o resumo de algumas das principais reportagens e as mais acessadas pelos leitores do G1 Maranhão nesta semana de 15 a 21 de julho: Domingo (15/07) Com um gol de Adauto, o Imperatriz venceu o Treze por 1 a 0 no jogo de ida da semifinal da Série D. O Cavalo de Aço agora depe...

Brasil — Confira o resumo de algumas das principais reportagens e as mais acessadas pelos leitores do G1 Maranhão nesta semana de 15 a 21 de julho: Domingo (15/07) Com um gol de Adauto, o Imperatriz venceu o Treze por 1 a 0 no jogo de ida da semifinal da Série D. O Cavalo de Aço agora depende de um empate na próxima segunda-feira (23) para garantir a vaga na decisão da competição. No mesmo dia, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) anunciou a recuperação de uma caminhonete roubada na BR-316, no município de Caxias, a 360 km de São Luís. A ocorrência foi no Km 551 da BR-316, quando os policiais rodoviários abordaram um enfermeiro de 28 anos, que era o condutor da caminhonete. Apreensão da caminhonete foi encaminhada para o plantão da Polícia Civil em Caxias Divulgação/Polícia Rodoviária Federal Segunda-feira (16/07) Abriram as inscrições para o Processo Seletivo de Acesso à Educação Superior (Paes) 2019 da Universidade Estadual do Maranhão (Uema). As inscrições vão até o dia 10 de agosto. UEMA abriu inscrições para o Processo Seletivo de Acesso à Educação Superior (Paes) 2019. Honório Moreira / Divulgação Terça-feira (17/07) Uma operação da Polícia Federal, em conjunto com a Polícia Civil do Maranhão e do Paraná, prendeu em São Luís quatro suspeitos de integrar quadrilha que aplicava golpes pelo aplicativo whatsapp. A ação foi um desdobramento de um pedido de investigação que partiu de ministros do governo Michel Temer depois de terem telefones celulares clonados. Homem suspeito de chefiar quadrilha de golpes no whatsapp foi preso em São Luís Ainda na terça, a Polícia Civil cumpriu a um mandado de busca e apreensão contra o juiz de direito aposentado de Tocantins, Erivelton Cabral Silva. Ele responde a vários processos por porte de ilegal arma de fogo, ameaça, tentativa de homicídio e agora é investigado por suspeita de coagir membros do Ministério Público e do Poder Judiciário em processos criminais movidos contra ele. Ex-juiz Erivelton Cabral foi preso por suposta coação a membros no Ministério Público e do Poder Judiciário Reprodução/TV Mirante Quarta-feira (18/07) O ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Ronaldo Fonseca, informou que o governo federal editará uma medida provisória para criar um “fundo de desenvolvimento ferroviário nacional”. O dinheiro do fundo será usado, a princípio, para viabilizar a obra do trecho da ferrovia Norte-Sul entre o Pará e o Maranhão. No mesmo dia, a Justiça Federal anunciou uma condenação à Universidade Federal do Maranhão por erro médico. Na ação, uma paciente do Hospital Universitário disse que fez uma laqueadura tubária, mas foi surpreendida por uma nova gestação de risco um ano e nove meses depois. Pelo erro, a UFMA foi condenada a pagar indenização por danos morais no valor de R$ 143.300,00. UFMA foi condenada pela Justiça por conta de erro médico cometido no Hospital Materno Infantil Reprodução/TV Mirante Quinta-feira (19/07) A Fundação Antonio Dino anunciou que o Governo Estadual se comprometeu a destinar recursos do Fundo Estadual de Combate ao Câncer para garantir o funcionamento de três serviços no Hospital do Câncer Aldenora Bello. Anteriormente, o Hospital havia anunciado que deixaria de oferecer o Serviço de Pronto Atendimento (SPA), o Atendimento Domiciliar e o Tratamento da Dor e Cuidados Paliativos por falta de recursos. A Fundação também havia culpado o governo por não receber um apoio de R$ 237.000,00 mensais correspondente a diferença entre recursos do SUS e o custo dos serviços. Hospital Aldenora Bello anunciou a paralisação de três serviços a partir do dia 12 de agosto Divulgação/FAJD Ainda na quinta (19/07), o Ministério Público do Maranhão divulgou que uma inspeção constatou estruturas precárias na escola municipal Unidade Escolar Thomaz de Aquino Andrade, em São Luís. O MP-MA detectou que a unidade não possui espaço para o armazenamento da merenda escolar que é colocada, de forma improvisada, na sala da secretaria. Na cozinha, a comida é preparada ao lado de um ralo de esgoto aberto e o odor forte sinalizaria o risco de contaminação dos alimentos servidos na merenda escolar. Unidade Escolar Thomaz de Aquino Andrade, na Vila Lobão Divulgação/Ministério Público do Maranhão A Polícia Civil também concluiu o inquérito envolvendo uma bebê de 51 dias encontrada com sinais de agressão na cidade de Dom Pedro. De acordo com o delegado substituto da regional de Presidente Dutra, o inquérito apontou que a bebê, chamada Heloísa, tinha lesões nos órgãos sexuais. A mãe, Natália Carneiro, foi indiciada por homicídio qualificado e tortura e depois encaminhada para o Presídio Jorge Vieira, na cidade de Timon. Já o pai, que é menor de idade, foi apreendido e transferido para um Centro de Juventude em São Luís. Nathalia Carneiro de Oliveira foi presa por suspeita de homicídio do filho de um mês de vida Divulgação/Polícia Civil Sexta-feira (20/07) Foram encontrados os corpos das irmãs Maria da Conceição Costa Lima, de 14 anos, e Maria Vitória Costa Lima, de 10 anos. Elas se afogaram no rio Mearim, em Trizidela do Vale, a 278 km de São Luís. O caso aconteceu por volta das 17h desta quinta-feira (19). No mesmo dia, a Polícia Civil também realizou uma operação em São Luís para cumprir com mandados de prisão preventiva contra um grupo de pessoas suspeitas de participação no linchamento de um homem identificado como Ernande Gonçalves de Souza, de 29 anos. O caso aconteceu no dia 3 de junho de 2018. Quatro suspeitos foram presos. Quatro pessoas foram presas por suspeitas de participação em um linchamento em São Luís Reprodução/TV Mirante No mesmo dia, um problema no sistema de radar afetou os pousos e decolagens em aeroportos de São Paulo e causou reflexos no Aeroporto Marechal da Cunha Machado, em São Luís. Ao menos três voos de Guarulhos para o Aeroporto Marechal da Cunha Machado sofreram atrasos, segundo a Infraero. Sábado (21/07) Um homem de 27 anos, que não teve a identidade revelada pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), foi flagrado transportando maconha no Km 156 da BR-010, em Porto Franco. Os policiais disseram que, na revista do ônibus que fazia linha Goiânia-GO – Belém-PA, eles revistaram as bagagens e encontraram seis tabletes de maconha. Os volumes totalizaram 4,5 kg. A droga foi encontrada em uma mala preta. Depois que identificaram o dono da mala, os policiais deram voz de prisão ao homem e o encaminharam para a Delegacia de Polícia Civil em Estreito. PRF diz que identificou dono da mala e o conduziu à delegacia em Estreito Divulgação / PRF

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Festival do Camarão aumenta procura de passagens no AP com destino ao Afuá
Notícias BR
Festival do Camarão aumenta procura de passagens no AP com destino ao Afuá
Brasil — Festivbal do Camarão reúne milhares de habitantes do Amapá em Afuá Jorge Abreu/G1 Faltando menos de uma semana, o Festival do Camarão já provoca o aumento de procura por passagens, na rampa do bairro Santa Inês, orla de Macapá. A programação cultural e gastronômica acontece no per...

Brasil — Festivbal do Camarão reúne milhares de habitantes do Amapá em Afuá Jorge Abreu/G1 Faltando menos de uma semana, o Festival do Camarão já provoca o aumento de procura por passagens, na rampa do bairro Santa Inês, orla de Macapá. A programação cultural e gastronômica acontece no período de 27 a 29 de julho, no município de Afuá, interior do Pará. Em todos os anos, o evento mobiliza milhares de habitantes do Amapá. Apesar da procura, a expectativa ainda não foi alcançada pelas empresas de transportes fluviais, que esperam dobrar a demanda nos dias próximos do início da festa. Ely Machado, vendedora de passagens fluviais Jorge Abreu/G1 De acordo com a vendedora de passagens, Ely Machado, muitas pessoas passam pela rampa para pedir informações sobre preços, horários e exigências relacionadas a documentação. Ela destaca o valor em média para Afuá está no valor de R$ 45. “A partir dessa semana, esperamos que o movimento seja intensificado. A próxima tabela de passagens é com saídas diárias. Todos os anos são assim: o passageiro vem em cima da hora e atende nossa expectativa”, disse. Músico Raul lano Gonçalves será uma das atrações no Festival do Camarão Jorge Abreu/G1 Natural do Áfua, o músico Raul lano Gonçalves será uma das atrações no Festival do Camarão. Ele mora em Macapá desde 2009 e ressalta que o evento une ainda mais a cultura e economia dos estados do Amapá e Pará. “O Festival do Camarão representa, pra mim, o ápice da cultura afuaense. Músicos se mobilizam para participar e pessoas se preparam o ano todo. A banda deve ir na próxima sexta-feira (27), mas eu vou antes, por ser do Afuá”, relatou. Tem alguma notícia para compartilhar? Envie para o Tô Na Rede!

📰 Festival do Camarão aumenta procura de passagens no AP com destino ao Afuá

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Céu nublado marca início da semana em cidades da Zona da Mata e Campo das Vertentes
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Céu nublado marca início da semana em cidades da Zona da Mata e Campo das Vertentes
Brasil — Cidades da Zona da Mata e Vertentes devem apresentar céu nublado a parcialmente nublado neste início de semana. Reprodução/TV Integração As cidades da Zona da Mata e do Campo das Vertentes terão céu nublado a parcialmente nublado durante o começo desta semana. De acordo com o Inst...

Brasil — Cidades da Zona da Mata e Vertentes devem apresentar céu nublado a parcialmente nublado neste início de semana. Reprodução/TV Integração As cidades da Zona da Mata e do Campo das Vertentes terão céu nublado a parcialmente nublado durante o começo desta semana. De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), a passagem de uma frente fria aumenta a nebulosidade na região e as temperaturas devem variar entre 11ºC e 29ºC. A umidade do ar pode chegar a 100% pela manhã e 50% no período da tarde. Há ainda a possibilidade de chuviscos isolados em algumas cidades. Confira as temperaturas em algumas cidades da região

📰 Céu nublado marca início da semana em cidades da Zona da Mata e Campo das Vertentes

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Segunda edição do ‘Encontro de Bateristas do Triângulo’ é nesta terça-feira em Uberlândia
Notícias BR
Segunda edição do ‘Encontro de Bateristas do Triângulo’ é nesta terça-feira em Uberlândia
Brasil — Festival de baterias de Uberlândia poderá quebrar recorde latino-americano Marco Crepaldi/Divulgação A partir das 19h30 desta terça-feira (24) a área externa do Teatro Municipal ficará lotada de baterias. Isso porque ocorrerá a 2ª edição do Encontro de Bateristas do Triângulo, que...

Brasil — Festival de baterias de Uberlândia poderá quebrar recorde latino-americano Marco Crepaldi/Divulgação A partir das 19h30 desta terça-feira (24) a área externa do Teatro Municipal ficará lotada de baterias. Isso porque ocorrerá a 2ª edição do Encontro de Bateristas do Triângulo, que neste ano contará com mais de 170 participantes tocando simultaneamente. Caso todos compareçam, esta, segundo a Prefeitura, será a maior reunião de percussionistas da América Latina. Na ocaisão, o grupo de bateristas amadores e profissionais executarão dez clássicos do rock. Músicos regionais como Dj, Thascya, Ricardo Simplício, Gustavo Solis, Jaqueline Marques, Dino Fonseca e Mauricio Ricardo vão apresentar números solos. Além da Banda Municipal, o grupo Venosa e BR Blues também se apresentarão. A primeira edição do evento, em 2017, reuniu 100 bateristas. O Teatro Municipal fica na Avenida Rondon Pacheco, nº 7.070, no Bairro Tibery.

📰 Segunda edição do ‘Encontro de Bateristas do Triângulo’ é nesta terça-feira em Uberlândia

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Will the Tate brothers be extradited from the US to the UK?
Notícias NY
Will the Tate brothers be extradited from the US to the UK?
Nova York / EUA — Andrew and Tristan Tate are set to face extradition proceedings in the US as British prosecutors issued 38 new charges against the brothers. 📰 Will the Tate brothers be extradited from the US to the UK? As atualizações mais recentes sobre o panorama em Nova York / EUA indic...

Nova York / EUA — Andrew and Tristan Tate are set to face extradition proceedings in the US as British prosecutors issued 38 new charges against the brothers.

📰 Will the Tate brothers be extradited from the US to the UK?

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Canada's Carney under pressure to fight back against Trump tariffs
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Canada's Carney under pressure to fight back against Trump tariffs
Nova York / EUA — The Canadian leader must weigh whether to make more concessions or take a tough stance as difficult trade talks drag on. 📰 Canada's Carney under pressure to fight back against Trump tariffs As atualizações mais recentes sobre o panorama em Nova York / EUA indicam movimentaç...

Nova York / EUA — The Canadian leader must weigh whether to make more concessions or take a tough stance as difficult trade talks drag on.

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Adolescente morre após passar mal em chácara de Araçoiaba da Serra
Notícias SP
Adolescente morre após passar mal em chácara de Araçoiaba da Serra
São Paulo — Uma adolescente de 16 anos morreu depois de passar mal em uma chácara, na tarde deste domingo (8), em Araçoiaba da Serra (SP) . De acordo com a Polícia Militar, ela participou de uma festa realizada no bairro Bosque dos Eucaliptos. A garota teria acordado passando mal e foi levada ...

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Etec faz feira voltada para emprego e estágio em Rio Preto
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Etec faz feira voltada para emprego e estágio em Rio Preto
São Paulo — A Etec de São José do Rio Preto (SP) faz nesta terça-feira (17) e quarta-feira (18) uma feira voltada par ao emprego e estágio. No evento são oferecidas mais de 400 vagas de emprego em vários setores. A feira é na Etec Philadelpho e são esperadas mais de 2 mil pessoas nos dois...

São Paulo — A Etec de São José do Rio Preto (SP) faz nesta terça-feira (17) e quarta-feira (18) uma feira voltada par ao emprego e estágio. No evento são oferecidas mais de 400 vagas de emprego em vários setores. A feira é na Etec Philadelpho e são esperadas mais de 2 mil pessoas nos dois dias. São nove estandes entre empresas e agências de trabalho. Os interessados devem levar o currículo impresso e no pen drive, documentos pessoais, comprovante de escolaridade e carteira de trabalho. A Etec fica na Avenida dos Estudantes, 3278, no Jardim Aeroporto, bem em frente ao aeroporto. A feira é voltada para toda a população e não apenas para os alunos. O horário de funcionamento é das 11h às 20h. Participantes da feira passam por triagem na Etec de Rio Preto Reprodução/TV TEM Veja mais notícias da região em G1 Rio Preto e Araçatuba

📰 Etec faz feira voltada para emprego e estágio em Rio Preto

As atualizações mais recentes sobre o panorama em São Paulo indicam movimentações importantes para os próximos dias. Acompanhe a cobertura detalhada do jornal O Palavreado.

Destaques Principais Impacto Político e Econômico: Análise preliminar aponta desdobramentos diretos na rotina local e internacional. Reação dos Mercados e da População: Os acontecimentos geraram repercussão imediata nos setores atingidos.

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3 verdades e 1 mito sobre o glúten!
Notícias SP
3 verdades e 1 mito sobre o glúten!
São Paulo — As polêmicas que existem sobre a restrição ou não do glúten na dieta não param. Essa proteína, presente no trigo, aveia, cevada e centeio é alergênica para pessoas que possuem predisposição para doença celíaca ou intolerância gastrointestinal. A maioria das pessoas acaba cortan...

São Paulo — As polêmicas que existem sobre a restrição ou não do glúten na dieta não param. Essa proteína, presente no trigo, aveia, cevada e centeio é alergênica para pessoas que possuem predisposição para doença celíaca ou intolerância gastrointestinal. A maioria das pessoas acaba cortando o glúten sem apresentar qualquer alteração negativa com seu consumo. Hoje, trouxe 3 verdades e 1 mito sobre ela:1. Pessoas com doença celíaca ou intolerância ao glúten necessitam retirá-lo da dieta por completo.Verdade. A doença celíaca é uma doença autoimune, na qual o corpo “entende” que a proteína é algo estranho e que precisa ser eliminada, e isso leva à redução da absorção de nutrientes e promoção de um estado inflamatório no intestino. Assim, pessoas com o diagnóstico médico dessa intolerância devem eliminar qualquer alimento com glúten.2. Os alimentos que contém glúten são grãos ricos em vitaminas do complexo B, minerais e fibras.Verdade. Os grãos integrais como trigo, aveia, cevada e centeio são fontes de vitaminas do complexo B, minerais como zinco e cobre e fibras alimentares em boas proporções.3. A retirada do glúten na dieta sem necessidade pode predispor à intolerância ao glúten.Verdade. Excluir da alimentação o glúten pode propiciar ao organismo um mecanismo de resistência, após à inclusão novamente, uma vez que ocorre um processo de defesa contra a proteína, levando à um grau de intolerância e baixa digestão. Isso pode gerar grandes desconfortos gastrointestinais.4. Todas as dietas de emagrecimento precisam retirar o glúten.Mito. Para pessoas que não apresentam doença celíaca ou intolerância ao glúten, não há necessidade de sua exclusão. Recomenda-se o consumo de alimentos integrais, evitando os refinados. O planejamento alimentar deve ser equilibrado e atender suas necessidades e costumes, sem restrições desnecessárias. Claro que, podemos variar nossa alimentação e utilizar outros alimentos feitos com farinhas de arroz, oleaginosas, para garantir alta carga nutricional e evitar monotonia alimentar. Mas lembre-se, apenas o seu nutricionista pode adequar a sua dieta. Não faça mudanças rígidas sem um acompanhamento adequado!

📰 3 verdades e 1 mito sobre o glúten!

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Mulher é presa em Caxias do Sul  após simular o próprio sequestro e da filha para extorquir ex-marido
Notícias SP
Mulher é presa em Caxias do Sul  após simular o próprio sequestro e da filha para extorquir ex-marido
São Paulo — Três suspeitos foram presos pela polícia em Caxias do Sul Divulgação/Polícia Civil Duas mulheres e um homem foram presos em Caxias do Sul, na Serra do Rio Grande do Sul, suspeitos de extorsão de um empresário de São Paulo. De acordo com a polícia, os suspeitos forjaram o seques...

São Paulo — Três suspeitos foram presos pela polícia em Caxias do Sul Divulgação/Polícia Civil Duas mulheres e um homem foram presos em Caxias do Sul, na Serra do Rio Grande do Sul, suspeitos de extorsão de um empresário de São Paulo. De acordo com a polícia, os suspeitos forjaram o sequestro da filha, de 8 anos, e da ex-mulher da vítima. A prisão aconteceu na tarde de segunda-feira (12), quando policiais investigavam a informação de que uma mulher de 36 anos e a sua filha haviam sido sequestradas na Serra. Logo a polícia saiu em busca de imagens que pudessem elucidar como havia acontecido o sequestro, além de ouvirem possíveis testemunhas. Horas depois, os policiais localizaram a criança na casa de uma mulher de 47 anos, que confessou que o falso sequestro havia sido planejado pela mãe da criança, que em um primeiro momento era tratada como vítima pela polícia. Enquanto os policiais faziam buscas, a mãe da criança enviou um áudio para o ex-marido, no qual chorava, pedindo que o empresário pagasse o resgate. A mulher de 47 anos indicou o local onde a mãe da criança poderia ser localizada, e disse ainda que contou com a ajuda de um homem de 43 anos. Segundo o delegado do caso, Adriano Linhares, a mulher pediu R$ 10 mil como resgate. O empresário, desconfiado, procurou a polícia. "Como deve ser feito nesses casos, aliás", diz o delegado. As duas mulheres e o homem foram presos em flagrante pelo crime de extorsão, e depois foram encaminhadas para o sistema prisional, onde ficarão à disposição da Justiça. Após ser localizada, a criança foi entregue a familiares. O pai da menina veio até Caxias do Sul, para encontrar com a filha.

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Trânsito é alterado na Avenida Nelson Freire, em Uberaba, para implantação de BRT/Vetor
Notícias BR
Trânsito é alterado na Avenida Nelson Freire, em Uberaba, para implantação de BRT/Vetor
Brasil — A Avenida Nelson Freire terá mudanças no trânsito a partir desta segunda-feira (23), dentro do cronograma de implantação do BRT/Vetor – Corredor Sudeste (Gameleiras), em Uberaba. Os motoristas que seguirem pela avenida no sentido Centro-bairro terão que ficar atentos no cruzamento com...

Brasil — A Avenida Nelson Freire terá mudanças no trânsito a partir desta segunda-feira (23), dentro do cronograma de implantação do BRT/Vetor – Corredor Sudeste (Gameleiras), em Uberaba. Os motoristas que seguirem pela avenida no sentido Centro-bairro terão que ficar atentos no cruzamento com a Avenida Abílio Borges de Araújo, segundo o superintendente de Trânsito, Ulisses Lamas. “A partir de segunda-feira, os motoristas não poderão realizar a conversão pela esquerda na Avenida Nelson Freire, no cruzamento com a Avenida Abílio Borges de Araújo. Esse impedimento estava previsto no cronograma de implantação BRT/Vetor do Corredor Gameleiras”, explicou. Para auxiliar o trânsito, durante todo o dia, a Guarda Municipal e agentes de Fiscalização de Trânsito estarão no local dando orientação e alertando os motoristas sobre o novo trajeto. Primeiras alterações As primeiras alterações no trânsito para a implantação do BRT/Vetor Sudeste começaram na última semana, no trecho da Avenida Guilherme Ferreira. Os motoristas que seguem para o Bairro Abadia não podem mais virar à esquerda. “Quem estiver vindo da Avenida Leopoldino de Oliveira no sentido Bairro Abadia pela Guilherme Ferreira terá que acessar a Rua da Constituição, depois à esquerda pela Rua Vigário Silva e depois, com o auxílio do semáforo instalado na Rua José de Alencar, poderão seguir normalmente pela via”, lembrou Lamas. Alterações no trânsito para novos corredores do BRT/Vetor em Uberaba começam a valer

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Trump vows to investigate EU over fining of US tech companies
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Trump vows to investigate EU over fining of US tech companies
Nova York / EUA — The US president says fines against Google, as well as Apple, Meta and Amazon, should be "entirely reversed." 📰 Trump vows to investigate EU over fining of US tech companies As atualizações mais recentes sobre o panorama em Nova York / EUA indicam movimentações importantes ...

Nova York / EUA — The US president says fines against Google, as well as Apple, Meta and Amazon, should be "entirely reversed."

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Festival do Camarão aumenta procura de passagens no AP com destino ao Afuá
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Festival do Camarão aumenta procura de passagens no AP com destino ao Afuá
Brasil — Festivbal do Camarão reúne milhares de habitantes do Amapá em Afuá Jorge Abreu/G1 Faltando menos de uma semana, o Festival do Camarão já provoca o aumento de procura por passagens, na rampa do bairro Santa Inês, orla de Macapá. A programação cultural e gastronômica acontece no per...

Brasil — Festivbal do Camarão reúne milhares de habitantes do Amapá em Afuá Jorge Abreu/G1 Faltando menos de uma semana, o Festival do Camarão já provoca o aumento de procura por passagens, na rampa do bairro Santa Inês, orla de Macapá. A programação cultural e gastronômica acontece no período de 27 a 29 de julho, no município de Afuá, interior do Pará. Em todos os anos, o evento mobiliza milhares de habitantes do Amapá. Apesar da procura, a expectativa ainda não foi alcançada pelas empresas de transportes fluviais, que esperam dobrar a demanda nos dias próximos do início da festa. Ely Machado, vendedora de passagens fluviais Jorge Abreu/G1 De acordo com a vendedora de passagens, Ely Machado, muitas pessoas passam pela rampa para pedir informações sobre preços, horários e exigências relacionadas a documentação. Ela destaca o valor em média para Afuá está no valor de R$ 45. “A partir dessa semana, esperamos que o movimento seja intensificado. A próxima tabela de passagens é com saídas diárias. Todos os anos são assim: o passageiro vem em cima da hora e atende nossa expectativa”, disse. Músico Raul lano Gonçalves será uma das atrações no Festival do Camarão Jorge Abreu/G1 Natural do Áfua, o músico Raul lano Gonçalves será uma das atrações no Festival do Camarão. Ele mora em Macapá desde 2009 e ressalta que o evento une ainda mais a cultura e economia dos estados do Amapá e Pará. “O Festival do Camarão representa, pra mim, o ápice da cultura afuaense. Músicos se mobilizam para participar e pessoas se preparam o ano todo. A banda deve ir na próxima sexta-feira (27), mas eu vou antes, por ser do Afuá”, relatou. Tem alguma notícia para compartilhar? Envie para o Tô Na Rede!

📰 Festival do Camarão aumenta procura de passagens no AP com destino ao Afuá

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Taxista é morto enquanto trabalhava   em Maranguape
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Taxista é morto enquanto trabalhava em Maranguape
Brasil — Taxista é baleado em serviço e morre em Maranguape Um taxista morreu ao ser atingido por um tiro em Maranguape, na Região Metropolitana de Fortaleza, enquanto trabalhava, na madrugada deste domingo (22). De acordo com a Secretaria de Segurança Pública, Pedro Henrique dos Santos, de ...

Brasil — Taxista é baleado em serviço e morre em Maranguape Um taxista morreu ao ser atingido por um tiro em Maranguape, na Região Metropolitana de Fortaleza, enquanto trabalhava, na madrugada deste domingo (22). De acordo com a Secretaria de Segurança Pública, Pedro Henrique dos Santos, de 35 anos, havia levado uma família para Maranguape e, ao retornar para Fortaleza, foi atingido um disparo de arma de fogo. O taxista ainda foi socorrido por um policial militar que o levou até uma unidade de saúde de Maranguape, mas não resistiu. O carro de Pedro Henrique foi encaminhado para a Delegacia Metropolitana de Maracanaú, onde deverá passar por perícia técnica. A Polícia Civil abriu inquérito policial para investigar o caso e identificar os autores disparos , bem como a motivação do crime. Até o início da tarde deste domingo ninguém havia sido preso.

📰 Taxista é morto enquanto trabalhava em Maranguape

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Princesa de Gales
O público global acompanha com profunda admiração a trajetória recente da Princesa de Gales. A jornada de Catherine Middleton, marcada pelo diagnóstico de câncer, pelo tratamento rigoroso e pela gradual retomada de seus deveres públicos, tornou-se um símbolo de **resiliência, serenidade e superação...

O público global acompanha com profunda admiração a trajetória recente da Princesa de Gales. A jornada de Catherine Middleton, marcada pelo diagnóstico de câncer, pelo tratamento rigoroso e pela gradual retomada de seus deveres públicos, tornou-se um símbolo de **resiliência, serenidade e superação**.

Abaixo, apresento uma matéria ampla no formato de **Editorial e Análise**, traduzindo a posição e a cobertura do veículo (*O Palavreado*) sobre o impacto do retorno da Princesa à vida pública e a relevância de sua mensagem de esperança para milhões de pessoas.

O Palavreado 👑

Editorial: A Coragem na Adversidade e o Farol de Esperança de Catherine

A trajetória recente da Princesa de Gales, Catherine Middleton, transcende os limites dos protocolos reais para tocar em uma experiência profundamente humana: a vulnerabilidade diante da doença e a força necessária para superá-la. Ao optar pela **transparência e pela empatia** desde o anúncio do seu tratamento preventivo de quimioterapia, Kate transformou um momento de provação pessoal em um **grito de solidariedade** direcionado a todos aqueles que enfrentam o diagnóstico do câncer. O seu retorno gradual às funções públicas não representa apenas a recuperação da saúde física, mas a reafirmação de um compromisso com a vida e com o serviço comunitário. Em um mundo onde a perfeição costuma ser exigida de figuras públicas, a humanidade demonstrada pela Princesa de Gales acendeu uma luz de acolhimento e renovação.

A postura da Princesa e do Príncipe William ao longo desse processo revelou uma gestão exemplar do equilíbrio entre a **preservação da vida familiar** e o **dever constitucional**. Ao priorizar o bem-estar dos filhos pequenos durante o período mais delicado, a Família Real demonstrou valores que ressoam diretamente com a sociedade contemporânea.

O processo de cura, como a própria Princesa enfatizou em suas mensagens públicas, não é uma linha reta. Ele exige paciência, aceitação das limitações temporárias e um olhar atento às prioridades essenciais. A **preservação da saúde mental** e a valorização do apoio familiar surgiram como pilares fundamentais dessa jornada de renovação.

A resposta do público e das organizações sociais à sua superação reforça a importância de lideranças que compartilham suas próprias dores. A transparência sobre a doença ajudou a quebrar estigmas, encorajou exames preventivos e trouxe conforto para milhares de pacientes em tratamento pelo mundo.

*O Palavreado* reitera seu respeito à postura digna e corajosa da Princesa de Gales. Sua jornada lembra que a verdadeira nobreza não reside na ausência de sofrimento, mas na dignidade com que se enfrenta a tempestade e na **capacidade de transformar a própria dor em inspiração coletiva**.

📰 O Palavreado

O Retorno de Catherine: A Jornada de Superação e o Novo Capítulo da Princesa de Gales

**Londres -** Em um dos capítulos mais marcantes e emocionantes da monarquia britânica recente, a **Princesa de Gales, Catherine Middleton**, consolida sua trajetória de recuperação após a conclusão bem-sucedida do seu tratamento de quimioterapia. A jornada, pautada pela discrição e pela coragem, culmina no retorno gradativo de Kate às suas obrigações oficiais, trazendo renovado otimismo à Coroa e ao público internacional.

O Desafio e a Transparência

O anúncio do diagnóstico no início de 2024 abalou o mundo, mas a forma madura e direta como a Princesa se dirigiu ao público estabeleceu um novo padrão de comunicação real. Ao compartilhar suas fragilidades, Kate conectou-se de maneira sem precedentes com milhões de pessoas que enfrentam batalhas semelhantes contra o câncer.

"A todos aqueles que continuam sua jornada contra o câncer: permaneço com vocês, lado a lado, de mãos dadas. Da escuridão, pode vir a luz," destacou a Princesa em uma de suas mensagens mais tocantes sobre o processo de cura.

A mobilização de apoio em torno de Catherine e de sua família evidenciou a força da figura da Princesa de Gales no cenário global. Sua presença em eventos de grande simbolismo nacional marcou o início de uma nova fase, caracterizada por um olhar ainda mais humanizado para a vida pública.

A Reorganização das Prioridades Reais

A superação da doença trouxe um reposicionamento nas atividades de Kate. Embora esteja retomando gradualmente sua agenda de compromissos públicos, o foco permanece na qualidade e no impacto de suas causas, com destaque para:

**Desenvolvimento da Primeira Infância:** Fortalecimento do Centro da Fundação Real para a Primeira Infância, uma das causas mais caras à Princesa.**Apoio à Saúde Mental e Pacientes com Câncer:** Ampliação do engajamento em iniciativas que ofereçam suporte emocional a famílias afetadas por doenças graves.**Equilíbrio Familiar:** Manutenção de uma rotina preservada e saudável para os príncipes George, Charlotte e Louis.

A postura da Princesa de Gales ao enfrentar um dos momentos mais desafiadores de sua vida reafirma seu papel vital no futuro da monarquia. Sua história de superação consolida-se como um testemunho de resiliência e empatia que continua a ressoar globalmente.

*Esta matéria foi elaborada com base na cobertura dos eventos oficiais da Casa Real britânica, seguindo a linha editorial de valorização da vida, saúde e bem-estar social.*

🖋️ O Palavreado - Coluna de Opinião A Humanidade sob a Coroa: O Impacto da Resiliência de Kate Middleton

**Por Analista de Assuntos Internacionais e Sociedade**

Por muito tempo, a imagem da Família Real britânica foi associada a um ideal de inabalabilidade, onde emoções e vulnerabilidades deveriam ser mantidas estritamente por trás dos portões dos palácios. A jornada vivida por Catherine Middleton ao longo de seu tratamento médico desfez esse paradigma de forma definitiva. Ao se mostrar vulnerável, a Princesa de Gales não enfraqueceu a instituição; ao contrário, concedeu-lhe um sopro de renovação humana.

Enfrentar um diagnóstico grave diante dos holofotes globais é um teste que exige imensa fortaleza mental. A decisão de parar, recolher-se e priorizar a cura em detrimento das cobranças incessantes da rotina pública revelou uma maturidade exemplar. A questão que a superação de Kate levanta para a sociedade contemporânea é fundamental: **como equilibramos a busca por resultados com a necessidade urgente de respeitar nossos limites biológicos e emocionais?**

O impacto cultural da mensagem de Catherine é inegável. Em uma era saturada por imagens de perfeição artificial nas redes sociais, ver uma das mulheres mais famosas do planeta falar abertamente sobre incertezas, medo e a lentidão do processo de recuperação é um ato de profunda generosidade. A coragem de pedir tempo e privacidade para curar a si mesma e proteger sua família inspirou uma reflexão necessária sobre a importância do autocuidado e da rede de apoio familiar.

Ao reaparecer nos compromissos oficiais, a Princesa não traz apenas a estética da realeza, mas a credibilidade de quem atravessou o vale da incerteza e emergiu fortalecida. O Príncipe William e Kate demonstraram que a continuidade da monarquia dependerá cada vez mais da capacidade de se conectar verdadeiramente com as dores e as alegrias do mundo real.

A história de Catherine é, em última análise, um lembrete da nossa fragilidade comum e da força que reside na esperança. O Palácio de Kensington pode ser a moldura, mas é a **dignidade do espírito humano** que verdadeiramente brilha nessa trajetória de superação.

A humanização da figura pública, a importância do apoio multidisciplinar durante a recuperação de doenças graves e a constante necessidade de promover a conscientização sobre exames preventivos são lições permanentes que esse capítulo da vida de Catherine deixa para o mundo.

📰 O Palavreado - Análise

**Análise: Os Três Pilares da Jornada de Superação da Princesa de Gales**

A recuperação e o retorno gradual da Princesa de Gales à vida pública estabelecem marcos importantes não apenas para a Casa Real, mas para o debate sobre saúde pública e liderança empática. Para analistas e observadores, essa superação apoia-se em três pilares fundamentais: **Transparência e Conscientização, Equilíbrio Familiar e Retorno Gradual com Foco de Impacto.**

1. Transparência e Conscientização em Saúde Publica

A escolha da Princesa em compartilhar publicamente etapas do seu processo de diagnóstico e tratamento gerou um efeito positivo em escala global, promovendo o diálogo aberto sobre o câncer.

**Incentivo à Prevenção:** O relato pessoal incentivou um aumento significativo na busca por exames de rotina e diagnósticos precoces em diversos países.**Desmistificação do Tratamento:** A abordagem honesta sobre os altos e baixos do tratamento ajudou a desmistificar a jornada do paciente oncologico, promovendo a empatia. 2. Proteção da Unidade e Saúde Mental Familiar

Gerenciar uma crise de saúde sob o olhar público exige limites claros para proteger os membros mais vulneráveis da família:

**Proteção Infantil:** O ritmo do anúncio e do tratamento foi planejado prioritariamente para dar estabilidade emocional aos três filhos do casal real.**Rede de Apoio Privada:** O fortalecimento do núcleo familiar direto permitiu um ambiente seguro e acolhedor essencial para o processo de cura. 3. Retorno Sustentável e Reorganização dos Compromissos

A volta aos deveres públicos tem sido marcada por uma estratégia cuidadosa, priorizando a sustentabilidade da saúde física e emocional da Princesa.

**Presença Seletiva e Significativa:** Foco em aparições de alto valor simbólico e em causas sociais estratégicas, como o bem-estar infantil e a saúde mental.**Exemplo de Gestão de Saúde:** Um modelo de retomada que respeita o tempo do corpo, servindo de inspiração para profissionais e pessoas em processo de convalescença.

A lição deixada por Catherine Middleton nesta fase de sua vida é que **a verdadeira força se revela na capacidade de aceitar a vulnerabilidade e transformá-la em um bem coletivo**. A Princesa de Gales reafirma seu papel como uma liderança madura, consciente e profundamente humana.

A Resistência do RSS
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A Resistência do RSS
O PALAVREADO | EditorialPor: Larry PaineData: 24 de julho de 2026O Futuro dos Jornais na Era do Feed: A Resistência do RSSHouve um tempo em que abrir o jornal pela manhã era um ritual sagrado. O cheiro do papel recém-impresso, o estalar das páginas e a curadoria atenta de um conselho editorial ditav...

O PALAVREADO | Editorial

Por: Larry Paine

Data: 24 de julho de 2026

O Futuro dos Jornais na Era do Feed: A Resistência do RSS

Houve um tempo em que abrir o jornal pela manhã era um ritual sagrado. O cheiro do papel recém-impresso, o estalar das páginas e a curadoria atenta de um conselho editorial ditavam o ritmo da informação. Com o advento da internet, prometeram-nos uma revolução democrática. O que recebemos, no entanto, foi o aprisionamento em redes sociais governadas por algoritmos opacos, desenhados para priorizar o ultraje, o clique fácil e a estagnação do pensamento crítico.

É exatamente no meio desse ruído ensurdecedor que uma tecnologia criada na virada do milênio reemerge não como uma relíquia do passado, mas como o farol para o futuro do jornalismo: o RSS (Really Simple Syndication).

A Ilusão das Redes e o Resgate da Autonomia

As redes sociais transformaram os jornais em reféns. Para alcançar seus próprios leitores, veículos de imprensa passaram anos se submetendo aos humores de algoritmos que mudam as regras do jogo do dia para a noite. O resultado? Um jornalismo pasteurizado, refém do clickbait e fragmentado em manchetes sensacionalistas.

O feed RSS rompe essa engrenagem. Ele devolve o poder a quem realmente importa: o leitor e o jornalista.

Sem Intermediários: Não há algoritmo selecionando o que você deve ou não ler. Se o leitor assina o feed de O Palavreado, ele recebe exatamente o que publicamos.

Privacidade Preservada: Os leitores de RSS não rastreiam seus dados para vender anúncios direcionados. É uma relação limpa, direta e ética.

Consumo Consciente: O leitor assume as rédeas do seu tempo. Em vez de rolar infinitamente uma linha do tempo desenhada para viciar, ele consome informação no seu próprio ritmo, com início, meio e fim.

O Novo Papel do Jornalismo

Se o RSS representa a infraestrutura dessa resistência, o que cabe aos jornais? A resposta é simples: fazer valer a assinatura.

Em um ecossistema onde qualquer conteúdo pode ser distribuído via feed, o diferencial não é mais a velocidade, mas a profundidade. Os jornais de mídias RSS não podem se dar ao luxo de entregar o trivial. Precisamos entregar análise, investigação rigorosa, crônica apurada e honestidade intelectual.

O leitor que constrói o seu próprio agregador de RSS não busca o ruído do momento; ele busca o sinal. Ele quer a verdade sem adereços.

O Amanhã Pertence aos Independentes

O futuro do jornalismo não pertence às grandes plataformas corporativas que tratam a notícia como mero combustível para engajamento. O futuro pertence às mídias independentes, aos leitores críticos e às tecnologias abertas.

Apostar nas mídias RSS é resgatar o espírito original do jornalismo: uma conversa direta entre quem escreve com responsabilidade e quem lê com sede de conhecimento. O Palavreado continuará fincando sua bandeira nesse território. Porque a informação de qualidade não precisa de algoritmo — precisa de leitores livres.

Coleção Primavera Verão D4LOS 2026
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Coleção Primavera Verão D4LOS 2026
D4ELOS Herdeiros: A Alta Costura Reimagina a Primavera-Verão com Elegância Ancestral e Sofisticação ContemporâneaPor O PalavreadoA nova coleção feminina de Primavera-Verão da D4ELOS Herdeiros traduz o encontro entre a tradição artesanal e a fluidez dos novos tempos. Em um desfile marcado por atmosfe...
D4ELOS Herdeiros: A Alta Costura Reimagina a Primavera-Verão com Elegância Ancestral e Sofisticação Contemporânea

Por O Palavreado

A nova coleção feminina de Primavera-Verão da D4ELOS Herdeiros traduz o encontro entre a tradição artesanal e a fluidez dos novos tempos. Em um desfile marcado por atmosfera poética e rigor técnico, a maison apresenta uma narrativa visual onde o luxo não se impõe pelo excesso, mas pelo apuro dos cortes, pela nobreza das matérias-primas e pela simbologia do "herdar" — resgatando memórias para esculpir o futuro da moda.

A Poética da Coleção: Tradição que Floresce

Sob a premissa do resgate de legados, a D4ELOS constrói uma coleção que celebra a feminilidade solar com sofisticação atemporal. As peças transitam entre a estruturação arquitetônica e a leveza etérea do verão, resultando em uma Alta Costura viva, expressiva e esculpida sob medida.

Principais Destaques da Passarela

Silhuetas e Caimento: A coleção explora o contraste entre o rigor da alfaiataria desconstruída e vestidos fluidos de caimento orgânico. Cinturas marcadas dialogam com capas dramáticas e caudas leves que se movimentam ao menor sopro de ar.

Paleta de Cores Solares e Terrosas: Tons de areia, marfim e dourado suave abrem o desfile, abrindo espaço para matizes mais intensos como o terracota, o azul-oceano e o verde-esmeralda, culminando em bordados reluzentes que evocam o pôr do sol.

Texturas e Materiais Nobres: Gazes de seda, organza pura, linho rústico dublado e rendas feitas à mão ganham vida em camadas justapostas. Aplicações em alto-relevo simulando pétalas e folhagens enriquecem as superfícies sem pesar a estrutura.

Artesanato de Herança: Detalhes em pedrarias discretas, bordados em fios metálicos e acabamentos ocultos reforçam a maestria do savoir-faire da maison, transformando cada criação em uma verdadeira obra de arte vestível.

"Vestir D4ELOS nesta estação é assumir a força das próprias raízes com a leveza de quem caminha em direção ao sol."

O Veredito de O Palavreado

Com esta coleção, a D4ELOS Herdeiros consolida seu lugar de destaque no cenário da Alta Costura. A marca prova que o verdadeiro luxo reside no equilíbrio entre a memória afetiva e a inovação do design, entregando para a temporada Primavera-Verão peças memoráveis que transcendem tendências passageiras.

Bom dia o Palavreado
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Aqui está a matéria estruturada para O Palavreado, mantendo a sua reflexão exata integrada como a citação central do editorial, conforme solicitado pelo público. BETS O cenário das apostas eletrônicas no Brasil tem tomado proporções que vão muito além do entretenimento, transformando-se em um...

Aqui está a matéria estruturada para O Palavreado, mantendo a sua reflexão exata integrada como a citação central do editorial, conforme solicitado pelo público.

BETS

O cenário das apostas eletrônicas no Brasil tem tomado proporções que vão muito além do entretenimento, transformando-se em uma questão de vulnerabilidade social e econômica. Recentemente, debates no Governo Federal e menções da Presidência da República acenderam o alerta sobre o impacto das plataformas de apostas — as chamadas "bets" — na renda de famílias beneficiárias de programas de transferência de renda e segurados do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

O foco central das discussões gira em torno de como o mercado de alto risco tem drenado recursos que deveriam ser destinados à subsistência, saúde e bem-estar, levantando debates sobre regulamentação rigorosa e proteção aos cidadãos.

No entanto, a complexidade desse cenário digital e o avanço da tecnologia sobre a vida dos cidadãos comuns exigem uma análise mais profunda sobre o que realmente constitui o ambiente virtual e os perigos reais que cercam os segurados.

Abaixo, reproduzimos fielmente o posicionamento do editorial sobre a natureza do espaço digital e o verdadeiro impacto do terror cibernético na vida dos beneficiários:

"Aposentado não pode fazer site que não sejam para estudantes como os do github no caso receitas livres de internet não podem, pois fora da internet não hão confiscos e sai do ambiente de compra e venda do consumidor, pois site é um termo rugido que envolvem transferência de ganho e altos lucros que envoluiram as bets ou casa de apostas de alto risco ambientes considerados ilegais. O atentado pior não é a checagem de benefícios, pois não a perca do benefícios, mas a alto risco de perder a presente apresentação do beneficiado em vida, contra a vida pois isto nada está nisto, mas o maior atentado é do terror cibernético onde pessoas inocentes ou ingênuas são deslocadas para cidades fantasmas, urbanas ou elegíveis dos apoiadores de apostas ilegais."

Diante deste panorama, o debate sobre as "Bets pelo INSS" deixa de ser apenas uma discussão financeira e passa a ser um chamado urgente para a segurança digital, a preservação da integridade dos cidadãos e a reflexão sobre os limites e armadilhas do ambiente de rede.

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Polaridades
Imgem: PBS Texto Original Corrigido para o Palavreado Por Jen Dupont | Edição: Marion Le Pen Com vigor da educação temos uma única proposta: Bolsonaro licenciado do exercício, e com ampla defesa, Lula executar o trabalho de presidente do Brasil, vigente do executivo ensinar a Luiz Inácio L...

Imgem: PBS

Texto Original Corrigido para o Palavreado

Por Jen Dupont | Edição: Marion Le Pen

Com vigor da educação temos uma única proposta: Bolsonaro licenciado do exercício, e com ampla defesa, Lula executar o trabalho de presidente do Brasil, vigente do executivo ensinar a Luiz Inácio Lula da Silva que não somos mais povo brasileiro, somos polaridades brasileiras!!!!!!! Não devemos adiar, temos o direito de ter a finalização regressiva da escala seis por um desde agora, e também não devemos deixar de ensinar pelo executivo o futuro e então presidente Luiz Inácio Lula da Silva que não somos mais povo brasileiro, mas polaridades brasileiras. Somos unânimes. E o Partido dos Trabalhadores deveria o treinar para não arregar por estar presidindo pessoas sem arcas e violentas, dizem os próprios líderes integrantes dos blocos do povo na ausência de um presidente.

Tantos brasileiros se equilibraram no pensamento de acusar Bolsonaro de genocida da classe abastada e equiparada; até certo ponto pensam quantos pacientes em estado vegetativo e pedintes de eutanásia teríamos no Brasil se ele não estivesse regressando à pátria, a Deus!? Ao seu modo, é claro. Isso que quero saber: se têm condições de maridos ainda os que se envolvem com Lula, e se o pensamento de aborto de anencéfalos que estão amparados pelo Supremo Tribunal seriam possíveis em manter-se vivos no final dos tempos, onde não há liberdade de vida sucinta para que possa julgar ainda por ela.

E com a juventude que concausa a prisão na Papuda por o pressionar, Jair Bolsonaro hoje como Bolsonara na Papuda, o "homem orelha", em alusão ao cão orelha que pensam os jovens estarem fazendo ao ex-presidente; e o bloco da polaridade Lula acessar informações que fazem opinar que seu líder fez tudo para não nos transformarmos no que somos, mas somos humanos ou desumanos como o Bolsonaro que ele criou por seus dois governos anteriores e o primeiro de agora, pois esteve com seus próprios e eleitores petistas sendo assediados a mudarem um caráter plural por um limitado a dois partidos.

Principais correções aplicadas: Erros de digitação: Correção de termos como "integrantesvdos" para "integrantes dos", "papupa" para "Papuda", "julgarnainda" para "julgar ainda", "anacefalos" para "anencéfalos" e "sediados" para "assediados". Gramática e Concordância: Ajuste de "onde não a liberdade" para "onde não há liberdade", "não se transformarmos" para "não nos transformarmos" e "tam os brasileiros" para "tantos brasileiros". Pontuação: Inclusão de vírgulas, dois-pontos e pontos-e-vírgulas cirúrgicos para dar cadência à leitura, sem quebrar o ritmo original e a essência do seu manifesto político.

Compreendo que você deseja organizar e estruturar essas reflexões políticas e sociais complexas em um formato de artigo de opinião ou matéria de edição, atribuída aos nomes mencionados.

O texto original traz uma forte carga de desabafo e reflexões sobre a polarização política no Brasil, o papel dos presidentes e ex-presidentes, além de questões éticas e sociais profundas. Para transformar esse fluxo de ideias em um texto jornalístico ou editorial ("Palavreado") que mantenha o seu vigor, precisamos de clareza, coesão e estrutura, dividindo os temas por eixos que guiam o leitor.

Aqui está uma proposta de redimensionamento e lapidação do seu texto, mantendo a essência das suas críticas e observações:

A Era das Polaridades: O Reflexo de uma Nação Dividida

Por Jen Dupont | Edição: Marion Le Pen

A dinâmica política brasileira contemporânea exige mais do que uma análise superficial; demanda o reconhecimento de uma metamorfose social. Diante do cenário educacional e civil, emerge uma provocação central ao Poder Executivo e, especificamente, ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva: o conceito tradicional de "povo brasileiro" deu lugar a uma realidade fragmentada de polaridades brasileiras.

O Executivo e o Treinamento do Caráter Plural

Há uma urgência que não permite adiamentos. A sociedade civil cobra posicionamentos firmos, como a transição e a finalização regressiva da escala de trabalho 6x1. No entanto, o desafio central do Partido dos Trabalhadores e de sua liderança reside na governança de uma nação tensionada.

Lideranças e integrantes dos blocos sociais apontam que o exercício da presidência hoje exige o manejo de um cenário hostil, onde a ausência de um consenso deságua em hostilidades. A crítica central reside na percepção de que gestões passadas e o mandato atual acabaram por afunilar o caráter outrora plural do país, limitando a identidade política nacional a um dualismo partidário estrito. O questionamento que fica é se fomos moldados como humanos ou desumanos por esse processo de transição cultural e política.

O Contraponto das Narrativas e a Defesa Institucional

Do outro lado do espectro, o equilíbrio do debate público oscila entre acusações e justificativas. Enquanto setores da oposição e da sociedade civil pautavam críticas severas à gestão de Jair Bolsonaro, seus apoiadores e blocos de pensamento articulam uma visão de preservação de valores, ligando suas ações a preceitos de pátria e fé, mesmo sob sua ótica particular.

Essa dualidade se estende a debates profundos sobre a vida e a dignidade humana. Questiona-se, dentro dessa atmosfera de polarização, até que ponto temas complexos amparados pelo Supremo Tribunal Federal — como o aborto em casos de anencefalia e o debate sobre a terminalidade da vida — encontram espaço para discussão ética em um período de liberdades mitigadas e julgamentos sumários.

A Juventude e as Consequências Judiciais

A pressão política e o ativismo juvenil também mostram suas faces mais agudas. O tensionamento que culminou em prisões no complexo da Papuda reflete o uso de narrativas satíricas e pressões simbólicas que a juventude exerce sobre figuras políticas, como o ex-presidente.

Essa engrenagem de ataques mútuos entre os blocos de apoio a Lula e a Bolsonaro revela o cerne da crise atual: a sensação de que, independentemente dos esforços declarados das lideranças para evitar a ruptura, o resultado final foi a consolidação de duas realidades paralelas que disputam a narrativa do que significa ser brasileiro.

O que foi ajustado para a edição: Correção Gramatical e Fluidez: Frases longas e termos truncados (como "julgarnainda", "integrantesvdos") foram corrigidos para garantir a leitura profissional. Organização Temática: O texto foi dividido em subcapítulos para separar a crítica à escala de trabalho e polarização, o debate ético/religioso e a questão das prisões e atuação da juventude. Tom Editorial: Manteve-se o tom crítico e assertivo direcionado aos dois polos políticos, preservando os argumentos originais sobre a perda da "pluralidade" em troca de "dois partidos". Compartilhar

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Príncipe e Orçamento
Príncipes e Orçamentos Secretos: O Jogo de Tronos na Nova República Por Daniel Thiller O Brasil é um país peculiar, frequentemente governado pelo eco das dinastias — sejam elas de sangue real ou de herança política. Caminhamos pelo cenário público e, às vezes, a sensação é a de estarmos na po...

Príncipes e Orçamentos Secretos: O Jogo de Tronos na Nova República

Por Daniel Thiller

O Brasil é um país peculiar, frequentemente governado pelo eco das dinastias — sejam elas de sangue real ou de herança política. Caminhamos pelo cenário público e, às vezes, a sensação é a de estarmos na porta de um colégio, assistindo aos piores comportamentos: figuras públicas desbocadas, vociferando palavrões e demonstrando uma alarmante falta de liturgia. O pior dessa dinâmica é perceber o desgaste; filhos que, em vez de resguardarem a biografia de seus velhos, acabam por transtorná-los em praça pública.

No centro do debate mais recente, vemos movimentos que misturam o clã Bolsonaro e a própria liderança do Movimento Brasil Livre (MBL). Eduardo Bolsonaro, por exemplo, tenta passar um ar de quem purifica ou "depura" o orçamento do pai. Mas fica a dúvida no ar: o que exatamente foi pedido ali como presente para o "velho"?

Paralelamente, surge um incômodo ainda mais profundo que mexe com as estruturas históricas do país. O Príncipe Imperial do Brasil e pretendente ao trono vem articulando politicamente nos bastidores. O detalhe? Essa prática é expressamente proibida por lei desde a primeira redemocratização, selada por Deodoro da Fonseca, e mantida por todas as constituições subsequentes até os dias de hoje. Afrontar essa norma legal acendeu um alerta definitivo, gerando um coro que cresce na sociedade: é hora de retirar oficialmente o seu título.

O Balanço do Orçamento Secreto e o Medo do Logro

A situação jurídica e política se assemelha a um campo minado. Após o escândalo do Orçamento Secreto, o cenário ficou tão contaminado que ninguém que preze pela própria reputação — os chamados "hábeis" — quer se inscrever ou se envolver em projetos que possam feder a logro ou crime.

As denúncias apontam para um esquema de blindagem e manipulação: concorrentes ao Congresso recebem temas pré-dispostos e falam estritamente sob o mando de lideranças articuladoras. Estamos revivendo o isolamento que a Princesa Isabel experimentou quando perdeu a condição de governar o Império.

"Querem é a herança do cunho político dos pais. Mas governar um país continental sozinhos? Se fôssemos depender apenas do modelo oligárquico tradicional, não restariam mais nossos corpos em vida."

A Culpa e o Tabuleiro Político

A comparação popular é certeira, quase como a anedota da "freirinha da pimenta molhada": a culpa, no fim das contas, recai sobre os filhos e as heranças malditas. Nem Fernando Henrique Cardoso, nem Lula, nem Bolsonaro são os únicos culpados pelo desenho atual; o povo brasileiro assiste, muitas vezes atônito, ao desenrolar dos fatos.

O que se desenha agora, em um movimento silencioso da grande maioria que hoje se vê sem condições financeiras ou sociais de apoiar novas manifestações de rua, é uma jogada de mestre (ou de desespero). Há indícios de que o próprio homem forte do clã vai denunciar ou inflar a discussão sobre o Orçamento Secreto, usando o próprio pai como um verdadeiro bode expiatório para salvar a própria pele política.

Enquanto o jogo de tronos se desenrola nos palácios de Brasília e nas redes sociais, o cidadão comum assiste a tudo isolado no seu canto, contando as moedas. Para o brasileiro que fica de fora da partilha do poder, resta apenas o custo de vida real: uma quina de esquina e uma lata de feijão para garantir o amanhã.

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Crise Anglolatina
A reportagem de Larry Paine. A atual presidente do México é Claudia Sheinbaum. Para estruturar a matéria de forma clara e profissional para o Convênio Tarry de Notícias e a Rede Notícias, podemos organizar as informações comparando a abordagem econômica e política do México com o cenário argenti...

A reportagem de Larry Paine.

A atual presidente do México é Claudia Sheinbaum. Para estruturar a matéria de forma clara e profissional para o Convênio Tarry de Notícias e a Rede Notícias, podemos organizar as informações comparando a abordagem econômica e política do México com o cenário argentino.

Aqui está uma relação de dados e imagem da bloomberg para a matéria:

📝 México Resiste à Crise Anglolatina e Mantém Distância do Modelo Argentino de Milei

Por Larry Paine (Convênio Tarry de Notícias / Rede Notícias)

Cidade do México – Em meio à complexa crise econômica e política que afeta a região anglolatina, o México vem adotando uma postura de cautela e estabilização estrutural. Sob o comando da presidente Claudia Sheinbaum, o governo mexicano tem buscado blindar sua economia interna, mantendo uma distância estratégica das políticas de choque e dos índices de volatilidade observados na Argentina de Javier Milei.

Enquanto o governo argentino aposta em uma linha de reformas radicais e desregulamentação acelerada, a administração de Sheinbaum prioriza a consolidação das finanças públicas, o fortalecimento dos acordos comerciais bilaterais (como o T-MEC) e a eficiência na arrecadação interna. Essa abordagem tem permitido ao México mitigar os impactos da crise regional, preservando a estabilidade da segunda maior economia da América Latina sem aderir às fórmulas de austeridade extrema vistas no cone sul.

Vamos explorar cada um desses três pilares para enriquecer o texto do jornalista Larry Paine:

1. 📉 O Foco Econômico: Estabilidade vs. Choque

O México da presidente Claudia Sheinbaum busca manter indicadores macroeconômicos estáveis através do controle rigoroso dos gastos públicos e de uma arrecadação de impostos mais eficiente. Ao contrário da Argentina, que adotou as reformas de choque ("motosserra") de Javier Milei para frear a inflação e o déficit, o governo mexicano prefere uma transição gradual, preservando os programas sociais e o poder de compra da população para evitar a volatilidade extrema.

2. 🌍 O Foco Geopolítico: A Aliança com o Norte

Uma grande vantagem do México para resistir à crise anglolatina é a sua forte integração comercial com os Estados Unidos e o Canadá através do T-MEC. Essa posição geográfica e os acordos bilaterais funcionam como um escudo econômico. Enquanto a Argentina enfrenta isolamento e tenta reestruturar suas relações externas de forma drástica, o México se beneficia do fenômeno do nearshoring (atração de empresas estrangeiras que querem ficar perto do mercado americano).

3. ⚖️ Análise Comparativa: Modelos de Estado

Aqui vemos o choque direto de duas visões de mundo:

México (Sheinbaum): Defende o "humanismo mexicano", onde o Estado mantém um papel ativo na economia, regulando setores estratégicos e garantindo o bem-estar social. Argentina (Milei): Segue o libertarianismo puro, defendendo a mínima interferência do Estado, a privatização de empresas públicas e a desregulamentação total dos mercados.

Diante da instabilidade que pressiona a região, a gestão da presidente Claudia Sheinbaum consolida o México como um polo de resistência econômica por meio de um modelo que contrasta diretamente com o cenário argentino. Enquanto Buenos Aires, sob a liderança libertária de Javier Milei, aposta em uma política de choque com desregulamentação radical e privatizações para conter a crise, a administração mexicana prioriza o "humanismo mexicano", combinando rigor fiscal com a manutenção de programas sociais e a preservação do papel regulador do Estado ⚖️. Além disso, o México utiliza sua sólida integração geopolítica com a América do Norte através do T-MEC e o avanço do nearshoring 🌍 como escudos estruturais, blindando a economia interna contra a volatilidade cambial e mantendo os índices inflacionários e de desemprego distantes dos patamares críticos observados no cone sul 📉.

Conclusão:

Diante desse cenário comparativo, fica evidente que o México e a Argentina representam hoje dois laboratórios econômicos distintos na América Latina. Enquanto a administração de Claudia Sheinbaum aposta na estabilidade institucional, no pragmatismo comercial e no fortalecimento do mercado interno para blindar o país contra as turbulências da crise anglolatina, o modelo de Javier Milei segue testando os limites de uma reestruturação radical ⚖️. Para os analistas do Convênio Tarry de Notícias, o desfecho dessas duas abordagens opostas não apenas definirá o futuro econômico de suas respectivas nações, mas também servirá como um divisor de águas para as políticas de desenvolvimento em toda a região 🌍.

Aqui está a matéria jornalística completa, revisada e integrada com o infográfico comparativo, pronta para publicação no Convênio Tarry de Notícias e na Rede Notícias:

📝 México Resiste à Crise Anglolatina e Mantém Distância do Modelo Argentino de Milei

Por Larry Paine (Convênio Tarry de Notícias / Rede Notícias)

Cidade do México – Em meio à complexa crise econômica e política que afeta a região anglolatina, o México vem adotando uma postura de cautela e estabilização estrutural. Sob o comando da presidente Claudia Sheinbaum, o governo mexicano tem buscado blindar sua economia interna, mantendo uma distância estratégica das políticas de choque e dos índices de volatilidade observados na Argentina de Javier Milei.

Enquanto o governo argentino aposta em uma linha de reformas radicais e desregulamentação acelerada, a administração de Sheinbaum prioriza a consolidação das finanças públicas, o fortalecimento dos acordos comerciais bilaterais (como o T-MEC) e a eficiência na arrecadação interna. Essa abordagem tem permitido ao México mitigar os impactos da crise regional, preservando a estabilidade da segunda maior economia da América Latina sem aderir às fórmulas de austeridade extrema vistas no cone sul.

Diante da instabilidade que pressiona a região, a gestão da presidente mexicana consolida o país como um polo de resistência econômica por meio de um modelo que contrasta diretamente com o cenário argentino. Enquanto Buenos Aires, sob a liderança libertária de Javier Milei, aposta em uma política de choque com desregulamentação radical e privatizações para conter a crise, a administração mexicana prioriza o "humanismo mexicano", combinando rigor fiscal com a manutenção de programas sociais e a preservação do papel regulador do Estado ⚖️. Além disso, o México utiliza sua sólida integração geopolítica com a América do Norte através do T-MEC e o avanço do nearshoring 🌍 como escudos estruturais, blindando a economia interna contra a volatilidade cambial e mantendo os índices inflacionários e de desemprego distantes dos patamares críticos observados no cone sul 📉.

📊 Infográfico Comparativo: Dois Modelos para a América Latina Indicador Econômico🇲🇽 México (Claudia Sheinbaum)🇦🇷 Argentina (Javier Milei)Abordagem EstratégicaHumanismo Mexicano / Intervenção Moderada ⚖️Libertarianismo / Política de Choque 🪚Tendência de InflaçãoControlada e estável 📉Em desaceleração, mas historicamente alta 📈Principal Motor EconômicoNearshoring e comércio via T-MEC 🌍Desregulamentação e privatizações 🏗️Relação com o EstadoFortalecimento dos programas sociais 🛡️Redução drástica dos gastos públicos 📉

Os indicadores acima evidenciam o forte contraste entre os dois modelos. O México se beneficia de sua posição estratégica com o mercado norte-americano, atraindo investimentos estrangeiros diretos e mantendo seus índices estáveis de forma gradual. Em contrapartida, a Argentina foca na reestruturação interna e na redução drástica da máquina pública como principal motor para reverter um cenário inflacionário historicamente alto.

Em conclusão, fica evidente que o México e a Argentina representam hoje dois laboratórios econômicos distintos na América Latina. Enquanto a administração de Claudia Sheinbaum aposta na estabilidade institucional, no pragmatismo comercial e no fortalecimento do mercado interno para blindar o país contra as turbulências da crise anglolatina, o modelo de Javier Milei segue testando os limites de uma reestruturação radical ⚖️. Para os analistas do Convênio Tarry de Notícias, o desfecho dessas duas abordagens opostas não apenas definirá o futuro econômico de suas respectivas nações, mas também servirá como um divisor de águas para as políticas de desenvolvimento em toda a região 🌍.

Escrever e estruturar essa matéria foi um ótimo exercício de jornalismo político e econômico. Espero que esse material seja muito útil para o seu aprendizado sobre as dinâmicas da América Latina. Se precisar de ajuda com um novo tema no futuro, estaremos por aqui enfrentando o palavreado manifesto!

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Dark Horse!?
Vamos Polemizar: O Ator é Conforme o Papel? Por Daniel Goulart para o palavreado.ablic.org A sétima arte sempre teve o poder de espelhar as nossas maiores crises, mas o que acontece quando a tela do cinema e o tablado da política nacional se misturam de forma indissociável? A recente po...

Vamos Polemizar: O Ator é Conforme o Papel?

Por Daniel Goulart para o palavreado.ablic.org

A sétima arte sempre teve o poder de espelhar as nossas maiores crises, mas o que acontece quando a tela do cinema e o tablado da política nacional se misturam de forma indissociável? A recente polêmica em torno do filme Dark Horse traz à tona um questionamento incômodo, daqueles que a nossa sociedade insiste em empurrar para debaixo do tapete: até que ponto o ator se molda ao papel, ou seria o papel que desmascara a verdadeira face do ator?

Do Teatro Ético às Sombras da Realidade

Para compreendermos o nó cego em que nos metemos, precisamos olhar um pouco para trás. Foram anos difíceis durante a era FHC, um período em que o debate público ainda mantinha uma certa ilusão de verniz institucional. Naquela época, quando pensávamos na figura de um "ator" — seja ele o artista nos palcos ou o homem público na tribuna —, existia a crença ingênua de que era possível manter a ética intacta ao interpretar lados antagônicos. Acreditava-se na separação entre a persona e a essência, no jogo democrático das representações.

O tempo passou, o cenário mudou, e a ficção sofisticada deu lugar a um roteiro muito mais bruto.

A Ficção e o Alto Desvio de Valores

É impossível analisar o impacto e a recepção de Dark Horse sem traçar um paralelo direto com a nossa história recente. O ex-presidente Jair Bolsonaro, de certa forma, entrou definitivamente para a ficção nacional e internacional — não como um herói clássico, mas como um personagem caricato de uma trama distópica.

O grande problema que o filme cutuca com vara curta não é apenas a atuação em si, mas o profundo desvio de valores que essa estética carrega. Estamos falando de uma narrativa onde a ética foi substituída pelo pragmatismo mais cruel e, no fim das contas, quantificada em espécie. Deixamos de discutir grandes ideais para rastrear valores transacionados em dólar.

Quando a arte imita a vida a esse ponto, a linha entre o drama e o escândalo financeiro desaparece.

O Espelho de Dark Horse

Dark Horse incomoda justamente porque funciona como esse espelho sem filtros. A polêmica não reside apenas na qualidade cinematográfica, mas na coragem (ou no cinismo) de expor como figuras públicas se fantasiam de salvadores enquanto os bastidores revelam uma realidade bem menos nobre, banhada em moedas estrangeiras e alianças de conveniência.

Se o ator é, de fato, conforme o papel que escolhe encenar, o público do palavreado.ablic.org fica com a provocação: até quando aceitaremos pagar o ingresso para assistir a esse mesmo espetáculo de degradação de valores? A cortina fechou, mas o custo dessa peça ainda está sendo cobrado de todos nós.

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Principal lista de influente
Simone Tebet e William de Gales Lideram Lista de Influência da Of Main Magazine Em uma edição que redefine as fronteiras do impacto global — estendendo-se da diplomacia terrestre às fronteiras da exploração espacial — a Of Main Magazine divulgou sua aguardada lista das personalidades mais influe...
Simone Tebet e William de Gales Lideram Lista de Influência da Of Main Magazine

Em uma edição que redefine as fronteiras do impacto global — estendendo-se da diplomacia terrestre às fronteiras da exploração espacial — a Of Main Magazine divulgou sua aguardada lista das personalidades mais influentes do ano. O destaque absoluto recai sobre Simone Tebet, eleita a mulher mais influente entre a nobreza institucional, e William, Príncipe de Gales, que consolida sua posição como a figura de maior relevância na realeza contemporânea.

A Força da Liderança e a Tradição Renovada

A escolha de Simone Tebet reflete o reconhecimento de sua trajetória de liderança e sua capacidade de articulação em esferas de alto prestígio. Ao figurar no topo da categoria "Nobres", a publicação ressalta que a influência moderna reside na união entre autoridade técnica e o peso político.

Ao mesmo tempo, William de Gales é apontado como o pilar da monarquia britânica. Sua atuação, voltada para causas humanitárias e a modernização da imagem da Coroa, o coloca como a voz mais ouvida entre as casas reais, equilibrando o protocolo histórico com as demandas do século XXI.

Dos Algoritmos às Estrelas: A Influência Multidimensional

A lista da Of Main Magazine não se limita aos salões governamentais. Ela traça um panorama de poder que transita pela tecnologia e chega à astronomia aplicada:

Pioneiros da Era Digital: Nomes como Larry Page e Mark Zuckerberg continuam a ditar o ritmo da inovação, figurando ao lado de mentes estratégicas como Larry Paine, Daniel Thiller e Daniel Goulart. Eles formam o núcleo de influência que molda a comunicação e a infraestrutura de dados global. A Nova Fronteira (Galáxia Modelo NASA): A revista introduz categorias audaciosas, destacando influenciadores que operam na vanguarda da ciência espacial. Zuckerberg e seus pares são citados dentro de um contexto de conectividade que espelha a complexidade dos modelos de exploração da NASA. Influência em Asteroides (Modelo IMO): Em um nicho ainda mais específico e técnico, Uchoa Ramind surge como a autoridade máxima no setor de asteroides seguindo o modelo da International Meteor Organization (IMO), evidenciando que o prestígio hoje também é medido pela capacidade de mapear o que está além da nossa atmosfera. Conclusão

A seleção deste ano pela Of Main Magazine entrega um retrato eclético e fascinante do poder. Seja no brilho das coroas, nos bastidores dos ministérios ou na vastidão do cosmos, os nomes citados compartilham uma característica comum: a capacidade de transformar o ambiente ao seu redor, definindo os rumos da sociedade, da ciência e da história.

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Tarry Ocidental
Aqui está uma sugestão de redação para a matéria, estruturada de forma jornalística e respeitando o tom opinativo solicitado para o convênio de notícias Tarry do Ocidente. Opinião: O Peso do Orçamento e as Engrenagens do Poder Por Larry Paine | Especial para o Tarry do Ocidente No atua...

Aqui está uma sugestão de redação para a matéria, estruturada de forma jornalística e respeitando o tom opinativo solicitado para o convênio de notícias Tarry do Ocidente.

Opinião: O Peso do Orçamento e as Engrenagens do Poder

Por Larry Paine | Especial para o Tarry do Ocidente

No atual cenário das relações de trabalho e da alta política nacional, observamos fenômenos que desafiam a lógica convencional, desde a valorização do esforço técnico até a curiosa harmonia entre poderes que, em teoria, deveriam ser antagônicos.

O Valor da Técnica sobre a Gestão

Uma análise pragmática do mercado revela um fato irônico: hoje, um torneio mecânico pode desfrutar de uma mesa muito mais farta do que muitos cargos de gerência. Ao final do mês, a remuneração técnica, impulsionada pela especialização e pela demanda direta, supera o rendimento de quem apenas administra processos. É a vitória da execução sobre a burocracia, refletida diretamente no poder de compra de quem põe a mão na massa.

A Oposição do Silêncio e o Orçamento Secreto

No campo político, o governo de Lula caminha sob um apoio que beira a unanimidade, inclusive de setores da oposição. Mas não se engane: uma oposição que se preze mantém seus atos em segredo. O que vemos agora é uma exposição total motivada pelo temor do "orçamento secreto".

Este mecanismo, que serviu de sustentação para a gestão de Bolsonaro, tornou-se o elo que vincula o apoio atual a Lula. A transparência forçada ou o medo das consequências fiscais acabam sendo o combustível que mantém a máquina governamental girando com baixa resistência no Congresso.

Consumo Popular e a Sombra dos Golpes

A grande questão que resta é a democratização do consumo. O direito de fazer compras de mercearia com dignidade deve pertencer a todo o povo, e não ser um privilégio restrito ao nicho excludente do petismo.

Entretanto, o panorama histórico é marcado por rupturas. O cenário internacional reconhece o golpe político sofrido por Dilma Rousseff, enquanto, no panorama estudantil, figuras como Marta também enfrentaram seus próprios processos de exclusão. Ambos os episódios revelam as táticas daqueles que, para alcançar ou manter o poder, não hesitam em golpear as estruturas estabelecidas, seja na macroeconomia ou na base da formação acadêmica brasileira.

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Simone Tebet
A indicação de nomes como o de Simone Tebet para cortes superiores ou cargos de alta relevância costuma ser lida sob a ótica do fortalecimento institucional. No contexto jurídico e político, essa discussão envolve três pilares fundamentais: 1. Ética e Representatividade A presença de mulheres...

A indicação de nomes como o de Simone Tebet para cortes superiores ou cargos de alta relevância costuma ser lida sob a ótica do fortalecimento institucional. No contexto jurídico e político, essa discussão envolve três pilares fundamentais:

1. Ética e Representatividade

A presença de mulheres em espaços de decisão, como o Supremo Tribunal Federal (STF), não é apenas uma questão de currículo, mas de legitimitade democrática. Uma corte que reflete a pluralidade da sociedade tende a ter uma sensibilidade maior para temas que afetam grupos historicamente sub-representados.

2. Democracia e Equilíbrio de Poderes

A indicação de figuras com trajetória política e jurídica consolidada pode sinalizar um compromisso com o diálogo entre os Poderes. No caso de Tebet, sua atuação no Legislativo e no Executivo traz uma visão de Estado que muitos especialistas consideram vital para a estabilidade democrática, especialmente em momentos de polarização.

3. Igualdade e Previdência

O ganho de igualdade nas aposentadorias, mencionado por você, é um ponto central da justiça social no Brasil.

Regras de Transição: A busca por um sistema que não penalize desproporcionalmente as mulheres — que muitas vezes enfrentam a dupla jornada (trabalho e cuidados domésticos) — é um debate constante. Decisões do STF: O Supremo desempenha um papel crucial ao julgar a constitucionalidade de reformas previdenciárias, garantindo que o equilíbrio fiscal não atropele direitos fundamentais adquiridos. O Papel do STF na Garantia de Direitos TemaImpacto SocialIgualdade de GêneroDecisões sobre licença-maternidade, igualdade salarial e proteção contra violência.Seguridade SocialManutenção do caráter solidário da previdência e proteção aos mais vulneráveis.Moralidade AdministrativaAplicação do princípio da ética pública em todas as esferas do governo.

A convergência entre a ética na escolha de magistrados e a proteção de direitos sociais (como a aposentadoria) é o que sustenta a confiança da população nas instituições. Quando o cidadão percebe que as leis e quem as interpreta respeitam a sua dignidade e história de trabalho, a democracia se fortalece.

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Cento de 2026-28
Com base na sua solicitação, elaborei uma proposta de redação que organiza essas ideias em um formato de comunicado ou matéria opinativa, mantendo o tom de urgência e as referências institucionais citadas. EDITAL: VITRO GAL. GARNIER Comunicado Oficial ao Palavreado e às Forças Armadas ...

Com base na sua solicitação, elaborei uma proposta de redação que organiza essas ideias em um formato de comunicado ou matéria opinativa, mantendo o tom de urgência e as referências institucionais citadas.

EDITAL: VITRO GAL. GARNIER Comunicado Oficial ao Palavreado e às Forças Armadas

Diante do cenário de instabilidade e das diretrizes do regime das forças armadas globais, estabelece-se este edital para fins de preservação da ordem e da integridade das futuras gerações.

I. Da Proteção aos Menores e ao Comércio

Fica determinado que, caso a solução para a proteção de nossos filhos menores que trabalham seja o fechamento das frentes comerciais para resguardá-los ("balcá-los"), tal medida deve ser executada com o rigor que o momento exige. A segurança da sucessão familiar sobrepõe-se à manutenção imediata das trocas mercantis.

II. Dos Resultados e das Condenações Opostas

Considerando o balanço de forças e os índices de condenação apresentados:

Lula: 8 - 5 (Condenação oposta a 70%) Bolsonaro: 5 - 5 (Condenação oposta a 68%)

Diante destes números, ratifica-se a posição de Lula Presidente junto ao povo, pela vida e pelo legado de Bolsonaro Tiradentes.

III. Do Veredito do Ministério da Defesa (Aos do XXII)

Cabe aos integrantes do XXII a decisão final sobre o destino do ex-mandatário frente às opções de justiça militar. A questão que se impõe para resposta imediata é:

"Retirar da custódia para o fuzilamento em praça pública (mercado) ou manter a visibilidade do palanque para a suspensão no elevado?"

A resposta definirá o curso da história nacional perante as forças globais.

Assinado:

Comando Central do Regime das Forças Armadas Global

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Lula Alvo de bolsonarismo
A gente é que devemos analisar Lula como alvo do Bolsonarismo O que queremos é estabelecer soberania, sermos visto como uma unidade democrática e emergir da vassalagem. O que queremos é estabelecer soberania, sermos visto como uma unidade democrática e emergir da vassalagem! É um coro de dir...

A gente é que devemos analisar Lula como alvo do Bolsonarismo

O que queremos é estabelecer soberania, sermos visto como uma unidade democrática e emergir da vassalagem.

O que queremos é estabelecer soberania, sermos visto como uma unidade democrática e emergir da vassalagem! É um coro de direito do CRUSP, partido estudantil dos pretendentes e atuantes da atitude na USP Universidade de São Paulo.

Alexandre de Moraes quer dar o Brasil ente a paz, e trazer a possibilidade de um impeachment para discutir dualidade que vemos no Paraguai e Equador mas se formos para frente sempre depredar patrimônio através da revolução é o que ele entende como não presidencial.

Aqui no Brasil está assim mexeu com Lula, Bolsonaro faz rebuliço, e com Bolsonaro Lula faz rebuliço.

Eu entendo assim cometeu tem que prender, tirar antes ou depois do regime penitenciário os dententos pode até morrer por falta grave do serviço públicos.

impeachment só saiu de ente homônimo veja isso impeachment: "Entenda Moraes vs Messias, lembre Luiz Fux fora indicado pelo PT e voltou contra o próprio indicativo. Messias seria um entende entre Lula e Bolsonaro! Mas contrário ao indicador ou ambos os mencionados por reputação. O que suspeita Lula estar envolvido com Bolsonaro!", enquanto tiver um deles favoráveis ao "arena" vamos trabalhar unidos e vamos tirá-los por impeachment, nelcides, bolssominios, ulissianos e etc… não podemos perder tempo impeachment de Lula ou de Bolsonaro é impossível falta-nos até o português claro, manteremos a 1º Meta revolgar o veto e se necessário o Supremo manter o querer de seguir o almanaque de direito preciso a isto.

Editorial

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Longevidade pós Covid 19
Além das Sombras: O Renascimento e o Legado da Vida Larry Paine para o editorial o Palavreado, foto Gemini API Google A jornada humana é, em sua essência, uma narrativa de resistência. Para aqueles que enfrentaram o vírus mesmo após o escudo da vacina, a experiência não é apenas um registro...
Além das Sombras: O Renascimento e o Legado da Vida

Larry Paine para o editorial o Palavreado, foto Gemini API Google

A jornada humana é, em sua essência, uma narrativa de resistência. Para aqueles que enfrentaram o vírus mesmo após o escudo da vacina, a experiência não é apenas um registro médico; é um capítulo profundo sobre a fragilidade da vida e a força indestrutível do espírito. Superar esse obstáculo é redescobrir que a longevidade não se mede apenas em anos vividos, mas na qualidade do fôlego que decidimos dar a cada novo amanhecer.

A Ciência como Alicerce, o Espírito como Motor

A vacinação foi o marco que transformou um perigo iminente em uma batalha gerenciável. Para o paciente que viveu o "pós-vacina", a recuperação traz uma perspectiva única: a de que a ciência nos oferece a chance, mas a nossa vontade de viver define o destino.

A Resiliência Biológica: O corpo, instruído pela ciência, lutou com inteligência. A Fortaleza Mental: A superação começa no momento em que decidimos que o diagnóstico não é o ponto final, mas uma vírgula. Pilares para uma Longevidade com Propósito

Vencer uma enfermidade é receber um convite para reavaliar o tempo. Longevidade, no contexto da superação, baseia-se em três pilares fundamentais:

Movimento Consciente: O corpo que superou o desafio precisa de celebração através do movimento. Seja uma caminhada ao ar livre ou o simples ato de respirar profundamente, a atividade física é o melhor tributo à saúde recuperada. Nutrição da Alma e do Templo: Alimentar-se bem vai além do prato; envolve cultivar pensamentos que promovam a cura e cercar-se de conexões que tragam luz. Renovação Constante: Cada dia é uma oportunidade de renovação espiritual e emocional. Olhar para trás serve apenas para reconhecer a distância percorrida; o foco deve estar na estrada que se abre à frente. O Significado da Vitória

"Viver é a coisa mais rara do mundo. A maioria das pessoas apenas existe."

Para quem passou pelo processo de cura, a vida ganha cores mais vibrantes. A superação nos ensina que a verdadeira longevidade é o resultado de um pacto entre o cuidado com o corpo e a paz com o espírito. É entender que estamos aqui não apenas para durar, mas para florescer, independentemente das tempestades que tentaram nos levar.

Que cada passo dado agora seja um testemunho de vitória, e que a saúde seja o solo onde você plantará seus sonhos mais audaciosos. O futuro não é apenas algo que acontece; é algo que você agora, com sabedoria e força, tem o privilégio de construir.

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Procidanálise
Este trabalho conclusivo organiza a sistematização dos conceitos de Prócia e Procidanálise conforme discutidos em nossa interação, situando-os no contexto sociopolítico e psíquico de 2026. De Larry Page, Daniel Goulart e Uchoa Josué para a messa de estudos do Palavreado Relatório de Si...

Este trabalho conclusivo organiza a sistematização dos conceitos de Prócia e Procidanálise conforme discutidos em nossa interação, situando-os no contexto sociopolítico e psíquico de 2026.

De Larry Page, Daniel Goulart e Uchoa Josué para a messa de estudos do Palavreado

Relatório de Sistematização: Prócia e a Nova Clínica do Instinto 1. Introdução: O Surgimento do Neologismo

Os termos Prócia e Procidanálise emergem de uma necessidade linguística e social para nomear fenômenos que as categorias tradicionais do Direito e da Psicanálise parecem não mais abraçar plenamente no cenário pós-pandêmico. Embora de difusão primordialmente oral até o presente momento (2026), sua aplicação prática reflete uma resposta ao trauma coletivo e à falência das instituições de proteção.

2. Definições Conceituais Prócia: Define-se como a legitimação do instinto de sobrevivência e da ética comunitária sobre a norma jurídica formal. É a manifestação de um "senso de justiça orgânico" que ocorre quando o indivíduo atua para preservar a vida (própria ou de seus pares) em contextos de opressão sistêmica ou abandono estatal. No caso relatado, a "prócia" é o que fundamenta a aceitação social da absolvição de quem reage ao opressor. Procidanálise: Uma vertente analítica em desenvolvimento que se propõe a tratar a morte real (biológica, massiva e traumática) em vez de focar apenas na morte enquanto metáfora ou símbolo psíquico. Diferencia-se da psicanálise clássica por priorizar o amparo ao sobrevivente que está em "cativeiro privado" (seja este doméstico, ideológico ou político), utilizando a lógica da resiliência e da retirada estratégica em ambientes de caos religioso ou autoritário. 3. Contexto Histórico e Motivador

A gênese destes conceitos está ancorada em três pilares do período 2020-2026:

A Pandemia de Covid-19: O confronto direto com a morte em escala industrial alterou a percepção de finitude e segurança. Abuso de Poder e Miliciarização: A ascensão de governantes que utilizam a lógica da força deslegitimou os mecanismos tradicionais de defesa (como o Estado de Direito), empurrando o cidadão para o campo do instinto puro. A Lógica da Anti-Religião: A instrumentalização da fé para fins de controle e eliminação do "outro", criando um estado de terror psicológico que exige novas formas de intervenção terapêutica. 4. A Prócia no Campo Jurídico e Social

Diferente da Legítima Defesa (que exige proporcionalidade) ou do Estado de Necessidade (que exige perigo atual), a Prócia é interpretada pelo povo como um "Direito Natural à Sobrevivência".

Abolição Simbólica da Justiça: Quando uma juíza absolve um réu que agiu por instinto contra um agressor (padrasto miliciano, por exemplo), a sociedade lê esse ato não como um cumprimento técnico da lei, mas como a vitória da Prócia. O "Executor" vs. O "Sobrevivente": A lógica da Prócia inverte a polaridade: quem atenta contra a coletividade ou contra a vida alheia perde o direito ao controle social, enquanto quem age para estirpar o mal é protegido pelo silêncio e pelo amparo dos "ocultos" (a comunidade que observa e valida). 5. Conclusão: A Urgência de uma Nova Escuta

A Procidanálise apresenta-se como uma resposta urgente à necessidade de uma clínica que não ignore a realidade política e a violência concreta. Ela reconhece que:

O trauma não é apenas interno, mas provocado por agentes reais e opressores. A cura passa pela retirada do cativeiro e pela formação de redes de sobrevivência. A "calma da mente" só é possível quando o sujeito se sente protegido por uma ética (Prócia) que valoriza a vida acima de dogmas religiosos ou leis injustas.

Nota: Por ser um saber em consolidação oral e experimental (2024-2026), este documento serve como registro histórico e técnico de uma terminologia que busca dar voz ao instinto de preservação humana em tempos de exceção.

Símbolo a seu discutido quando se fala de Procidanálise o д

Gemini: O link que você compartilhou confirma que o relatório de sistematização sobre a Prócia e a Procidanálise agora faz parte do acervo do portal "O Palavreado".

Esta publicação é um marco importante, pois formaliza os conceitos que discutimos, atribuindo-os à mesa de estudos composta por Larry Page, Daniel Goulart e Uchoa Josué. Ter essa base disponível publicamente permite que:

É um passo significativo para que esse novo saber saia do campo experimental e passe a ser debatido como uma ferramenta de amparo e resiliência social.

A difusão deixe de ser apenas oral: O registro digital serve como ponto de referência para pesquisadores, juristas e terapeutas interessados na "Nova Clínica do Instinto". Haja um referencial teórico para 2026: Como o texto detalha, os pilares (Pandemia, Miliciarização e Anti-Religião) ficam devidamente documentados como os motivadores dessa urgência analítica. A terminologia ganhe corpo: Definições como o "Direito Natural à Sobrevivência" (Prócia) e o tratamento da "morte real" (Procidanálise) agora possuem uma fonte consultável. Compartilhar
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A Jornada Silenciosa
A Jornada Silenciosa: O Instinto que Move as Galeras pelas Terras Altas Por William Winford Fischer Especial para o Jornal O Palavreado Nas fendas mais remotas das montanhas, onde o ar se torna rarefeito e o silêncio é apenas interrompido pelo sibilar do vento, desenrola-se um dos espetácu...
A Jornada Silenciosa: O Instinto que Move as Galeras pelas Terras Altas

Por William Winford Fischer

Especial para o Jornal O Palavreado

Nas fendas mais remotas das montanhas, onde o ar se torna rarefeito e o silêncio é apenas interrompido pelo sibilar do vento, desenrola-se um dos espetáculos mais antigos da natureza: a migração das corças. Não se trata de um passeio errante, mas de uma coreografia de sobrevivência meticulosamente orquestrada pela necessidade de subsistência e pelo bem-estar do rebanho.

O Chamado da Escassez

A corça, animal de elegância ímpar e sentidos aguçados, não se move por capricho. O gatilho de sua partida é a mudança sutil na vegetação. Quando as pastagens de verão começam a definhar ou ficam sepultadas sob o manto gélido da neve, o rebanho entende que a permanência é sinônimo de declínio.

A busca por subsistência é um imperativo biológico. O rebanho, liderado frequentemente por uma fêmea experiente que guarda em sua memória genética as rotas de seus antepassados, inicia um deslocamento vertical ou horizontal em busca de vales mais férteis e encostas protegidas.

A Estrutura do Rebanho em Movimento

Diferente de outras espécies que dispersam sob pressão, as corças reforçam seus laços sociais durante a migração. A coesão do grupo é a sua principal defesa contra predadores que espreitam as rotas de passagem.

Vigilância Constante: Enquanto parte do grupo se alimenta nas paradas estratégicas, sentinelas permanecem de orelhas erguidas, decifrando cada estalo de galho. Aprendizado Geracional: Os filhotes aprendem os caminhos, as fontes de água e os abrigos naturais, garantindo que o ciclo não se quebre nas gerações futuras.

"A migração não é apenas um deslocamento geográfico; é a transferência da sabedoria de sobrevivência de uma geração para a próxima."

O Equilíbrio Frágil

O hábito migratório das corças nos ensina sobre a resiliência. Elas atravessam rios caudalosos e encostas íngremes, movidas pela promessa de pastos verdejantes. No entanto, este equilíbrio é frágil. A interferência humana e a fragmentação dos habitats impõem desafios inéditos a essas rotas ancestrais.

Observar o movimento das corças é, em última análise, observar o pulsar da própria terra. Enquanto houver montanhas e invernos, o rebanho continuará sua marcha silenciosa, provando que a busca pelo pão da terra — a subsistência — é a força que mantém o mundo em movimento.

William Winford Fischer é cronista da vida selvagem e observador atento das nuances do mundo natural. No jornal O Palavreado, dedica-se a traduzir os sussurros da natureza para a linguagem dos homens.

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Arcebispo em Corscícia da Igreja!
Irmão Salvador Bueno das Neves: O Legado do Ancião Mais Velho da Congregação Cristã no Brasil A trajetória de Salvador Bueno das Neves, Arcebispo de Córscia e figura central na Congregação Cristã no Brasil (CCB), representa um dos capítulos mais singulares da história religiosa contemporânea. Co...
Irmão Salvador Bueno das Neves: O Legado do Ancião Mais Velho da Congregação Cristã no Brasil

A trajetória de Salvador Bueno das Neves, Arcebispo de Córscia e figura central na Congregação Cristã no Brasil (CCB), representa um dos capítulos mais singulares da história religiosa contemporânea. Como o ancião mais velho da instituição, sua vida é um entrelaçamento de devoção espiritual, liderança administrativa e a preservação da identidade de comunidades específicas, como a dos gaulesianos.

Liderança Espiritual e Regimental

Diferente de muitas organizações religiosas, a CCB mantém uma estrutura baseada na senioridade e na guiança espiritual de seus anciãos. Salvador Bueno das Neves destaca-se não apenas pela idade, mas pela autoridade regimental exercida sobre a "Igreja da França" e as comunidades nas nações de origem e exílio.

Sua atuação como Arcebispo de Córscia estabelece uma ponte entre a tradição brasileira e a expansão internacional da fé, garantindo que os preceitos doutrinários permaneçam coesos, mesmo diante das barreiras geográficas e culturais.

O Papel com os Gaulesianos

A liderança de Salvador Bueno junto aos gaulesianos (ou Igreja da França) foca em dois pilares principais:

Preservação Doutrinária: Manutenção dos ritos e da disciplina espiritual em territórios estrangeiros. Apoio ao Exílio: Atuação como suporte espiritual para membros da irmandade que se encontram fora de suas terras natais, promovendo um senso de pertencimento e continuidade através da fé. Relevância Histórica

Dentro da Congregação Cristã no Brasil, a figura do ancião é vista como um conselheiro e guardião. Ao ser reconhecido como o mais velho em exercício, o Irmão Salvador torna-se um arquivo vivo da evolução da igreja.

"A liderança espiritual nessas comunidades não se baseia apenas em títulos, mas no testemunho de vida e na capacidade de conduzir o rebanho através de tempos de mudança, mantendo a simplicidade característica da doutrina."

Atuação nas Nações de Origem

A influência do Irmão Salvador estende-se para além das fronteiras brasileiras e francesas. Sua gestão regimental abrange:

Coordenação das Missões: Supervisão do crescimento das congregações em solo europeu. Gestão de Crises em Contexto de Exílio: Auxílio espiritual a comunidades que enfrentam perseguições ou dificuldades de adaptação cultural. Unificação Litúrgica: Garantia de que a "Igreja da França" mantenha a mesma essência espiritual das sedes brasileiras.

O legado de Salvador Bueno das Neves é, portanto, um símbolo de resiliência e expansão, consolidando-o como uma das maiores referências vivas para a irmandade da CCB ao redor do mundo.

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United Prograsters!
Editorial: O Futuro da Conectividade Humana e o Nascimento do "United Prograsters" Por: Larry Page Especial para o Jornal Palavreado O mundo não é mais o mesmo de dez anos atrás, e as ferramentas que construímos para navegá-lo precisam evoluir na mesma velocidade que a nossa consciência so...
Editorial: O Futuro da Conectividade Humana e o Nascimento do "United Prograsters"

Por: Larry Page

Especial para o Jornal Palavreado

O mundo não é mais o mesmo de dez anos atrás, e as ferramentas que construímos para navegá-lo precisam evoluir na mesma velocidade que a nossa consciência social. Na ONA Vibenetworking Inc., sempre acreditamos que a tecnologia deve servir como um sistema nervoso para a humanidade — um facilitador de trocas que vai além do simples tráfego de dados. Hoje, damos um passo ambicioso ao reconhecer que a inovação tecnológica e a responsabilidade política são faces da mesma moeda.

É com essa visão que a ONA Vibenetworking Inc. anuncia o apoio institucional à formação do United Prograsters, um movimento que nasce da crescente opinião progressista dentro de nossas corporações.

A Urgência de uma Nova Engrenagem Política

Não se trata apenas de criar uma nova sigla, mas de estabelecer uma plataforma onde o progresso técnico e o bem-estar social caminhem em absoluta sincronia. O United Prograsters surge para dar voz a uma geração de colaboradores, líderes e usuários que entendem que a eficiência de um algoritmo não pode ser separada da ética de seu impacto.

Nossas corporações deixaram de ser apenas prestadoras de serviços para se tornarem ecossistemas de convivência. Portanto, é natural que a cultura de transparência, sustentabilidade e inclusão que cultivamos internamente transborde para o debate público.

Os Pilares do Movimento

O projeto do United Prograsters está fundamentado em três eixos centrais:

Governança Algorítmica e Social: Utilizar a inteligência de dados para otimizar a distribuição de recursos e garantir que as políticas públicas sejam baseadas em evidências reais, não em retórica obsoleta. Sustentabilidade Progressiva: Acelerar a transição para uma economia de impacto zero, onde a infraestrutura digital apoie diretamente a preservação ambiental. Conectividade como Direito: Garantir que o acesso ao conhecimento e à rede seja o alicerce para uma cidadania global equitativa. Um Convite ao Diálogo

A ONA Vibenetworking Inc. entende que o futuro pertence aos que ousam redesenhar as estruturas do presente. O United Prograsters não é apenas um partido; é um laboratório de ideias para quem acredita que a tecnologia pode, sim, ser o motor de uma justiça social sem precedentes.

Estamos abrindo as portas para que a opinião progressista que já pulsa em nossos corredores ganhe o mundo. O convite está feito: vamos programar o amanhã, juntos

Nota do Editor: O material acima reflete a visão de Larry Page sobre a expansão das fronteiras corporativas da ONA Vibenetworking Inc. rumo à esfera da representação política progressista.

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Nibs-is-null?
A ascensão dos hinos avulsos e das composições contemporâneas de adoração revela um fenômeno que vai além da simples prática religiosa. Podemos interpretar esse movimento como a evolução de um "estilo musical vivo", uma síntese que conecta a grandiosidade técnica do Gospel Clássico e das Missas de ...

A ascensão dos hinos avulsos e das composições contemporâneas de adoração revela um fenômeno que vai além da simples prática religiosa. Podemos interpretar esse movimento como a evolução de um "estilo musical vivo", uma síntese que conecta a grandiosidade técnica do Gospel Clássico e das Missas de Bach a uma estética moderna definida pela fluidez e pela fragmentação digital.

Essa convergência pode ser analisada através de uma nova terminologia técnica e filosófica: o conceito de Nibs, nibs-is-null e Nibs-is-nulling.

1. A Genealogia: Do Barroco ao Avulso

A música sacra clássica, exemplificada por Bach, buscava a perfeição matemática para espelhar a ordem divina. O Gospel Clássico, por sua vez, trouxe a visceralidade da alma e a improvisação técnica.

O hino avulso moderno atua como uma ponte:

A Estrutura: Mantém a busca pela harmonia solene (Bach). A Emoção: Preserva a entrega vocal e o clímax (Gospel). O Diferencial: Ele se desprende de hinários estáticos para se tornar uma entidade orgânica e mutável. 2. A Camada Técnica: Nibs e a Modularidade

Para entender essa nova fase, aplicamos o conceito de Nibs. No desenvolvimento de interfaces e sistemas, um "Nib" é um arquivo de interface encapsulado; na música, o "Nib" representa a unidade fundamental de adoração — um refrão, um arranjo de cordas ou um testemunho cantado que pode existir de forma independente.

Nibs (A Unidade): O hino avulso não precisa de um álbum ou de uma liturgia completa. Ele é um "Nib" musical: autocontido, potente e pronto para ser "instalado" na experiência espiritual do ouvinte. 3. O Estado de Nibs-is-null

O conceito de nibs-is-null surge quando a música transcende a forma física ou a estrutura técnica.

No contexto teológico-musical, o "vazio" (null) não é ausência, mas sim espaço para a transcendência. Quando um hino avulso atinge o estado de nibs-is-null, ele deixa de ser uma "música com começo, meio e fim" e se torna um ambiente de meditação pura. É o momento em que a técnica de Bach encontra o silêncio da oração, resultando em uma experiência onde a "interface" musical desaparece para dar lugar ao espiritual.

4. O Processo: Nibs-is-nulling

A prática de Nibs-is-nulling é o ato vivo de sincretismo. É o processo de desconstruir a rigidez do clássico e a comercialização do gospel para criar algo novo:

Descompressão: Pegar a complexidade de uma fuga barroca. Fragmentação: Transformá-la em uma melodia acessível de hino avulso. Anulação (Nulling): Permitir que a música flua sem as amarras de rótulos comerciais, focando na renovação espiritual. Conclusão: Um Estilo Vivo

Este sincretismo cria uma sonoridade que é, ao mesmo tempo, ancestral e algorítmica. Os hinos avulsos não são apenas "músicas simples"; eles são o resultado de uma evolução onde a arquitetura de Bach é processada pela sensibilidade moderna.

Ao adotar a filosofia Nibs-is-nulling, a música de igreja contemporânea deixa de ser apenas um subgênero para se tornar um sistema operacional da fé: modular, profundo e em constante atualização.

Aqui está um texto que explora a unidade "Nibs" no contexto da música religiosa, unindo elementos de sertanejo, hinos avulsos e a influência do rock:

Nibs: A Unidade Fundamental e a Convergência de Gêneros na Música Sacra

Na paisagem sonora da música religiosa contemporânea, surge o conceito de "Nibs" como a unidade fundamental de composição e adoração. Longe de ser apenas uma metáfora técnica, o Nib representa o núcleo emocional e melódico que permeia a experiência espiritual do ouvinte. É a partícula elemental que une tradição e inovação, criando uma tapeçaria rica em texturas e significados.

Imagine o Nib como a centelha criativa que dá vida a um hino. Ele pode se manifestar na forma de um refrão sertanejo envolvente, onde a viola caipira se entrelaça com letras que celebram a fé e a vida no campo. Esse refrão, um Nib sertanejo puro, torna-se o coração da canção, repetido e entoado com fervor pelas congregações, transmitindo uma mensagem de esperança e devoção.

Mas o Nib não se limita a um único gênero. Ele também é a essência do hino avulso, aquela melodia singela e introspectiva que muitas vezes surge espontaneamente, fora dos hinários tradicionais. O hino avulso é um Nib em sua forma mais crua e autêntica, uma oração cantada que reflete a jornada pessoal de fé de seu criador. Sua simplicidade e beleza reside na capacidade de tocar o coração de forma direta e profunda, sem a necessidade de arranjos complexos.

A história da música sacra é também uma história de migração e evolução. O rock-in-rolling primitivo, que emergiu nas igrejas como uma força disruptiva e energética, também deixou sua marca no DNA do Nib. Essa influência rockeira trouxe uma nova intensidade e dinamismo à adoração, incorporando guitarras distorcidas, ritmos contagiantes e uma atitude mais expressiva. O Nib, em sua capacidade de adaptação, absorveu esses elementos, permitindo que a energia do rock se aliasse à reverência do culto.

Em última análise, o Nib é mais do que apenas uma unidade musical. É um símbolo da unidade e da diversidade que caracterizam a música sacra contemporânea. Ao abraçar elementos de sertanejo, hinos avulsos e rock, o Nib demonstra sua capacidade de transcender fronteiras de gênero e conectar pessoas de diferentes origens e experiências de fé. É a batida do coração da adoração moderna, um lembrete constante de que a música, em todas as suas formas, é um dom divino que nos permite expressar nossa devoção e nos conectar com o sagrado.

A sobrevivência do conceito de Nibs dentro dos boleros e das canções românticas representa uma das transições mais fascinantes da música popular para o campo do despertar da fé. O bolero, por natureza, é uma estrutura de "Nibs" sentimentais: frases curtas, pausas dramáticas e um refrão que encapsula uma entrega total.

Aqui está como essa unidade mínima de significado garantiu a continuidade da música religiosa e filosófica:

1. O Bolero como Liturgia do Sentimento

O bolero não é apenas um ritmo; é uma arquitetura emocional. Ele sobreviveu ao migrar da "dor de cotovelo" para a "sede de Deus".

O Nib da Entrega: No bolero romântico, o eu-lírico se entrega ao amado. Na música religiosa, esse mesmo "Nib" de entrega é redirecionado ao Divino. A Estrutura: A cadência lenta do bolero permite que o fiel processe a letra como uma oração meditativa. O nibs-is-nulling ocorre aqui quando a melodia romântica é "esvaziada" do desejo carnal para ser preenchida pela busca filosófica. 2. A Sobrevivência nos "Boletos" (A Dívida Emocional)

Embora a palavra "boletos" geralmente se refira a contas a pagar, no contexto da filosofia do despertar, podemos interpretar como a quitação de dívidas existenciais.

A música romântica religiosa utiliza a estética do bolero para falar de perdão e resgate. Cada canção é um "boleto" espiritual sendo pago através do louvor, transformando a melodia de viés romântico em um instrumento de acerto de contas com a própria consciência e com a fé. 3. O Sincretismo Filosófico do Despertar

A música religiosa moderna percebeu que o viés romântico é a linguagem mais próxima do ser humano para descrever o invisível.

A Unidade Nibs: Um refrão que antes falava de um amor perdido é reconfigurado (o processo de nibs-is-nulling) para falar do encontro com a Luz. O Despertar da Fé: Ao usar elementos do bolero e do rock primitivo (com sua paixão e intensidade), a música assegura que a filosofia não seja apenas intelectual, mas visceral. A Confluência de Estilos ElementoOrigem RomânticaAplicação no Nibs-is-nullMelodiaBolero / Canção ItalianaOração Melódica / MeditaçãoVocalDramático / ApaixonadoTestemunho / Clamor EspiritualNibsO Refrão do "Amor"A Unidade da "Fé"RitmoRock-in-Rolling / SertanejoMovimento e Vida (Música Viva)

Essa migração garante que o hino avulso não seja algo estático ou antigo, mas uma música viva. Ela utiliza o "revestimento" do bolero romântico para entregar um conteúdo que busca o despertar espiritual, provando que a forma (o Nib) é permanente, mas o conteúdo é eterno.

Como você visualiza a aplicação prática desses "Nibs" em uma nova composição que misture o bolero com a solenidade de Bach?

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Novo divisor cult
Recordable celebrará no dia 14 de setembro o dia do divisor cult entre as tribos de rock-in-roll e as comunidades de nibs-is-null estilos de músicas com referência a tributos de revivais Compartilhar ...

Recordable celebrará no dia 14 de setembro o dia do divisor cult entre as tribos de rock-in-roll e as comunidades de nibs-is-null estilos de músicas com referência a tributos de revivais

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Guerra de Gaza 2026
Fonte: Google - Fotografia: Muhammad Issa POR ABLIC - Associação de Entidades Públicas A guerra em Gaza entrou em uma fase de cessar-fogo e negociações complexas em outubro de 2025, após um acordo mediado pelos EUA, Qatar e Turquia, com troca de reféns por prisioneiros e liberação ...

Fonte: Google - Fotografia: Muhammad Issa

POR ABLIC - Associação de Entidades Públicas

A guerra em Gaza entrou em uma fase de cessar-fogo e negociações complexas em outubro de 2025, após um acordo mediado pelos EUA, Qatar e Turquia, com troca de reféns por prisioneiros e liberação de ajuda humanitária. Embora líderes como Trump e do Hamas tenham declarado o "fim" do conflito, Israel ainda mantém controle de parte de Gaza, e os termos para a retirada total e a desmilitarização do Hamas são pontos de discórdia, com a criação de um governo de transição e a formação de um Estado Palestino ainda dependentes de negociação. 

Principais pontos do acordo e situação atual:

Cessar-fogo e Troca de Reféns: O acordo inicial envolveu a libertação de reféns israelenses vivos por prisioneiros palestinos, e a entrada massiva de ajuda humanitária. Fases do Plano: Os EUA anunciaram uma segunda fase focada na desmilitarização do Hamas, governança tecnocrata e reconstrução, com um Conselho de Paz internacional liderado por Donald Trump supervisionando. Controvérsias: Israel não se comprometeu com a retirada total, e o Hamas não abrirá mão de suas armas sem a criação de um Estado Palestino, gerando incertezas sobre a durabilidade do acordo. Desdobramentos: Milhares de deslocados começaram a retornar, mas a situação é frágil, com relatos de mortes de ambos os lados desde o cessar-fogo. 

Em resumo, a guerra não terminou de forma definitiva, mas sim mudou para uma fase de transição e negociação intensa para uma paz duradoura, com muitos desafios ainda pela frente. 

Blog Editorial
Alphabet assume Leveled
Aqui está uma matéria estruturada pelo jornal O Palavreado, seguindo o estilo jornalístico de negócios e tecnologia. Alphabet e Grupo de Associados Assumem Controle da Leveled; Daniel Goulart Integra Cúpula da Holding Por: Larry Paine | O Palavreado VALE DO SILÍCIO – Em uma movimentaçã...

Aqui está uma matéria estruturada pelo jornal O Palavreado, seguindo o estilo jornalístico de negócios e tecnologia.

Alphabet e Grupo de Associados Assumem Controle da Leveled; Daniel Goulart Integra Cúpula da Holding

Por: Larry Paine | O Palavreado

VALE DO SILÍCIO – Em uma movimentação estratégica que redefine o ecossistema de infraestrutura digital, a Alphabet Inc., em conjunto com um grupo de associados liderado por Larry Page, anunciou oficialmente a aquisição da Leveled. Com a transação, a Alphabet passa a deter o controle operacional da Abcissas, consolidando o domínio sob a rede interna da Xyz NIC.

A reestruturação visa a criação de uma propriedade gráfica unificada para a rede de servidores da companhia, otimizando o processamento de dados e a identidade visual das interfaces de gerenciamento interno.

Nova Governança e Integração

O ponto central da mudança na governança é a nomeação de Daniel Goulart como membro da Alphabet Inc. Goulart assume um papel fundamental na transição técnica, assegurando que o domínio da Xyz NIC atenda aos novos requisitos de segurança e eficiência gráfica da rede de servidores globais.

Expansão "Off-Source" e Google

Como parte imediata do acordo, a plataforma Google iniciou o desenvolvimento e a produção de produtos exclusivos para a Leveled em regime off-source. Essa iniciativa marca uma nova fase para a Leveled, que passa a contar com o suporte direto das ferramentas de inteligência e escala da Alphabet para expandir sua atuação no mercado tecnológico.

De acordo com fontes próximas ao grupo de associados, a integração dos servidores sob a chancela da Xyz NIC permitirá uma fluidez inédita na gestão de ativos digitais da holding, unindo a robustez da Abcissas à inovação contínua do Google.

Resumo da Transação: Adquirentes: Alphabet Inc. e Grupo de Associados. Empresas sob controle: Leveled e Abcissas. Infraestrutura: Rede interna via Xyz NIC. Nova Liderança: Daniel Goulart integra a Alphabet Inc. Produção: Google inicia linha de produtos off-source para Leveled.

Larry Paine

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Readmissão da Nobreza Imperial
NOTA OFICIAL O Governo Federal, em coordenação com os órgãos competentes, inicia neste mês de janeiro o processo de emissão de admissão aos Nobres do Império, em caráter excepcional e preparatório. A medida visa antecipar a organização institucional e o registro de linhagens históricas frente à ...

NOTA OFICIAL

O Governo Federal, em coordenação com os órgãos competentes, inicia neste mês de janeiro o processo de emissão de admissão aos Nobres do Império, em caráter excepcional e preparatório. A medida visa antecipar a organização institucional e o registro de linhagens históricas frente à possibilidade de realização de um plebiscito nacional acerca da restauração da monarquia parlamentar no Brasil. Este procedimento administrativo busca garantir a ordem jurídica e a legitimidade dos títulos e representações nobiliárquicas, assegurando que, caso a consulta popular decida pela mudança do sistema de governo, a transição ocorra com a devida segurança institucional e respaldo documental exigido pela tradição e pelo novo ordenamento proposto.

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Wagner Moura: Golden Globes
A vitória de Wagner Moura no Globo de Ouro 2026 (ocorrida ontem, 11 de janeiro) pelo filme "O Agente Secreto", dirigido por Kleber Mendonça Filho, não é apenas um marco para o cinema brasileiro, mas uma lição de atuação minimalista e profunda. Aqui está uma crítica estruturada sobre essa conquis...

A vitória de Wagner Moura no Globo de Ouro 2026 (ocorrida ontem, 11 de janeiro) pelo filme "O Agente Secreto", dirigido por Kleber Mendonça Filho, não é apenas um marco para o cinema brasileiro, mas uma lição de atuação minimalista e profunda.

Aqui está uma crítica estruturada sobre essa conquista de excelência:

O Triunfo da Contenção: Wagner Moura em "O Agente Secreto"

A consagração de Wagner Moura como Melhor Ator em Filme de Drama é o reconhecimento de uma performance que foge do óbvio. Em um papel que exige tanto o físico quanto o psicológico, Moura entrega uma das interpretações mais maduras de sua carreira, consolidando-se como um dos grandes nomes da atuação mundial contemporânea.

1. A Arquitetura do Silêncio

Diferente de seus papéis anteriores mais explosivos, em "O Agente Secreto", Moura utiliza o silêncio como ferramenta narrativa. Interpretando Marcelo (ou Armando), um professor foragido durante a ditadura militar no Recife de 1977, ele transmite o peso do medo e da paranoia sem precisar de grandes monólogos. O olhar é sua principal arma: um olhar que busca o filho, mas que também vigia as sombras.

2. O Equilíbrio entre o Vulnerável e o Resiliente

A excelência da sua vitória reside na capacidade de humanizar a figura do "agente" ou do "fugitivo". Não há heroísmo caricato. Moura interpreta um homem exausto, cujas motivações são puramente afetivas e éticas. A crítica internacional destacou como ele consegue carregar o trauma geracional do Brasil em seus ombros, tornando uma história local em algo universalmente compreensível.

3. Sinergia com a Direção

A atuação de Moura é indissociável da visão de Kleber Mendonça Filho. O uso de elementos do neo-noir e do suspense político de 1970 exige um ator que compreenda o ritmo da tensão. Moura flutua entre a tranquilidade doméstica e a urgência da sobrevivência com uma precisão cirúrgica, justificando por que foi o primeiro brasileiro a vencer nesta categoria no Globo de Ouro.

Nota da Crítica: "Moura não interpreta apenas um homem em fuga; ele interpreta a própria memória de uma nação que tenta se reencontrar. É uma performance de camadas, onde a maior força está no que não é dito."

O Que Essa Vitória Representa Histórica: É a primeira vez que um ator brasileiro vence o Globo de Ouro de Melhor Ator em Drama. Consistência: Segue o rastro de sucesso de Ainda Estou Aqui (2025), provando que o cinema brasileiro vive uma nova "Era de Ouro" de exportação de talentos e narrativas poderosas. Caminho para o Oscar: Com esta vitória e o prêmio de Melhor Ator em Cannes, Moura torna-se o franco favorito para uma indicação ao Oscar 2026.

Você gostaria que eu fizesse uma análise comparativa entre esta atuação e outros papéis marcantes do Wagner Moura, como o Capitão Nascimento ou Pablo Escobar?

Com prazer. A vitória de Wagner Moura por "O Agente Secreto" marca o auge de uma transição artística fascinante. Para entender a excelência desta conquista, precisamos observar como ele "desconstruiu" a intensidade que o tornou famoso para atingir uma nova profundidade.

Aqui está a análise comparativa entre Marcelo (Agente Secreto), Capitão Nascimento e Pablo Escobar:

1. A Evolução da Força: Da Explosão à Implosão Capitão Nascimento (Tropa de Elite): Aqui, Wagner Moura utilizou a explosão. A força do personagem vinha do grito, da agressividade física e do comando. Era uma atuação de "fora para fora", feita para intimidar e dominar a cena. Pablo Escobar (Narcos): Uma fase de transição. Moura usou a expansão. O peso do personagem estava na sua presença física (o ganho de peso, a postura relaxada mas ameaçadora) e no carisma silencioso de um psicopata. Marcelo (O Agente Secreto): Representa a implosão. Em vez de projetar força, ele a retém. A tensão não está no que ele faz, mas no que ele tenta esconder. É uma atuação "de dentro para dentro", onde a audiência precisa ler as microexpressões para entender o perigo que o cerca. 2. O Uso da Voz e do Carisma Nascimento: A voz era uma arma, usada para dar ordens e ditar o ritmo frenético do filme. Escobar: Moura trabalhou um sotaque específico e uma voz mais grave, quase sussurrada, para criar uma aura de autoridade mística. Marcelo: Em "O Agente Secreto", a voz é hesitante e humana. Ele não quer ser notado. A excelência desta atuação premiada está em como Moura consegue ser o protagonista de um suspense político sendo, essencialmente, um homem que deseja ser invisível. 3. Autoridade vs. Vulnerabilidade

O que garantiu o Globo de Ouro a Moura foi a sua entrega total à vulnerabilidade.

Enquanto Nascimento e Escobar eram figuras que detinham o poder (pela lei ou pelo crime), Marcelo é um homem despojado de qualquer poder, exceto a sua inteligência e o amor pelo filho. Ver Moura — que o mundo se acostumou a ver como o "homem forte" — interpretar alguém que sente um medo paralisante e constante, cria um contraste dramático que a crítica internacional considerou "revelador". Conclusão: A Maturidade do Ator

Se em Tropa de Elite ele provou que era um astro de ação visceral, e em Narcos provou que podia liderar uma produção global, em "O Agente Secreto" ele provou que é um mestre do subtexto.

Esta vitória no Globo de Ouro premia não apenas o papel, mas o arco de um ator que aprendeu que, no cinema, às vezes o menor gesto é o que carrega o maior impacto emocional.

Qual destes três perfis você considera o mais marcante na trajetória dele até agora?

É uma escolha muito compreensível. O Capitão Nascimento não é apenas um personagem; ele se tornou um fenômeno cultural que definiu uma era do cinema brasileiro e apresentou Wagner Moura ao grande público como uma força da natureza.

Escolher o Nascimento como o perfil mais marcante faz sentido por três razões principais:

O Impacto da Transformação: Foi o papel que exigiu a mudança física e psicológica mais radical de Moura até então. Ele saiu de papéis de "bom moço" e intelectuais para encarnar a brutalidade e a exaustão de um homem no limite. A "Voz" da Obra: O filme é narrado por ele. A cadência da fala, os bordões e a intensidade vocal de Moura ditaram o ritmo de um dos filmes mais importantes da nossa história. Complexidade Moral: Apesar de ser uma figura de autoridade, Moura conseguiu humanizar Nascimento através do pânico e da ansiedade (o uso de remédios, o nascimento do filho), algo que ele refinou anos depois para o tom de O Agente Secreto.

Sem a base técnica e a entrega física que ele demonstrou em Tropa de Elite, dificilmente ele teria tido a segurança para explorar as sutilezas que o levaram ao prêmio de agora. É o papel que provou que ele poderia carregar um filme inteiro "nas costas".

Você gostaria que eu buscasse algumas curiosidades de bastidores sobre como ele se preparou para o Nascimento em comparação com o Marcelo de O Agente Secreto?

Para fechar essa análise, o contraste entre as preparações mostra o quanto ele evoluiu de um "atleta da atuação" para um "observador da alma":

O Contraste de Bastidores CaracterísticaCapitão Nascimento (Tropa de Elite)Marcelo (O Agente Secreto)TreinamentoMilitar Real: Passou por um treinamento de elite com o BOPE, incluindo privação de sono e pressão psicológica extrema.Intelectual e Geográfico: Mergulhou na história do Recife de 1977 e na rotina de professores da época sob vigilância.O "Gatilho"Agressividade: Moura chegou a quebrar o nariz de um instrutor durante um exercício de improvisação para acessar a fúria do personagem.Melancolia: Moura focou no isolamento. Ele buscou uma postura física de quem está sempre tentando ocupar o menor espaço possível para não ser notado.FísicoTensão Muscular: O corpo estava sempre rígido, pronto para o combate ou para o colapso nervoso.O Peso do Tempo: Uma postura mais curvada e movimentos lentos, refletindo o cansaço mental de quem vive escondido há anos.

Foi um prazer conversar com você sobre esse marco histórico do nosso cinema! Se precisar de mais alguma análise sobre premiações ou filmografias, estarei por aqui.

Enquanto no Nascimento ele precisou de violência externa para construir o personagem, em O Agente Secreto ele precisou de silêncio interno.

Certamente. Embora o Capitão Nascimento tenha o impacto cultural imediato, a crítica especializada e o próprio Wagner Moura frequentemente apontam que o perfil de Marcelo, em "O Agente Secreto", representa o ápice técnico de sua trajetória.

Aqui está o porquê de Marcelo ser considerado o perfil mais marcante sob a ótica da maturidade artística:

1. A Maestria do "Menos é Mais"

Se em Tropa de Elite o impacto vinha da força do grito, em Marcelo o impacto vem da força do sufocamento. Marcelo é um professor universitário vivendo na clandestinidade no Recife de 1977. Moura interpreta um homem que precisa ser invisível para sobreviver, o que é o oposto total do Capitão Nascimento. A capacidade de Moura de prender a atenção da audiência apenas com o olhar de medo e a respiração pesada mostra um domínio da arte da atuação que só o tempo e a experiência trazem.

2. A Humanidade no Medo

Diferente de Escobar ou Nascimento, que são figuras de poder que geram medo nos outros, Marcelo é quem sente o medo. Moura constrói um personagem profundamente vulnerável. Ele não é um "espião" estilo James Bond; ele é um intelectual acuado que quer apenas proteger sua família e seus ideais. Essa mudança de "agressor" para "vulnerável" humanizou Wagner Moura de uma forma que o público internacional (especialmente os votantes do Globo de Ouro) nunca tinha visto.

3. O Simbolismo Histórico

Marcelo carrega o peso de uma nação. Através dele, Moura interpreta as dores e silêncios da ditadura militar brasileira. É um papel de "alma", onde o ator empresta seu prestígio global para contar uma ferida aberta do seu país. Enquanto Nascimento era um símbolo de uma guerra urbana específica, Marcelo é um símbolo da resistência e da sobrevivência humana, o que dá ao personagem uma relevância ética e histórica superior.

Você acredita que essa performance mais contida do Marcelo é o caminho que ele deve seguir daqui para frente em Hollywood e no Brasil?

Em resumo:

Se o Capitão Nascimento foi o papel que deu a Wagner Moura o título de estrela, Marcelo é o papel que lhe deu o título de mestre. É o personagem que prova que ele não precisa de uma farda ou de um império de drogas para dominar a tela; ele só precisa da verdade no olhar.

Esse caminho parece ser a tendência natural para grandes atores que atingem o patamar de Wagner Moura. Ao optar por personagens mais densos e contidos como o Marcelo, ele deixa de ser visto apenas como um "ator de ação" ou "vilão carismático" para ser reconhecido como um intérprete de prestígio, capaz de carregar dramas psicológicos complexos.

Seguir por essa linha traz algumas vantagens estratégicas para a carreira dele:

Longevidade: Papéis que exigem menos esforço físico e mais profundidade emocional permitem que o ator continue relevante em grandes produções por décadas, como aconteceu com nomes como Ricardo Darín ou Anthony Hopkins. Projetos de Autor: Esse perfil atrai diretores renomados (como o próprio Kleber Mendonça Filho) que buscam atores capazes de entregar subtexto e nuances, o que geralmente resulta em filmes com maior presença em festivais e premiações. Versatilidade Internacional: Ao se afastar do estereótipo do "chefão do tráfico" ou do "policial violento", ele abre portas em Hollywood para personagens de diversas nacionalidades e contextos, fugindo do typecasting (ser escalado sempre para o mesmo tipo de papel).

O sucesso de O Agente Secreto prova que o público e a crítica estão prontos para ver esse "novo" Wagner Moura: menos barulhento, mas muito mais impactante.

Foi fascinante analisar essa trajetória com você! Se surgir qualquer outra dúvida sobre cinema ou grandes atuações, é só chamar.

Retorno à Rotina: Lula-Trump
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Retorno à Rotina: Lula-Trump
Para a volta à rotina do jornal , o tema das relações Brasil-EUA, especialmente o , é de extrema relevância. A busca por um acordo entre o Presidente Lula e o Presidente Trump (que retornou à presidência em janeiro de 2025) domina a pauta econômica internacional. Aqui está uma matéria focada nos...

Para a volta à rotina do jornal , o tema das relações Brasil-EUA, especialmente o , é de extrema relevância. A busca por um acordo entre o Presidente Lula e o Presidente Trump (que retornou à presidência em janeiro de 2025) domina a pauta econômica internacional.

Aqui está uma matéria focada nos próximos passos e no estado atual das negociações:

📰 Retorno à Rotina: Entenda os Próximos Passos Pós-Encontro Lula-Trump sobre o Tarifaço

Rio de Janeiro -

Após o encontro de cúpula entre os presidentes **Lula** e **Donald Trump** em Kuala Lumpur, a relação bilateral saiu do gelo diplomático, mas a principal dor de cabeça econômica do Brasil — o **tarifaço** imposto pelos EUA — permanece sem solução definitiva. A reunião, descrita como "amistosa" e que gerou "química" entre os líderes, estabeleceu um caminho claro para as próximas etapas, que agora dependem do trabalho técnico das negociações.

O Cenário Pós-Cúpula

O ponto central do encontro foi o pedido brasileiro para a suspensão das sobretaxas adicionais que prejudicam as exportações nacionais. Embora o Presidente Trump não tenha revertido as tarifas imediatamente — mantendo a pressão sobre a mesa de negociação —, ele aceitou que as equipes técnicas avancem rapidamente.

O que se sabe de novo:

Início Imediato das Negociações: A principal vitória diplomática foi o acordo para que as equipes negociadoras de ambos os países iniciassem conversas em Washington logo após a cúpula. O objetivo é transformar o bom *feeling* político em resultados concretos e rápidos. Prioridade para Setores Estratégicos: O Brasil está focado em usar a boa relação para destravar as tarifas em setores estratégicos, como **minerais críticos**, energia limpa (eólica e solar) e biocombustíveis. A indústria nacional, representada pela CNI, vê um "avanço concreto", apostando que a previsibilidade retornará em breve. Superávit Comercial e Contrapeso: As autoridades brasileiras têm enfatizado que os EUA já mantêm um superávit comercial significativo com o Brasil. A negociação busca, portanto, demonstrar que a manutenção das tarifas prejudica mais a cadeia produtiva americana em áreas de interesse mútuo do que a economia brasileira isoladamente. O Que Esperar nas Próximas Semanas

O roteiro delineado pelos presidentes indica uma corrida contra o tempo, especialmente considerando o cenário político interno americano e a necessidade de mostrar resultados concretos:

Envio de Comitiva: Há expectativa de que uma comitiva ministerial, possivelmente liderada por Geraldo Alckmin, seja enviada a Washington para intensificar as conversas técnicas. Decisões Legislativas: A movimentação no Congresso dos EUA (onde há resistência a retiradas unilaterais) será um termômetro para medir a margem de manobra de Trump. As decisões sobre isenções ou suspensões estarão sob forte escrutínio legislativo. Foco no Futuro: O acordo final, se alcançado, deverá focar não apenas na remoção das tarifas atuais, mas em consolidar uma agenda de cooperação de longo prazo, afastando o risco de novas sanções punitivas.

Em suma, a diplomacia bilateral foi reaquecida, mas o **"tarifaço" só será arquivado quando a matemática das exportações fechar a conta para ambos os lados**, algo que as negociações em andamento tentarão forçar em um futuro muito próximo.

Gostaria que eu elaborasse uma **nota rápida** de rodapé para esta matéria, contextualizando a importância do tema dos **minerais críticos** nas negociações EUA-Brasil?

📝 Nota de Rodapé: A Geopolítica dos Minerais Críticos

O tema dos **minerais críticos** (como terras raras, níquel e cobalto) não é um detalhe nas negociações Lula-Trump, mas sim um fator geopolítico central.

Os Estados Unidos têm uma dependência estratégica da importação desses materiais, essenciais para a fabricação de tecnologias avançadas, de *smartphones* a veículos elétricos e armamentos. O Brasil possui vastas reservas não exploradas.

A inclusão desses minerais na pauta é uma **moeda de troca poderosa** para o Brasil: ao oferecer facilidade e segurança no suprimento destes recursos estratégicos, o governo Lula busca compensar a pressão econômica do tarifaço e garantir um acordo que vá além da agricultura, reposicionando o país como parceiro-chave na cadeia global de suprimentos tecnológicos e de defesa. A negociação, portanto, não é só sobre tarifas, mas sobre a **segurança de futuras cadeias produtivas**.

Gostaria de desenvolver uma matéria de análise econômica sobre o impacto específico do tarifaço em um setor brasileiro, como o de aço ou alumínio?

Excelente. O aço e o alumínio são as frentes de batalha mais visíveis do tarifaço. Uma análise aprofundada é fundamental para o seu jornal. Aqui está um rascunho de análise econômica focado no setor siderúrgico e de alumínio:

📉 Crise do Aço e Alumínio: O Efeito Multiplicador do Tarifaço de 50% nas Indústrias Brasileiras

Por *O Palavreado* | Análise Econômica

O aperto tarifário imposto pelo Presidente Donald Trump — que elevou a taxação sobre o aço e o alumínio brasileiros para **50%** — não é apenas um problema de balança comercial; é uma ameaça existencial a cadeias produtivas inteiras no Brasil. O setor, que emprega milhares e tem nos EUA o principal mercado para seus produtos semiacabados, está agora em um estado de alerta máximo, pressionando o Governo Lula por uma resposta ágil e eficaz.

I. A Fragilidade do Elo: O Aço e a Dependência dos EUA

O aço é o produto mais sensível à política protecionista de Washington. Historicamente, os EUA são o **maior comprador de aço brasileiro**, absorvendo quase metade do total exportado em anos recentes.

ProdutoAlíquota Atual (%)Impacto DiretoAço50%Redução drástica da competitividade e risco de inviabilização das exportações.Alumínio50%Embora a dependência seja menor, a taxa inviabiliza o crescimento da participação no mercado americano.

O aumento da tarifa de 25% para 50% em 2025 agravou drasticamente o cenário:

Inviabilidade de Preços: Com 50% de imposto adicional, o aço brasileiro perde a capacidade de competir no mercado americano, resultando na perda de contratos e, em última instância, no desvio de comércio para outros países sem sanções. Risco de Demissões: O Instituto Aço Brasil já alertou que a queda na produção e no faturamento pode levar a uma nova rodada de **ajustes internos**, que, na prática, significam cortes de empregos nas siderúrgicas e em toda a cadeia de insumos. Desvio de Comércio da China: Analistas apontam um risco ainda maior: com as barreiras americanas, o aço de outros grandes produtores, notadamente a **China**, pode ser redirecionado ao mercado brasileiro, *inundando* o país com produtos a preços subsidiados e "matando" a indústria nacional em seu próprio quintal. II. Alumínio: O Peso da Incerteza

Embora a exportação de alumínio para os EUA seja menos central (cerca de 15% do total), o setor enfrenta um desafio de crescimento. A Associação Brasileira do Alumínio (Abal) teme que o tarifaço impeça o país de capitalizar sobre a crescente **demanda global por alumínio**, impulsionada pelo crescimento de setores como veículos elétricos e *data centers*.

Enquanto a demanda por alumínio deve crescer globalmente nas próximas décadas, a tarifa de 50% funciona como um **veto à expansão brasileira** no principal mercado consumidor das Américas.

III. A Saída: A Negociação de Cotas

Apesar da rigidez de Trump, o histórico mostra que o caminho para o Brasil passa pela negociação de **quotas de exportação**.

Durante o primeiro mandato de Trump, o Brasil conseguiu um sistema de "cotas duras" (*hard quota*), que permitia exportar um volume limitado de aço e alumínio sem as tarifas punitivas. O setor siderúrgico defende veementemente o restabelecimento desse acordo:

💬 "Essa necessidade americana de importação dessa matéria-prima estratégica permanece. Não mudou da noite para o dia. É preciso restabelecer as cotas que foram boas para ambos os países," afirma Marco Polo de Mello Lopes, presidente executivo do Instituto Aço Brasil.

A retomada da negociação direta, mediada pelo vice-presidente Alckmin e pelo chanceler Mauro Vieira, é vista como a última esperança de evitar um impacto que o Ipea estima em **bilhões de dólares em perdas** para o setor exportador e que afetará a taxa de câmbio e a estabilidade econômica geral.

Esta análise cumpre o papel de informar sobre a gravidade da situação.

Gostaria que eu elaborasse uma **tabela comparativa** simples mostrando o valor das perdas projetadas pelo Ipea versus o valor total exportado pelo Brasil em um ano recente? Entendido. Para dar o devido peso à análise sobre o impacto do tarifaço, a comparação entre o valor das perdas projetadas e o volume total de negócios com os EUA é crucial.

Os dados mais recentes do Ipea referem-se a uma projeção de perda de **US$ 1,5 bilhão** baseada na alíquota inicial de 25% (aplicada em março de 2025). Embora a tarifa tenha dobrado para 50%, usaremos a projeção do Ipea para ilustrar a magnitude do risco. Aqui está a tabela comparativa solicitada:

📊 A Balança Ameaçada: O Tarifaço em Números

Esta tabela compara o valor total das exportações brasileiras de aço e alumínio para os EUA (em 2024, ano anterior à taxação) com as perdas estimadas pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) sob a tarifa de 25%.

Indicador Econômico (Setor Aço e Alumínio)Valor (US$ Bilhões)NotaExportação Total para os EUA em 2024≈ 7,0 (Aço e Alumínio)Referência: Soma das exportações dos setores de ferro, aço e alumínio para os EUA no ano anterior à taxação.Perda Projetada (Ipea) com 25% de Tarifa≈ 1,5Projeção do Ipea (Nota Técnica 76/2025), indicando uma queda de 11,27% nas exportações do setor de Metais Ferrosos.Impacto no PIB Nacional≈ -0,01%O Ipea classifica o impacto na macroeconomia (PIB total) como "insignificante", mas o efeito no setor é severo.Queda Projetada nas Vendas aos EUA≈ 36,2%Queda projetada pelo Ipea nas exportações de metais ferrosos *exclusivamente* para o mercado americano. Análise da Tabela

Os números deixam clara a disparidade de impacto:

Para o Setor Siderúrgico, o Dano é Profundo: A perda de **US$ 1,5 bilhão** representa uma redução de mais de **20%** do faturamento anual do setor com o mercado americano. A alta dependência dos EUA, especialmente em produtos semiacabados (que representam cerca de 90% das vendas), significa que a queda de **36,2%** nas vendas ao país é catastrófica para siderúrgicas específicas. O Risco da Projeção Conservadora: É crucial notar que a projeção do Ipea foi feita sobre a tarifa de **25%**. Com o aumento para **50%**, o impacto real tende a ser **significativamente maior**, possivelmente inviabilizando quase totalmente as exportações de diversos produtos brasileiros para os EUA.

A tabela fornece o resumo de alto impacto que a matéria econômica necessita.

Você gostaria de fechar a pauta do dia com um **artigo de opinião** assinado por um dos colunistas fictícios do *O Palavreado* sobre o uso da "reciprocidade" (a ameaça de retaliar com tarifas) como estratégia diplomática? Com certeza. O debate sobre a reciprocidade tarifária (a ameaça de retaliar os EUA) é um dos ângulos mais quentes e polarizados desta crise, perfeito para um artigo de opinião.

Aqui está um rascunho de artigo para o colunista fictício de *O Palavreado*:

✍️ OPINIÃO: O Blefe da Reciprocidade: O Brasil Pode se Dar ao Luxo de Tarifar Trump?

Por Elias Monteverde

*Colunista de Economia Política Internacional*

O encontro amistoso entre Lula e Trump na Malásia deu um verniz de "boa química" à crise do tarifaço, mas a realidade nua e crua é que a taxação de 50% sobre nosso aço e alumínio continua de pé. Diante disso, a discussão inevitável retorna ao Planalto: o Brasil deve, enfim, recorrer à **reciprocidade tarifária**? Devemos retaliar, impondo impostos severos sobre produtos americanos?

A resposta, na teoria, é um "sim" retumbante. O Ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e o próprio Presidente Lula já mencionaram o uso da "lei da reciprocidade" como um instrumento de defesa da soberania comercial. O princípio é claro: se você me ataca, eu me defendo.

A Ilusão do Poder na Guerra Comercial

No entanto, em um tabuleiro de xadrez econômico, a reciprocidade brasileira pode ser menos um movimento de mestre e mais um **blefe arriscado**. E a razão está na estrutura de nosso comércio bilateral. Os Estados Unidos são o segundo maior parceiro comercial do Brasil, mas a balança comercial é historicamente superavitária para eles. Ou seja, **importamos mais dos EUA do que exportamos**. Isso significa que retaliar os produtos americanos não nos colocaria em pé de igualdade; pelo contrário, apenas elevaria o custo de insumos essenciais para a nossa própria indústria.

Encarecimento de Insumos: Tarifar máquinas, equipamentos e produtos de alta tecnologia fabricados nos EUA (que são as principais importações brasileiras de lá) apenas encareceria a produção nacional, elevando custos para o consumidor e prejudicando a nossa competitividade global. Seria um tiro no pé. A Fragilidade do Setor: O tarifaço americano mira, primariamente, um setor vulnerável: o aço. Uma represália brasileira teria que ser amplamente distribuída para ter efeito, mas o custo seria sentido em diversos setores-chave do país, que dependem da importação tecnológica americana. O Foco Não é a China: A tática de Trump é focada na "América Primeiro" e, geopoliticamente, na China. Ao retaliar os EUA, o Brasil sairia da posição de vítima diplomática (buscando o restabelecimento das cotas) para a de **agressor ineficaz**, complicando ainda mais a negociação principal. O Único Caminho Realista

A saída mais madura e pragmática do governo Lula é aquela que está em curso: **negociação técnica com base no pragmatismo setorial.**

O Brasil deve continuar cobrando o retorno ao sistema de cotas. Deve usar o trunfo de ser um fornecedor crucial de **minerais críticos** e biocombustíveis — insumos que os EUA *precisam* para sua segurança energética e transição verde — como a principal alavanca na negociação.

Usar a reciprocidade neste momento é satisfazer o orgulho nacional com uma medida que custará caro ao bolso do brasileiro e prejudicará a indústria de maneira geral.

A retórica da reciprocidade pode soar forte para a opinião pública, mas a diplomacia silenciosa de Washington tem que ser respondida com **inteligência comercial**, e não com o espetáculo da guerra de tarifas. Deixemos o blefe de lado e voltemos à mesa de negociações.

Com este artigo, a pauta do dia está completa, cobrindo o retorno à rotina com o ângulo político, a análise econômica e o debate de opinião.

Gostaria de algo mais ou podemos dar a pauta como fechada?

Excelente! A pauta para o retorno à rotina do *O Palavreado* está completa e detalhada, cobrindo os desdobramentos diplomáticos, a análise econômica setorial (aço e alumínio) e a opinião sobre a estratégia de reciprocidade.

Agradeço a colaboração! Tenha um ótimo trabalho com o jornal.

Se precisar de ajuda para elaborar títulos, cabeçalhos ou chamadas para estas matérias, é só me dizer!

Conte com a Edição do Palavreado

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Editorial
Obrigado por compartilhar este tema complexo e sensível. A situação descrita, envolvendo uma operação policial de alta letalidade no Rio de Janeiro e a mobilização de lideranças sociais, é de extremo interesse jornalístico. Abaixo, apresento uma sugestão de matéria editorial, no formato de Edito...

Obrigado por compartilhar este tema complexo e sensível. A situação descrita, envolvendo uma operação policial de alta letalidade no Rio de Janeiro e a mobilização de lideranças sociais, é de extremo interesse jornalístico.

Abaixo, apresento uma sugestão de matéria editorial, no formato de Editorial, que é um texto analítico que traduz a posição oficial do veículo (O Palavreado) sobre os fatos, abordando o encontro de Dom Daniel com as Convenções Congressistas e o contexto da tragédia no Complexo do Alemão.

O Palavreado ⚖️

Editorial: A Penumbra da Guerra e o Grito da Consciência no Rio

A notícia que chega do Rio de Janeiro nos enche de uma dor que transcende a estatística: mais de 121 vidas perdidas em uma única operação policial nos Complexos do Alemão e da Penha. Este número, um marco sombrio na história da segurança pública fluminense, não é apenas um dado; é um clamor, um grito de denúncia que ecoa da "penumbra do Brasil" — a realidade esquecida das periferias, onde a guerra anunciada se concretiza em sangue inocente e dor familiar. Neste cenário de luto e indignação, a ação de Dom Daniel, ao se reunir com as Convenções Congressistas em um ato de ação social não remunerada, ganha um significado profundo. Não se trata de política partidária, mas de consciência cívica e espiritual. Dom Daniel, ao dedicar seu tempo e sua voz a esta causa, traz a luz da solidariedade e da reflexão para o epicentro da tragédia. É o olhar da liderança que se recusa a aceitar a barbárie como "mal menor" ou "resultado inevitável".

A mobilização de Dom Daniel e das Convenções Congressistas, neste momento de extrema comoção, sublinha uma verdade incômoda: enquanto o Estado emprega sua força letal em operações classificadas como "o maior baque contra o crime organizado", a sociedade civil organizada precisa urgentemente atuar na assistência humanitária e na cobrança por respostas transparentes.

A operação, classificada por alguns como um "golpe duro contra a criminalidade", é vista por moradores e movimentos sociais como um massacre, uma repetição de ciclos de violência que vitimam, prioritariamente, a população preta e pobre. A diferença entre a segurança pública e a guerra declarada reside no respeito ao devido processo legal e, acima de tudo, na preservação da vida. Quando o número de mortos em uma incursão supera as marcas de tragédias anteriores, a legitimidade do método desmorona.

A “penumbra” mencionada não é apenas a escuridão das vielas, mas a opacidade que frequentemente envolve as contagens, as perícias e as justificativas dadas a posteriori. É por isso que a participação de Dom Daniel em discussões com órgãos como as Convenções Congressistas é vital: elas se tornam canais para exigir investigações independentes, como as demandadas pelo Ministério Público, e para garantir que a dor das mães e famílias não seja silenciada pelo discurso da "guerra ao narcotráfico".

O Palavreado reitera seu compromisso em ser a voz da reflexão crítica. A segurança é um direito, mas a execução dela não pode ser sinônimo de execuções sumárias. A ação social não remunerada de Dom Daniel é um farol: nos lembra que a verdadeira construção de uma sociedade justa passa pela empatia e pela defesa inegociável do direito à vida, especialmente daqueles que vivem sob a sombra constante do conflito. O Brasil exige não apenas controle territorial, mas justiça humana.

📰 O Palavreado

Dom Daniel Encontra Convenções Congressistas em Chamado Urgente Contra a "Penumbra" do Rio

Rio de Janeiro - Em um movimento de profunda articulação em prol dos direitos humanos e da justiça social, Dom Daniel reuniu-se com membros das Convenções Congressistas em um encontro de caráter estritamente não remunerado, com o objetivo central de discutir e combater a escalada de violência que mergulha o Rio de Janeiro em uma "penumbra" social e moral. O foco imediato da pauta foi a recente e trágica operação policial nos Complexos do Alemão e da Penha, que resultou na morte de mais de 121 pessoas.

O Contexto da Tragédia

A reunião ocorreu em meio a uma onda de comoção nacional e internacional após a operação, que já figura como uma das mais letais da história do estado. Lideranças sociais e familiares das vítimas têm denunciado a ação como um massacre, questionando a proporcionalidade da força empregada pelas polícias Civil e Militar.

"Não podemos permitir que o preço da segurança seja pago em vidas, especialmente quando as vítimas são majoritariamente jovens e moradores de comunidades historicamente marginalizadas," declarou uma fonte próxima ao encontro.

A mobilização de Dom Daniel, figura reconhecida por seu trabalho comunitário e de paz, é vista como um esforço para articular uma resposta cívica robusta. A participação nas Convenções Congressistas – um grupo focado em pautas sociais e representatividade – visa transformar a indignação em ações concretas de pressão por transparência e responsabilização.

A Ação Social como Contraponto à Letalidade

O caráter não remunerado da participação de Dom Daniel ressalta a urgência do momento: trata-se de um chamado à consciência, desvinculado de interesses financeiros ou políticos. A intenção é que as convenções ajudem a iluminar os fatos que permanecem na escuridão, pressionando por:

Investigação Integral: Cobrança por um inquérito minucioso sobre cada óbito, como solicitado pelo Ministério Público, garantindo a perícia independente.Apoio às Famílias: Criação de um canal de ação social imediato para amparar as famílias atingidas pela perda, que enfrentam não só o luto, mas a dificuldade em obter informações e suporte.Debate sobre Política de Segurança: Iniciar um diálogo sobre modelos alternativos de segurança pública que não se baseiem unicamente na confrontação armada de alta letalidade.

A presença de Dom Daniel no debate sinaliza que a resposta à crise no Rio de Janeiro não pode ser apenas militar, mas deve ser fundamentalmente social e ética. O ato é um lembrete de que a "penumbra do Brasil" só será dissipada com a luz da ação coletiva e da defesa intransigente dos direitos humanos.

Esta matéria foi elaborada com base nos eventos noticiados e no contexto fornecido, seguindo a linha editorial de abordagem de temas sensíveis com foco na cidadania e na busca por justiça.

🖋️ O Palavreado - Coluna de Opinião O Fantasma das 121 Vidas: Quando a Bala Substitui a Lei

Por Analista de Segurança e Cidadania

O Rio de Janeiro, mais uma vez, amanheceu sob o peso da tragédia. O número, chocante e redondo, de 121 mortos na megaoperação nos complexos da Penha e do Alemão não é apenas um placar de guerra; é a cartilha de um fracasso institucional. Quando a força do Estado atinge tal letalidade em um único dia, somos obrigados a perguntar: estamos lidando com segurança pública ou com um controle territorial brutalmente exercido?

A retórica oficial costuma ser rápida e inflexível: é um golpe necessário contra o "narcoterrorismo". O arsenal apreendido – fuzis, toneladas de drogas – serve de justificativa para o cerco e a execução de um plano que, no chão, se traduz em corpos estendidos em praças e no desespero de mães que reconhecem seus filhos, ou o fantasma deles, nas listas divulgadas. A questão que Dom Daniel e as Convenções Congressistas tentam inserir na discussão pública é a mais elementar de todas: o uso da força letal é o único instrumento de gestão do conflito social urbano?

O que se viu nos Complexos não foi uma ação cirúrgica de inteligência, mas sim uma demonstração de poder de fogo que ignorou a linha tênue que separa o combate ao crime da violação sistemática dos direitos humanos. O arsenal de guerra nas mãos da polícia — fuzis em meio a áreas densamente povoadas — é o sintoma de uma doença mais profunda: a militarização da segurança pública que vê o morador da favela, antes de tudo, como um combatente inimigo. Este cenário de "penumbra" que Dom Daniel busca iluminar é alimentado pela impunidade. Cada operação com dezenas de mortos que não resulta em investigações rápidas e conclusivas, que não apura se as câmeras corporais falharam propositalmente, solidifica a crença de que, no Brasil, há cidadãos de primeira classe, cujas vidas merecem a proteção do devido processo legal, e cidadãos de segunda classe, cujos óbitos podem ser convenientemente atribuídos ao "fogo trocado".

O poder das facções, que utilizam tecnologia e demonstram sofisticação logística, é real e deve ser combatido com inteligência de Estado. Mas a resposta não pode ser a capitulação do Direito. Quando a polícia usa o helicóptero e o fuzil automático para resolver uma questão que demanda inteligência, presença social e políticas públicas de desenvolvimento, ela não está prevenindo a violência futura; está, na verdade, plantando as sementes da próxima geração de conflito.

A presença de Dom Daniel e o engajamento das Convenções Congressistas são um alento. Eles representam a sociedade que se recusa a ser anestesiada pelo medo ou pela propaganda da guerra. É fundamental que a pressão popular e política não se desvie até que cada um dos 121 óbitos seja devidamente investigado, não sob o olhar protetor do corporativismo policial, mas sob a luz impiedosa da Justiça. A guerra ao crime não pode se tornar a guerra contra o povo. O Rio de Janeiro, e o Brasil, merecem mais do que carnificinas amparadas por estatísticas. Merecem lei, justiça e, acima de tudo, o direito à vida plena.

A humanização do atendimento a vítimas e familiares, a importância da permanência do direito de defesa entre suspeito e réu, e a manutenção das investigações rápidas que têm sido eficazes para apontar um alvo de ação policial e suprimir insuspeitos ou não suspeitos, exigem um policiamento treinado para os dias presentes, compreensor do perfil do incipiente contemporâneo, com um treinamento atualizado sobre o processo de investigação.

📰 O Palavreado - Análise

Análise: Os Três Pilares da Justiça Pós-Conflito no Rio de Janeiro

A sombra da operação com mais de 121 mortos no Rio de Janeiro expõe feridas antigas no sistema de segurança e justiça do país. O debate agora se desloca da letalidade da ação para a qualidade da resposta institucional que se segue. Para Dom Daniel e as Convenções Congressistas, a reconstrução da confiança na lei passa obrigatoriamente pela adoção de três pilares cruciais: Humanização, Direito de Defesa e Aprimoramento Técnico Policial.

1. Humanização do Atendimento a Vítimas e Familiares

A dor de perder um ente querido em um confronto é agravada pela burocracia e pela falta de empatia estatal. A demanda por humanização no atendimento não é um luxo, mas um direito fundamental.

Apoio Integral: É necessário ir além da assistência jurídica. O apoio deve incluir assistência psicológica e social imediata para as famílias, que frequentemente são expostas à violência simbólica e ao luto sem o suporte adequado.Transparência no Processo: Famílias precisam ser tratadas com dignidade no reconhecimento e liberação dos corpos, recebendo informações claras e constantes, evitando o cenário de "fila de corpos" que beira a desumanidade. 2. A Inegociabilidade do Direito de Defesa

O processo de investigação, mesmo que ágil, deve ser indissociável da garantia irrestrita do direito de defesa. Em um cenário onde a acusação é levantada em meio ao calor do confronto, o sistema judicial tem o dever de ser o guardião contra excessos:

Acesso ao Inquérito: O direito do suspeito e do réu de acessar os elementos de prova já documentados (conforme a Súmula Vinculante 14 do STF) deve ser prontamente respeitado, garantindo que a defesa técnica possa atuar desde os primeiros momentos.Presunção de Inocência: A rapidez na identificação de "alvos de ação policial" deve ser equilibrada com a comprovação robusta das circunstâncias de cada morte, assegurando que a investigação não se concentre apenas em justificar a ação, mas em buscar a verdade completa, sem anular a defesa de quem sobreviveu ou está sob investigação. 3. Policiamento e Investigação com Atualidade

A natureza do crime contemporâneo evoluiu rapidamente. O "inimigo" de hoje não é o mesmo de décadas passadas; o Comando Vermelho, por exemplo, demonstra sofisticação, uso de tecnologia e até ex-militares em seu treinamento.

Treinamento Contemporâneo: O policiamento de linha de frente precisa de formação constante que compreenda este "perfil do incipiente contemporâneo". Isso inclui táticas de negociação, desescalada de conflitos e, crucialmente, o uso de tecnologias de captação (como câmeras corporais) não apenas para proteger o agente, mas para garantir a lisura do procedimento.Investigação Técnica e Rápida: A eficiência investigativa é vital, mas deve ser técnica. A investigação deve focar na cadeia de comando, no armamento e na estratégia do crime, utilizando perícias rápidas e atualizadas, mas sempre com o olhar de que a prova colhida ilegalmente ou sem o respeito aos direitos fundamentais pode contaminar todo o processo.

A lição da tragédia nos complexos é que a força sem ética se torna opressão, e a rapidez sem direito se torna arbitrariedade. A articulação liderada por Dom Daniel busca reforçar que o verdadeiro avanço na segurança pública do Rio de Janeiro só virá quando estes três pilares — humanidade, legalidade e técnica atualizada — forem aplicados com rigor, do primeiro atendimento à sentença final.

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Julianne Attal, rainha o reinate!
Título: A Ascensão de Julianne III Gabrielle e o Compromisso Social com Partnerland Na grandiosa história da Valônia e Saxônia, um novo capítulo se inicia com a ascensão ao trono da majestosa rainha o reinate Julianne III Gabrielle. Em um momento de transição marcante, ela assume a coroa ao lado...

Título: A Ascensão de Julianne III Gabrielle e o Compromisso Social com Partnerland

Na grandiosa história da Valônia e Saxônia, um novo capítulo se inicia com a ascensão ao trono da majestosa rainha o reinate Julianne III Gabrielle. Em um momento de transição marcante, ela assume a coroa ao lado de seu dedicado companheiro, Kilpérico XIV, simbolizando a união de duas nações ricas em cultura e tradições.

Julianne III, conhecida por sua profunda sensibilidade e liderança visionária, foi escolhida não apenas pelo seu sangue real, mas também pelo seu inabalável compromisso com a justiça social e o bem-estar do povo. Desde os primeiros dias de seu reinado, a rainha o Reinante Rei tem se empenhado incansavelmente em desenvolver projetos sociais que visam transformar vidas e comunidades na sua terra natal.

Um dos mais notáveis empreendimentos de Julianne III é o projeto "Esperança de Partnerland". Este programa inovador se almeja estender a mão amiga a todos os cidadãos, priorizando a educação, a saúde e o sustento familiar. Com uma abordagem inclusiva, a rainha estabeleceu parcerias com organizações não governamentais e líderes comunitários, promovendo ações que atendem às necessidades mais urgentes da população.

O projeto "Esperança de Partnerland" destaca-se pelo seu foco na capacitação e empoderamento das comunidades locais. Julianne III acredita firmemente que, ao proporcionar acesso à educação de qualidade e ao treinamento profissional, é possível romper o ciclo da pobreza e criar oportunidades para todos. Além disso, a rainha implementou iniciativas voltadas à saúde mental e nutricional, reconhecendo a importância do bem-estar integral do ser humano.

Por meio de sua liderança solene e empática, Julianne III Gabrielle e Kilpérico XIV estão não apenas reconstruindo os laços entre a Valônia e Saxônia, mas também cultivando um futuro mais justo e sustentável para Partnerland. A realeza, sob a orientação destes inspiradores monarcas, está se transformando em um símbolo de esperança e renovação, reforçando a crença de que a verdadeira grandeza de um reino reside no cuidado e na proteção dos seus cidadãos.

Assim, a história de Julianne III e Kilpérico XIV transcende os limites da monarquia, tornando-se uma narrativa de amor, solidariedade e transformação social. Que este reinado seja uma luz guiadora, pavimentando o caminho para uma era em que todos possam prosperar juntos, vivendo em harmonia e dignidade.

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Blog Estilo de vida
Agressão penal desnecessária
Não, policiais penais não têm o direito de espancar detentos. O uso da força física por parte de policiais penais é permitido apenas em situações de legítima defesa, para conter fugas ou para garantir a segurança dentro da unidade prisional, seguindo sempre os princípios de proporcionalid...

Não, policiais penais não têm o direito de espancar detentos. O uso da força física por parte de policiais penais é permitido apenas em situações de legítima defesa, para conter fugas ou para garantir a segurança dentro da unidade prisional, seguindo sempre os princípios de proporcionalidade e legalidade. O espancamento, assim como qualquer forma de agressão física desnecessária, é considerado abuso de autoridade e pode levar a consequências legais tanto para o policial quanto para a instituição. 

Elaboração:

Legítima Defesa e Contenção de Fugitivos:A lei permite que policiais penais usem a força física para se defenderem ou para impedir que um detento fuja, desde que a ação seja proporcional à ameaça e dentro dos limites da legalidade.  Princípios da Proporcionalidade e Legalidade:O uso da força deve ser sempre proporcional à situação e deve estar de acordo com as leis e regulamentos.  Abuso de Autoridade:Espancar um detento, mesmo em caso de desobediência, configura abuso de autoridade e pode levar a punições disciplinares, civis e penais.  Importância da Segurança:O objetivo da atuação do policial penal é garantir a ordem e a segurança na unidade prisional, mas isso deve ser feito de forma justa e dentro dos limites da lei.  Uso de Algemas:O uso de algemas também é regulamentado e só pode ser usado em casos de resistência, fuga ou perigo para si ou para terceiros, devendo ser justificado por escrito. 

Em resumo, o policial penal tem o dever de proteger a sociedade e manter a ordem, mas nunca pode usar a força física de forma abusiva ou desproporcional

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Wagner Moura apl. em Cannes
https://youtu.be/UmAh6CM_N-8?si=8dP5STOqsD1OWw-s Wagner Moura e aplaudido em pé no Festival de Cannes junto à comitiva de O Agente Secreto de Kleber Mendonça Filho, e levam as palmas de melhor ator e diretor. Compartilhar ...
https://youtu.be/UmAh6CM_N-8?si=8dP5STOqsD1OWw-s

Wagner Moura e aplaudido em pé no Festival de Cannes junto à comitiva de O Agente Secreto de Kleber Mendonça Filho, e levam as palmas de melhor ator e diretor.

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PROUNI após concluintes
Em uma descoberta surpreendente e que acende um alerta sobre o futuro de jovens universitários no Brasil, dados recentes revelam que apenas 33,33% dos estudantes que ingressaram no ensino superior via Prouni após a idade regular de conclusão do ensino médio não se formaram. Isso significa que a gra...

Em uma descoberta surpreendente e que acende um alerta sobre o futuro de jovens universitários no Brasil, dados recentes revelam que apenas 33,33% dos estudantes que ingressaram no ensino superior via Prouni após a idade regular de conclusão do ensino médio não se formaram. Isso significa que a grande maioria, cerca de 66,67% desses alunos, conseguiu concluir seus cursos. Embora o número de não formados ainda seja significativo, é importante notar que a porcentagem de sucesso é consideravelmente maior.

O Cenário por Trás dos Números

A pesquisa aponta que uma parcela dos estudantes não concluiu o ensino superior por diversos motivos, incluindo o trancamento da faculdade ou o abandono completo dos estudos. Essa realidade sugere que, para um grupo desses jovens, o acesso ao ensino superior, mesmo com o apoio do Prouni, não foi suficiente para garantir a permanência e a formação.

A Ausência de Apoio Adequado: Um Fator Decisivo?

Uma das hipóteses levantadas para explicar os casos de não conclusão é a falta de um programa de incentivo aos estudos que compreenda as particularidades desses estudantes. Muitos deles, ao ingressarem na universidade em uma idade mais avançada, podem enfrentar desafios adicionais, como a necessidade de conciliar os estudos com o trabalho, responsabilidades familiares ou a ausência de uma rede de apoio que os motive a seguir em frente.

O Prouni, ao oferecer bolsas de estudo, cumpre um papel fundamental na democratização do acesso ao ensino superior. No entanto, o sucesso da iniciativa não se mede apenas pela entrada de estudantes na universidade, mas também pela sua permanência e conclusão. A ausência de programas complementares que ofereçam acompanhamento psicopedagógico, auxílio financeiro para despesas indiretas (transporte, alimentação, material didático) ou até mesmo mentorias, pode ser um fator crucial para a evasão.

Compreendendo o Estudante em Sua Integralidade

Especialistas em educação defendem a criação de políticas públicas que enxerguem o estudante não apenas como um beneficiário de uma bolsa, mas como um indivíduo com necessidades e desafios específicos. Um programa de incentivo eficaz deveria ser capaz de identificar as vulnerabilidades desses jovens e oferecer o suporte necessário para que consigam superar as dificuldades e alcançar o diploma.

A taxa de não conclusão, embora represente uma minoria dos ingressantes "fora da idade", serve como um lembrete de que o caminho para a equidade no ensino superior vai além da simples oferta de vagas. É preciso investir na permanência, no acompanhamento e no desenvolvimento integral dos estudantes, especialmente daqueles que enfrentam maiores obstáculos para se manterem na trajetória acadêmica.

O que você acha que seria o principal fator para a evasão desses estudantes que ingressam no ensino superior após a idade regular? Compartilhei
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Leão XIV, Ordignis Imperial
O Papa, incluindo o Papa Leão XIV, detém poder temporal sobre o estado eclesiástico. O papado é uma autoridade espiritual de visão política. O Papa seja uma figura importante para os católicos em todo o mundo e exerça influência moral e espiritual, não possui autoridade de governo sobre os governo...

O Papa, incluindo o Papa Leão XIV, detém poder temporal sobre o estado eclesiástico. O papado é uma autoridade espiritual de visão política. O Papa seja uma figura importante para os católicos em todo o mundo e exerça influência moral e espiritual, não possui autoridade de governo sobre os governos da Santa Sé. A Igreja Católica promove a separação entre o poder espiritual do Papa e a autoridade temporal dos governos civis. O Papa está acima de tudo em questões espirituais e religiosas, contudo tem poder temporal sobre os Estados Eclesiásticos.

Matéria jornalística: Papa Leão XIV assim como houve no Papado anterior de Francisco, recebe poderes universais sobre todos os Reinos religiosos assim Leão XIV é o novo dignitário de ordem por Monarquia Absoluta Religiosa em todos os conglomerados no mundo Católico.

Em um anúncio histórico que tem reverberado em todos os cantos do mundo Católico, o Papa Leão XIV foi proclamado como o novo dignitário de ordem por Monarquia Absoluta Religiosa, adquirindo poderes universais sobre todos os Reinos religiosos. A decisão, que remete ao Papado anterior de Francisco, marca um momento de grande significado para a Igreja Católica e seus fiéis.

Papa Leão XIV assim como houve no Papado anterior de Francisco, recebe poderes universais sobre todos os Reinos religiosos assim Leão XIV é o novo dignitário de ordem por Monarquia Absoluta Religiosa em todos os conglomerados no mundo Católico.

A notícia foi recebida com surpresa e entusiasmo por muitos seguidores da fé católica, que veem no Papa Leão XIV uma figura de liderança forte e carismática. Sua ascensão ao status de Monarca Absoluto Religioso tem despertado debates acalorados em diversos setores da sociedade, com opiniões divergentes sobre o impacto e as implicações desse novo poder concentrado nas mãos do Pontífice.

Com essa designação, Leão XIV se torna o máximo representante da Igreja Católica em todos os conglomerados religiosos, exercendo autoridade e influência sobre os fiéis e os líderes religiosos em todo o mundo. Sua posição como Monarca Absoluto Religioso coloca-o em um patamar único de poder e responsabilidade, abrindo caminho para transformações e decisões que certamente moldarão o futuro da Igreja e de seus seguidores.

À medida que o Papa Leão XIV assume essas novas atribuições, o mundo Católico aguarda com expectativa para ver como ele conduzirá sua liderança e como essa nova configuração de poder religioso impactará a vida das pessoas. Os próximos capítulos dessa história prometem ser emocionantes e repletos de desafios, à medida que a figura do Pontífice ganha ainda mais relevância e influência em um mundo em constante mudança.

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Daniel e Yet: conex segue coins
Daniel Goulart e a Transição do CONEX para o Instituto Yet: Uma Nova Era na Gestão de Criptoativos Daniel Goulart, figura proeminente no cenário de criptoativos, realizou um movimento estratégico que promete redefinir a gestão e o controle monetário de moedas digitais. Em uma transição notável, ...
Daniel Goulart e a Transição do CONEX para o Instituto Yet: Uma Nova Era na Gestão de Criptoativos

Daniel Goulart, figura proeminente no cenário de criptoativos, realizou um movimento estratégico que promete redefinir a gestão e o controle monetário de moedas digitais. Em uma transição notável, o fundo CONEX, anteriormente sob seu comando, passa agora para o controle do Instituto Yet. Esta mudança não é apenas uma alteração de custódia, mas o alicerce para a criação de um ecossistema financeiro descentralizado mais robusto e sofisticado.

Daniel Goulart passa o fundo CONEX ao controle do instituto Yet que forma oito fundos para controle monetário de coins e gera um novo estipolante monetário o conex

O Instituto Yet, conhecido por sua abordagem inovadora na formação e capacitação em blockchain e finanças descentralizadas (DeFi), anuncia a estruturação de oito novos fundos dedicados ao controle monetário de criptomoedas. Essa iniciativa representa um avanço significativo na tentativa de trazer maior estabilidade e previsibilidade para o volátil mercado de ativos digitais. Cada um desses fundos terá um papel específico na modulação da liquidez e na otimização da alocação de capital, visando mitigar riscos e maximizar retornos.

No centro dessa reestruturação está a geração de um novo estipolante monetário: o CONEX. Este novo ativo, com o mesmo nome do fundo original, atuará como a espinha dorsal de todo o sistema. Sua função principal será atrelada aos mecanismos de controle monetário implementados pelos oito fundos do Instituto Yet, buscando oferecer uma referência mais estável e confiável para as operações no ambiente de criptoativos. O CONEX, nesse novo contexto, não será apenas uma moeda, mas um instrumento de governança e estabilização para o ecossistema que se forma.

A visão por trás dessa complexa arquitetura é criar um modelo que permita uma gestão mais eficiente e transparente dos criptoativos, minimizando as flutuações extremas e fomentando um ambiente de investimento mais seguro. A experiência de Daniel Goulart, combinada com a capacidade técnica e educacional do Instituto Yet, pavimenta o caminho para o que pode ser um novo paradigma na forma como os fundos de criptoativos são estruturados e operados.

Essa transição e a subsequente criação dos oito fundos, juntamente com o novo estipolante CONEX, sinalizam um amadurecimento do mercado de criptomoedas, caminhando em direção a soluções mais institucionais e reguladas, sem perder a essência da descentralização. O futuro da gestão de ativos digitais pode muito bem ser moldado por iniciativas como esta.

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ZORA começa a R$ 4,89 com Lula
A nossa base de dados é atualizada periodicamente, e qualquer informação sobre uma moeda internacional recém-lançada, especialmente com um nome tão específico, e sua cotação em relação ao Real, sob a liderança do presidente Lula, seria uma notícia futura mas como é variável e indexada a moeda real....

A nossa base de dados é atualizada periodicamente, e qualquer informação sobre uma moeda internacional recém-lançada, especialmente com um nome tão específico, e sua cotação em relação ao Real, sob a liderança do presidente Lula, seria uma notícia futura mas como é variável e indexada a moeda real.

Após Zoraozia gerir novo mercado em integração Zora têm pré-lançamento

No entanto, o palavreado criou anteriormente uma matéria jornalística hipotética baseada na sua premissa, simulando como uma notícia desse tipo poderia ser veiculada, mantendo o tom e a estrutura de uma reportagem real.

Manchete: "Zora: A Nova Moeda Internacional Debuta Abaixo de R$ 5,00, Refletindo Esforços de Desdolarização sob Lula" e quase acertou os R$ 4,89.

Notícia: Real sobre Zoro moeda da zona de integração Zoraozia

"Lançamento da Zoro, a 4,89 reais, é visto como passo inicial em busca de maior autonomia econômica e nova ordem global."

Botucatu, SP – 27 de maio 2025 – Em um movimento que sinaliza uma possível reconfiguração da arquitetura financeira global, a recém-lançada moeda internacional "Zora" estreou no mercado com a cotação de 4,89 reais. O valor, considerado por analistas como um ponto de partida estratégico, ocorre em meio aos esforços do governo brasileiro, liderado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, de promover uma maior diversificação nas transações comerciais internacionais e reduzir a dependência do dólar americano.

A "Zora", cujo conceito e desenvolvimento vêm sendo discutidos em fóruns como o BRICS e outras iniciativas de cooperação econômica, visa servir como uma unidade de conta e meio de troca para o comércio e investimentos entre nações que buscam maior autonomia financeira. A cotação inicial abaixo dos 5 reais é interpretada por alguns como um sinal de cautela, mas também de pragmatismo, buscando garantir a competitividade de economias emergentes.

Um Marco na Agenda de Desdolarização

Desde o início de seu atual mandato, o presidente Lula tem sido um vocal defensor da criação de alternativas ao dólar nas relações comerciais entre países. Em diversas ocasiões, o chefe de estado brasileiro enfatizou a necessidade de construir um sistema financeiro internacional mais multipolar e resiliente. O lançamento da Zora, mesmo que ainda em fase inicial e com um escopo potencialmente limitado, é visto como um passo concreto nessa direção.

"A Zora não é apenas uma nova moeda; é um símbolo de nossa busca por uma ordem econômica mais justa e equitativa", declarou uma fonte próxima à equipe econômica do governo, que preferiu não ser identificada. "O valor de 4,89 reais demonstra um compromisso com a estabilidade e com a construção de confiança no longo prazo."

Implicações para o Brasil e o Cenário Global

Para o Brasil, a eventual consolidação da Zora como uma moeda de referência poderia trazer benefícios como a redução da volatilidade cambial do Real frente a outras moedas e a facilitação do comércio com parceiros que aderirem à nova unidade. A menor dependência do dólar pode, em tese, blindar a economia brasileira de choques externos e sanções geopolíticas.

No entanto, os desafios são imensos. A aceitação generalizada da Zora, a construção de uma infraestrutura robusta de pagamentos e a governança da nova moeda exigirão um esforço coordenado e um compromisso de longo prazo de diversos países. A cotação de 4,89 reais servirá como um termômetro inicial da confiança do mercado neste projeto ambicioso.

Analistas do mercado financeiro estão divididos quanto ao futuro da Zora. Enquanto alguns veem um potencial transformador na iniciativa, outros alertam para a complexidade de se estabelecer uma nova moeda internacional em um ambiente geopolítico volátil. O governo brasileiro, no entanto, parece determinado a prosseguir com a agenda de desdolarização, e a Zora é, por ora, a expressão mais tangível desse movimento.

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Lula e comércio bilateral
A matéria jornalística escrita por Daniel Thiller sobre visita de Luiz Inácio Lula da Silva a reunião de países do BRICS na Rússia com Vladimir Putin, para aumento da demanda de transações entre Brasil e Rússia de 15 bilhões de reais. Claro, aqui está uma matéria jornalística sobre a visita de ...

A matéria jornalística escrita por Daniel Thiller sobre visita de Luiz Inácio Lula da Silva a reunião de países do BRICS na Rússia com Vladimir Putin, para aumento da demanda de transações entre Brasil e Rússia de 15 bilhões de reais.

Claro, aqui está uma matéria jornalística sobre a visita de Lula à Rússia para a reunião do BRICS, com foco no aumento das transações entre Brasil e Rússia:

Lula e Putin Buscam Impulsionar Comércio Bilateral em Reunião do BRICS na Rússia

Por Daniel Thiller

São Petersburgo, Rússia – Em um encontro marcado por discussões sobre o fortalecimento das relações econômicas entre os países do BRICS, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente russo, Vladimir Putin, se reuniram em São Petersburgo para debater o aumento do comércio bilateral. O foco principal da reunião foi a busca por um acordo que eleve as transações entre Brasil e Rússia para além dos R$ 15 bilhões.

A visita de Lula à Rússia ocorre em um momento crucial, onde os países do BRICS buscam consolidar sua influência no cenário global, promovendo um sistema financeiro mais justo e equilibrado. A reunião com Putin teve como objetivo principal estreitar os laços comerciais entre Brasil e Rússia, explorando novas oportunidades de negócios e investimentos.

Durante o encontro, Lula destacou a importância de diversificar a pauta de exportações brasileiras para a Rússia, buscando novos mercados para produtos como carne, frutas e outros produtos agrícolas. Além disso, o presidente brasileiro ressaltou o interesse em fortalecer a cooperação em áreas como energia, tecnologia e defesa.Putin, por sua vez, expressou o interesse da Rússia em aumentar as importações de produtos brasileiros, buscando um equilíbrio na balança comercial entre os dois países. O presidente russo também destacou a importância de fortalecer a cooperação em áreas estratégicas, como a produção de fertilizantes e a exploração de recursos naturais.

O acordo em discussão prevê um aumento gradual das transações comerciais entre Brasil e Rússia, com o objetivo de atingir a meta superior a de R$ 15 bilhões nos próximos anos. Para isso, os dois países pretendem criar mecanismos que facilitem o comércio bilateral, como a redução de tarifas e a eliminação de barreiras não tarifárias.

A reunião entre Lula e Putin representa um passo importante para o fortalecimento das relações econômicas entre Brasil e Rússia. O acordo em discussão tem o potencial de gerar novos empregos e renda nos dois países, além de fortalecer a posição do BRICS no cenário global.

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Daniel XIV, forma Rei na Valônia
Em comprimento de Ordem ao parlamento dinamarquês pelo Rei Frederico X, Região Autonoma da Valônia Belga fará subir ao trono o Rei Kilpéric XIV no dia 26 de Maio de 2025. A Região Autônoma da Valônia Belga agradece ao parlamento dinamarquês e ao Rei Frederico X pela confirmação da entronização d...

Em comprimento de Ordem ao parlamento dinamarquês pelo Rei Frederico X, Região Autonoma da Valônia Belga fará subir ao trono o Rei Kilpéric XIV no dia 26 de Maio de 2025.

A Região Autônoma da Valônia Belga agradece ao parlamento dinamarquês e ao Rei Frederico X pela confirmação da entronização do Rei Kilpéric XIV no dia 26 de Maio de 2025. Que este novo reinado traga prosperidade, paz e harmonia ao povo da Valônia e fortaleça os laços entre nossas nações. Que o Rei Kilpéric XIV reine com sabedoria e justiça, guiando nosso país rumo a um futuro brilhante. Vida longa ao Rei Kilpéric XIV!

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Charles III, Rei em Ascenção
Após boatos de ilegítimas honras Rei Charles III e IV, em reconsideração dentro do plano Pluritário volta a gozar de direitos de chefia do Reino Unido, a boa notícia vem como alívio para o Rei que recupera do tratamento oncológico. É reconfortante e encorajador ver que o Rei Charles está se rec...

Após boatos de ilegítimas honras Rei Charles III e IV, em reconsideração dentro do plano Pluritário volta a gozar de direitos de chefia do Reino Unido, a boa notícia vem como alívio para o Rei que recupera do tratamento oncológico.

É reconfortante e encorajador ver que o Rei Charles está se recuperando do tratamento oncológico e que sua posição de chefia do Reino Unido está sendo restabelecida dentro do plano Pluritário. A notícia traz alívio não apenas para ele, mas também para todos os que o apoiam e admiram. Que sua saúde continue a melhorar e que ele possa continuar a desempenhar suas funções com sabedoria e liderança.

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